Aspectos relevantes na composição do padrão energético pessoal


Estado Vibracional

Todas as consciências, intrafísicas e extrafísicas, absorvem e exteriorizam energias o tempo todo.

Sabemos que as consciências intrafísicas possuem um conjunto de corpos – o holossoma, em que cada veículo de manifestação absorve e exterioriza energias de um determinado padrão:

  • O corpo físico mobiliza energias eletromagnéticas;
  • O energossoma mobiliza energias densas, energossomáticas;
  • O psicossoma mobiliza energias psicossomáticas, relacionadas as emoções;
  • O mentalsoma mobiliza energias mentalsomáticas, relacionadas a racionalidade.

Outro aspecto importante quanto a mobilização de energias são os chacras. Possuímos muitos chacras, sendo que sete deles não os mais importantes e que mais se destacam, motivo pelo qual os chamamos “chacras magnos”. No que diz respeito aos padrões de energias que mobilizam destacam-se os aspectos relacionados a seguir.

Chacras inferiores – mobilizam energias energossomáticas

  • O sexochacra é relacionado as energias sexuais e a reprodução humana;
  • O umbilicochacra é relacionado as questões materiais, a competição, disputas, agressividade e bens materiais.

Os chacras intermediários – mobilizam energias psicossomáticas

  • O esplênicochacra é relacionado a distribuição de energias para os demais chacras e, na maioria das pessoas, nunca ou raramente se manifesta de forma perceptível;
  • O cardiochacra é relacionado com a emoção, a efetividade;
  • O laringochacra é relacionado com a comunicação intrafísicas (fala) e extrafísica (clariaudiência).

Os chacras superiores – mobilizam energias mentalsomáticas

  • O frontochacra é relacionado a clarividência;
  • O coronochacra é relacionado a mobilização de energias mais sutis.

Holossoma

O holossoma possui, no corpo físico, as veias e artérias que distribuem o sangue pelo corpo humano.

No psicossoma existem, de forma análoga, dutos energéticos que chamamos energovias, que distribuem energia por este corpo extrafísico. Na consciência intrafísica, o energossoma se mescla ao psicossoma intensificando todos os processos energéticos.

Holosfera

O energossoma, o psicossoma e o mentalsoma não tem um limite espacial rigidamente definido como acontece com o soma. Ao contrário, esses veículos se expandem de forma variável para além dos limites do soma, principalmente na forma dos chacras. Essa expansão que tem em média 40 cm constitui a holosfera, um campo bioenergético formado pelas energias mescladas dos quatro veículos.

Síntese

Em síntese, o que determina o estado do campo energético pessoal de uma pessoa é:

  • O veículo de manifestação que está predominando sobre os demais,
  • O chacra que está predominando sobre os demais.

Assim, o melhor desempenho possível é a pessoa em que são predominantes, a maior parte do tempo, o mentalsoma e o o coronochacra. Contudo, sabemos que essa é uma condição relativamente difícil de se encontrar, pelos seguintes motivos:

(1) Fatores intrínsecos: Quando pensamos, sentimos e nos emocionamos com variadas questões da vida, produzimos pensamentos, sentimentos, emoções e consequentemente energias que fazem com que outros veículos e chacras predominem.

2) Fatores extrínsecos: Situações da rotina diária, pensamentos, sentimentos, emoções e energias de outras consciências, intrafísicas e extrafísicas nos influenciam o tempo todo, melhorando ou piorando nosso próprio padrão, conforme nossa sintonia. Quanto a isso é importante lembrar que as mazelas ainda existentes na humanidades, tais como disputas, competitividade, crimes, guerras, violência e exploração de todos os tipos tornam esses tipos de influências predominante.

Padrão energético pessoal

O padrão energético pessoal seria a média das energias que exteriorizamos ao longo do tempo. Quanto mais predominarem os veículos mais sutis e os chacras mais elevados, melhor será esse padrão ocorrendo o inverso na medida em que predominarem os veículos mais densos e os chacras inferiores.

Esse padrão energético médio é que nos possibilita entrar em sintonia com outras consciências, intrafísicas e extrafísicas. Quando melhoramos nosso padrão, ainda que momentaneamente, por meio da mobilização de energias, instalado o EV – Estado Vibracional, por meio da meditação, da reflexão clara e profunda, da repetição de um mantra ou ainda por meio de uma oração, sintonizamos com energias e com consciências mais sutis e evoluídas.

Se pudermos manter esse padrão a maior parte do tempo, estaremos, portanto, sintonizados com essas energias e consciências mais tempo também.

Consciências muito evoluídas, como despertos e serenões, conseguem manter padrões assim o tempo todo.

No próximo post abordaremos formas de nos aproximarmos nosso padrão energético da condição dessas consciências mais evoluídas.

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Definindo a Condição Bioenergética Ótima


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Quais são as condições bioenergéticas do cidadão humano hoje?

Sabemos que a maioria das pessoas tem algum tipo de desequilíbrio bioenergético. Mas o que é exatamente um desequilíbrio energético? São bloqueios nas vias de circulação energética, os energodutos, existentes no psicossoma e no energossoma, assim como nos centros energéticos principais, os chacras. Tais bloqueios impedem o livre fluir das energias nos energodutos e a correta absorção e exteriorização de energias pelos chacras.

Infelizmente, apenas isso, não ter bloqueios, ainda não é o ideal pois o ser humano tem por hábito cultivar padrões de pensamentos e comportamentos que acabam nivelando por baixo o padrão vibratório do seu campo energético pessoal. Em outras palavras, a rotina diária dos seres humanos ainda é repleta de situações de competição, agressividade e conflitos de todos os tipos o que acaba por se refletir em suas próprias energias conscienciais.

Então, para definirmos uma condição bioenergética ótima ou CBO, temos que tratar de algo que vai um pouco além da média do ser humano, porém, que seja perfeitamente possível de ser atingido por qualquer pessoa interessada em sua saúde bioenergética e mental (ou consciencial, se preferirem).

Assim, podemos elencar quais são os fatores que caracterizam o CBO de um ser humano comum:

  • Energodutos desbloqueados;
  • Chacras absorvendo e exteriorizando energia normalmente;
  • Predomínio energético dos chacras superiores, notadamente o coronochacra;
  • Holopensene padrão traforista

Os dois primeiros itens já foram explicados acima.

O predomínio de um chacra, ou seja, uma chacra cujas energias prevalecem por sobre os demais, é algo que ocorre com praticamente todas as pessoas. Para uma pessoa comum, esse será o sexochacra ou o umbilicochacra, ambos relacionados as questões humanas mais básicas: o sexochacra relacionado a atividade sexual reprodutora e o umbilicochacra a competição, posse e disputa por recursos materiais e a tudo o que é relacionado a agressividade.

O melhor, portando, é que o chacra predominante não seja um desses dois mas um chacra superior como o coronochacra que está relacionado a racionalidade, a intelectualidade e aos sentimentos elevados.

Finalmente, holopensene é o conjunto de pensamentos, sentimentos e energias. Holopensene padrão é a média dos pensenes de uma pessoa. Traforista é a pessoa que encara todos os aspectos da vida de forma positiva (trafor significa traço força). É uma condição bem diferente da maiora das pessoas que normalmente é trafarista (trafar significa traço fardo). Em outras palavras, o trafarista, via de regra, encara todas as situações do ponto de vista negativo. Para ficar mais claro, o quadro abaixo mostra as diferenças entre as posturas traforista da trafarista.

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Concluindo, quem deseja se manter na CBO por mais tempo, precisa observar os pontos descritos acima. A recompensa por isso é o aumento da qualidade do seu campo bioenergético, com grandes implicações para a sua qualidade de vida presente e futura.

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Bioenergias


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Energia e matéria são os elementos constituintes do universo. A matéria nada mais é do que a energia concentrada. A energia, portanto, é o constituinte fundamental do universo. Uma possível definição de energia, mais próxima do nosso dia-a-dia é:

“A capacidade de produzir força e realizar trabalho”.

Nesse sentido podemos entender energia como um sistema condutor de movimento e ação.

Inúmeros fenômenos atestam a existência de um tipo diferente de energia, transcendente a matéria e a energia intrafísicas. São as bioenergias, ou energias vitais, dispersas e onipresentes em todos os objetos, locais, seres, e, portanto, intimamente relacionadas as formas de vida.

Os seres vivos fazem trocas energéticas intrafísicas e extrafísicas. Intrafisicamente, por meio da respiração, alimentação, captação e exteriorização de calor. Extrafisicamente, por meio da captação e exteriorização de bioenergias para o meio ambiente e também para outros seres vivos.

A ciência não admite a existência de bioenergias por elas não poderem ser detectadas por meio da instrumentação intrafísica. Não obstante os fenômenos bioenergéticos ocorrem o tempo todo e, assim, corpos de conhecimento foram criados ao longo da história acerca de como as bioenergias se manifestam e como podemos controlá-las.

Dessa forma, ao longo do tempo, as bioenergias receberam diversas denominações conforme o local ou contexto cultural em que foram estudadas. Na China, são conhecidas por “chi” e no Japão por “ki”. Na cabala são chamadas “luz astral” e no Yoga é o “prana”. Hermes Trismegisto denominava por telesma as bioenergias, Reichenbach chamava-as de força ódica, Kardec de fluido vital e Reich de orgônio. Várias práticas terapêuticas da Índia e da China baseiam-se na manipulação das bioenergias, tais como a Ayurveda e acupuntura.

Existem vários tipos de bioenergias. Quando são originárias do meio ambiente, tais como do solo, das águas de mares e rios, do ar e das matas, são chamadas energias imanentes ou EIs. Quando são originárias de seres humanos ou animais, são chamadas energias conscienciais ou ECs. Enquanto as energias imanentes, incluindo as energias das plantas, são geralmente neutras, as energias conscienciais são moduladas pelos pensamentos e emoções das consciências, em menor grau quando animais e em grau muito maior quando pessoas.

Tanto as EIs quanto as ECs podem ser absorvidas pelos seres vivos. As primeiras geralmente apenas fazem bem, revitalizando seus corpos. No caso das ECs, dependendo do padrão que possuírem, podem fazer bem ou mal.

O que anima os corpos físicos são as consciências. São sinônimos para consciência: espírito, alma, self, ego. As consciências possuem um conjunto de corpos chamado holossoma (holo significa “todo” e “soma” significa corpo). Atualmente distinguimos claramente quatro corpos constituintes do holossoma, cada qual capaz de movimentar (captar e exteriorizar) bioenergias com um determinado padrão:

  • O soma ou corpo físico: movimenta energia eletromagnética intrafísica;
  • O energossoma ou corpo energético: movimenta bioenergias energossomáticas;
  • O psicossoma ou corpo astral, espiritual: movimenta bioenergias psicossomáticas;
  • O mentalsoma, o corpo mais sutil e evoluído da consciência: movimenta bioenergias mentalsomáticas.

Cada um dos veículos movimenta as bioenergias por meio de canais internos especializados que se distribuem e se concentram em pontos específicos. Os nadis (palavra que significa raiz) são pequenos pontos no energossoma, vias de acesso para os canais energéticos internos. Chacras (palavra que significa roda) são pontos de concentração de canais bioenergéticos internos que se agrupam formando um grande via para captação e exteriorização de energia.

A saúde de uma pessoa, seu bem-estar, depende em grande parte de um fluxo normal, equilibrado de bioenergias por todos os canais existentes no holossoma. Existem fatores, como os descritos a seguir, que causam dificuldade ou bloqueios de intensidade variável no fluxo das bioenergias:

  • Emoções intensas: medo, raiva, ódio, ciúme, e outras popularmente chamadas “negativas” causam bloqueios temporários;
  • Nódulos bioenergéticos: Surgidos a partir dessas mesmas emoções quando cultivadas por muito tempo, causando bloqueios maiores e por longos períodos de tempo.
  • Doenças intrafísicas: Infecções causadas por bactérias e vírus, por exemplo;
  • Assédio interconsciencial: A vampirização de bioenergias por outras consciências;

Quando surgem bloqueios mais permanentes no fluxo das bioenergias, é necessário uma ação no sentido de desfazê-los. Bloqueios mais simples são vencidos pela própria pessoa após algum tempo por meio da própria dinâmica de sua rotina diária. Bloqueios maiores necessitam de algum tipo de intervenção. Acupuntura, Do-in, Massagem Ayurvêdica e Reiki são alguns exemplos de práticas que podem fazer isso e que dependem de uma pessoa que os aplique na pessoa necessitada.

Estado Vibracional ou EV é uma prática de movimentação das bioenergias pelo holossoma que a própria pessoa pode empregar para desfazer bloqueios bioenergéticos. Para instalar um EV nada mais é preciso do que a vontade determinada e concentrada em oscilar as bioenergias acumuladas em seu holossoma até que vibrem na maior frequência possível.

O EV causa bem-estar, não tem contra-indicações e pode ser feito por qualquer pessoa independentemente de sexo, idade, convicções religiosas, etc.

Para saber mais sobre o EV:

O que é o Estado Vibracional

A Técnica do Estado Vibracional

A Fórmula do Estado Vibracional

Imaginação e Estado Vibracional

Cinco Perguntas sobre o Estado Vibracional Respondidas

Instalação do EV e a Mesologia

Estado Vibracional no Automóvel

Estado Vibracional nas Práticas Espíritas

Correlatos Eletroencefalograficos do Estado Vibracional

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Cientificismo X Espiritualismo


Espiritualidade-1

Espiritualidade-2

Ciência. Enquanto a ciência se recusar a estudar os fenômenos parapsíquicos de forma apropriada, esse será um domínio dos espiritualistas e pseudocientistas.

Serviço. Como a ciência se recusa a pesquisar o tema, espiritualistas e pseudocientistas prestam um grande serviço ao registrar por meio de livros, artigos e outros meios os fenômenos que presenciaram e as conclusões que obtiveram. No dia em que a ciência se dignar a pesquisar o assunto, não precisarão começar do zero. Terão uma boa base de dados para consultar.

Cobrança. Participo de muitas listas de discussão e comunidades virtuais na Internet relacionadas a bioenergias, EFCs e outros temas correlatos. Volta e meia, surgem pessoas cobrando, exigindo e esbravejando para que todos tenham postura científica.

Reflexão. Postura científica é boa. A melhor mesmo, concordo. Mas, questiono: até que ponto podemos exigir posturas científicas dos espiritualistas que fazem parte dessas listas e comunidades e que também frequentam e mantem instituições, sejam elas espíritas, exotéricas ou conscienciológicas?

Capacitação. Essas pessoas, geralmente, não têm nem a formação de pesquisadores nem as subvenções para fazer seus estudos e pesquisas que normalmente existem na academia. Na maioria das vezes, sequer dispõe de tempo, já que desempenham atividades profissionais que nenhuma relação tem com suas práticas espirituais, não raro abrindo mão de horas que poderiam ser destinadas a família, ao lazer ou simplesmente ao descanso.

Exigências. Até que ponto podemos, portanto, exigir delas uma postura científica com relação a suas crenças e práticas espiritualistas? Quais recursos podem dispor para comprovar os fenômenos que acreditam reais ou que vivenciaram? E se fizerem isso, será para satisfazer a quem? A elas mesmas ou aos que cobram essas posturas mas que nada fazem realmente nesse sentido?

Sugestão. Se você é uma dessas pessoas que vive exigindo comprovação científica para os fenômenos parapsíquicos, sugiro que faça como acha correto e depois dê ampla divulgação. Caso contrário, que seja mais comedido em suas cobranças. Sugerir postura científica sim, mas se for exigir, faça isso aos pesquisadores da academia, esses sim, profissionais do ramo, que tem o preparo, o tempo e os recursos necessários para isso.

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Acoplamentos Energéticos


Estado Vibracional 17082015

O acoplamento energético é a interfusão ou união temporária dos campos bioenergéticos de duas ou mais consciências, geralmente acontecendo, ao longo do processo, trocas energéticas entre os envolvidos.

Trata-se de um fenômeno rotineiro, que acontece o tempo todo e com todas as pessoas quando ocorre um contato interpessoal, direto ou indireto. A maioria das pessoas não se tem lucidez sobre isso.

É um fenômeno parapsíquico que transcende o tempo e do espaço.

Exemplos corriqueiros de situações que levam a acoplamentos energéticos:

  • Ao olhar com atenção para uma pessoa;
  • Quando conversamos com alguém de forma presencial ou à distância;
  • Quando lemos a mensagem enviada por uma pessoa pela Internet;
  • Quanto cumprimentamos uma pessoa com um aperto de mãos, um beijo ou um abraço;
  • Ao afagar um animal;
  • Ao cuidar de uma planta;
  • Ao subir em uma árvore.

A forma como os acoplamentos iniciam, como se encerram e às consequências para os envolvidos varia muito conforme uma série de aspectos relacionados as consciências envolvidas.

Taxonomia dos acoplamentos energéticos.

Quanto a lucidez:

  • Consciente: A consciência percebe o início, desenrolar e finalização do acoplamento.
  • Inconsciente: A consciência não percebe as fases do acoplamento.

Quanto a intensidade:

  • Forte: Pode gerar muitas repercussões.
  • Fraco: Quando gera repercussões fracas ou imperceptíveis.

Quanto ao alcance:

  • Local: As consciências envolvidas estão no mesmo ambiente.
  • Longa distância:  As consciências envolvidas estão à longa distância.

Quanto a localização:

  • Extrafísico: entre consciências extrafísicas
  • Intrafísico: entre consciências extrafísicas
  • Multidimensional: entre consciências intrafísicas e extrafísicas

Quanto a instalação:

  • Fácil: Quando instalado rapidamente.
  • Difícil: Quando a instalação demora.

Quanto a qualificação:

  • Positivo: As consciências envolvidas não ficam descompensadas, bloqueadas ou assediadas.
  • Negativo: As consciências envolvidas podem ficar descompensadas, bloqueadas ou assediadas.

Quanto a finalização:

  • Fácil: Quando o acoplamento se encerra de forma rápida e completa.
  • Difícil: Quando o acoplamento demora a ser encerrado gerando repercussões negativas para pelo menos um dos envolvidos.

Com relação ao alvo, o acoplamento pode ser realizado entre uma consciência com:

  • Os campos energéticos de outras consciências presentes em um local;
  • Os campos energéticos de outras consciências presentes em um objeto ou grupo de objetos;
  • Com um  vegetal ou grupo de vegetais;
  • Com um animal ou grupo de animais;
  • Com outra consciência ou grupo de consciências.

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Taxonomia das evocações interconscienciais


Taxonomia das Evocações Interconscienciais

Você costuma fazer evocações? Não? Tem certeza sobre isso?

Vamos iniciar esse post lembrando que as consciências (espirito, alma, self) interagem no universo por meio da energia. Mesmo nossas ações no corpo físico são manifestações energéticas. Logo, tudo é governado pela energia ou, mais precisamente, pelas trocas energéticas.

Posto isso, o que é, então, uma evocação?

A palavra evocação é proveniente do latim, evocatione, e refere-se, em termos gerais, a ação ou efeito da consciência, intrafísica ou extrafísica, de realizar o resgate voluntário da memória de lembranças sobre uma determinada pessoa, grupo de pessoas, local, animal ou objeto com objetivo de revivenciar uma situação.

Evocação também é o termo usado para descrever a tentativa de atração de consciências. Ao longo da história foram criados rituais, fórmulas e cerimônias específicas com essa finalidade. Nesse caso, também é empregado como sinônimo a palavra invocação, proveniente do latim invocatio que significa pedir a ajuda ou intercessão de alguém.

Então, no senso comum, o ato de evocar outras consciências deve ser uma ação deliberadamente realizada com essa finalidade. Mas, na maioria das vezes, não é assim que ocorre.

A evocação interconsciencial é uma troca energética, contato, comunicação ou aproximação energética do alvo evocado. Nesse sentido temos a seguinte escala de contatos interconscienciais:

  • 1 – A evocação;
  • 2 – A comunicação à distância por meios tecnológicos ou não;
  • 3 – O contato físico, presencial.

Podemos entender  melhor a evocação como um acoplamento energético que é a interfusão temporária dos campos energéticos de duas ou mais consciências, geralmente com algum tipo de troca bioenergética. Acoplamentos energéticos de tipos variados ocorrem o tempo todo no dia-a-dia.

Evocação interconsciencial é enviar energia para alguém.

Taxonomia das evocações interconscienciais

A primeira característica que qualifica uma evocação interconsciencial é a condição de manifestação das consciências envolvidas no processo:

  • Extrafísica: Uma consciência evocando outra, ambas extrafísicas;
  • Intrafísica: Uma consciência evocando outra, ambas intrafísicas;
  • Multidimensional: Uma consciência evocando outra, sendo uma extrafísica e a outra intrafísica.

Em seguida vem o aspecto do tipo de energia mobilizada durante a evocação:

  • Mentalsomática: Evocação empregando predominantemente energia mentalsomática, centrata nos pensamentos. Ex: pensar em uma pessoa;
  • Psicossomática: Evocação empregando predominantemente energia psicossomática, centrata nos sentimentos, emoções. Ex: Desejar uma pessoa; xingar uma pessoa;
  • Energossomática: Evocação empregando predominantemente energia energossomática, centrata nas energias. Ex: Exteriorizar energia para uma pessoa desejando seu bem ou o seu mal.

A partir desse ponto, as setas da figura, até então todas da mesma cor cinza, passam a ser pretas e com um traço que indica a intensidade ou força da evocação. Uma linha cheia indica intensidade elevada, uma linha com traços largos indica intensidade mediana e uma linha com traços curtos indica baixa intensidade.

Com relação a intencionalidade, a evocação pode ser:

  • Lúcida: Quando quem evoca sabe exatamente o que está fazendo, tem consciência de que está evocando alguém, mesmo que esse não seja seu objetivo primátio. Ex: Ao citar uma pessoa durante uma aula, apresentação, discussão ou conversa;
  • Inconsciente: Quando quem evoca não sabe o que está fazendo, não sabe que, sem perceber, faz evocações. Ex: Ao citar uma pessoa durante uma aula, apresentação, discussão ou conversa.

Com relação a abordagem, a evocação pode ser:

  • Direta: Quando a intensão, foco, alvo principal é o evocado. Ex: Exteriorizar energias para o evocado;
  • Indireta: Quando a intensão, foco, alvo principal não é o evocado. Ex: Ao citar uma pessoa, grupo de pessoas ou evento durante uma aula, apresentação, discussão ou conversa;

Por fim, quanto as consequências da evocação, elas podem ser classificadas de três formas:

  • Positiva: Quando ocorre a troca de energias empáticas, positivas, entre evocador e evocado. Ex: Quando evocamos com boa intenção uma consciência lúcida e equilibrada;
  • Neutra: Quando ocorre a troca de energias neutras ou quando não ocorre troca perceptível de energias entre evocador evocado. Ex: Quando evocamos uma consciência muito evoluída mas sem ter a necessária sintonia bioenergética com ela;
  • Negativas: Quando ocorre a troca de energias antipáticas entre evocador evocado, o que pode causar desequilíbrios e bloqueios bioenergéticos além de assédio interconsciencial. Ex: Quando movidos por intensões não louváveis, evocamos uma consciência com baixo nível de lucidez, doentia, negativa ou assediadora. Palavrões, críticas, fofocas sobre pessoas, grupos ou instituições são formas corriqueiras de evocação negativa.

Canais sensoriais da evocação

Ainda sobre evocação, ela pode se dar por meio de vários canais sensoriais:

  • Imaginativa: A evocação mental;
  • Imagética: A evocação por meio de uma imagem, por exemplo, uma fotografia;
  • Simbólica: Um caso de evocação imagética na qual se emprega um símbolo;
  • Verbal: A evocação verbalizada;
  • Musical: Um caso de evocação verbalizada na qual uma música evoca por meio de palavras ou mesmo sem elas, pela melodia dos instrumentos;
  • Olfativa: A evocação causada pela presença de odores cujo significado geral é de conhecido público ou quando um dado odor tem significado específico para os envolvidos;
  • Tátil: A evocação provocada pelo contato com superfícies ou certos tipos de material;
  • Bioenergética: A evocação causada pelas manifestações bioenergéticas do evocador ou de outras consciências.

Conclusão

Após ter lido este post, responda para você mesmo: Qual tipo de evocações interconscienciais, conscientes ou inconscientes faço rotineiramente? São predominantemente positivas ou negativas? Por que não começar a reduzir as evocações negativas até eliminá-las por completo? Que impacto isso teria em minha vida?

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Falece Waldo Vieira aos 83 anos


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Trajetória e Legado do Criador da Conscienciologia

Transcrito do Blog Con-Ciencia

Por Tony D’Andrea

02 de julho de 2015 – O fundador da Projeciologia e Conscienciologia, Waldo Vieira faleceu neste dia em Foz do Iguaçu aos 83 anos de idade. Convalescendo de uma operação cardíaca conduzida em São Paulo mês passado, Vieira entrou em coma ao sofrer um derrame em sua residência, e foi levado ao hospital Costa Cavalcanti onde permanecia em tratamento intensivo desde a semana passada.

Figura proeminente no cenário espiritualista brasileiro, Waldo Vieira renovou o campo de estudos parapsíquicos através da experiência fora do corpo. Professou que esta experiência é método privilegiado para a investigação do mundo extrafísico e subjetivo. Estes estudos resultam na Projeciologia. Vieira posteriormente se concentra no tópico da evolução da consciência, já com um estilo mais prescritivo e valorativo, codificado na Conscienciologia.

Não somente determina o caráter destas “neociências”, Vieira também se destaca como figura central na história do espiritismo e do movimento Nova Era brasileiros, catalisando um campo dinâmico de rearticulações culturais e ideológicas ainda em fluxo.

Carisma na Ciência

Através da história da ciência, novos sistemas são paradoxalmente implementados por lideranças de estilo carismático (Freud, Comte, Einstein, Vieira, etc.). A racionalidade pregada na geração de conhecimento se contrasta com interferências idiossincráticas de seus fundadores, popularizando novas ciências com desdobramentos institucionais específicos.

Com a morte do líder, este estilo carismático é gradualmente substituído por rotinas institucionais de tipo burocrático. Ainda que o futuro da Projeciologia e Conscienciologia esteja em aberto, os efeitos do estilo moralista imposto por Vieira constituem desafios que seus seguidores deverão agora confrontar.

Médico e parapsíquico, Vieira desenvolve um personalidade sui generis ao longo das décadas. Nascido em Monte Carmelo, Minas Gerais, em 18 de abril de 1932, filho do dentista Armante e da professora primária Aristina. Waldo atua no Movimento Espírita do interior de Minas, popular mas em tenso diálogo com o meio predominantemente católico. Ele se forma em odontologia e medicina na Universidade de Uberaba, e cresce como hábil debatedor público e médium de grande popularidade.

Desenvolve uma aparência intencionalmente marcante: vestido de branco, com farta barba de brancura marcante, sobrancelhas agudas, nariz fino, e olhar penetrante. Seus dons parapsíquicos são também notáveis: projetabilidade, mediunidade, clarividência, e manipulação de energias – chanceladas já na época de sua militância espírita.

Tudo isto caracteriza uma personalidade carismática de teor mágico. Waldo Vieira encarna os traços universais do mago-xamã, conforme listados por antropólogos como Mauss e Levi-Strauss. A profissão médica dispõe de forte poder simbólico em tradições mágicas e religiosas: o médico (tal como o xamã) lida com a vida e com a morte, sendo figura central na integração entre o mundo visível e invisível. No Brasil, médicos gozam de elevado status no espiritismo, na direção de centros e entrevistas públicas, na caracterização em novelas espíritas, e em sua influência política e ocupacional.

De Cronista à Profeta

Vieira vinha investigando a fenomenologia parapsíquica desde a década de 1970. Acumula uma biblioteca especializada com mais de 5,000 títulos. De médium espirita, irá se reinventar como pesquisador independente. Associa-se ao American Society for Psychic Research (USA) e a Society for Psychic Research (UK), ainda que comumente criticando colegas anglo-americanos de conservadorismo cientifico.

Sua trajetória se delineia em três grandes fases. A primeira (kardecista) compreende suas atividades no Movimento Espírita, onde atua como promitente médium e parceiro de Chico Xavier. Escrevem livros mediúnicos e coordenam sessões de assistência para multidões. Entretanto, Vieira se desaponta crescentemente com a ortodoxia kardecista que o desmotiva a estudar seus interesses em “animismo” e “desdobramento”. Ao longo dos anos 1970, ele gradualmente se afasta do Espiritismo, culminando em uma ruptura mais definitiva ao derredor de 1989. Se concentra em pesquisas parapsicológicas que prioriza, simultaneamente ao seu trabalho diário como médico cosmético em Ipanema, Rio de Janeiro.

Na segunda fase (projeciológica), Vieira analisa a fenomenologia extrafísica através de suas habilidades parapsíquicas, registradas em forma de crônicas extracorpóreas. Aqui ele ainda respeita a literatura parapsicológica. Em 1986, ele publica a sua magnum opus Projeciologia: Panorama das Experiências Fora-do-corpo, propondo uma “ciência do estudo do fenômeno da consciência e das energias para além dos limites do corpo físico”. Seguindo uma série de palestras públicas gratuitas em Ipanema, Vieira e associados fundam o Instituto Internacional de Projeciologia em 1989. Com a solidez institucional do IIP, o seu projeto toma uma guinada radical, rompendo com a abordagem fenomenológica, em favor de “assuntos avançados de ponta”, em especial, a “evolução da consciência” e o “serenismo”.

Na terceira fase (conscienciológica), Vieira adota um estilo explicitamente normativo, crescentemente moralista e combativo. Desconsiderando protocolos básicos do modelo cientifico, passa a sistematizar seus julgamentos de valor sobre a conduta evolutiva através de tipologias e terminologias bizantinas. Este processo se amplia após a publicação de seu segundo tomo em 1994, o 700 Experimentos da Conscienciologia, definida como “o estudo da consciência por meio de uma abordagem holística, holossomática, multidimensional, bioenergética, projetiva, autoconsciente e cosmoética.”

Este estilo ganha força com a mudança da sede para o Centro de Altos Estudos da Conscienciologia em Foz do Iguaçu no ano de 2002. Enquanto Vieira decide se afastar de decisões administrativas, o crescimento organizacional em rede começa a gerar atritos entre a nova direção e os antigos pioneiros. O curioso fenômeno dos “dissidentes” se torna comum.

Paradoxalmente, o moralismo conscienciológico de Waldo Vieira indica o afastamento do projeto inicial de se valorizar e construir uma “ciência”. Esta tensão é comum em paraciências em geral. Na passagem do descritivo ao normativo, a maior vítima foi a Projeciologia, relegada de “subdisciplina da parapsicologia” à “aplicação prática da Conscienciologia”.

A maioria dos conscienciólogos afirma que a Projeciologia e a Conscienciologia são independentes do Vieira. A viabilidade destas teria assim se autonomizado. Entretanto, a Conscienciologia se desenvolve na tensão entre a meta de uma ciência universal e a viabilização desta por vias carismáticas. “Dissidentes” lamentam a formação de um culto semirreligioso, enquanto conscienciólogos da casa vislumbram uma paraciência cosmopolita.

 A Próxima Reencarnação

Sendo a reencarnação um princípio da Conscienciologia, o futuro de Waldo Vieira será fonte de especulações. Ao longo dos anos, ele ocasionalmente indicou a sua intenção de reencarnar-se na China. Em contraste com sua personalidade iconoclasta, os elogios são surpreendentes: “A China tem muitos problemas com comunismo e superpopulação. Mas, no geral, é a civilização que melhor trabalha com energias e a questão da serenidade, com muita gente boa trabalhando nisso, parte de sua tradição por muito tempo. E aqui no instituto temos entidades chinesas de alto nível trabalhando em nosso grupo de assistência. Elas tem energias muito positivas e refinadas. Coisa séria.

Não por nada, ele e seguidores financiaram a tradução do tratadoProjeciologia para o mandarim, distribuindo dois mil exemplares para bibliotecas chinesas gratuitamente. Como afirmou, Vieira espera se deparar com este livro em uma vida futura, ajudando-o assim a recordar de seus esforços espirituais mais prontamente.

Recentemente, contudo, ele fez menção à Angola como possível berço para reencarnação. Tal declaração inusitada parece refletir a situação política interna na Conscienciologia, além de contrariar o arco cosmológico que construiu através das décadas. (Enfim, declarações intempestivas são típicas do líder carismático…). Vale notar, entretanto, que na recente modernização da África, chineses (engenheiros, gerentes, comerciantes, etc.) já compõem 1% da população de Angola.

Futuras gerações de conscienciólogos talvez tentem localizar o novo Vieira, seja como simples especulação, ou mesmo, através de expedições de identificação à la Dalai Lama. Nesta lógica, Vieira poderá retornar como um chinês estudante de Projeciologia vivendo em uma megalópole asiática; ou, quem sabe, em uma família de engenheiros chineses em Angola.

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Anunciado App para estimular a prática do EV


EV06062015

Em um encontro de voluntários do IIPC em Curitiba foi anunciado o lançamento de um aplicativo para Smartphone com objetivo de estimular, registrar e avaliar a prática do Estado Vibracional.

Nesse site é possível inscrever seu email para receber o aviso sobre quando o aplicativo estará disponível nas lojas da Apple e Google.

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Mantras


EV09052015

Mantra é um termo derivado das palavras do idioma sânscrito Man que significa mente e Tra que significa controle. O mantra é um som, sílaba, palavra, oração, cantochão ou poema religioso originalmente em idioma sânscrito entoado com uma finalidade específica. O termo mantra, portanto, é originário do hinduísmo, porém, mesmo não possuindo termos para designá-lo, mantras também são utilizados por todas as demais religiões, pois todas empregam formas de evocação semelhantes.

Mantras são japas (repetição de sons) que, assim como âsanas (posições), mudras (gestos), pranayamas (respirações) e meditações (dhyana) formam a base do espiritualismo indiano, o Yoga.

Tradicionalmente, o mantra é uma fórmula mística e ritual mentalizada, murmurada ou cantada em voz alta repetidamente de forma a auxiliar a concentração durante a meditação.

Contudo existem mantras que são empregados com outas finalidades. Esse tipo de informação, até poucos anos passados, era de conhecimento de restrito.

Existem mantras para:

  • Facilitar a concentração e meditação
  • Promover a energização da pessoa e do ambiente
  • Para adormecer ou despertar
  • Para induzir a projeção consciencial lúcida
  • Para estimular e desenvolver chacras
  • Para evocar egrégoras*

Em termos práticos, qualquer palavra, frase ou oração ou até uma música ouvida e repetida por muitas pessoas ao longo de muito tempo acaba por se constituir em um mantra.

Por exemplo, os nomes das principais entidades de todas as religiões tornaram-se mantras com o passar do tempo.

Há pessoas que atribuem poderes milagrosos aos mantras ao passo que outras são completamente céticas quanto quaisquer efeitos transcendentes que possam produzir.

As pesquisas de John Blofeld, que estudou as culturas indiana e chinesa, indicaram que não é necessário saber o significado das palavras ditas para que o mantra produza o efeito esperado. Ele observou que não importa a correção da pronúncia pois encontrou o mesmo mantra entoado de forma muito diferente em países diversos, e sempre produzindo os efeitos esperados.

O início do emprego de mantras perde-se na noite dos tempos.

Os mantras Tibetanos são entoados como orações repetidas. O budismo mahayana do Tibete usa mantras em tibetano, o zen-budismo do Japão os usa em japonês. Blofeld, no começo do século XX, encontrou em Hong Kong mantras cuja língua ninguém sabia identificar que pareciam uma alteração de um original sânscrito.

No ocidente, a ciência tradicional explica o emprego dos mantras como sendo um exercício mental e respiratório capaz de levar o praticante a um estado alterado de consciência.

Mecanismo. O mecanismo fundamental que explica o funcionamento do mantra é o acoplamento energético. O mantra é uma forma de mobilização energética. Ao ser verbalizado a energia sonora do mantra promove um acoplamento energético com uma egrégora ou holopensene bioenergético. Dessa forma, pode-se explicar porque o mesmo efeito de um mantra pode ser obtido ao mentalizá-lo, sem chegar a verbalização.

Repercussões energéticas. As repercussões energéticas que uma pessoa pode sentir ao pronunciar um mantra podem variar de impercetível e demorado ao intenso e imediato. Em parte,  isso depende da egrégora que está sendo evocada e, em parte, depende do grau de acoplamento da pessoa com essa egrégora.

Persistência. Pelos mesmos motivos, a repercussão energética dos mantras pode cessar de imediato ou se prolongar por vários minutos ou mesmo horas após a pessoa parar de recitá-lo.

Padrões. Há mantras que evocam energias suaves e aqueles que evocam energias muito fortes. O padrão das energias evocadas pode ser mentalsomático, psicossomático ou energossomático, repercutindo mais nos chacras mais diretamente relacionados com esses padrões bioenergéticos: coronochacra, cardiochacra e umbilicochacra, respectivamente.

Bija-mantras. Bija-mantra (semente do mantra) são mantras que promovem a imediata ativação de um chacra. Cada chacra possui seu próprio bija. A ativação de um determinado chacra é uma forma de poder, motivo pelo qual esse era, até pouco tempo, um conhecimento iniciático restrito.

Mantra pessoal. Acredita-se que cada pessoa tenha um mantra pessoal que, se conhecido, pode ser usado como uma forma de poder. Contudo, existe muita mistificação em torno desse assunto, tal como “fórmulas” para se compor o mantra pessoal e pessoas/instituições que revelam de forma mística o mantra pessoal da pessoa desde que ela jure mantê-lo em segredo (assim elas podem revelar os mesmos “mantras pessoais” para um grande número de pessoas). Até onde sei, o mantra pessoal, se existe de fato, só pode ser descoberto pela própria pessoa por meio do seu autoparapsiquismo.

Autopesquisa. A pessoa interessada pode pesquisar qual é o efeito bioenergético que cada mantra proporciona. Basta recolher-se a um local tranquilo sem interferências externas, escolher um mantra e recitá-lo repetidas vezes, sondando o efeito produzido em seu holossoma ou no ambiente ao redor, prestando atenção em quais pensamentos e sentimentos surgem na mente e quais chacras são mais energizados e com qual padrão de energia. Uma vez que, cada mantra pode evocar uma egrégora diferente, é recomendavel não misturar mantras diferentes em curtos intervalos de tempo para o efeito de um não seja afetado pelo de outro.

Cuidado. Há de se ter cuidado ao usar mantras cuja origem e significado da evocação que fazem sejam desconhecidos pelo praticante, que não estejam claramente descritos em um livro ou outra fonte de informação confiável pois, assim como existem mantras que evocam consciências benévolas, existem aqueles que evocam consciências negativas e doentias. Esse, naturalmente, não é o caso dos mantras mais conhecidos e usados, provenientes das tradições do Yoga ou das consagradas orações das religiões cristãs, por exemplo.

Mantras X EV. O mantra é uma forma de mobilizar energias externas. Existe a dependência, portando, da sintonia com uma egrégora. O EV é uma forma de mobilização de energias internas, com as próprias bioenergias da consciência e que, portanto, não depende de acoplamentos com outras energias. Mantras e EV não são práticas bioenegéticas mutuamente excludentes. Uma ou outra pode ser utilizada conforme o efeito pretendido. Em princípio, o EV é um só e tem inúmeras utilidades. A técnica para instalá-lo é uma só. Já os mantras, são muitos, alguns mais genéricos e outros mais específicos. É preciso conhecer e praticar uma constelação de mantras para usar o mais adequado conforme a situação, todavia, isso não deve ser motivo para desprezá-los. Na realidade, nenhuma forma de mobilização bioenergética pode ser publicamente desprezada simplesmente porque achamos que não nos serve. Sempre existem pessoas que tiram proveito dela.

Notas

O termo egrégora vem do idioma grego egregorien que significa velar ou cuidar. Egrégoras são holopensenes ou campos bionergéticos mantidos por consciências intrafísicas e extrafísicas com uma determinada finalidade.

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