O que é o Estado Vibracional


EV23022014

O Estado Vibracional é um fenômeno que pode ocorrer de forma espontânea com qualquer pessoa. Não obstante, essa ocorrência do Estado Vibracional é bastante rara, tanto que são poucas e indiretas as referências sobre o mesmo ao longo da história.

Os principais relatos são encontrados nos livros sobre Experiências Fora do Corpo escritos a partir do Século XX. Nessas obras, alguns autores relatam a ocorrência de vibrações intensas em seus corpos antes e depois de uma experiência de projeção lúcida.

Acredita-se que o EV possa ocorrer de forma espontânea quando a pessoa entra em transe anímico-mediúnico, durante o êxtase místico que ocorre durante a realização de preces ou cerimônias religiosas, dentre outras situações bem específicas.

O EV também pode ocorrer de forma heteroinduzida, quando promovido por amparadores extrafisicos ou por uma pessoa expert em bioenergias e pode também ser autoinduzido. Nesse último caso, uma pessoa emprega uma técnica de mobilização das suas bioenergias pessoais ou ECs – Energias Conscienciais  – para instalar o EV.

A técnica de indução do EV consiste, basicamente, em circular suas ECs do alto da cabeça (da parte mais elevada, do topo), até os pés (até a pontinha dos dedos dos pés) e vice versa, passando por todas (todas mesmo) as partes do corpo. Braços e pernas devem ficar unidos e descruzados a fim de formar um circuito único e coeso para as energias que circulam.

Esse processo deve ser feito com o uso da vontade focalizada e atenta e não com a imaginação. Pode-se ficar de pé ou sentado (deitado pode dar sono e a pessoa adormece). Mudanças na técnica, como por exemplo, fazer a energia circular de outras formas, ou passando por fora do corpo, tendem a dificultar a obtenção do EV ou provocar outros efeitos que podem ser confundidos como sendo ele.

A duração do EV, uma vez instalado, geralmente limita-se a uns poucos segundos. É possível mantê-lo instalado por mais tempo pelo uso da vontade.

Essa técnica já era conhecida na antiguidade, sabidamente na China, mas, perdeu-se ao longo do tempo. No início dos anos 80 ela foi redescoberta no Brasil, tendo sido aperfeiçoada e passando a ser divulgada de forma sistemática no âmbito daquilo o que acabou sendo denominado Conscienciologia.

A técnica ou processo é, ate certo ponto,  paradoxal. Se por um lado é relativamente simples, na prática, existem muitos aspectos que podem influenciar a forma como é feita a circulação fechada das ECs. Isso acarreta em um período de aprendizagem da técnica que varia muito de pessoa para pessoa. O tempo e esforço necessário para produção dos primeiros EVs vão depender muito de sua disposição e habilidade.

O EV caracteriza-se por produzir sensações de arrepios ou eletricidade que espalham-se de forma progressiva por todo o corpo, promovendo uma expansão das ECs da pessoa e, eventualmente, promovendo outras repercussões em seu corpo físico e em suas ECs.

A simples circulação das ECs, mesmo que não seja atingido o EV, é muito benéfica pois tem a capacidade de ir desobstruindo sistematicamente bloqueios que vão se instalando e sendo reforçados ao longo da vida nas energovias que existem no holossoma da pessoa, (o conjunto dos corpos formado por soma, energossoma, psicossoma e mentalssoma) melhorando assim, de forma significativa sua saúde bioenergética.

A circulação fechada de energias e o EV proporcionam inúmeros benefícios ao praticante tais como:

-Desobstrução das energovias do holossoma;

-Desbloqueio dos chacras;

-Melhoria do padrão energético;

-Melhoria da saúde de um modo geral;

-Desassédio;

-Desacoplamento com energias intrusivas, gravitantes e negativas;

-Desassimilação simpática (DESASSIM);

-Aumento da sensibilidades parapsíquica;

-Desenvolvimento da sinalética bioenergética;

Por ser relativamente simples de executar e que pode ser rapidamente desenvolvida, aliada aos inúmeros benefícios que proporciona, faz com que a técnica do Estado Vibracional seja algo realmente formidável para qualquer pessoa, iniciante ou veterana no trato das ECs, que busque o autodomínio de seus processos bioenergéticos.

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Sofrimento com o Parapsiquismo


meditazione

Por que algumas pessoas nascem com parapsiquismo e, sem saberem como usá-lo, sofrem com isso?

Todo mundo tem algum parapsiquismo em algum grau. O que varia a modalidade e a intensidade, ou seja, o quão desenvolvido ele é.

Alguns nascem com uma ou mais modalidades de parapsiquismo muito intenso, tais como projetabilidade, mediunidade, ectoplasmia, clarividência, clariaudiência, etc, e sofrem com isso, seja porque o que vivenciam provocam medo, ansiedade, inquietação, seja porque elas são tratadas como perturbadas, desequilibradas, esquisitas pelas demais pessoas que nada sabem sobre parapsiquismo.

Como alguém nasce com essa faculdade? Basicamente são dois os fatores causadores desse parapsiquismo maior:

(1) A pessoa exercitou essa faculdade em uma ou mais vidas anteriores, de uma forma ou de outra, consciente ou inconscientemente. Cada caso é um caso. Então ela mesma transmitiu essa capacidade para seu novo corpo por meio da paragenética que faz parte do seu psicossoma.

(2) Os pais (ou avôs) da pessoa lhe transmitiram geneticamente essa habilidade. A Paragenética e a Genética atuam em conjunto, de uma forma que ainda não compreendemos direito.

Uma consciência, antes de renascer pode solicitar para vir com faculdades parapsíquicas com objetivo de assistir outras consciências. Com frequência, quando está no ambiente otimizado de uma comunidade extrafísica evoluída, a consciência que vai reencarnar acha que poderá educar seu parapsiquismo e usá-lo para assistência com desembaraço. Quando está aqui, sentindo na pele um “sem numero” de dificuldades e sem a memória objetiva de antes, tudo fica muito mais difícil. É por essa e por outras que os amparadores respeitam nosso livre arbítrio. Sabem que da condição deles é fácil observar tudo em perspectiva e deduzir o que é melhor e que quando estiverem aqui de volta, na dimensão intrafísica, terão que lidar com as mesmas dificuldades de seus assistidos.

Quando vai ter um parapsiquismo intenso, a consciência pode nascer em uma família que a aceite assim e, mais ainda, que a oriente e encaminhe para que use suas faculdades com equilíbrio. No caso do Brasil, aparentemente, existem mais famílias com pessoas com conhecimento espiritual e que podem fazer isso, Em outros países as condições de esclarecimento podem ser muito mais difíceis. Não obstante, mesmo no Brasil esse número de famílias é relativamente pequeno. Nascer em uma família dessas é, em muitos aspectos, um privilégio. Logo, essa “vagas” são muito disputadas. É preciso ter mérito, conquistado em vidas passadas por meio de ações corretas para ter o privilegio de nascer em uma família assim. Naturalmente, nem todas as consciências que renascem nessas condições tem parapsiquismo intenso ou são espiritualizados, pois essas famílias também tem suas pendências com outras consciências, mais problemáticas e menos evoluídas e que precisam ser assistidas pelo renascimento.

Prosseguindo, às vezes, a consciência não consegue renascer em uma família espiritualmente esclarecida, mas, as coisas são ajustadas de tal forma que, no momento certo, “encontros do destino” fazem com se deparem com pessoas que vão esclarecê-la, que podem até esclarecer seus familiares também, sobre o seu parapsiquismo. Podem ser parentes distantes, amigos, vizinhos, etc. Quando a pessoa já não é mais criança, podem ser colegas da escola, do cursinho, do trabalho.

A medida que a pessoa não tem tanto mérito assim, as coisas ficam mais difíceis, pois, em nosso mundo, certos recursos são escassos. Então a pessoa tem que, por vezes a duras penas, passar por um longo processo de autodescobertas até que um dia, por meio do próprio aprendizado, ela consegue encontrar seu caminho, equilibrar seu processo parapsíquico e passar a usá-lo bem. Nada acontece por acaso. Se a pessoa teve que passar por esse caminho, é porque seus antecedentes multiexistenciais assim exigiam. Tem pessoas que se perdem nesse caminho. Entram nos remédios, são internadas, se alienam, às vezes até morrem, por vezes, pela via do suicídio. Outras renegam completamente seus compromissos e dedicam-se tão somente a cuidar dos interesse materiais. Nada acontece por acaso. Muitas pessoas usaram seu parapsiquismo no passado exclusivamente para controlar e prejudicar outras pessoas, ou para tirar vantagens diversas. O mal uso, ou falta de uso do parapsiquismo avançado trará, na vida atual, suas consequências.

Como a pessoa, por esforço próprio, vai tratar seu parapsiquismo? Estudando e praticando.

O que existe de melhor nesse sentido? Existem instituições espiritualistas que treinam seus seguidores para usarem suas faculdades, mas, para isso é preciso seguir seus métodos e imposições que podem não ser os mais adequados. Logo o investimento em autopesquisa é a melhor solução.

Como as Energias Conscienciais funcionam consigo? Quais são seus chacras mais desenvolvidos? Existem bloqueios energéticos consigo? Tens macrossoma? De que tipo? Qual é a intensidade máxima do seu EV? Qual é sua capacidade de fazer assimilações e desassimilações simpáticas? Atuas como isca consciencial inconsciente? Qual é sua capacidade de autodefesa bioenergética? Quão hábil é em direcionar suas exteriorizações energéticas? Qual é sua habilidade com psicometria? Como usa seus parapsiquismo para assistir outras pessoas? Qual é a qualidade dessa assistência?

Essas são apenas algumas questões mais óbvias que precisarão ser respondidas pela própria pessoa por meio de autopesquisa.

Será então esse o caminho que todos devem seguir quanto ao seu parapsiquismo? Não existiram pessoas que podem conduzi-lo sem necessidade de serem orientadas? É evidente que sim. Quem já fez “o dever de casa” em outras vidas nasce com o parapsiquismo avançado e supera facilmente todas as dificuldades. Existem crianças, bem raras ainda, que desde a mais tenra infância demostram ter uma capacidade de controlar imensas quantidades de energia e usá-las para promover assistência! No futuro, esse será o padrão médio da humanidade!

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Correlatos Eletroencefalográficos do Estado Vibracional


Pesquisadores preparam um voluntário para o registro do EEG

Pesquisadoras preparam um voluntário para o registro do EEG durante a prática do EV

Conforme divulgado no final de 2013, foi defendida em julho desse ano pela pesquisadora Rute Maria Rodrigues Pinheiro uma dissertação na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, (Natal, RN), como requisito para a obtenção do título de Mestre em Psicobiologia. O título do trabalho é “Correlato Eletroencefalográfico do Estado Vibracional”

Trata-se do primeiro trabalho puramente científico-acadêmico relacionado ao Estado Vibracional.

O que segue são extratos retirados do abstract da dissertação.

O objetivo da pesquisa foi explorar sistematicamente o estado vibracional no âmbito da neurociência. Desta forma, medidas eletroencefalográficas (EEG) foram utilizadas para observar se a sensação subjetiva de EV é acompanhada por mudanças na atividade elétrica cerebral.

Também foram feitos testes com objetivo de avaliar se o EV provoca algum efeito positivo em funções cognitivas como a atenção e a memória, foi utilizado um teste de reconhecimento de palavras antes e após a aplicação da técnica de EV.

Dois grupos de voluntários foram analisados, o primeiro formado por 14 sujeitos que praticam a técnica de EV há pelo menos 10 anos (Grupo Experiente – GEXP), e o segundo formado por 11 sujeitos que nunca haviam realizado a técnica (Grupo Controle – GCONT).

O GCONT obteve instruções sobre a técnica de EV antes dos experimentos.

Foram realizadas análises estatísticas dos registros eletroencefalográficos, para comparar os grupos, em quatro condições: Basal, Relaxamento, Não-EV (período em que o sujeito está engajado na tarefa, mas ainda não percebe o EV) e EV (período em que o sujeito percebe o EV). Uma vez que os voluntários do GCONT relataram não ter conseguido atingir a condição de EV propriamente, a comparação entre grupos foi feita apenas nas três condições, Basal, Relaxamento e Não-EV. Para isso, foi usado o teste de Mann-Whitney U com um limiar estatístico de p<0,05.

Os resultados, de forma geral, indicaram que o GEXP apresentou maior potência na banda de frequência alfa 2 (9,5 – 11,0 Hz) em todas as condições. Durante o período Não-EV, o GEXP também apresentou uma maior potência na banda de frequência alfa 3 (11,5 – 13,0 Hz) na região temporal esquerda, e gama 1 (30,5-55,0 Hz) e gama 2 (65,0-80,0 Hz) em regiões central, parietal e temporal esquerda, mas menor potência na banda de frequência teta 1 (3,5 – 5,0 Hz), em regiões centro-parietais.

Para a análise estatística intragrupo, entre as condições, utilizou-se o teste estatístico Wilcoxon pareado. Observaram-se diferenças significativas (p<0,005), principalmente em regiões centrais, em teta 1 (3,5-5,0 Hz), sendo maior no relaxamento, quando comparado com as condições Basal e Não-EV, no GCONT, e com o Não-EV e EV, no GEXP.

No GEXP, a potência de gama 1 (30,5-55,0 Hz) e gama 2 (65,0-80,0 Hz) foi difusamente maior durante o EV se comparado as outras 3 condições. Para o GCONT, apenas a condição Basal apresentou maior potência de gama 1 (30,5-55,0 Hz) e gama 2 (65,0-80,0 Hz), se comparado com o relaxamento.

O aumento de teta 1 no relaxamento, principalmente no GCONT, pode estar associado a uma maior sonolência deste grupo durante esta condição. Já o aumento de alfa 2 durante o Não-EV e o EV, pode estar associado com processos de atenção e .

Por outro lado, o aumento da potência de gama em sujeitos experientes na técnica de EV aqui encontrados e em trabalhos anteriores em meditadores experientes poderia estar associado a alterações nos processos mentais e cognitivos destes praticantes, tais como atenção, memória operacional, aprendizagem e percepção consciente embora, análises adicionais devam ser realizadas para excluir a possibilidade de interferência de artefatos musculares nos dados de EEG.

Estes resultados suscitam a hipótese de que no engajamento da tarefa do estado vibracional e durante o EV, os sujeitos do grupo experiente conseguem manter-se em um estado de alerta, porém com maior nível de relaxamento e concentração. Contudo, estudos mais detalhados dos dados, além de outros experimentos com diferentes protocolos, um maior número de sujeitos e pesquisas longitudinais seriam necessários para que esta hipótese possa vir a ser corroborada.

Mais informações sobre essa pesquisa:

Ectolab

Para Saber Mais

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