Estado Vibracional e Tenepes


Nesse video, ArnaldoSilva me apresentas algumas questões sobre o Estado Vibracional e a Tenepes.

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Estado Vibracional: Discrição ou Exposição?


A pessoas que promovem ou que tentam promover a instalação do Estado Vibracional ou EV conhecem muito bem a sugestão de praticar sempre que possível, em qualquer hora ou local.

Por exemplo, uma das sugestões mais frequentes é instalar o EV sempre que entrarmos em algum ambiente diferente, seja uma casa, escritório, loja, espaço público, etc. Nesse caso, a instalação do EV seria um forma de se precaver com relação a possíveis padrões energéticos menos equilibrados presentes no local.

Contudo, existem recomendações no sentido de sermos discretos uma vez que, ao fazer o EV em qualquer lugar, podemos estar chamando a atenção de consciências extrafísicas para nossa pessoa desnecessariamente.

Minha sugestão é que cada pessoa deve desenvolver o seu próprio senso de equilíbrio entre discrição e exposição pois cada qual vivencia sua própria realidade consciencial e bioenergética. Algumas pessoas são mais sensíveis ou suscetíveis a certos tipos de interferências, ao passo que outras são assim com relação a outros tipos. Generalizar recomendações, portando, pode não ser bom.

Contarei como eu faço no meu dia a dia.

Em primeiro lugar cabe dizer que não sou suscetível a desequilíbrios a qualquer hora, principalmente a assédios de “derrubam” a pessoa. Então, não tenho necessidade de ficar instalando EV a toda hora, nem de fazer 20 EVs por dia. Esclareço que isso não se deve apenas a uma condição de autodefesa mas ao nível de parapsiquismo que possuo que não é tão intenso. Em outras palavras, nunca fui sujeito a incorporações mediúnicas, por exemplo. Retornando a instalação do EV, se precisar faço. Já fiz 75 EVs em um dia, mas de um modo geral, instalar muitos EVs seguidamente é exceção em minha rotina.

Existem pessoas, contudo, que tem essa necessidade pois sofrem demais com assédios constantes. Nesses casos, a instalação constante do EV é uma necessidade.

Então eu uso alguns critérios simples. Se sinto que as energias estão agressivas, contrárias a mim, seja devido a atuação de consciências intrafísicas ou extrafísicas, promovo a instalação do EV. Contudo, ainda tomo o cuidado de averiguar se tenho como controlar a situação sem simplesmente expulsar a consciência extrafísica doentia. Se for possível assisti-la e encaminha-la, procuro fazer isso. Isso pode significar não expulsá-la da minha psicosfera, mas pelo contrário, convidá-la a ficar mais um pouquinho até que possa, com o auxílio de amparadores extrafísicos, encaminhá-la convenientemente.

Fora isso, se estou em um local que já conheço, no qual vou com frequência, como por exemplo, as inúmeras dependências do meu ambiente de trabalho profissional, shoppings, restaurantes, etc, geralmente não me preocupo em instalar EV nesses locais.

Se for um local em que vou atender uma pessoa em uma consulta para avaliação bioenergética ou de psicoterapia reencarnacionista ou ainda uma aula qualquer que vá ministrar, não só instalado vários EVs como formo um campo e uma blindagem no local.

Por outro lado, se vou a um local que é uma construção antiga, como uma igreja, museu, edifício histórico ou que tem muitas pessoas reunidas, geralmente não instalado EV para não chamar a atenção desnecessariamente. Faço isso apenas se sentir necessidade, como exposto anteriormente.

O que pode acontecer se não observamos isso? Em 2016, por exemplo, caminhando pelas ruas do centro de Zurique, resolvi sentar em um banco para descansar. Ele ficava de frente para uma igreja com alguns séculos de idade. Resolvi então instalar um EV para ver o que acontecia. Momentos após a instalação, comecei a bocejar intensamente e de forma incontrolável. Me levantei e me afastei do local rapidamente. O bocejo cessou tão rápido quanto surgiu. O que deve ter ocorrido foi que a irradiação de energias decorrente do meu EV chamou a atenção de consciências extrafísicas energeticamente defasadas que estavam nas cercania da igreja e que passaram a drenar minhas energias, daí o bocejamento.

Por fim, se meu objetivo for fazer um experimento para meu aprendizado, instalo o EV aonde quer que for, sejam quais forem as consequências.

Concluindo, segue um resumo do meu “modus operandi”:

  • Ambiente conhecido: Instalo o  EV se desejar, mas geralmente não preciso;
  • Local antigo, religioso ou com muitas pessoas presentes: Evito instalar. Só faço se for preciso;
  • Em atendimentos no consultório ou ao ministrar uma aula: Instalo vários EVs;
  • Em qualquer local: Por motivo de experimento, para meu aprendizado;
  • Em condições de assédio: Instalo o EV, seja qual for o local.

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Como usar o EV para se defender de um ataque extrafísico


Representación simbólica del signo zodiacal de virgo

Autor: Cesar de Souza Machado

Reprodução: Permitida a reprodução desde que citada a autoria e o link para http://www.estadovibracional.com

Como usar o EV para se defender de um ataque extrafísico

Todas as pessoas estão sujeitas a ataques extrafísicos e, infelizmente, poucos sabem como se defender deles.

A instalação do EV é capaz de eliminar a grande maioria dos ataques extrafísicos que ocorrem na vigília. Já fiz isso centenas de vezes e qualquer pessoa também pode fazê-lo.

Quando sou atacado por alguma consciência, percebo por meio de dores e pontadas que surgem em algumas partes de cabeça. Mais raramente, surge uma pressão no chacra nucal ou no chacra cardíaco.

A imediata instalação de um EV resolve o problema em 99% dos casos. Raramente, preciso envolver o atacante em um campo bioenergético para contê-lo e, assim, percebendo sua impotência, ele acaba se afastando. Muitas vezes me dirijo mentalmente ao atacante questionando porque ele está fazendo aquilo e tento dialogar com ele se não gostaria de mudar de vida e colocar um pouco de luz em sua existência.

Vou relatar dois casos descritos em meu livro Estado Vibracional em que foi o usado o EV extrafisicamente durante ataques.

Caso. Este caso de uso do EV extrafísico defensivo foi relatado por Saulo Calderon em seu livro Um Iniciante na Viagem Astral. Segundo o autor, certa noite ele ficou acordado trabalhando as próprias energias por duas horas com a finalidade de promover uma EFC lúcida, o que acabou acontecendo por volta de 2 horas da manhã. Assim que se viu fora do corpo e tentou afastar-se, foi abordado por uma consciência que tinha a aparência de sua mãe e a intensão de abraçá-lo. Ao permitir a aproximação, viu-se imediatamente envolvido em um padrão de energias densas e de baixo padrão vibratório. Como não conseguia desvencilhar-se, instalou um EV bem forte. Como resultado dessa manobra o assediador com a aparência de sua mãe foi jogado à distância, bateu em uma parede próxima e caiu desmaiado.

Caso. Este ocorreu comigo no dia 20 de agosto de 2001.Despertei às 4 horas da manhã com o som da porta do quarto dos meus filhos rangendo. Assim que me levantei o som parou. Minha esposa e meus filhos despertaram em seguida. Não sei como isso poderia ter ocorrido uma vez que, com todas as janelas trancadas, não havia corrente de ar dentro do apartamento. Seria necessário alguém empurrá-la bem devagar para que rangesse daquela forma. Retornamos todos para nossas camas. Adormeci pouco depois. Então, teve início um ataque extrafísico. Por diversas vezes, uma ou mais consciências aproximavam-se de mim exteriorizando energias negativas. Às vezes ouvia como que gritos que ressoavam ao longe. Em princípio, limitei-me a irradiar bons pensamentos para elas. Isso se repetiu várias vezes até que decidi instalar um EV. Naquele momento, veio à mente a intuição de que aquelas consciências estavam ligadas a um amigo residente no Rio de Janeiro com quem conversara horas antes por telefone. O ataque cessou e, por fim, retornei ao corpo físico e despertei. Não tive mais problemas quando voltei a dormir.

Conclusão. O EV é eficiente na maioria dos ataques extrafísicos pois eles são executados, quase sempre, por consciências que são energeticamente mais fracas e menos desenvoltas em termos bioenergéticos. Quando ocorrem ataques de consciências mais fortes e que dominam bem as bioenergéticas, outras técnicas talvez precisem ser empregadas.

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Acoplamentos Energéticos


Estado Vibracional 17082015

O acoplamento energético é a interfusão ou união temporária dos campos bioenergéticos de duas ou mais consciências, geralmente acontecendo, ao longo do processo, trocas energéticas entre os envolvidos.

Trata-se de um fenômeno rotineiro, que acontece o tempo todo e com todas as pessoas quando ocorre um contato interpessoal, direto ou indireto. A maioria das pessoas não se tem lucidez sobre isso.

É um fenômeno parapsíquico que transcende o tempo e do espaço.

Exemplos corriqueiros de situações que levam a acoplamentos energéticos:

  • Ao olhar com atenção para uma pessoa;
  • Quando conversamos com alguém de forma presencial ou à distância;
  • Quando lemos a mensagem enviada por uma pessoa pela Internet;
  • Quanto cumprimentamos uma pessoa com um aperto de mãos, um beijo ou um abraço;
  • Ao afagar um animal;
  • Ao cuidar de uma planta;
  • Ao subir em uma árvore.

A forma como os acoplamentos iniciam, como se encerram e às consequências para os envolvidos varia muito conforme uma série de aspectos relacionados as consciências envolvidas.

Taxonomia dos acoplamentos energéticos.

Quanto a lucidez:

  • Consciente: A consciência percebe o início, desenrolar e finalização do acoplamento.
  • Inconsciente: A consciência não percebe as fases do acoplamento.

Quanto a intensidade:

  • Forte: Pode gerar muitas repercussões.
  • Fraco: Quando gera repercussões fracas ou imperceptíveis.

Quanto ao alcance:

  • Local: As consciências envolvidas estão no mesmo ambiente.
  • Longa distância:  As consciências envolvidas estão à longa distância.

Quanto a localização:

  • Extrafísico: entre consciências extrafísicas
  • Intrafísico: entre consciências extrafísicas
  • Multidimensional: entre consciências intrafísicas e extrafísicas

Quanto a instalação:

  • Fácil: Quando instalado rapidamente.
  • Difícil: Quando a instalação demora.

Quanto a qualificação:

  • Positivo: As consciências envolvidas não ficam descompensadas, bloqueadas ou assediadas.
  • Negativo: As consciências envolvidas podem ficar descompensadas, bloqueadas ou assediadas.

Quanto a finalização:

  • Fácil: Quando o acoplamento se encerra de forma rápida e completa.
  • Difícil: Quando o acoplamento demora a ser encerrado gerando repercussões negativas para pelo menos um dos envolvidos.

Com relação ao alvo, o acoplamento pode ser realizado entre uma consciência com:

  • Os campos energéticos de outras consciências presentes em um local;
  • Os campos energéticos de outras consciências presentes em um objeto ou grupo de objetos;
  • Com um  vegetal ou grupo de vegetais;
  • Com um animal ou grupo de animais;
  • Com outra consciência ou grupo de consciências.

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Mantras


EV09052015

Mantra é um termo derivado das palavras do idioma sânscrito Man que significa mente e Tra que significa controle. O mantra é um som, sílaba, palavra, oração, cantochão ou poema religioso originalmente em idioma sânscrito entoado com uma finalidade específica. O termo mantra, portanto, é originário do hinduísmo, porém, mesmo não possuindo termos para designá-lo, mantras também são utilizados por todas as demais religiões, pois todas empregam formas de evocação semelhantes.

Mantras são japas (repetição de sons) que, assim como âsanas (posições), mudras (gestos), pranayamas (respirações) e meditações (dhyana) formam a base do espiritualismo indiano, o Yoga.

Tradicionalmente, o mantra é uma fórmula mística e ritual mentalizada, murmurada ou cantada em voz alta repetidamente de forma a auxiliar a concentração durante a meditação.

Contudo existem mantras que são empregados com outas finalidades. Esse tipo de informação, até poucos anos passados, era de conhecimento de restrito.

Existem mantras para:

  • Facilitar a concentração e meditação
  • Promover a energização da pessoa e do ambiente
  • Para adormecer ou despertar
  • Para induzir a projeção consciencial lúcida
  • Para estimular e desenvolver chacras
  • Para evocar egrégoras*

Em termos práticos, qualquer palavra, frase ou oração ou até uma música ouvida e repetida por muitas pessoas ao longo de muito tempo acaba por se constituir em um mantra.

Por exemplo, os nomes das principais entidades de todas as religiões tornaram-se mantras com o passar do tempo.

Há pessoas que atribuem poderes milagrosos aos mantras ao passo que outras são completamente céticas quanto quaisquer efeitos transcendentes que possam produzir.

As pesquisas de John Blofeld, que estudou as culturas indiana e chinesa, indicaram que não é necessário saber o significado das palavras ditas para que o mantra produza o efeito esperado. Ele observou que não importa a correção da pronúncia pois encontrou o mesmo mantra entoado de forma muito diferente em países diversos, e sempre produzindo os efeitos esperados.

O início do emprego de mantras perde-se na noite dos tempos.

Os mantras Tibetanos são entoados como orações repetidas. O budismo mahayana do Tibete usa mantras em tibetano, o zen-budismo do Japão os usa em japonês. Blofeld, no começo do século XX, encontrou em Hong Kong mantras cuja língua ninguém sabia identificar que pareciam uma alteração de um original sânscrito.

No ocidente, a ciência tradicional explica o emprego dos mantras como sendo um exercício mental e respiratório capaz de levar o praticante a um estado alterado de consciência.

Mecanismo. O mecanismo fundamental que explica o funcionamento do mantra é o acoplamento energético. O mantra é uma forma de mobilização energética. Ao ser verbalizado a energia sonora do mantra promove um acoplamento energético com uma egrégora ou holopensene bioenergético. Dessa forma, pode-se explicar porque o mesmo efeito de um mantra pode ser obtido ao mentalizá-lo, sem chegar a verbalização.

Repercussões energéticas. As repercussões energéticas que uma pessoa pode sentir ao pronunciar um mantra podem variar de impercetível e demorado ao intenso e imediato. Em parte,  isso depende da egrégora que está sendo evocada e, em parte, depende do grau de acoplamento da pessoa com essa egrégora.

Persistência. Pelos mesmos motivos, a repercussão energética dos mantras pode cessar de imediato ou se prolongar por vários minutos ou mesmo horas após a pessoa parar de recitá-lo.

Padrões. Há mantras que evocam energias suaves e aqueles que evocam energias muito fortes. O padrão das energias evocadas pode ser mentalsomático, psicossomático ou energossomático, repercutindo mais nos chacras mais diretamente relacionados com esses padrões bioenergéticos: coronochacra, cardiochacra e umbilicochacra, respectivamente.

Bija-mantras. Bija-mantra (semente do mantra) são mantras que promovem a imediata ativação de um chacra. Cada chacra possui seu próprio bija. A ativação de um determinado chacra é uma forma de poder, motivo pelo qual esse era, até pouco tempo, um conhecimento iniciático restrito.

Mantra pessoal. Acredita-se que cada pessoa tenha um mantra pessoal que, se conhecido, pode ser usado como uma forma de poder. Contudo, existe muita mistificação em torno desse assunto, tal como “fórmulas” para se compor o mantra pessoal e pessoas/instituições que revelam de forma mística o mantra pessoal da pessoa desde que ela jure mantê-lo em segredo (assim elas podem revelar os mesmos “mantras pessoais” para um grande número de pessoas). Até onde sei, o mantra pessoal, se existe de fato, só pode ser descoberto pela própria pessoa por meio do seu autoparapsiquismo.

Autopesquisa. A pessoa interessada pode pesquisar qual é o efeito bioenergético que cada mantra proporciona. Basta recolher-se a um local tranquilo sem interferências externas, escolher um mantra e recitá-lo repetidas vezes, sondando o efeito produzido em seu holossoma ou no ambiente ao redor, prestando atenção em quais pensamentos e sentimentos surgem na mente e quais chacras são mais energizados e com qual padrão de energia. Uma vez que, cada mantra pode evocar uma egrégora diferente, é recomendavel não misturar mantras diferentes em curtos intervalos de tempo para o efeito de um não seja afetado pelo de outro.

Cuidado. Há de se ter cuidado ao usar mantras cuja origem e significado da evocação que fazem sejam desconhecidos pelo praticante, que não estejam claramente descritos em um livro ou outra fonte de informação confiável pois, assim como existem mantras que evocam consciências benévolas, existem aqueles que evocam consciências negativas e doentias. Esse, naturalmente, não é o caso dos mantras mais conhecidos e usados, provenientes das tradições do Yoga ou das consagradas orações das religiões cristãs, por exemplo.

Mantras X EV. O mantra é uma forma de mobilizar energias externas. Existe a dependência, portando, da sintonia com uma egrégora. O EV é uma forma de mobilização de energias internas, com as próprias bioenergias da consciência e que, portanto, não depende de acoplamentos com outras energias. Mantras e EV não são práticas bioenegéticas mutuamente excludentes. Uma ou outra pode ser utilizada conforme o efeito pretendido. Em princípio, o EV é um só e tem inúmeras utilidades. A técnica para instalá-lo é uma só. Já os mantras, são muitos, alguns mais genéricos e outros mais específicos. É preciso conhecer e praticar uma constelação de mantras para usar o mais adequado conforme a situação, todavia, isso não deve ser motivo para desprezá-los. Na realidade, nenhuma forma de mobilização bioenergética pode ser publicamente desprezada simplesmente porque achamos que não nos serve. Sempre existem pessoas que tiram proveito dela.

Notas

O termo egrégora vem do idioma grego egregorien que significa velar ou cuidar. Egrégoras são holopensenes ou campos bionergéticos mantidos por consciências intrafísicas e extrafísicas com uma determinada finalidade.

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Lançado o Primeiro Livro sobre o Estado Vibracional


Livro Estado Vibracional

Após 4 anos de trabalho, conclui e meu segundo livro, chamado “Estado Vibracional”.

Esse é o primeiro livro no mundo a ser escrito sobre o estado vibracional.

Resumidamente, são 226 páginas, 12 capítulos, 29 figuras, a descrição de 45 casos de uso do EV e 3 índices.

O livro custa 36 reais, mas, até o dia 30 desse mês, a editora está oferecendo um desconto e o preço fica em 30 reais.

O livro trás uma síntese de tudo o que já foi publicado sobre o EV. Mas, além disso, o que trás de novo?

Bem, vejamos:

  • A descrição de todas as formas de instalação do EV conhecidas até o momento;
  • Taxonomias sobre o EV; acoplamentos energéticos, autencapsulamento energético, etc;
  • Uma contribuição a Teoria Quântica do EV;
  • A história do EV;
  • A técnica do EV basal; a técnica do EV por vibrações físicas; a técnica do autencapsulamento energético (apenas citada em outras obras publicadas por outros autores);
  • Dois novos instrumentos conscienciométricos para autoavaliação do domínio do EV;
  • Os resultados da Primeira Pesquisa Online sobre o Estado Vibracional.

Nesse LINK você pode ler as 21 primeiras páginas e, se desejar, comprar um exemplar. Uma versão eletrônica, digital, será publicada no primeiro semestre de 2015.

Espero de gostem do livro!

 

50 EVs!


 

Estado Vibracional

Dias atrás precisei fazer uma longa viagem de avião. O motivo não poderia ser melhor: férias.

Tive que pegar um voo de Brasília para Lisboa e, em seguida, outro voo de Lisboa para Copenhage. Quem já fez viagens tão ou mais longas do que essa sabe como são chatas. Chegar bem antes do aeroporto, esperar horas pelo embarque, se este não atrasar. Depois vem o voo propriamente dito e o desembarque com retirada de malas, etc, etc. É preciso ter paciência.

Existem várias estratégias para combater o tédio da viagem: leitura, computador, Internet, comer e beber seguidamente. Cada um tem a sua.

Há tempos, inseri a instalação do EV no meu kit de viagens. Desta vez não seria diferente, até porque estava especialmente motivado.

Em primeiro lugar face uma projeção semiconsciente ocorrida dias antes, descrita em um post de meu outro blog, Fronteira da Consciência. Em segundo lugar, porque em minha última viagem de férias, no ano passado, tive que encarar em um voo lotado de São Paulo para Frankfurt, no qual o ar condicionado mal ajustado tornou a instalação de EVs especialmente difícil. Desta vez eu estava preparado: “as condições adversas podem vir quentes que estou fervendo…”

Felizmente, o voo foi agradavelmente rápido e tranquilo, sem qualquer tipo de incidente. O ar condicionado estava, ao contrário do ano passado, ajustado para uma temperatura baixa o suficiente para a maioria dos passageiros, inclusive eu, recorrerem ao uso do cobertor.

Ao entrar no avião, já havia instalado 14 EVs desde a hora em que acordara, às 6:30 da manhã. Para ser sincero, deveria dizer que “só instalara 14 EVs”, pois tive oportunidade de fazer bem mais do que isto. Quando o ar foi ligado e o voo teve início, entusiasmei-me: seria possível quebrar meu record anterior de EVs instalados em um único dia, cerca de 34?

Os melhores efeitos do EV podem ser obtidos por meio de duas abordagens: quantidade ou qualidade. O primeiro método é o mais fácil, mas exige atenção e força de vontade para instalar muitos EVs seguidamente.

Após instalar 10 EVs durante o voo, fiquei entusiasmado. Seja devido a baixa temperatura, seja devido a fluidez do energossoma que foi melhorando a medida que instalava EV após EV, não me recordo de ocasião onde foi tão fácil instalar tantos EVs. Assim, prossegui com o experimento até atingir a marca de 50 EVs instalados, com uma média de 1 a cada 10 minutos, superando minha melhor marca anterior, de “apenas” 34 EVs.

Como resultado deste agradável esforço, ideias compeçaram e fluir a minha mente. A hipnagogia se fez presente.

Ainda faltavam 3 horas de voo quando me senti sonolento e resolvi parar com os EVs e dormir um pouco para “fazer frente” a etapa seguinte, de Lisboa para Copenhage. Não fosse isto, certamente teria instalado mais e mais EVs.

Parece que, a partir de certo ponto, após determinado número de instalações, elas ficam cada vez mais fáceis.

Quem sabe, ultrapasso esta marca na viagem de volta? Veremos.

 

Experiências Fora do Corpo – O Guia do Iniciante

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