Participante de Listas de Discussões


EV 06072015

Frequento listas de discussão e comunidades sociais na Internet desde 2001, então, já li e já escrevi muita coisa nessas comunidades. Aproveito a oportunidade para descrever alguns perfis de pessoas com dificuldades que conheci ao longo dos anos nessas listas e também em blogs e outros tipos de sites. Cada um deve se autoavaliar e tirar suas conclusões.

Anônimo.  A pessoa com alto grau de heterocrítica que esconde sua identidade sob um pseudônimo ou perfil fake e que adora criticar a todos, suas histórias, suas trajetórias, aquilo o que fizeram, mas de forma alguma aceita que façam o mesmo consigo. É como a pessoa que deseja atirar pedras nos outros, mas quer imunidade para não receber pedrada alguma.

Estrela. A pessoa considera sua formação, seu conhecimento, sua instituição, seu ponto de vista, seu trabalho tão superior que, com frequência, tenta desqualificar as demais pessoas que ela considera inferiores. Além disso costuma ficar inconformada quando outras pessoas que ela critica não concordam com a “superioridade” dos seus argumentos e crenças pessoais.

Hipócrita. Esse descreve o que outras pessoas deveriam fazer conforme seu ponto de vista, mas ele mesma não faz aquilo o que prega.

Incendiário. A pessoa solta a fagulha para que o “circo pegue fogo”. Em outras palavras, posta algo que, sabe, vai mexer com as pessoas e depois sai de cena, se divertindo com a repercussão e discussões provocadas.

Imperdoador. A pessoa era voluntária da uma instituição, teve problemas, com a administração ou com outros voluntários, se magoou, afastou-se, mas não virou essa página de sua vida. Sempre que pode, retoma suas críticas contumazes.

Oportunista. A pessoa descobriu que falar mal da algo ou alguém “da Ibope”. Então ela “mete o pau”, propagando ou mesmo inventando histórias que, as vezes, sequer são verdadeiras. Muitas vezes tem um trabalho pessoal, blog ou site e tenta, com isso, arrebanhar seguidores.

Teoricão. A pessoa não participa de nenhum trabalho, grupo de estudos ou instituição. Crê que seu papel, sua missão de vida, limita-se a criticar os trabalhos de outras pessoas ou instituições para que, sob seu ponto de vista, se corrijam e façam aquilo o que ele acha ser o certo.

Magoado. A pessoa frustrada, com uma linha de pensamento, seita, doutrina, religião, etc, ou ainda com outros aspectos da sua vida, que descarrega suas magoas em um caminho espiritual com o qual se desapontou em um típico processo de transferência.

Em todos esses casos nota-se um excesso de heterocrítica e a falta de autocrítica na pessoa. Ingênua, ela não percebe que a manutenção dessa postura de heterocrítica  intensa e permanente afeta sua esfera de energias pessoais assim como quais companhias extrafísicas está atraindo com isso.

Como criticar de forma mais isenta:

  • Focar suas criticar em ideias não em pessoas;
  • Demonstrar equilíbrio pessoal evitando grosseria e palavras de baixo calão;
  • Não ficar repetindo sempre a mesma ladainha;
  • Não se limitar a críticas mas também escrever sobre outros assuntos;
  • Lembrar que todas as pessoas e instituições tem sempre aspectos positivos, sempre ajudam outras pessoas de alguma forma;
  • Sempre que possível exemplificar com suas ações aquilo o que acha ser correto ao invés de ser um mero teoricão.

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Acoplamentos Energéticos


Estado Vibracional 17082015

O acoplamento energético é a interfusão ou união temporária dos campos bioenergéticos de duas ou mais consciências, geralmente acontecendo, ao longo do processo, trocas energéticas entre os envolvidos.

Trata-se de um fenômeno rotineiro, que acontece o tempo todo e com todas as pessoas quando ocorre um contato interpessoal, direto ou indireto. A maioria das pessoas não se tem lucidez sobre isso.

É um fenômeno parapsíquico que transcende o tempo e do espaço.

Exemplos corriqueiros de situações que levam a acoplamentos energéticos:

  • Ao olhar com atenção para uma pessoa;
  • Quando conversamos com alguém de forma presencial ou à distância;
  • Quando lemos a mensagem enviada por uma pessoa pela Internet;
  • Quanto cumprimentamos uma pessoa com um aperto de mãos, um beijo ou um abraço;
  • Ao afagar um animal;
  • Ao cuidar de uma planta;
  • Ao subir em uma árvore.

A forma como os acoplamentos iniciam, como se encerram e às consequências para os envolvidos varia muito conforme uma série de aspectos relacionados as consciências envolvidas.

Taxonomia dos acoplamentos energéticos.

Quanto a lucidez:

  • Consciente: A consciência percebe o início, desenrolar e finalização do acoplamento.
  • Inconsciente: A consciência não percebe as fases do acoplamento.

Quanto a intensidade:

  • Forte: Pode gerar muitas repercussões.
  • Fraco: Quando gera repercussões fracas ou imperceptíveis.

Quanto ao alcance:

  • Local: As consciências envolvidas estão no mesmo ambiente.
  • Longa distância:  As consciências envolvidas estão à longa distância.

Quanto a localização:

  • Extrafísico: entre consciências extrafísicas
  • Intrafísico: entre consciências extrafísicas
  • Multidimensional: entre consciências intrafísicas e extrafísicas

Quanto a instalação:

  • Fácil: Quando instalado rapidamente.
  • Difícil: Quando a instalação demora.

Quanto a qualificação:

  • Positivo: As consciências envolvidas não ficam descompensadas, bloqueadas ou assediadas.
  • Negativo: As consciências envolvidas podem ficar descompensadas, bloqueadas ou assediadas.

Quanto a finalização:

  • Fácil: Quando o acoplamento se encerra de forma rápida e completa.
  • Difícil: Quando o acoplamento demora a ser encerrado gerando repercussões negativas para pelo menos um dos envolvidos.

Com relação ao alvo, o acoplamento pode ser realizado entre uma consciência com:

  • Os campos energéticos de outras consciências presentes em um local;
  • Os campos energéticos de outras consciências presentes em um objeto ou grupo de objetos;
  • Com um  vegetal ou grupo de vegetais;
  • Com um animal ou grupo de animais;
  • Com outra consciência ou grupo de consciências.

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Taxonomia das evocações interconscienciais


Taxonomia das Evocações Interconscienciais

Você costuma fazer evocações? Não? Tem certeza sobre isso?

Vamos iniciar esse post lembrando que as consciências (espirito, alma, self) interagem no universo por meio da energia. Mesmo nossas ações no corpo físico são manifestações energéticas. Logo, tudo é governado pela energia ou, mais precisamente, pelas trocas energéticas.

Posto isso, o que é, então, uma evocação?

A palavra evocação é proveniente do latim, evocatione, e refere-se, em termos gerais, a ação ou efeito da consciência, intrafísica ou extrafísica, de realizar o resgate voluntário da memória de lembranças sobre uma determinada pessoa, grupo de pessoas, local, animal ou objeto com objetivo de revivenciar uma situação.

Evocação também é o termo usado para descrever a tentativa de atração de consciências. Ao longo da história foram criados rituais, fórmulas e cerimônias específicas com essa finalidade. Nesse caso, também é empregado como sinônimo a palavra invocação, proveniente do latim invocatio que significa pedir a ajuda ou intercessão de alguém.

Então, no senso comum, o ato de evocar outras consciências deve ser uma ação deliberadamente realizada com essa finalidade. Mas, na maioria das vezes, não é assim que ocorre.

A evocação interconsciencial é uma troca energética, contato, comunicação ou aproximação energética do alvo evocado. Nesse sentido temos a seguinte escala de contatos interconscienciais:

  • 1 – A evocação;
  • 2 – A comunicação à distância por meios tecnológicos ou não;
  • 3 – O contato físico, presencial.

Podemos entender  melhor a evocação como um acoplamento energético que é a interfusão temporária dos campos energéticos de duas ou mais consciências, geralmente com algum tipo de troca bioenergética. Acoplamentos energéticos de tipos variados ocorrem o tempo todo no dia-a-dia.

Evocação interconsciencial é enviar energia para alguém.

Taxonomia das evocações interconscienciais

A primeira característica que qualifica uma evocação interconsciencial é a condição de manifestação das consciências envolvidas no processo:

  • Extrafísica: Uma consciência evocando outra, ambas extrafísicas;
  • Intrafísica: Uma consciência evocando outra, ambas intrafísicas;
  • Multidimensional: Uma consciência evocando outra, sendo uma extrafísica e a outra intrafísica.

Em seguida vem o aspecto do tipo de energia mobilizada durante a evocação:

  • Mentalsomática: Evocação empregando predominantemente energia mentalsomática, centrata nos pensamentos. Ex: pensar em uma pessoa;
  • Psicossomática: Evocação empregando predominantemente energia psicossomática, centrata nos sentimentos, emoções. Ex: Desejar uma pessoa; xingar uma pessoa;
  • Energossomática: Evocação empregando predominantemente energia energossomática, centrata nas energias. Ex: Exteriorizar energia para uma pessoa desejando seu bem ou o seu mal.

A partir desse ponto, as setas da figura, até então todas da mesma cor cinza, passam a ser pretas e com um traço que indica a intensidade ou força da evocação. Uma linha cheia indica intensidade elevada, uma linha com traços largos indica intensidade mediana e uma linha com traços curtos indica baixa intensidade.

Com relação a intencionalidade, a evocação pode ser:

  • Lúcida: Quando quem evoca sabe exatamente o que está fazendo, tem consciência de que está evocando alguém, mesmo que esse não seja seu objetivo primátio. Ex: Ao citar uma pessoa durante uma aula, apresentação, discussão ou conversa;
  • Inconsciente: Quando quem evoca não sabe o que está fazendo, não sabe que, sem perceber, faz evocações. Ex: Ao citar uma pessoa durante uma aula, apresentação, discussão ou conversa.

Com relação a abordagem, a evocação pode ser:

  • Direta: Quando a intensão, foco, alvo principal é o evocado. Ex: Exteriorizar energias para o evocado;
  • Indireta: Quando a intensão, foco, alvo principal não é o evocado. Ex: Ao citar uma pessoa, grupo de pessoas ou evento durante uma aula, apresentação, discussão ou conversa;

Por fim, quanto as consequências da evocação, elas podem ser classificadas de três formas:

  • Positiva: Quando ocorre a troca de energias empáticas, positivas, entre evocador e evocado. Ex: Quando evocamos com boa intenção uma consciência lúcida e equilibrada;
  • Neutra: Quando ocorre a troca de energias neutras ou quando não ocorre troca perceptível de energias entre evocador evocado. Ex: Quando evocamos uma consciência muito evoluída mas sem ter a necessária sintonia bioenergética com ela;
  • Negativas: Quando ocorre a troca de energias antipáticas entre evocador evocado, o que pode causar desequilíbrios e bloqueios bioenergéticos além de assédio interconsciencial. Ex: Quando movidos por intensões não louváveis, evocamos uma consciência com baixo nível de lucidez, doentia, negativa ou assediadora. Palavrões, críticas, fofocas sobre pessoas, grupos ou instituições são formas corriqueiras de evocação negativa.

Canais sensoriais da evocação

Ainda sobre evocação, ela pode se dar por meio de vários canais sensoriais:

  • Imaginativa: A evocação mental;
  • Imagética: A evocação por meio de uma imagem, por exemplo, uma fotografia;
  • Simbólica: Um caso de evocação imagética na qual se emprega um símbolo;
  • Verbal: A evocação verbalizada;
  • Musical: Um caso de evocação verbalizada na qual uma música evoca por meio de palavras ou mesmo sem elas, pela melodia dos instrumentos;
  • Olfativa: A evocação causada pela presença de odores cujo significado geral é de conhecido público ou quando um dado odor tem significado específico para os envolvidos;
  • Tátil: A evocação provocada pelo contato com superfícies ou certos tipos de material;
  • Bioenergética: A evocação causada pelas manifestações bioenergéticas do evocador ou de outras consciências.

Conclusão

Após ter lido este post, responda para você mesmo: Qual tipo de evocações interconscienciais, conscientes ou inconscientes faço rotineiramente? São predominantemente positivas ou negativas? Por que não começar a reduzir as evocações negativas até eliminá-las por completo? Que impacto isso teria em minha vida?

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Inconsciente Coletivo e Holopensene


EV28032015

Hoje uma pessoa conhecida pediu-me, via Facebook, para explicar o que seria o inconsciente coletivo. Resolvi então aproveitar o que expliquei, transformando no post apresentado a seguir.

Inconsciente coletivo é um termo criado pelo psiquiatra suíço Carl Gustav Jung, para descrever é a camada mais profunda da psique. Constituído por materiais que foram herdados, nele residiriam os traços funcionais, tais como imagens virtuais, que seriam comuns a todos os seres humanos. O inconsciente coletivo também tem sido compreendido como um arcabouço de arquétipos cujas influências se expandem para além da psique humana.

O problema com a hipótese do inconsciente coletivo e dos arquétipos é que ela limita-se a dimensão extrafísica. Em outras palavras, o inconsciente coletivo seria herdado por meio da genética.

Somente extrapolando essa hipótese para a dimensão extrafísica é que vamos entender, de fato, o que é o Inconsciente coletivo.

Vivemos imersos em um mar de energia. Existem as energias físicas e energias extrafísicas. A ciência não admite essa última. Não obstante, as energias extrafísicas provocam efeitos que não podem ser ignorados.

Todos produzimos e abosorvermos energias extrafísicas.

Essas energias se estruturam em campos, as vezes mais localizados, as vezes dispersos até por todo o planeta.

Muitos desses campos bioenergéticos são alimentados por nossos pensamentos e se diferenciam conforme padrões bem estabelecidos.

Assim, existe um campo relacionado ao trabalho em uma dada organização, uma empresa, por exemplo, ao curso de medicina de uma universidade ou a vizinhança da sua residência.

Então existem campos mais específicos relacionados a poucas pessoas e outros mais amplos que podem se relacionam a milhões de pessoas.

Quando sintonizamos um campo especificamente podemos captar informações sobre ele, na forma de insights, ideias, sentimentos que estão modulando, impregnando esse campo.

Isso pode acontecer a luz do dia ou quando dormimos. Nesse último caso essas captações vem na forma de sonhos ou pesadelos, conforme o tipo de campo de sintonizamos.

Existem campos com padrão bom, neutro e ruim.

O tempo todo sintonizamos com um campo ou outro, conforme nosso padrão pessoal de pensamentos, sentimentos e energias.

Portanto, se queremos sintonizar apenas campos bons ou neutros, devemos manter um padrão de pensamentos, sentimentos e ações igualmente bons ou neutros.

Se pensamos coisas ruins, negativas, quanto a nós mesmos ou quanto a outras pessoas, se agimos de forma negativa, se cultivamos sentimentos e emoções ruins, sintonizamos com esses campos.

Tudo isso gera processos de retroalimentação: quanto mais penso coisas boas, mais sintonizo com campos bons e mais penso coisas boas.

Alguns chamam esses campos de egrégora, mas a egrégora é um campo específico.

O melhor termo para esses campos é holopensene:

Holo = todo. Pensene = sentimento+pensamento+energia.

Então existem holopensenes

  • Pessoais
  • Da nossa família
  • Da nossa vizinhança
  • Do nosso trabalho
  • Da nossa profissão
  • Do nosso país e assim por diante

Sintonizamos mais ou menos com cada um desses holopensenes, conforme explicado anteriormente.

Concluindo, a teoria do holopensene enriquece e explica muito melhor a hipótese do inconsciente coletivo e dos arquétipos.

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Qual tipo de evolução você deseja?


Estado Vibracional 12022015a

 

 

Evolução é qualquer processo gradativo e progressivo de transformação, de mudança de estado ou condição. A evolução da consciência é o progresso, o desenvolvimento das faculdades mentais, emocionais e bioenergéticas.

A evolução da consciência é contínua, geralmente lenta ou bem lenta, vida após vida, permeada por erros e acertos, decisões boas e más, ações adequadas e incorretas, acordos evolutivos libertadores ou estagnantes.

Não existe uma fórmula, receita ou caminho universal para o processo evolutivo. Cada pessoa deve buscar e escolher aquele que acredita ser o melhor para si.

Alguns aspectos da evolução são:

  • Velocidade: Pode ser lenta (mais comum) ou rápida (muito rara ou inexistente).
  • Consistência: Pode ser íntima, real, duradoura, transformadora ou superficial, de moldura, de aparência e ilusória.
  • Independência: Pode ser alinhada a uma filosofia ou religião (mais comum) ou independente, universalista (rara).

O desejo da maioria das pessoas que buscam a evolução consciencial é que ela seja consistente, rápida e alinhada com as crenças filosóficas ou religiosas que adotaram para si. Como se vê na figura acima, parece que isso não existe.

Para saber mais:

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Como Limpar Energias Gravitantes


 

EV07062014

EGs – Energias gravitantes, são as energias extrafísicas conscienciais estáticas existentes em torno de objetos, pedaços ou restos de objetos, de construções, pedaços ou restos de construções (ou os restos de ambos) e até mesmo em torno de consciências intrafísicas ou extrafísicas formando um campo que pode ser percebido por uma pessoa com parapsiquismo apurado.

Sobre esse assunto, publiquei um post  no ano passado.

Qualquer padrão de pensenes (pensamentos+sentimentos+energias) repetitivos vão determinar como será a psicosfera de uma consciência. Pensamentos hígidos, equilibrados vão melhorar o padrão da psicosfera. Pensamentos doentios, desequilibrados vão piorar esse padrão. Quando nos referimos a EGs, normalmente, tratam-se desse segundo tipo.

Como é feita a profilaxia das EGs? De um modo geral a limpeza das EGs é feita por meio do EV e da exteriorização de ECs.

Vejamos então, caso a caso.

1) Energias gravitantes em um objeto

Origem: Ficaram agregadas ao objeto formando um campo a medida que o mesmo padrão de pensenes foram direcionados para ele. Esses pensenes pode ser agregados ao objeto tanto estando as consciências na sua presença quanto estando à distância.

Exemplos de objetos que podem ter energias gravitantes:

-Objetos de culto devocional-religioso

-Objetos usados para guardar-esconder dinheiro, joias, documentos

-Objetos de uso pessoal tais como carteiras, bolsas, certas roupas, etc

Fatores a serem considerados:

-Por quanto tempo o objeto foi usado.

-Um objeto novo, produzido em série (linha de produção), em princípio, não terá energias gravitantes consigo, mas, sempre existem escessões.

-Qual padrão de pensenes foi depositado no objeto.

-Se o objeto permanece recebendo o mesmo padrão de pensenes de consciências extrafisicas.

Como limpar:

Por meio de um poderoso fluxo de ECs exteriorizadas com as mãos, uma ou mais vezes ao longo de alguns dias.

Notas:

-Existem objetos que não vale a pena limpar. Nesse caso o objeto deve ser destruído.

-A tentativa de limpar certos objetos pode resultar em heteroassédio.

2) Energias gravitantes em um local

Origem: As atividades intrafísicas que ali foram realizadas.

Exemplos de locais com energias gravitantes:

-Lojas

-Escolas

-Prisões

-Hospitais

-Instituições religiosas

-Consultórios

Fatores a serem considerados:

-O tipo de atividade realizada

-Por quanto tempo o local foi usado para aquela atividade

Como limpar:

-Realizando EVs sucessivamente seguido de intensa exteriorização de ECs. Repetir durante vários dias.

-Ocupando o local e realizando atividades diversas do padrão anterior.

Notas:

-Certo locais não valem a pena limpar. Exemplo: Presídio, local de tortura, campo de concentração. Nesses casos a melhor opção e a demolir e enterrar os escombros.

3) Energias gravitantes em uma pessoa

Origem: Padrões de pensamento repetitivos.  As EGs tendem a aglutinar-se na reguão da cabeça/paracabeça.

Exemplos de EGs em pessoas:

-Pensamentos repetitivos sobre sexo

-Pensamentos repetitivos sobre doenças

-Pensamentos repetitivos sobre dinheiro

-Pensamentos repetitivos inamistosos quanto a outra consciência

Como limpar:

-O EV é seria a forma ideal, mas, será que uma pessoa com pensamentos gravitantes terá a iniciativa e disposição para aprender a técnica e instalar um EV?

-Nesses casos, a aplicação da técnica do Arco Voltaico, descrito em post anterior, é a melhor saída, aplicado uma ou mais vezes durante alguns dias.

-A pessoa em questão deve mudar seu padrão de pensamentos, instituindo novos hábitos de estudo, leitura, viagens, mudanças na rotina e comportamento rotineiros.

 

Experiências Fora do Corpo – O Guia do Iniciante

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