Chegando aos 20 EVs por Dia


EV28082013

O EV – Estado Vibracional é a condição na qual o energossoma (duplo etérico) e o psicossoma aceleram ao máximo suas as vibrações, ultrapassando de forma considerável as lentas vibrações do corpo físico. É uma condição que pode ocorrer naturalmente, em ocasiões excepcionais e que pode ser produzida deliberadamente por meio da movimentação das EC – Energias Conscienciais.

Em geral, é necessário certo tempo para que uma pessoa aprenda a instalar o EV. Se ela praticar com regularidade, é possível chegar ao primeiro EV em algumas semanas. Claro que existem exceções; pessoas que conseguem isso em muito menos tempo e pessoas que demoram muito mais.

Uma possível meta para quem já domina a técnica de instalar o EV é a “Técnica dos 20 EVs”, a instalação de 20 EVs por dia, de forma regular, diariamente, sem interrupções.

Não se trata de algo simples. Suspeito que a maioria das pessoas que tenta, não consegue aplicar a técnica. Muitos nem tentam. Outros o fazem e conseguem resultados parciais (menos EVs/dia) ou não conseguem manter essa rotina sem interrupções.

Os benefícios em se fazer 20 EVs por dia são os mesmos daqueles proporcionados por fazer um único EV, só que, potencializados (em tese 20 vezes maiores):

  • Desobstrução e profilaxia do holossoma e das próprias energias conscienciais;
  • Melhoria da capacidade de mobilização energética, qualitativa e quantitativamente;
  • Promoção do desassédio interconsciencial;
  • Desacoplamento com energias densas e causadoras de acidentes;
  • Eliminação de minidoenças;
  • Desenvolvimento do parapsiquismo.

Para realizar a técnica, é preciso criar o hábito de fazer muitos EVs ao longo do dia. A menos que a pessoa esteja com a maior parte do seu tempo livre para priorizar os EVs, as atividades da rotina diária provavelmente vão monopolizar sua atenção e ela não conseguirá atingir a marca dos 20 EVs. Como mostra a figura acima, quando surge um novo hábito, ele situa-se inicialmente em uma “zona de tensão” intraconsciencial. Se e quando esse hábito consolidar-se, passa para a “zona de conforto” e a pessoa não tem maiores dificuldades em praticar aquele comportamento.

A consolidação pode acontecer muito rapidamente, pode demorar semanas (em tese, até 21 dias) ou pode não acontecer, levando a pessoa a abandonar rapidamente aquele hábito. Quantas coisas que exigem repetição começamos a fazer e que logo deixamos, seja por falta de tempo, seja por falta de disposição ou ainda por outros motivos?

Essa técnica surgiu a partir das observações do cirurgião plástico americano Maxwell Maltz que, por volta de 1960, notou que seus pacientes precisavam de 21 dias para perceber os efeitos de uma cirurgia. Esse seria o período necessário, portanto, para consolidar um hábito.

A ideia, portanto, é manter o novo hábito de forma disciplinada, por 21 dias. Depois desse período, ele deverá entrar na “zona de conforto” e não sentiremos maiores dificuldades em repeti-lo.

Isso é especialmente verdadeiro para quem domina a técnica à pouco tempo e que, provavelmente, deve demorar mais tempos para instalar o EV do que uma pessoa que tem anos de prática. Quanto mais tempo de prática, mais rápido se consegue instalar o EV.

Essa técnica pode ser usada por qualquer pessoa para estabelecer qualquer tipo de hábito, tal como a instalação de EVs. Vejamos, por exemplo, uma possível sequência de hábitos, cada qual demandando 21 para ser consolidada:

  • Hábito 1: Instalar 1 EV diariamente, em qualquer horário;
  • Habito 2: Instalar 2 EVs diariamente, por exemplo, 1 pela manhã, ao despertar e outro a noite, antes de dormir;
  • Habito 3: Instalar 3 EVs diariamente, acrescentando um EV por volta de meio dia;

A partir desse ponto, pode-se ir aumentando a quantidade de EVs/dia de várias maneiras, como por exemplo:

  • Hábito 4: Instalar 10 EVs diariamente;
  • Hábito 5: Instalar 15 EVs diariamente;
  • Hábito 6: Instalar 20 EVs ou mais diariamente;

Qualquer um que for aumentando a frequência de EVs perceberá que fica cada vez mais difícil aumentar a quantidade pois, quando estamos na marca de 1, 2 ou 3 EVs, estaremos aproveitando os melhores horários e locais para praticar. Ao aumentar o número estaremos em locais e situações diversas, como por exemplo, em meio a uma reunião, atendendo uma pessoa no trabalho, dirigindo um veículo, etc. Diante dessas circunstâncias, é fácil se esquecer do EV ou até tentar instalá-lo, mas sem sucesso devido à pressão de outras atividades.

Uma estratégia que já usei para fazer 20 EVs foi ajustar o celular para o modo vibrado (sem som) e programar um alarme a cada 30 minutos. Assim, quando o alarme tocava, sabia que precisava fazer mais um EV. Mesmo que não pudesse fazer na hora, deixava para o momento em que fosse possível ou para a próxima ocasião em que o alarme disparasse.

Outra estratégia é fazer a instalação do EV a cada “mudança de contexto”. Por exemplo:

  • Ao entrar no automóvel/condução;
  • Ao sair do automóvel/condução;
  • Ao entrar no ambiente de trabalho;
  • Ao mudar de sala no ambiente de trabalho;
  • Ao atender uma pessoa;
  • Etc.

Essa estratégia pode ser mais conveniente por não ter alarmes, mas, requer mais atenção, senão, o tempo vai simplesmente passando e quando percebemos o dia já está próximo do fim e os EVs ficaram só na intensão.

Usando uma dessas estratégias, é possível que se instale até mais do que 20 EVs dia. Importante lembrar que nem sempre teremos sucesso em instalar o EV em todas as tentativas.

Duas premissas são fundamentais para que a técnica dos 21 dias funcione, seja para os 20 Evs, seja para qualquer outra coisa:

1 – Deve-se implementar um hábito de cada vez. A implementação de dois ou mais hábitos ao mesmo tempo resultada na dispersão do foco e das energias pessoais e os hábitos poderão não ser consolidados.

2 – A disciplina diária deve ser seguida rigidamente. Para tanto, é recomendável empregar-se uma planilha de acompanhamento onde serão registrados o número de EVs instalados diariamente.

Existem variações nessa técnica de implementação do hábito que sugerem usar períodos de 30 dias, ao invés de 21, que permitiria a aquisição de exatos 12 hábitos/ano.

Além do EV, essa técnica pode ser aplicada para adquirir outros hábitos saudáveis, como por exemplo:

  • Fazer exercício físico diário;
  • Aplicar técnica projetiva diária;
  • Ler obras instrutivas diariamente;
  • Registrar diariamente, em um diário holossomático, fatos relevantes, intra ou extrafísicos;
  • Fazer uma reflexão sobre a vida e os desempenhos pessoais semanalmente;
  • Etc.

Para Saber Mais:

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Fronteira da Consciência.com

Metaconsciência.com

Livro Estado Vibracional

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Saindo ileso de um acidente


EV17082013

Nesse domingo acordei cedo, peguei o carro e fui para o Setor Hoteleiro Norte onde realizar-se-ia a segunda e última aula do curso “Oficina Autoeficácia Proexológica”, promovido pela Apex Internacional em parceria com o IIPC Brasília.

Como ainda era cedo, dirigi calmamente, sem pressa até chegar ao Eixo Monumental (uma via central de Brasília que tem 6 pistas) de onde acessaria outra via que dá para o Setor Hoteleiro Norte. Aproveitei para vir ouvindo uma tertúlia conscienciologica gravada anteriormente enquanto dirigia.

Já próximo ao hotel, estava na pista mais a direita do Eixo quando, na confluência com a via W3, um automóvel Corsa preto ganhou o Eixo saindo desembestado da W3 Norte. Ao me ver, o motorista parece ter se assustado. Não esperava que meu automóvel estivesse trafegando naquela pista da direita, afinal, era domingo e ainda cedo. Então o motorista jogou seu carro para o recuo que fica ao lado daquela pista para que não colidíssemos. Esse recuo terminava uns 20 metros adiante, de forma que, ou ele parava ali para me deixar passar e depois seguir seu caminho ou eu diminuía mais ainda minha velocidade, que já estava baixa, para deixá-lo sair para a pista.

Foi um momento onde ambos, ele e eu, avaliamos o que deveríamos fazer. Eu poderia ter acelerado para tomar o espaço da pista, deixando-o para trás, mas, por realmente estar sem pressa e ciente desse mal hábito que todos nós brasileiros temos de disputar espaço no trânsito, as vezes de forma desesperada, preferi diminuir a velocidade para deixá-lo sair.

Percebendo meu movimento, o motorista do Corsa não perdeu tempo. Acelerou, tomou a minha frente e, descuidadamente, fui jogando seu automóvel para a primeira pista da esquerda. Não imaginava, mais uma vez, que outro automóvel poderia vir por ali e foi o que aconteceu. Um sedan Renalt prateado passou rapidamente pelo meu lado esquerdo e, pouco a frente, chocou-se com a lateral do Corsa que invadira a pista sem esperar ou dar sinal.

Ambos motoristas assustados, istintivamente. jogaram seus carros para lados opostos. Fora os espelhos laterais de ambos automóveis que voaram para o alto e mais alguns prováveis arranhões e ligeiros amassados nas portas, não houve maiores consequências. Ambos pararam alguns metros depois enquanto eu entrava a direita para pegar a rua do hotel.

Estacionei meu automóvel e, antes de ir para o local do curso, dei uma espiada nos automóveis parados pouco adiante onde os motoristas avaliavam seus prejuízos.

Além de estar dirigindo com atenção e sem pressa, para minha sorte, antes de sair de casa, fizera dois EV – Estado Vibracional. Como já mencionei em um post anterior, a prática do EV antes de dirigir desfaz possíveis acoplamentos energéticos que podem causar vários tipos de acidentes.

Além do mais, é recomendável especial atenção quanto a possíveis acidentes que possam ocorrer quando participamos ou ajudamos a realizar certos tipos de eventos tais como os cursos cujo objetivo é promover o esclarecimento das pessoas. Esse tipo de evento perturba muito as consciências que chamamos de Guias Cegos e Assediadores, pois elas temem perder o poder que tem por sobre pessoas que fazem esses cursos (Mais esclarecimento = Menos suscetibilidade a assédio extrafísico).

Esse não foi o primeiro acidente que evitei por praticar o EV e, receio, não será o último. Todos estamos sujeitos a sofrer os mais diversos tipos de situações de risco que podem resultar em acidentes, de forma que, praticar o EV diariamente, assim como outros procedimentos de autodefesa energética é uma forma de evitá-los.

Para Saber Mais:

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Livro Estado Vibracional

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Energias nas Praias


Praia de Nazaré - Portugal - 2011 - Foto do Autor

Praia de Nazaré – Portugal – 2011 – Foto do Autor

Quando era jovem adorava ir à praia, tomar sol e pegar um bronzeado legal.

Depois que “inventaram” o câncer de pele por excesso de exposição solar, meu interesse por esse tipo de lazer caiu muito. Fiquei anos sem por os pés em uma praia (até porque estou a 1000 Km da mais próxima), até que, no final de 2012 e depois, nesse último final de semana, quebrei essa abstinência.

E foi assim, caminhando pela praia, que resolvi escrever um post sobre as energias que encontramos nas praias.

Nas praias ocorre à confluência de vários tipos de energias imanentes – EIs – sutis, extrafísicas: geoenergias (a areia, as pedras e outros terrenos próximos), as energias do ar, levadas do mar para a terra e vice-versa pelo vento constante, as energias das águas do mar que espalham pelas areias a medida que as ondas arrebentam.

O quebrar da onda na praia deixa um rastro de areia molhada. É possível, para quem tem clarividência, observar que quando o onda recolhe, fica na areia molhada uma esteira luminosa de energia. Essa percepção não é simples devido ao sol que dissipa a luminosidade, mas, é possível para a pessoa que tem clarividência.

A abundância de EIs e a dinamicidade da sua constante renovação é comum a muitas (mas não todas) as praias.

Para nosso estudo, as paias podem ser classificadas em dois tipos: as desertas (ou semidesertas) e as praias ocupadas, as que são regularmente frequentadas por pessoas.

As praias ocupadas, como quaisquer outros ambientes humanos, estão repletas de energias que podem ser classificadas em três tipos quanto as energias: absorvedoras, doadoras e ambivalentes.

  • Praias absorvedoras de ECs: são as praias da moda onde ocorrem festas Rave ou semelhantes, praias superlotadas de pessoas, praias degradadas pela poluição e praias em cujas cercanias foram construídos presídios, usinas nucleares, fábricas, templos religiosos, etc.
  • Praias doadoras de EIs: praias que são pouco frequentadas; com matas nas proximidades, com pouco trânsito de pessoas ou veículos por perto.
  • Praias ambivalentes: as praias privativas de clubes e resorts, as praias onde se realiza um espetáculo ao ar livre ou um espetáculo artístico de nível elevado.

A maioria dos centros urbanos na orla tem em suas proximidades, ainda que seja preciso afastar-se um pouco, praias limpas, com poucos frequentadores e com abundância de EIs que podem ser absorvidas pela pessoa interessada de diversas formas:

-A geoenergia, pelas plantas dos pés, ao se caminhar descalço pela praia.

-A aeroenergia, principalmente pelo laringochacra e pelo cardiochacra, conforme o vento sopra de encontro ao corpo físico.

-A hidroenergia, a medida que entremos no mar, ou mesmo ser fazer isso, apenas estando nas suas proximidades.

Lembrei-me que André Luiz dava um relato sobre as energias existentes em certas praias em um de seus livros, “Entre a Terra e o Céu”.

Segundo relata André Luiz no capítulo 5 dessa obra, “Na orla do mar, em plena noite, a movimentação da vida espiritual é muito intensa. Desencarnados de várias procedências reencontravam amigos que ainda se demoravam na Terra, momentaneamente desligados do corpo pela anestesia do sono”.

Prosseguindo, André Luiz descreve o que ocorria em uma praia doadora de EIs: “Havia grande número de enfermos. Anciães, mulheres e crianças, em muitos aspectos diferentes, compareciam ali, sustentados pelos braços de entidades numerosas que os assistiam… Serviços magnéticos de socorro urgente eram improvisados aqui e além… E o ar, efetivamente, confrontado ao que respirávamos na área da cidade, era muito diverso. Brisas refrescantes sopravam de longe, carreando princípios regeneradores e insuflando em nós delicioso bem estar.”

Clarêncio, uma consciência extrafísica que acompanha e instruía André Luiz, fez então o seguinte comentário: ”O oceano é miraculoso reservatório de forças. Até aqui, muitos companheiros de nosso plano trazem os irmãos doentes, ainda ligados ao corpo da Terra, de modo a receberem refazimento e repouso… Qual acontece na montanha arborizada, a atmosfera marinha permanece impregnada por infinitos recursos de vitalidade da Natureza. O oxigênio sem mácula, casado às emanações do planeta, converte-se em precioso alimento de nossa organização espiritual, principalmente quando ainda nos achamos direta ou indiretamente associados aos fluidos da matéria mais densa.”

Concluindo, quero lembrar que existe uma Síndrome da Praia. É o que tem a pessoa que mora a décadas a beira mar sem nunca frequentar suas praias, seja para tomar banho, seja para fazer qualquer tipo de exercício como caminhar. Você leitor, conhece alguém assim? Você sofre dessa síndrome? Está desperdiçando bons recursos energéticos que a natureza disponibiliza nas suas proximidades?

Referências

Enciclopédia da Conscienciologia – Verbete Síndrome da Subestimação, Waldo Vieira

Projeciologia 1ª Edição – Capítulo 232 – Ambiente Extrafísicos, Waldo Vieira

Entre a Terra e o Ceú – FEB, Francisco Cândido Xavier

Artigo Ativação Energética Consciencial

Para Saber Mais:

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

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Livro Estado Vibracional

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