Arco Voltaico Craniochacral


EV08052014

Definição. “O arco voltaico craniochacral é a técnica de transmissão e assimilação intensa de energia consciencial (EC) com a palma da mão esquerda (palmochacra) do assistente, homem ou mulher, na área nucal e a outra palma da mão direita (palmochacra) junto ao frontochacra da pessoa assistida, sem tocar o soma, buscando eliminar os bloqueios de energias gravitantes por meio da assim e da desassim, ou das manifestações energéticas vigorosas (alta voltagem das ECs) dos 2 palmochacras do assistente, dos 2 chacras encefálicos do assistente, dos 2 hemisférios cerebrais do assistente, dos 2 chacras encefálicos do assistido e dos 2 hemisférios cerebrais do assistido” [1]

Perspectiva História. Segundo Vieira [2], o Arco Voltaico Craniochacral já era praticado desde a antiguidade pelos serenões (consciências superevoluídas).

A técnica, ensinada por Vieira, já era usada pelo staff do IIP – Instituto Internacional da Projeciologia, no início da década de 1990 (inclusive pelo autor desse post que era professor da instituição naquela época). A primeira referência escrita da técnica surgiu apenas em 1994 na obra de Vieira, 700 Experimentos da Conscienciologia, onde existe uma única breve citação.

Depois disso, somente em maio de 2008, com a publicação do respectivo verbete durante uma Tertúlia Conscienciológica, o assunto foi abordado com mais propriedade. Após a divulgação desse verbete, a técnica passou a ser citada com frequência nos trabalhos posteriores de Vieira e da comunidade conscienciológica.

Explicando a Definição Acima.

  • Arco Voltaico. É uma descarga elétrica resultante de um fluxo de corrente elétrica de alta tensão entre dois pontos que assume a forma de um arco. O termo é usado no sentido metafórico para descrever a técnica bioernegética.
  • Craniochacral. A técnica mobiliza energias conscienciais diretamente em dois chacras (centros energéticos) situados no crânio assim como outros existentes nessa região do corpo humano.
  • Energia Consciencial – EC. É a energia produzida pelas consciências, intrafísicas e extrafísicas.
  • Palmochacra. É um centro energético localizado na palma da mão.
  • Frontochacra. É um centro energético localizado na região da testa, entre as sobrancelhas.
  • Soma. O corpo físico.
  • Energias Gravitantes. Energias estáticas, paradas, agregadas a uma pessoa, a parte de seu corpo, a um objeto ou local, quase sempre negativas.
  • Assim. Assimilação simpática das ECs de uma pessoa por outra.
  • Desassim. Desassimilação simpática das ECs absorvidas por uma pessoa, geralmente feita por meio da instalação do Estado Vibracional.

Assistido. Pessoa que é assistida por meio dessa técnica. Normalmente uma pessoa com algum tipo de distúrbio energético ou consciencial, ligeiro ou agudo, que pode ser resultante de autoassédio, heteroassédio, da pensenização  inadequada e até de origem multiexistencial (vidas passadas). Em tese, qualquer pessoa pode ser assistida por meio do Arco Voltaico.

Aplicador. Pessoa que aplica a técnica do Arco Voltaico. Deve ser um indivíduo cujas ECs estejam relativamente equilibradas, caso contrário, ao invés de ajudar o assistido, ele poderá até piorar seu estado. O aplicador também deve ter relativo controle de suas ECs, dominando a instalação do EV.

Dinâmica. A técnica é executada com o aplicador de pé e o assistido sentado e demanda não mais do que 5 minutos. Durante esse período de tempo, o aplicador promove uma intensa mobilização de suas ECs conforme descrito na definição acima. O processo faz com que as energias gravitantes, densas, agregadas ao holossoma do assistido, mais especificamente, no paracérebro do psicossoma, sejam em parte dissolvidas e em parte absorvidas pelo aplicador. O acoplamento áurico do aplicador com o assistido, somado a absorção das energias gravitantes, faz com que o primeiro sinta de forma parcial ou total os processos doentios que afligem o assistido naquele momento. Se bem feito (intencionalidade correta, de forma cosmoética) o processo será sustentado e potencializado por amparadores extrafísicos. Se houverem assediadores, esses poderão receber as irradiações do Arco Voltaico junto com o assistido. Ao fim da aplicação, o assistido pode sentir-se zonzo e o aplicador deve fazer um EV para dessassimilar as ECs gravitantes absorvidas.

Lógica. O Arco Voltaico é a aplicação intensa de ECs em centros energéticos específicos da consciência. Porque uma pessoa deve submeter-se a um Arco Voltaico ao invés de fazer um EV ou tomar um passe espírita? Pelo mesmo motivo que uma caminhada faz bem à saúde, mas, não resolve problemas mais sérios e mais específicos no corpo, o EV e outras manobras energéticas que atingem todo o holossoma, fazem bem a saúde bioenergética, mas, podem não ter a força para desbloquear processos bioenergéticos cronicificados.

Casos Específicos.

  • A pessoa mediunizada. Em pessoas mediunizadas, “possuídas” por consciências extrafísicas, deve-se esperar para que voltem ao estado de lucidez para então aplicar a técnica.
  • Autismo. Os pais da criança autista podem aplicar a técnica diariamente em complemento a outros tratamentos a fim de acelerar os processos terapêuticos em curso.
  •  Extrafísico. O arco voltaico quando promovido por amparadores no projetor extrafísico geralmente tem por objetivo aumentar sua lucidez.
  • Ectoplasta. Se o aplicador for um ectoplasta, ele poderá sentir as mãos esfriarem quando fizer o Arco.
  • Vertigem. Se o aplicador ficar tonto e sentir vertigem durante e após executar a técnica é porque a pessoa que ele assistiu está com um problema muito sério, superando sua capacidade e preparo para assisti-lo.
  • Enxaqueca. Problemas que cronicificaram e tornaram-se físicos, como a enxaqueca, podem ser temporariamente amenizados pelo Arco Voltaico. O tratamento médico convencional, nesses casos, continua sendo necessário.
  • Paracirurgia. Sob condições especiais, o Arco Voltaico pode ser suficientemente intenso e profundo, a ponto de proporcionar a realização de cirurgias no paracérebro do psicossoma, promovidas por amparadores extrafísicos.

Aplicador iniciante. Pode não sentir nada durante o processo da assim.

Aplicador veterano. Sente os sintomas do assistido devido ao processo da assim; comunica-se telepaticamente com os amparadores extrafísicos; recebe instruções para, eventualmente, atuar em outros centros energéticos do assistido.

Auto Arco Voltaico. Ante o exposto, não faz muito sentido uma pessoa aplicar o Arco Voltaico em si mesma pois não haverá a assim, mecanismo essencial ao funcionamento da técnica.

Outros Arcos. Assim como existe o Arco Craniochacral, existem outros mais, envolvendo outros chacras. Segundo Vieira, de todos, o Arco Craniochacral é o mais importante de todos por mexer com a estrutura neuronal e com o paracérebro.

Pondo a Técnica em Prática. Se você, leitor ou leitora, deseja colocar em prática essa técnica, preferencialmente comece “fazendo laboratório”, aplicando-a em pessoas conhecidas, amigas, que não apresentem problemas psíquicos ou energéticos sérios, para, posteriormente aplica-la em pessoas que efetivamente precisam de ajuda. Naturalmente, existem exceções. Use o bom senso para definir quem serão seus primeiros assistidos. Procure manter um padrão de pensamentos, sentimentos e emoções hígidos, equilibrados ao aplicar a técnica. O ideal é não julgar a pessoa assistida. Apenas deseje que aconteça o que for o melhor para ela. Por fim, nunca deixe de instalar um EV ao término da técnica. Sempre que possível, registre os resultados obtidos que poderão ficar evidenciados apenas alguns dias depois.

Referências 

[1] Vieira, Waldo. Enciclopédia da Conscienciologia. Arco Voltaico Craniochacral. 2008

[2] Tertúlia Conscienciológica Arco Voltaico Craniochacral .

Experiências Fora do Corpo – O Guia do Iniciante

Fronteira da Consciência.com

Metaconsciência.com

Livro Estado Vibracional

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

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3 comentários sobre “Arco Voltaico Craniochacral

  1. Olá Amigos, Quero parabenizá-los pela claríssima explicação do que é e como se faz um Arco Voltaico. Aprendi muito com o texto. Outra coisa é para me elucidar se o “Altismo” referido no artigo, é o mesmo”Autismo” que hoje em dia é bastante divulgado nas mídias: aquele transtorno no qual a conscin vive num processo de excessiva interiorização. Qual seria a grafia a qual me refiro? Obrigada e continuem me instruindo no processo evolutivo. Abraços, Agnes Maia

    Em 8 de maio de 2014 03:01, Estado Vibracional

    • Olá

      De fato, equivoquei-me. Fiz esse post “de uma tacada só” na madrugada de hoje, pois queria disponibilizá-lo imediatamente. Com isso não fiz uma revisão adequada do texto. Obrigado por chamar-me a atenção.

      Abraço

      Cesar Machado

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