Aspectos relevantes na composição do padrão energético pessoal


Estado Vibracional

Todas as consciências, intrafísicas e extrafísicas, absorvem e exteriorizam energias o tempo todo.

Sabemos que as consciências intrafísicas possuem um conjunto de corpos – o holossoma, em que cada veículo de manifestação absorve e exterioriza energias de um determinado padrão:

  • O corpo físico mobiliza energias eletromagnéticas;
  • O energossoma mobiliza energias densas, energossomáticas;
  • O psicossoma mobiliza energias psicossomáticas, relacionadas as emoções;
  • O mentalsoma mobiliza energias mentalsomáticas, relacionadas a racionalidade.

Outro aspecto importante quanto a mobilização de energias são os chacras. Possuímos muitos chacras, sendo que sete deles não os mais importantes e que mais se destacam, motivo pelo qual os chamamos “chacras magnos”. No que diz respeito aos padrões de energias que mobilizam destacam-se os aspectos relacionados a seguir.

Chacras inferiores – mobilizam energias energossomáticas

  • O sexochacra é relacionado as energias sexuais e a reprodução humana;
  • O umbilicochacra é relacionado as questões materiais, a competição, disputas, agressividade e bens materiais.

Os chacras intermediários – mobilizam energias psicossomáticas

  • O esplênicochacra é relacionado a distribuição de energias para os demais chacras e, na maioria das pessoas, nunca ou raramente se manifesta de forma perceptível;
  • O cardiochacra é relacionado com a emoção, a efetividade;
  • O laringochacra é relacionado com a comunicação intrafísicas (fala) e extrafísica (clariaudiência).

Os chacras superiores – mobilizam energias mentalsomáticas

  • O frontochacra é relacionado a clarividência;
  • O coronochacra é relacionado a mobilização de energias mais sutis.

Holossoma

O holossoma possui, no corpo físico, as veias e artérias que distribuem o sangue pelo corpo humano.

No psicossoma existem, de forma análoga, dutos energéticos que chamamos energovias, que distribuem energia por este corpo extrafísico. Na consciência intrafísica, o energossoma se mescla ao psicossoma intensificando todos os processos energéticos.

Holosfera

O energossoma, o psicossoma e o mentalsoma não tem um limite espacial rigidamente definido como acontece com o soma. Ao contrário, esses veículos se expandem de forma variável para além dos limites do soma, principalmente na forma dos chacras. Essa expansão que tem em média 40 cm constitui a holosfera, um campo bioenergético formado pelas energias mescladas dos quatro veículos.

Síntese

Em síntese, o que determina o estado do campo energético pessoal de uma pessoa é:

  • O veículo de manifestação que está predominando sobre os demais,
  • O chacra que está predominando sobre os demais.

Assim, o melhor desempenho possível é a pessoa em que são predominantes, a maior parte do tempo, o mentalsoma e o o coronochacra. Contudo, sabemos que essa é uma condição relativamente difícil de se encontrar, pelos seguintes motivos:

(1) Fatores intrínsecos: Quando pensamos, sentimos e nos emocionamos com variadas questões da vida, produzimos pensamentos, sentimentos, emoções e consequentemente energias que fazem com que outros veículos e chacras predominem.

2) Fatores extrínsecos: Situações da rotina diária, pensamentos, sentimentos, emoções e energias de outras consciências, intrafísicas e extrafísicas nos influenciam o tempo todo, melhorando ou piorando nosso próprio padrão, conforme nossa sintonia. Quanto a isso é importante lembrar que as mazelas ainda existentes na humanidades, tais como disputas, competitividade, crimes, guerras, violência e exploração de todos os tipos tornam esses tipos de influências predominante.

Padrão energético pessoal

O padrão energético pessoal seria a média das energias que exteriorizamos ao longo do tempo. Quanto mais predominarem os veículos mais sutis e os chacras mais elevados, melhor será esse padrão ocorrendo o inverso na medida em que predominarem os veículos mais densos e os chacras inferiores.

Esse padrão energético médio é que nos possibilita entrar em sintonia com outras consciências, intrafísicas e extrafísicas. Quando melhoramos nosso padrão, ainda que momentaneamente, por meio da mobilização de energias, instalado o EV – Estado Vibracional, por meio da meditação, da reflexão clara e profunda, da repetição de um mantra ou ainda por meio de uma oração, sintonizamos com energias e com consciências mais sutis e evoluídas.

Se pudermos manter esse padrão a maior parte do tempo, estaremos, portanto, sintonizados com essas energias e consciências mais tempo também.

Consciências muito evoluídas, como despertos e serenões, conseguem manter padrões assim o tempo todo.

No próximo post abordaremos formas de nos aproximarmos nosso padrão energético da condição dessas consciências mais evoluídas.

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Taxonomia das evocações interconscienciais


Taxonomia das Evocações Interconscienciais

Você costuma fazer evocações? Não? Tem certeza sobre isso?

Vamos iniciar esse post lembrando que as consciências (espirito, alma, self) interagem no universo por meio da energia. Mesmo nossas ações no corpo físico são manifestações energéticas. Logo, tudo é governado pela energia ou, mais precisamente, pelas trocas energéticas.

Posto isso, o que é, então, uma evocação?

A palavra evocação é proveniente do latim, evocatione, e refere-se, em termos gerais, a ação ou efeito da consciência, intrafísica ou extrafísica, de realizar o resgate voluntário da memória de lembranças sobre uma determinada pessoa, grupo de pessoas, local, animal ou objeto com objetivo de revivenciar uma situação.

Evocação também é o termo usado para descrever a tentativa de atração de consciências. Ao longo da história foram criados rituais, fórmulas e cerimônias específicas com essa finalidade. Nesse caso, também é empregado como sinônimo a palavra invocação, proveniente do latim invocatio que significa pedir a ajuda ou intercessão de alguém.

Então, no senso comum, o ato de evocar outras consciências deve ser uma ação deliberadamente realizada com essa finalidade. Mas, na maioria das vezes, não é assim que ocorre.

A evocação interconsciencial é uma troca energética, contato, comunicação ou aproximação energética do alvo evocado. Nesse sentido temos a seguinte escala de contatos interconscienciais:

  • 1 – A evocação;
  • 2 – A comunicação à distância por meios tecnológicos ou não;
  • 3 – O contato físico, presencial.

Podemos entender  melhor a evocação como um acoplamento energético que é a interfusão temporária dos campos energéticos de duas ou mais consciências, geralmente com algum tipo de troca bioenergética. Acoplamentos energéticos de tipos variados ocorrem o tempo todo no dia-a-dia.

Evocação interconsciencial é enviar energia para alguém.

Taxonomia das evocações interconscienciais

A primeira característica que qualifica uma evocação interconsciencial é a condição de manifestação das consciências envolvidas no processo:

  • Extrafísica: Uma consciência evocando outra, ambas extrafísicas;
  • Intrafísica: Uma consciência evocando outra, ambas intrafísicas;
  • Multidimensional: Uma consciência evocando outra, sendo uma extrafísica e a outra intrafísica.

Em seguida vem o aspecto do tipo de energia mobilizada durante a evocação:

  • Mentalsomática: Evocação empregando predominantemente energia mentalsomática, centrata nos pensamentos. Ex: pensar em uma pessoa;
  • Psicossomática: Evocação empregando predominantemente energia psicossomática, centrata nos sentimentos, emoções. Ex: Desejar uma pessoa; xingar uma pessoa;
  • Energossomática: Evocação empregando predominantemente energia energossomática, centrata nas energias. Ex: Exteriorizar energia para uma pessoa desejando seu bem ou o seu mal.

A partir desse ponto, as setas da figura, até então todas da mesma cor cinza, passam a ser pretas e com um traço que indica a intensidade ou força da evocação. Uma linha cheia indica intensidade elevada, uma linha com traços largos indica intensidade mediana e uma linha com traços curtos indica baixa intensidade.

Com relação a intencionalidade, a evocação pode ser:

  • Lúcida: Quando quem evoca sabe exatamente o que está fazendo, tem consciência de que está evocando alguém, mesmo que esse não seja seu objetivo primátio. Ex: Ao citar uma pessoa durante uma aula, apresentação, discussão ou conversa;
  • Inconsciente: Quando quem evoca não sabe o que está fazendo, não sabe que, sem perceber, faz evocações. Ex: Ao citar uma pessoa durante uma aula, apresentação, discussão ou conversa.

Com relação a abordagem, a evocação pode ser:

  • Direta: Quando a intensão, foco, alvo principal é o evocado. Ex: Exteriorizar energias para o evocado;
  • Indireta: Quando a intensão, foco, alvo principal não é o evocado. Ex: Ao citar uma pessoa, grupo de pessoas ou evento durante uma aula, apresentação, discussão ou conversa;

Por fim, quanto as consequências da evocação, elas podem ser classificadas de três formas:

  • Positiva: Quando ocorre a troca de energias empáticas, positivas, entre evocador e evocado. Ex: Quando evocamos com boa intenção uma consciência lúcida e equilibrada;
  • Neutra: Quando ocorre a troca de energias neutras ou quando não ocorre troca perceptível de energias entre evocador evocado. Ex: Quando evocamos uma consciência muito evoluída mas sem ter a necessária sintonia bioenergética com ela;
  • Negativas: Quando ocorre a troca de energias antipáticas entre evocador evocado, o que pode causar desequilíbrios e bloqueios bioenergéticos além de assédio interconsciencial. Ex: Quando movidos por intensões não louváveis, evocamos uma consciência com baixo nível de lucidez, doentia, negativa ou assediadora. Palavrões, críticas, fofocas sobre pessoas, grupos ou instituições são formas corriqueiras de evocação negativa.

Canais sensoriais da evocação

Ainda sobre evocação, ela pode se dar por meio de vários canais sensoriais:

  • Imaginativa: A evocação mental;
  • Imagética: A evocação por meio de uma imagem, por exemplo, uma fotografia;
  • Simbólica: Um caso de evocação imagética na qual se emprega um símbolo;
  • Verbal: A evocação verbalizada;
  • Musical: Um caso de evocação verbalizada na qual uma música evoca por meio de palavras ou mesmo sem elas, pela melodia dos instrumentos;
  • Olfativa: A evocação causada pela presença de odores cujo significado geral é de conhecido público ou quando um dado odor tem significado específico para os envolvidos;
  • Tátil: A evocação provocada pelo contato com superfícies ou certos tipos de material;
  • Bioenergética: A evocação causada pelas manifestações bioenergéticas do evocador ou de outras consciências.

Conclusão

Após ter lido este post, responda para você mesmo: Qual tipo de evocações interconscienciais, conscientes ou inconscientes faço rotineiramente? São predominantemente positivas ou negativas? Por que não começar a reduzir as evocações negativas até eliminá-las por completo? Que impacto isso teria em minha vida?

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Sem Estresse não há Evolução


EV30032015

Por esses dias ouvi o seguinte comentário de uma pessoa conhecida:

“- Olha Cesar, esse negócio de Estado Vibracional é muito difícil para as pessoas fazerem! Você deveria divulgar uma técnica mais fácil….”

O segue é um resumo da minha resposta.

Todas as pessoas buscam melhorar os diversos aspectos de suas vidas.

Apesar disso, a palavra evolução, em sua plena acepção, não é entendida ou sequer usada pela grande maioria das pessoas.

Para pessoas comuns, “evoluir” limita-se a vida profissional e a capacidade financeira.

Somente as pessoas com certo limiar de evolução espiritual entendem o que é essa evolução e tem interesse nela.

Não obstante, muitos espiritualistas limitam-se a condição de meros simpatizantes da evolução. Outros, buscam um caminho fácil para ela.

Na década de 1980, quando frequentava o espiritismo, percebia que muitas pessoas iam ao centro, assistiam palestras, enchiam garrafas de água fluidificada, tomavam passes e iam embora felizes para cada. Na semana ou no mês seguinte;  lá estavam elas novamente para repetirem seu ritual. Fora do centro espírita, liam algumas obras psicografadas e talvez praticassem o evangelho no lar. Sem dúvida, esses elementos colhidos ao longo de suas rotinas tranquilas, contribuiam para sua evolução, consolidando um arcabouço de pensamentos, sentimentos e energias que, por si só, já destoa bastante do padrão intrafísico corriqueiro, limitado as questões exclusivamente materiais.

Mas, é só isso mesmo. Uma contribuição. Isso é a superficialidade do processo. Evolução não é só isso. É um oceano profundo.

Tempos depois, conheci pessoas que buscavam técnicas para resolver todas as questões de suas vidas. Uma fórmula mágica, mantra, evocação ou exercício fácil que lhes resolvesse todos os problemas, afastasse todos os males, trouxesse saúde e dinheiro. Naturalmente, isso não existe. Se houvesse uma técnica fácil que possibilitasse tudo isso, todos a conheceriam e utilizariam. Algumas técnicas até ajudam, mas é só isso, ajudam mas não resolvem.

Quem deseja evoluir de verdade, para valer, ver resultados concretos tem que ter estresse: mental, emocional, energético e físico. Estresse holossomático!

É como aquela pessoa que está fora de forma e com excesso de peso. Se desejar de fato melhor sua condição física, ela não poderá limitar-se a tranquilas caminhadas nos fins de tarde no parque, ou aquela voltinha de bicicleta pelo bairro. Vai ter que estressar seu organismo com corridas, academia, percursos em sua bike de longa distância e duração.

Voltando ao exemplo anterior relacionado ao espiritismo, havia pessoas que não queriam limitar-se a passividade. Desejavam ser protagonistas também. Então, engajavam-se nas atividades do centro espírita, alguns trabalhando na área administrativa, outros nas diversas áreas de apoio e, “os mais ousados”, no trabalho mediúnico. Para isso, precisavam comprometer seu tempo, suas energias e abrir mão de várias coisas em função disso. Em compensação, ganhavam outra coisa: sua evolução.

O mesmo vale para o Estado Vibracional. Essa não é uma técnica qualquer. É multifuncional, melhora tudo na pessoa e produz resultados significativos em termos de saúde física e mental, equilíbrio emocional, lucidez no discernimento, autodesassédio, autodefesa e desenvolvimento parapsíquico.

Para obter esses resultados, é preciso aprender a instalar o EV e, depois, praticá-lo rotineiramente sempre que possível ou necessário, ao longo da vida.

Aprender a instalar o EV não é algo particularmente difícil, mas, vai exigir dedicação de tempo e vontade do praticante para vencer sua própria inércia. Imagine, “quantas vidas a pessoa tem pelas costas” sem nunca ter instalado um EV. Então, as primeiras instalações podem não ser um “passeio no parque”, mas também, não serão nenhum trabalho de Sisifo.

Mais difícil do que aprender instalar o EV, será adquirir o hábito de instalá-lo no dia a dia, algumas vezes, pelo menos. Sem isso, os benefícios não vão aparecer.

Concluindo, o praticante do EV obterá benefícios análogos aos daquela pessoa que estava fora de forma e acima do peso e que levou a melhoria da saúde a sério, incorporou os exercícios a sua vida, e agora está feliz da vida com sua nova condição e disposição.

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Efeitos Cumulativos de uma Rotina Saudável


EV12032015

Ao longo de nossas vidas vamos colhendo os efeitos cumulativos de anos e anos de práticas de bons e maus hábitos que cultivamos em nossa rotina diária.

O termo cumulativo vem do Latim, cumulatus, de cumulare, que significa encher, completar, amontoar.

Os efeitos cumulativos de desempenhos ruins e rotinas inúteis, sob o ponto de vista evolutivo, leva a acomodação, a cristalização de hábitos e pensamentos, gerando, com o passar do tempo vários tipos de bloqueios mentais, energéticos e físicos.

Por outro lado, os efeitos cumulativos de bons desempenhos e rotinas úteis, sob o ponto de vista evolutivo, leva a expansão e soltura bioenergética, ao desenvolvimento do parapsiquismo, a melhoria do discernimento, da lucidez e ao desassédio.

Dentre as inúmeras ações  que podem gerar efeitos cumulativos positivos em nossas vidas, selecionei 10 para exemplificar:

  • O tempo bem aplicado em tarefas úteis;
  • A prática rotineira do EV – Estado Vibracional;
  • A prática diária da blindagem energética diária do quarto de dormir e outras dependências da residência ou do trabalho;
  • A prática diária da tenepes;
  • A participação de dinâmicas parapsíquicas grupais;
  • A supressão sistemática de padrões pensênicos inconvenientes e negativos;
  • A prática regular de meditação, da autoreflexão, da autoavalização metaconsciencial;
  • A prática continuada e sistemática de autopesquisas;
  • As ações pessoais lúcidas e cosmoeticamente corretas;
  • A prática constante da interassistencialidade.

 Caro leitor, pense consigo mesmo: Se você tornar as ações acima um hábito:

Quais serão os efeitos cumulativos em sua vida após 10, 20 ou até 30 anos de sua prática contínua?

Quais serão as repercussões em sua próxima intermissão (o período intervidas)?

Quais serão os resultados para sua próxima existência intrafísica?

 

Para saber mais:

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Qual tipo de evolução você deseja?


Estado Vibracional 12022015a

 

 

Evolução é qualquer processo gradativo e progressivo de transformação, de mudança de estado ou condição. A evolução da consciência é o progresso, o desenvolvimento das faculdades mentais, emocionais e bioenergéticas.

A evolução da consciência é contínua, geralmente lenta ou bem lenta, vida após vida, permeada por erros e acertos, decisões boas e más, ações adequadas e incorretas, acordos evolutivos libertadores ou estagnantes.

Não existe uma fórmula, receita ou caminho universal para o processo evolutivo. Cada pessoa deve buscar e escolher aquele que acredita ser o melhor para si.

Alguns aspectos da evolução são:

  • Velocidade: Pode ser lenta (mais comum) ou rápida (muito rara ou inexistente).
  • Consistência: Pode ser íntima, real, duradoura, transformadora ou superficial, de moldura, de aparência e ilusória.
  • Independência: Pode ser alinhada a uma filosofia ou religião (mais comum) ou independente, universalista (rara).

O desejo da maioria das pessoas que buscam a evolução consciencial é que ela seja consistente, rápida e alinhada com as crenças filosóficas ou religiosas que adotaram para si. Como se vê na figura acima, parece que isso não existe.

Para saber mais:

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