Inconsciente Coletivo e Holopensene


EV28032015

Hoje uma pessoa conhecida pediu-me, via Facebook, para explicar o que seria o inconsciente coletivo. Resolvi então aproveitar o que expliquei, transformando no post apresentado a seguir.

Inconsciente coletivo é um termo criado pelo psiquiatra suíço Carl Gustav Jung, para descrever é a camada mais profunda da psique. Constituído por materiais que foram herdados, nele residiriam os traços funcionais, tais como imagens virtuais, que seriam comuns a todos os seres humanos. O inconsciente coletivo também tem sido compreendido como um arcabouço de arquétipos cujas influências se expandem para além da psique humana.

O problema com a hipótese do inconsciente coletivo e dos arquétipos é que ela limita-se a dimensão extrafísica. Em outras palavras, o inconsciente coletivo seria herdado por meio da genética.

Somente extrapolando essa hipótese para a dimensão extrafísica é que vamos entender, de fato, o que é o Inconsciente coletivo.

Vivemos imersos em um mar de energia. Existem as energias físicas e energias extrafísicas. A ciência não admite essa última. Não obstante, as energias extrafísicas provocam efeitos que não podem ser ignorados.

Todos produzimos e abosorvermos energias extrafísicas.

Essas energias se estruturam em campos, as vezes mais localizados, as vezes dispersos até por todo o planeta.

Muitos desses campos bioenergéticos são alimentados por nossos pensamentos e se diferenciam conforme padrões bem estabelecidos.

Assim, existe um campo relacionado ao trabalho em uma dada organização, uma empresa, por exemplo, ao curso de medicina de uma universidade ou a vizinhança da sua residência.

Então existem campos mais específicos relacionados a poucas pessoas e outros mais amplos que podem se relacionam a milhões de pessoas.

Quando sintonizamos um campo especificamente podemos captar informações sobre ele, na forma de insights, ideias, sentimentos que estão modulando, impregnando esse campo.

Isso pode acontecer a luz do dia ou quando dormimos. Nesse último caso essas captações vem na forma de sonhos ou pesadelos, conforme o tipo de campo de sintonizamos.

Existem campos com padrão bom, neutro e ruim.

O tempo todo sintonizamos com um campo ou outro, conforme nosso padrão pessoal de pensamentos, sentimentos e energias.

Portanto, se queremos sintonizar apenas campos bons ou neutros, devemos manter um padrão de pensamentos, sentimentos e ações igualmente bons ou neutros.

Se pensamos coisas ruins, negativas, quanto a nós mesmos ou quanto a outras pessoas, se agimos de forma negativa, se cultivamos sentimentos e emoções ruins, sintonizamos com esses campos.

Tudo isso gera processos de retroalimentação: quanto mais penso coisas boas, mais sintonizo com campos bons e mais penso coisas boas.

Alguns chamam esses campos de egrégora, mas a egrégora é um campo específico.

O melhor termo para esses campos é holopensene:

Holo = todo. Pensene = sentimento+pensamento+energia.

Então existem holopensenes

  • Pessoais
  • Da nossa família
  • Da nossa vizinhança
  • Do nosso trabalho
  • Da nossa profissão
  • Do nosso país e assim por diante

Sintonizamos mais ou menos com cada um desses holopensenes, conforme explicado anteriormente.

Concluindo, a teoria do holopensene enriquece e explica muito melhor a hipótese do inconsciente coletivo e dos arquétipos.

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4 comentários sobre “Inconsciente Coletivo e Holopensene

  1. Olá!

    Onde está escrito sobre o problema do inconsciente coletivo, você quis dizer que é levado em consideração a dimensão intrafísica e não extrafísica, isto?
    Também entendo que Jung teve muitas experiências extrafísicas, como é relatado em seu “Livro vermelho” mas não levou em consideração uma outra dimensão que não esta física, e então explica através do inconsciente estas experiências.

    Parabéns pelos post!
    Aidê Deconte

    • Olá Aidê. A ideia é essa. Sim, Jung teve várias experiências pessoais, tais como, por exemplo, pelo menos uma projeção consciente de alto nível. Embora não seja um expert em Jung, pelo que sei, parece que de duas uma: ou ele tive receio de se aprofundar na questão extrafísica e correr o risco comprometer sua credibilidade na comunidade científica ou ele recusou-se a fazê-lo de fato por pura resistência pessoal. Mas o fato é que expandindo sua abordagem, acrescentando o que sabemos da dimensão extrafísica e as bioenergias, fica muito mais fácil entender as proposições Junguianas,sua natureza, seu funcionamento.

      Escreva mas, sempre que desejar. Se tiver sugestões sobre tópicos do seu interesse, não exite em pedir. Abraço… Cesar Machado

  2. Interessante a associação entre a abordagem do inconsciente coletivo de Jung com a do holopensene. Esse assunto merece aprofundamento. Gostei do texto, claro e suscito, mas vi um problema no 3º parágrafo do texto onde se diz que “a teoria do inconsciente coletivo e dos arquétipos se limita a dimensão extrafísica” creio que o autor tenha intencionado dizer que ela se limita a dimensão intrafísica.

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