Macrossoma


Estado Vibracional

Importante: Para quem desejar aprofundar-se nesse assunto, a EAC está promovendo uma palestra sobre Macrossoma com entrada franca no dia 22 de maio, em sua sede em Porto Alegre, seguida por um curso no final de semana seguinte.

O termo macrossoma vem das palavras do idioma Grego, makrós, “comprido; longo; grande” e soma, “relativo ao corpo” É um termo, empregado pela Conscienciologia e não deve ser confundido com significado dado pela medicina, que seria simplesmente uma pessoa com o corpo muito grande.

O Macrossoma, segundo a Conscienciologia é o corpo físico fora de série, o corpo supermaceteado ou especializado, especialmente configurado com a finalidade de apoiar a execução da programação existencial de uma pessoa. Não deve ser confundido, nesse caso, com um “corpo muito grande” que seria a interpretação literal do termo, dada pela medicina.

A programação existencial é o planejamento que uma consciência faz antes de nascer na dimensão intrafísica e que tem por objetivo direcionar seus esforços para algum fim que tenha caráter assistencial com relação a coletividade e que também, naturalmente, contribuirá para a evolução dessa consciência.

A realização da programação existencial não é uma tarefa simples de ser concluída plenamente. Como a maioria das pessoas não chega nesse ponto, sob a supervisão de consciências muito evoluídas, esquemas são criados na dimensão extrafísica, empregando-se diversos recursos para auxiliar no que for possível à consciência nesse sentido. Um desses recursos é justamente o macrossoma.

O tema macrossoma é relativamente novo, tendo sido apresentado pela primeira vez no livro 700 Experimentos da Conscienciologia, publicado em 1994 pelo médico e paranormal brasileiro Waldo Vieira.

A maior especialista nesse assunto é a diretora da Escola de Autopesquisa da Consciência, Sonia Cerato, que publicou um tratado sobre o assunto em 2012, denominado Macrossomatologia. 

Qual é vantagem de saber-se possuidor de um macrossoma? Suponhamos que o leitor constate por meio de uma série de testes que possui um macrossoma voltado para o parapsiquismo, mais especificamente, relacionado mobilização de energias conscienciais e produção do EV – Estado Vibracional.

Sabendo disso, ele poderá, em primeiro lugar, reperspectivar as práticas bioenergéticas em sua vida. Afinal, se ele nasceu com um corpo especialmente engendrado para facilitar a mobilização de energias e produção de EVs, algum papel de especial relevo isso deve ter em sua vida. Em segundo lugar, sabendo ser possuidor de um macrossoma voltado para a produção de EVs, ele poderá trabalhar especificamente para desenvolver essa habilidade, quem sabe, descobrindo inclusive novas formas de instalação e uso do EV.

Outra possibilidade interessante é que é possível estudar personalidades histórias que tenham uma certa quantidade de dados biográficos disponíveis, de forma a avaliar se elas tinham macrossoma, qual tipo teria sido e como elas usaram esse recurso.

Provavelmente existem dezenas, senão centenas de tipos diferentes de macrossomas, cada qual desenhado para potencializar algumas faculdades humanas ou parapsíquicas específicas. Dentre os diversos tipos possíveis de macrossoma o livro relacionado os seguintes:

  • O Macrossoma Cerebelar;
  • O Macrossoma Hiperlúcido;
  • O Macrossoma Intelectual;
  • O Macrossoma Parapsíquico;
  • O Macrossoma Pararegenerador;
  • O Macrossoma Psicomotos e
  • O Macrossoma Suprarenal.

Referências

Escola de Autopesquisa da Consciência: EAC

Boletim Metaconsciência 11

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Estado Vibracional no Automóvel


Acoplamentos energéticos estão por trás da maioria dos acidentes - Foto Shuets Udono - Wikimedia Commons

Acoplamentos energéticos estão por trás da maioria dos acidentes – Foto Shuets Udono – Wikimedia Commons

O interior de um automóvel é um bom lugar para instalar o-se o Estado Vibracional – EV.

Ambiente Ideal: As características do automóvel convencional, cujo interior é pequeno e fechado são ideais para isolar o praticante das interferências de todos os tipos do meio externoe, dessa forma, facilitar a instalação do EV.

Expansão: A instalação do EV pode ser seguida pela expansão das energias do praticante para todo interior do veículo e até para toda a carroceria do automóvel. Tal procedimento possibilita cortar possíveis acoplamentos energéticos, assim como envolver o automóvel em um campo energético protetor.

Condutor: Quando o praticante for o próprio condutor, ele deve instalar o EV apenas com o automóvel parado. Quando dirigindo no trânsito, normalmente será difícil para o condutor guiar o veículo com segurança e, ao mesmo tempo, fazer a Circulação Fechada de Energias – CFE –  para produzir o EV.  Pessoas normais conseguem fazer apenas uma coisa direito de cada vez. Em outras palavras, instalar o EV dirigindo um veículo pode levar a um acidente por desatenção do motorista.

Exceções: Exceções para o condutor instalar um EV enquanto está conduzindo:

a) Durante um congestionamento quando o trânsito para ou a velocidade é extremamente reduzida.

b) Em situações de perigo iminente, quando o condutor for capaz de instalar o EV rapidamente, sem circular as energias, usando apenas a vontade – aquilo o que chamo de estado vibracional direto.

c) Passageiro: Quando o praticante for um passageiro, ele poderá instalar o EV com o automóvel parado ou quando estiver em movimento.

Discrição: Condutor ou passageiro, o praticante do EV deve executar os procedimentos de forma discreta. Em outras palavras, não deve informar a outras pessoas no interior ou no exterior do veículo o que está fazendo (CFE e EV).

Exceção: Quando as demais pessoas também conhecerem a técnica do EV,  o condutor ou passageiro poderá informar o que está fazendo. Por exemplo, quando vou sair de carro na companhia de minha família, as vezes me concentro alguns instantes para instalar o EV antes de sair com o automóvel. Não preciso explicar aos meus familiares o que estou fazendo. Eles já sabem que estou promovendo um EV.

Repetição: A prática sistemática de realizar o EV no interior do automóvel fará com que seja cada vez mais fácil sua instalação. A intensidade desse EV, com o tempo, pode aumentar.

Anti-Acidente: A prática regular de EV no automóvel é útil para evitar-se acidentes.

Viagens: Durante viagens de automóvel, cada ponto de parada proporciona a chance de instalar-se mais um EV.

Taxi ou coletivo: Ao entrar em um taxi ou coletivo, a instalação do EV trará os mesmos benefícios descritos anteriormente.

Cuidado: A expansão das energias, quando realizada no automóvel, deve ser rápida e acompanhada de pensenes (pensamentos+sentimentos+energias) direcionados para formar um campo de proteção. Estender a duração desse procedimento ou associar outros pensenes a exteriorização pode se inconveniente. Existem consciências extrafísicas energívoras de plantão em toda parte.

Cautela: Pelos mesmos motivos, é recomendável cautela quanto a expansão da energias em coletivos, sejam ônibus, aviões, etc.

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Experimento no Laboratório do Estado Vibracional


Laboratório do Estado Vibracional - CEAEC

Laboratório do Estado Vibracional – CEAEC

Aproveitei o feriado da Semana Santa para ir ao CEAEC – Centro de Altos Estudos da Consciência, em Foz do Iguaçu, onde fiz algumas pesquisas e experimentos.

Cheguei ao Ceaec no dia 27. No dia seguinte, às 15 horas, realizei meu primeiro experimento no Laboratório do Estado Vibracional (foto acima).

Esse laboratório foi o primeiro dos 17 existentes no centro. Eles se distribuem pelo campus do CEAEC formando um grande círculo.

O interior dos laboratórios é parecido. Um amplo espaço interno com paredes, teto e chão branco ou azul claro; uma poltrona de acento único reclinável, uma cama, uma mesa e uma estante com livros, publicações e instruções para os experimento. Fora isso existem os controles de iluminação e do ar condicionado.

Não é o espaço físico ou suas facilidades que diferenciam um laboratório de outro, mas o campo energético existente em seu interior e que sofre modificações direcionadas por uma equipe assistencial extrafísica que atua em conformidade com as necessidades e possibilidades das pessoas que realizam experimentos no laboratório.

Os livros e demais publicações tem por objetivo orientar os novatos, caso eles fiquem sem saber o que fazer. É útil para qualquer experimentador ler os relatos realizados por outras pessoas, descritos em detalhes no Boletins da Conscienciologia e na Revista Conscientia para se ter uma ideia do que pode ser feito e o que se esperar do experimento. Essas publicações com esses relatos estão disponíveis em todos os laboratórios.

A dica básica é: deve-se ficar ligado, atento, a absolutamente tudo o que se pensar, sentir ou perceber desde o momento em que se entra no laboratório para aproveitar ao máximo a experiência. Por esse motivo, levei um pequeno bloco de anotações (sugiro evitar dispositivos eletrônicos como celulares, tablets e notebooks) e caneta para ir registrando, etapa por etapa, tudo o que percebia, evitando assim confiar na memória.

Assim que entro em um laboratório, mentalmente, saúdo a equipe extrafísica e declaro minhas intenções, tomando o cuidado de não assumir uma postura de arrogância, ceticismo ou ansiedade que possa prejudicar o experimento.

Esse laboratório pode ser especialmente interessante para quem ainda está nas fases iniciais de domínio do EV, facilitando sua instalação e percepção do mesmo.

Realizei o experimento dividido em 6 etapas, buscando explorar temas específicos do meu interesse em cada uma delas. Em cada etapa instalei 2 ou mais EVs.

Vou descrever algo que ocorreu na 4 etapa de experimentos. Em dado momento, estando de pé no meio do laboratório, usei a vontade para absorver energia telúrica (ou seja, do solo), pelas plantas dos pés e leva-la para o alto da cabeça, passando por dentro do corpo, até chegar ao corono-chacra. Duas coisas chamaram-me a atenção nesse ponto: a facilidade de absorver essas energias e a sensação de que eram energias sutis, algo incomum para mim em se tratando de energias telúricas.

Estando de olhos fechados, momentos depois de iniciar esse procedimento, surgiu na minha tela mental a imagem de uma série de cúpulas brancas, bem próximas umas das outras, dispostas em duas fileiras paralelas. O espaço entre elas era preenchido por um gramado verde. Entendi que eram os laboratórios dos cursos intermissivos, um local existente na dimensão extrafísica onde consciências preparam-se para suas próximas existências terrenas. A impressão que tive é que essa imagem não era do presente, mas, do meu passado. Ou seja, aquilo era um flash retrocognitivo.

Ao concluir a ultima etapa, agradeci mentalmente a equipe extrafísica, e segui para o próximo laboratório. O experimento nesse laboratório não deve exceder 1 hora e 30 minutos.

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Crescimento Expressivo da Acupuntura no Brasil


Aplicação de Eletroacupuntura - Crédito: Sigismund von Dobschütz

Aplicação de Eletroacupuntura – Crédito: Sigismund von Dobschütz – Wikimedia Commons

A acupuntura (do latim acus – agulha e punctura – colocação) é uma especialidade da medicina tradicional chinesa e, de acordo com a nova terminologia da OMS – Organização Mundial da Saúde, um método de tratamento complementar.

O tratamento acupunterápico consiste no diagnóstico baseado na Medicina Tradicional Chinesa e na aplicação de agulhas em pontos definidos do corpo, chamados de “Pontos de Acupuntura” ou “Acupontos” que se distribuem principalmente sobre linhas chamadas “meridianos” e “canais” a fim de obter-se diferentes efeitos terapêuticos. Os pontos da acupuntura, do shiatsu, da mosha e do do-in são chakras secundários, que têm relação direta com o funcionamento dos órgãos

O raciocínio que se desenvolve na verificação e tratamento dos problemas práticos apresentados nos consultórios é baseado no tao (equilíbrio entre yin e yang), o fluxo de chi (a grosso modo traduzido como energia vital) e xué (a grosso modo traduzido como sangue), zang (traduzido como órgão por inexistência de palavra adequada) e fu (literalmente oco, mas geralmente traduzido como víscera).

A prática da acupuntura chegou ao Brasil em 1908 pelas mãos dos imigrantes japoneses, todavia permaneceu em âmbito familiar e local (nas colônias japonesas) até meados da década de 80, quando ainda era foco de preconceito, apontada ao lado de casos de charlatanismo e esoterismo.

À medida que ganhou usuários, a acupuntura passou a ter sua eficácia reconhecida pela opinião pública em geral e por diversos conselhos profissionais da área de saúde, sendo o primeiro deles o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapias Ocupacionais, em 1985, e o mais recente o de Medicina, em 1995.

Em duas décadas, os atendimentos com acupuntura praticamente quintuplicaram na rede pública de saúde do Distrito Federal. Em 1991, foram feitos cerca de 4800 atendimentos. Em 2011 esse número elevou-se para 23.300. Hoje, essa a Secretaria de Saúde conta com 16 especialistas nesse tratamento que é oferecido em  12 unidades do Distrito Federal.

Mas, foi no estado de São Paulo que a quantidade de aplicações de acupuntura em pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) teve o crescimento mais espetacular, atingindo 567% de 2007 a 2011. Em 2011 houve 264,4 mil aplicações da técnica nos serviços públicos do estado, ante 39,6 mil em 2007.

Alguns dos fatores apontados para esse crescimento são o custo das sessões que não é tão elevado em relação, por exemplo, a alguns medicamentos de alto custo para dor crônica e os poucos efeitos colaterais. A acupuntura acaba sendo uma técnica segura, eficaz e de custo relativamente baixo.

A eficácia da  acupuntura tem bastante respaldo na literatura médica para o tratamento da dor, vômito, distúrbios do sono (insônia) e da ansiedade, lombalgias, hérnias de disco, enxaquecas, artrites, dormência de pés e mãos.

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Anti-Tenepes


EV5

Tenepes é um neologismo criado por Waldo Vieira para designar a tarefa energética pessoal, que, segundo o próprio, pode ser definida como “a transmissão de energia consciencial (EC), assistencial, individual, programada com horário diário, da consciência humana, auxiliada por amparador ou amparadores, no estado da vigília física ordinária, diretamente para consciências extrafísicas carentes ou enfermas, intangíveis e invisíveis à visão humana comum, ou consciências projetadas, ou não, próximas ou a distância, também carentes ou enfermas” .

A prática da tenepes normalmente se dá no escuro. O tenepecista se isola em um local sem interferências externas, tal como uma sala e um quarto e, após um trabalho preparatório que envolve, dentre outros procedimentos, a instalação de um estado vibracional profilático, promove a irradiação de intensos fluxos de energias conscienciais. Esses fluxos são direcionados para consciências extrafísicas ou projetadas que são levadas ao local por amparadores ou para consciências intrafísicas localizadas a distância.

A tenepes é praticada de forma discreta e anônima. Geralmente, apenas poucas pessoas, íntimas do tenepecista, tem conhecimento sobre essa sua atividade.

A anti-tenepes, termo que captei na dimensão extrafisica, é uma prática equivocada da tenepes. Conforme preceitua Vieira, o praticante da tenepes deve ser um observador alerta, atuando em sintonia com a equipe extrafísica, responsável pela coordenação do processo assistencial. Assim, a anti-tenepes ocorre quando o tenepecista direciona suas energias com objetivo de supostamente assistir a uma consciência, mas, sem a anuência da equipe de amparadores e, ao mesmo tempo, modulando suas emissões de energia objetivando mudar algum aspecto do comportamento da consciência alvo que ele erroneamente, devido a falta de discernimento, julga ser incorreto, inapropriado, errado.

Quando o tenepecista direciona suas energias, ele não deve lhes dar um padrão definido, mas antes, deve desejar que as transmissões energéticas ajudem a consciência assistida, seja ela intrafísica ou extrafísica, da melhor forma possível. Como Vieira resumia: “Que aconteça o melhor para você, seja lá o que for”. Em outras palavras, para ser bem claro, o tenepecista não pode pensar (e portanto modular suas energias) assim: “Fulano, “isso” que você está fazendo não está certo…. faça “essa outra coisa” agora…”

Ao atuar dessa forma, parcial, no intuito de impor algo, o teor das energias do tenepecista provavelmente causará uma grande perturbação na consciência alvo. Estará então o tenepecista atuando como um assediador dessa consciência.

Exemplificando, a muitos anos, uma colega pela qual eu nutria toda a consideração, foi levada a crer por uma terceira pessoa que eu estava desequilibrado, assediado e desviado dos elevados propósitos da instituição onde ambos atuávamos como colaboradores. Assim pensando, sem discernir, ela resolveu  “colocar-me em sua tenepes” para “dar um jeito” em minha pessoa que, com base nas desinformações que recebera, devia estar completamente desequilibrado e assediado. O resultado disso para mim foi uma noite mal dormida e uma sensação de mal estar geral ao despertar.

Nessa mesma noite, contudo, veio o esclarecimento. Em uma projeção consciente, enquanto deslocava-me pelos espaços extrafísicos da instituição, sentia aquele mal estar e questionava-me qual seria a causa daquilo. Então, amparadores ali presentes direcionaram para mim uma palavra a fim de esclarecer-me: “anti-tenepes…

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Instalação do EV e a Mesologia


Estado Vibracional

A instalação do EV – Estado Vibracional – pode ser fácil e rápida ou difícil e demorada com uma grande variedade de níveis intermediários entre esses dois extremos.

O ambiente intrafísico, por si só, pode facilitar ou dificultar a instalação do EV conforme as condições mesológicas vigentes. Mesologia (o termo tem o mesmo sentido de ecologia) são os fatores ambientais, naturais ou não.

Dessa forma, a temperatura muito alta, o excesso ou a falta de umidade, ruídos muito elevados, como os que ocorrem em certos pontos dos centros urbanos e a falta de ar existente em regiões de grande altitude são fatores que podem afetar as condições fisiológicas e, por conseguinte, prejudicar a instalação do EV. Por outro lado, condições mesológicas favoráveis certamente vão favorecer o EV.

Existe também a influência das energias extrafísicas presentes no local onde o praticante deseja instalar o EV e que muitas vezes não são evidentes, mas, que acabam atuando como fatores mesológicos.

As energias imanentes do local, ou seja, as energias naturais produzidas e mantidas pela geologia, pela vegetação, pelas águas e correntes de ar são fatores a ser considerados. Normalmente, as energias presentes na natureza são neutras ou positivas para as consciências intrafísicas. Contudo, pode acontecer de as mesmas serem adversas a elas. Nesse caso, a instalação do EV será mais difícil.

Somadas as energias imanentes ou mesmo modulando-as, estarão as energias gravitantes existentes em torno de objetos e construções (ou os restos de ambos) e a presença de consciências extrafísicas no local.

As energias gravitantes encontram-se ao redor das pessoas, em seus campos energéticos pessoais (holosfera) e, quando essas pessoas permanecem muito tempo em um local, ficam impregnadas em paredes, tetos, no chão ou em objetos ali existentes, formando um campo ou holopensene do local. Quanto mais tempo o local for ocupado e um determinado padrão de comportamentos, pensamentos, sentimentos e emoções repetirem-se ali, mais intenso, durável e perceptível será esse holopensene formado pelas energias gravitantes. O holopensene de um local pode ser positivo, neutro ou negativo. Por exemplo, um local onde existiu uma escola terá um padrão energético de energias gravitantes bem diferente de outro onde existiu uma prisão.

Assim, quanto mais densas e moldadas com sentimentos e emoções ruins, mais consciências extrafísicas doentias serão atraídas pelo campo de energias gravitantes, contribuindo para piorar o ambiente. Nessas circunstâncias, instalar o EV nesse local será mais difícil.

Independemente do padrão de energias gravitantes do local, a presença de consciências extrafísicas equilibradas, amparadores, facilita a instalação do EV e, a presença de consciências extrafísicas doentias, assediadoras, dificulta sua instalação.

Por fim, a presença de outras pessoas no local, consciências intrafísicas que também interferem na dinâmica energética do ambiente, também afetam o EV, facilitando-o ou dificultando-o conforme o tipo de pensenes (pensamentos, sentimentos e energias) que produzem e se os mesmos são direcionados por elas contra ou a favor do praticante do EV.

Essas observações são válidas para todos. Para o veterano em práticas bioenergéticas, contudo, nenhuma condição do ambiente deverá ser tão adversa que ele não consiga instalar um EV ainda que lhe custe um esforço maior. Na realidade, são justamente nessas circunstâncias que o EV é mais necessário, seja como autodefesa do praticante, seja para higienizar o próprio ambiente ao seu redor, tanto para ele como para outras consciências.

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Possibilidades Terapêuticas do QiGong


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Escrito por: Daniel Luz acupunturista e instrutor de t’ai chi ch’uan.

Publicado por: Lin Chi

A sociedade brasileira tem demonstrado constante crescimento do interesse por serviços “alternativos” ou “holísticos” de atenção à saúde. É um viés que vem desde os anos 70, quando chegou por aqui o movimento de contracultura, que explodiu nos anos 60 na Europa e nos EUA.

Atualmente vivemos uma dupla crise: Na saúde, porquanto as políticas empresariais dos grandes laboratórios internacionais não contemplam, por exemplo, a busca de soluções para doenças tropicais – o que faz de endemias como a malária um mal anacrônico – e, embora não haja crise no modelo de produção de tecnologias, estas são cada vez mais caras e atendem a poucos privilegiados. Além disso, a economia global passa por grave crise, em que diversas populações (Grécia, Portugal) vêem seus direitos à saúde seqüestrados em nome de “políticas de austeridade” que visam defender os interesses do capital financeiro internacional. Com a deterioração das condições de emprego, trabalho e habitação, caem os indicadores de saúde das populações afetadas.

Esses dados somam-se à crise na medicina, com a percepção generalizada de que os medicamentos “consertam um lado e estragam o outro” (iatrogenia), o desgaste da relação médico-paciente e a falência do serviço público de saúde, com médicos assoberbados, mal-pagos e de formação precária, e criam forte demanda social por novas formas de cuidado.

Dentre as terapias mais procuradas estão as que pertencem à racionalidade médica chinesa: acupuntura, shiatsu, fitoterapia chinesa e práticas chinesas para a saúde, com destaque para o t’ai chi ch’uan.

Mais recentemente, começa a ganhar força a prática de “tch’i k’ung” (qigong)., frequentemente assemelhado a uma “yoga chinesa”. Significando literalmente “trabalho do sopro vital”, esse termo cunhado em 1949 abrange um conjunto heterogêneo de práticas de saúde, arte marcial e meditação.

As formas de tch’i k’ung para a saúde são incontáveis, indo desde exercícios para fortalecer o corpo de modo geral até práticas altamente específicas como “tch’i k’ung para a vista cansada”. Na China a arte de tratar os outros com tch’i k’ung se chama “waiqi liaofa”, significando “método de tratamento pela emissão do tch’i”, onde é uma especialização da faculdade de medicina chinesa. Em 1987 Walter Moreira Salles a apresentou ao Brasil no documentário “China, Império do Centro”.

Nessa modalidade, o terapeuta gesticula em direção ao paciente, emitindo o tch’i pelas mãos e estimulando os pontos e canais no corpo do outro. Restaurando o livre fluxo do tch’i, muito rapidamente obtém-se o alívio da dor e a liberação do movimento, entre outros efeitos terapêuticos.

Somando esse conhecimento às estratégias terapêuticas da acupuntura japonesa de Nagano, desenvolvi ao longo de cinco anos de estudo cotidiano e teste na clínica o “Alinhamento Vital”, uma forma de tch’i k’ung terapêutico indicado para pessoas com dores ou sintomas de desconforto e disfunção, crônicos ou agudos, tais como dores localizadas, dores de cabeça, náuseas, desconforto digestivo e azia, fadiga, dificuldade para movimentar partes do corpo (para flexionar as pernas, erguer os braços, torcicolos) etc, especialmente quando tais sintomas se devem ao bloqueio do tch’i.

O Alinhamento Vital é um tratamento muito rápido, não-invasivo, indolor e sem efeitos colaterais, respaldado por mais de dois mil anos de clínica médica. É uma contribuição relevante para a saúde pública, que alia custo operacional ínfimo a alta resolutividade.

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Kirliangrafia e Bioenergias


Fotografia Kirlian

Fotografia Kirlian produzida em 1980 – Fonte: Wikimedia Commons

Noutro dia assistia a uma Tertúlia Conscienciológica quando alguém mencionou a possibilidade de usar-se a máquina kirlian para verificar o estado das bionergerias de uma pessoa. Ninguém se manifestou. Fiquei incomodado com isso e resolvi escrever esse post aproveitando parte de um material que escrevi há 10 anos.

A descoberta do “Efeito Kirlian” deu-se casualmente em 1939 por Semyon Davidovich Kirlian, um eletricista da cidade de Krasnodar, sul da Rússia, quando observou a presença de um minúsculo lampejo de luz entre os eletrodos e sua pele quando submetido, em um instituto de pesquisas nessa cidade, a um tratatamento de massagem por meio de eletroterapia de alta frequência.

Conforme Kirlian descobriria mais tarde, o efeito já havia sido observado anteriormente. Já em 1777, o físico Georg Christoph Lichtenberg descreveu as marcas deixadas pelas faíscas no pó de um placa transparente. A partir de 1851, essas “figuras de Lichtenberg” eram fixadas por daguerreotipia, a primeira forma de fotografia. Em 1890 o engenheiro russo Yakov Narkevich-Todko constatou a ocorrência do fenômeno, mas, como outros, desprezou-o como uma mera curiosidade.

Apesar disso, Kirlian intuíra que devia haver algo mais ali do que um belo efeito luminoso. Assim, movido pela curiosidade, auxiliado por sua esposa, Kirlian passou a fazer experiências no sentido de registrar fotograficamente aquele efeito. Empregando equipamentos que ele mesmo passou a construir, e que acabaram por gerar diversas patentes, passou a obter surpreendentes imagens.

Em essência, a Máquina Kirlian, como passaria a ser conhecida, é um artefato bem simples: Um oscilador produz um sinal de alta-tensão a uma frequência de 75 a 200 KHz que energiza um eletrodo conectado a uma chapa de vidro sobre a qual coloca-se um filme fotográfico. Qualquer objeto que tocar o filme provoca o surgimento de um centelhamento que fica registrado no filme. Para evitar-se que o filme seja velado, deve-se executar o experimento no escuro.

A luminosidade  fotografada pela máquina Kirlian surge a partir da ionização das moléculas de ar por um campo elétrico de alta tensão. Essa ionização provoca uma reordenação espontânea dos elétrons das moléculas do ar com a emissão de radiação eletromagnética que pode ser percebida como luz visível e impressionar uma placa fotográfica. Os efeitos obtidos, em certos casos, são visualmente muito belos: Milhões de luzes faiscantes como joias dispostas em padrões multicoloridos pela superfície e ao redor do objeto fotografado.

Animado com os resultados, o Kirlian submeteu todo o tipo de objetos a máquina, da mão humana a folhas de plantas, moedas e outros objetos. Notou então que alguns objetos como a mão e folhas de plantas novas apresentavam padrões luminosos e bem definidos, assim como folhas secas quase não apresentavam luminosidade e objetos como moedas apresentavam padrões regulares. Dessa forma, Kirlian deduziu que as coisas vivas apresentavam sinais de sua vitalidade na forma de luzes e padrões que não se encontravam noutros objetos, mortos ou inorgânicos.

As pesquisas do casal Kirlian prosseguiram e, em 1962 a revista Unión Soviética No 145, publicou um artigo divulgando publicamente, pela primeira vez, o trabalho dos Kirlian.

Em 1968, os cientistas Inyushin, Grischenko, Vorobev, Shouiski, Federova e Gibadulin publicaram, na Universidade do Casaquistão, um trabalho entitulado “A Essência Biológica do Efeito Kirlian” , Nesse trabalho, os autores postulavam que as pesquisas levavam a crer na existência de um “corpo de plasma biológico”, transcendente ao corpo físico.

Foi somente em 1970, contudo, com a publicação do best seller Psychic Discoveries Behind the Iron Curtain – Experiências Psíquicas Além da Cortina de Ferro – pela jornalistas americanas Sheila Ostranger e Lynn Schroeder, que público em geral tomou conhecimento dos experimentos com a Máquina Kirlian. Esse livro teve grande repercursão junto a comunidade de pesquisadores da parapsicologia, naquela época, reconhecida oficialmente como ciência. De forma bastante entusiástica, as autoras descreveram aquilo o que definiram como a fotografia da aura das pessoas, suscitando enorme curiosidade tanto de pesquisadores quanto do público em geral.

Motivados por essas informações, em junho do mesmo ano, pesquisadores brasileiros do IBPP – Instituto de Pesquisas Psicobiofísicas – foram os primeiros a reproduzirem o efeito Kirlian fora da União Soviética. Embora o IBPP ainda estivesse na fase inicial de suas pesquisas, seu feito acabou sendo casualmente divulgado, o que provocou, na época, grande repercursão internacional. Em diversos países pesquisadores e pessoas comuns passaram a produzir suas próprias máquinas e experiências.

Ao longo da década de 70, com a crescente divulgação do assunto, passou a ser possível para qualquer pessoa, nos Estados Unidos da América, adquirir sua máquina Kirlian “industrializada”. O mesmo ocorreria em nosso país a partir da década de 80. No Brasil, após encerrar suas pesquisas em torno desse tema, o IBPP divulgou o projeto de sua Máquina Kirlian que foi reproduzido por inúmeros pesquisadores e curiosos. Eu mesmo, modifiquei o projeto e elaborei minha própria versão do equipamento pois, naquela ocasião, eu era técnico em eletrônica por profissão.

Dentre outras possibilidades, os defensores da Kirliangrafia afirmavam o seguinte a seu respeito dessa técnica fotográfica:

(a) Que as “auras” fotografadas variam previsivelmente com os estados fisiológicos e psicológicos;

(b) Que possibilitam saber se duas pessoas são “compatíveis” ou não;

(c) Que a “aura” de um objeto vivo permanece intacta mesmo que lhe falte seja retirado um pedaço (efeito fantasma) e

(d) Que tem importância transcendental com ferramenta de diagnóstico médico.

Infelizmente, todas essas afirmações e outras parecidas, foram desmentidas por pesquisadores de todo mundo, começando pelos do IBPP. Anos mais tarde, em 1986 entrevistei um dos pesquisadores dessa instituição, Hernani Guimarães Andrade e coletei detalhes sobre os resultados de suas pesquisas.

As pesquisas realizadas com todo o rigor científico demonstraram que inúmeros fatores ambientais como a temperatura e umidade do ar, fisiológicos (umidade nas mãos, intensidade da pressão do dedo/mão sobre a chapa fotográfica, o fato da pessoa estar descalça ou não) e físicos (tempos de exposição, tempo de revelação, frequência e intensidade do campo elétrico, dentre outros) foram os responsáveis pela maior parte das variações dos halos luminosos fotografados. Telma Moss, em seu livro O Corpo Elétrico, relata com detalhes sua luta contra essas dificuldades em obter resultados confiáveis com a Kirliangrafia.

A conclusão que todos os pesquisadores sérios chegaram é que não havia a necessidade de invocar-se fenômenos parapsíquicos para explicar os resultados e não havia evidência de que as condições psíquicas afetassem os modelos de halo.

Apenas como curiosidade, o famoso “efeito fantasma” onde a folha de uma planta nova exibia a “contraparte extrafísica” no local onde um pedaço fora cortado, nunca pode ser reproduzido quando todas as condições eram controladas. Era possível sim, criar falsos fantasmas ao fotografar-se a folha inteira e, depois, retirar um pedaço e depositá-la exatamente na mesma posição em que estava antes. Nessas circunstâncias, a umidade, óleos, bactérias e outros contaminantes residuais da folha inteira ainda existentes na base de vidro sensibilizam o filme fotográfico fazendo surgir um falso fantasma.

Assim, transcorridas seis décadas desde a sua divulgação pública, não se encontrou sequer uma aplicação demonstrável de diagnóstico médico válido baseado na Kirliangrafia, muito menos outras aplicações como avaliação emocional ou “efeito fantasma”. Por esse motivo, não mais se encontram hoje referências a Kirliangrafia, mesmo em publicações espiritualistas.

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Um pouco de Tai chi chuan


O Tai chi chuan tem sua origem na China, sendo atualmente praticado em todo o mundo. Com frequência, o Tai chi chuan é descrito como uma arte marcial. No ocidente, costuma-se classificá-lo como calistenia de baixo impacto. Mas o Tai chi é mais do que isso. Em sua essência, além da prática dos movimentos físicos, ele tem como objetivo o equilíbrio da mente e das energias pessoais. Mente, energia e corpo se complementam na forma de uma filosofia de vida.

Em muitos locais, no Brasil e no exterior, esse tríplice aspecto é esquecido e o Tai Chi é ensinado apenas como exercícios físicos, perdendo esses componentes essenciais que lhe conferem a possibilidade de melhorar a qualidade de vida de forma multidimensional.

Historicamente, a origem do Tai Chi remonta a Chen Wangting, um general chinês do século XVI que deixou os registros mais antigos sobre a sua prática. Acredita-se contudo que sua origem seja mais antiga, tendo surgido pelas mãos do taoista Chang San Feng que teria vivido entre os séculos X e XIII (não se sabe ao certo).

Segundo relata o autor e espiritualista Wagner Borges, durante uma projeção consciente, ele encontrou-se com a consciência que teria criado o Tai chi e essa relatou-lhe que tudo começou quando ele prestava esclarecimentos a céu aberto sobre as energias para seus seguidores. O chi (a energia) estava em toda a parte, nas águas, nas árvores, nas rochas…. A medida que ele citava cada um desses pontos onde estaria o chi, ele apontava de forma rápida e vigorosa com o braço (a fim de chamar a atenção da audiência) na direção onde se encontrava uma árvore, um riacho, uma formação rochosa próximas. Então, foi a partir desse ponto que ele intuiu que poderia transformar esse movimentos em algo mais.

Seja quem for o autor original do Tai chi (hoje são reconhecidos cinco estilos diferentes), seus criadores basearam-se na observação da natureza, no comportamento dos animais e nos princípios e interações entre os diversos elementos naturais.

Tive a sorte de praticar Tai chi chuan com um mestre chinês muito experiente que migrou para o Brasil a muito anos e posso afirmar que a mobilização das energias é uma constante, antes, durante e após a prática dos movimentos. Mestre Wang, volta e meia testava nossa sensibilidade e domínio energético de várias maneiras.

Para concluir, sugiro que assistam o vídeo acima com algumas explicações do terapeuta Marcus Evandro um especialista em Tai chi chuan.

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Procedimentos de Autodefesa Energética


Woman Meditating on Beach in Peace

Autodefesa é o ato de defender a si mesmo. Existem vários tipos de autodefesa: verbal, pessoal, energética.

Sistema energético. Todas as consciências possuem centros energéticos por onde absorvem e exteriorizam energia o tempo todo. São os chacras de diversos tipos que se distribuem pelo corpo físico-energossoma-pisicossoma. Também temos canais internos por onde as energias fluem de uma parte para outra nessa estrutura corporal.

O porquê da autodefesa energética. Tudo o que acontece conosco está relacionado com as energias que nos circunvolvem. Essas energias podem estar ao nosso favor ou contra nós. Podem nos ajudar, fazer-nos bem ou nos atrapalhar, fazer-nos mal. É para esses casos, quando as energias nos são adversas, é que precisamos de autodefesa energética.

Origem das Energias Adversas. Energias adversas podem ter várias origens: Outras pessoas, consciências intrafísicas como nós, consciências extrafísicas e do próprio ambiente em que estamos, podendo ser, nesse caso, energias conscienciais gravitantes (acumuladas com o tempo) ou, mais raramente, energias da natureza (da plantas, do solo).

Irradiação e Captação. Podemos irradiar energias positivas ou negativas sob o ponto de vista do efeito que provocam em outras consciências. Da mesma forma podemos captar energias de um tipo ou de outro. Isso ocorre naturalmente, sem que premeditemos, mas pode ocorrer com conhecimento de causa, ou seja, sabendo exatamente o que estamos fazendo.

Rotina. Não precisamos fazer nada especial para sermos molestados por energias adversas. Temos vários exemplos no próprio dia a dia: Nos problemas enfrentados no trânsito, na forma como falamos com outras pessoas, ao atender pessoas no ambiente de trabalho ou em disputas com colegas nesse local, nos relacionamentos familiares e conjugais.

Assistência. Quando praticamos assistência de qualquer tipo, é muito comum sermos alvos de ataques energéticos originários de consciências intrafísicas e/ou extrafísicas, conforme o caso. Quanto mais a assistência “incomoda” os interesses de outras consciências, maior e mais duradouro é o ataque.

Ausência de Autodefesa Energética. Toda pessoa tem certa resistência a ataques energéticos. Não obstante, geralmente, a ausência de um sistema de autodefesa leva a consciência a sucumbir ao ataque, assimilando a carga negativa e sofrendo, com isso, desde desequilíbrios emocionais até a somatização de doenças ou mesmo configurando-se em acidentes físicos.

Construindo a Autodefesa Energética. Podemos construir a autodefesa empregando os seguintes procedimentos.

Equilíbrio do Padrão de Pensamentos e Emoções: Nossas energias pessoais dependem do que pensamos e sentimos. Logo, a manutenção de um padrão de pensamentos e sentimentos equilibrados, positivos, não pensando mal de ninguém nem de coisa alguma é a medida mais simples e eficaz para promover a autodefesa energética. Esse, infelizmente, não é o padrão da maioria da humanidade. De fato, a maioria das pessoas, embora concordem com isso, acham muito difícil manter essa prática mental no dia a dia. Então, paradoxalmente, essa é o procedimento mais simples mas também o mais difícil de se fazer. Com a manutenção de um padrão de pensamentos e sentimentos equilibrados, não haverá sintonia com as energias extrafísicas adversas. Elas poderão nos atingir, mas seu poder de atuação será minimizado.

Mobilização de Energias: Estando em um ambiente ou situação energeticamente ruim ou diante de um ataque energético podemos mobilizar nossas energias conscienciais para repelir essas energias. Algumas práticas muito antigas envolvem o uso de mantras ou a prática de orações, ambas com resultados variados. Mais recentemente, emprega-se o uso da vontade para mobilizar as próprias energias e instalar um EV – Estado Vibracional e, conforme o caso, a exteriorização de energias.

Autoblindagem Energética: A autoblindagem energética é a instalação temporária de um campo energético ao redor do corpo, pelo uso da vontade e da mobilização de energias que isola a pessoa de acoplamentos e ataques energéticos.

Blindagem Energética do Ambiente: A irradiação de energias conscienciais para um ambiente que pode ser um cômodo da residência (ou toda ela), para o escritório onde se trabalha, ou ainda outros locais. No caso de um ambiente fechado, a irradiação é feita sistematicamente (durante dias ou semanas) para as paredes, chão e teto, de forma a constituírem uma blindagem extrafísica interprenetrada a construção física. Depois é preciso repetir a exteriorização periodicamente para mantê-la.

Evocações: Podemos apelar para a evocação amparadores extrafísicos em situações de ataques ou adversidade energética para que nos auxiliem. Esse é um procedimento muito antigo também, onde as pessoas apelam para a intervenção divina ou para a proteção de entidades adoradas pela sua religião. Contudo, transferir a responsabilidade de nossa autodefesa para outras consciências não é atitude de uma consciência madura. Tal procedimento só deveria ser usado quando esgotássemos as possibilidades de resolvermos a questão sozinhos.

 

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