Imaginação e Estado Vibracional


Crédito: Fotolia

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Muitas pessoas que estão iniciando a prática do Estado Vibracional – EV – tem a mesma ideia: tentam usar a imaginação para instalá-lo. E não conseguem. Porquê isso acontece? Qual é a diferença entre imaginar a circulação das energias e circulá-las de fato? Afinal de contas, pode-se instalar o EV apenas com a imaginação ou não?

Essas questões serão respondidas nesse Post.

Muitas técnicas de manipulação das energias conscienciais apelam para a imaginação. Indicam com frequência que a pessoa, para obter certo efeito energético, imagine algo e que associe uma cor a isso: azul, branco, violeta. Naturalmente, o mesmo tipo de procedimento poderia ser feito para mobilizar as energias conscienciais no sentido de absorver, exteriorizar e circular as energias, nesse último caso, inclusive para promover o EV.

O uso da imaginação, de fato mobiliza as energias conscienciais. Como prova, podemos nos basear no que ocorre conosco na dimensão extrafísica, durante uma EFC – Experiência Fora do Corpo. Quando projetados com lucidez, percebemos que muitas vezes, o simples ato de pensarmos em algo faz com que objetos surjam do nada na dimensão extrafísica. Um exemplo típico é quanto as vestimentas que usamos. Se nos vemos projetados sem roupa, um rápido pensamento é suficiente para plasmar o pijama com o qual dormimos ou qualquer outra roupa. A matéria extrafísica aglutina-se imediatamente ao redor do nosso psicossoma e ela aparece, ou, talvez, o próprio psicossoma mude sua estrutura, passando a exibir as vestimentas. Eu já fiz isso várias vezes, logo, posso afirmar que é assim que acontece.

Sempre que imaginamos algo, fazemos isso com base em pensenes (pensamentos+sentimentos+energias). Nossos pensenes não tem força para atuar diretamente na matéria física (pelo menos não normalmente) mas tem força para atuar na matéria e na energia extrafísica. Toda imaginação está associada a pensenes, a um desejo, a uma vontade. Então a imaginação mobiliza energia extrafísica, mais especificamente, as energias conscienciais.

Então quando alguém sugere: imagine uma bola de energia branca no seu coronochacra, o que acontece? A energia se manifesta, se concentra, aparece mais ali e pode até assumir uma coloração branca em obediência a vontade da pessoa.

Agora vamos ao aspecto fundamental dessa questão. Quanta energia vai se manifestar ali nesse chacra? Bem, na maioria das vezes, bem pouca. Isso ocorre devido ao fato que, normalmente, nós não associamos a vontade com a imaginação. A imaginação é fraca, descontinua, inconsistente, descuidada. Assim serão as energias mobilizadas pelo da imaginação: fracas, descontínuas, inconsistentes.

O que ocorre se, associarmos a imaginação nossa vontade, a atenção focalizada? A quantidade de energia mobilizada aumentará. E se a pessoa já tiver habilidade em mobilizar suas energias? Será mais intensa ainda pois, essa pessoa sabe como usar sua vontade para “deslocar” as energias. Quando imaginamos a energia branca no chacra, não precisamos fazer força. Quando usamos a vontade para fazer o mesmo, sentimos que algo tangível pelo nosso parapsiquismo (as energias extrafísicas), precisa ser mexido, empurrado, descolado e existe uma inércia, uma resistência que precisa ser vencida para que isso efetivamente aconteça.

Comparando então, de uma forma grosseira a efetividade da vontade com o uso da imaginação, não seria impróprio dizer que com a imaginação mobilizamos apenas 5 ou 10% das energias conscienciais mobilizadas pelo uso da vontade corretamente direcionada.

Fica claro, portanto, porque usar a imaginação não fará um iniciante, sem experiência em mobilizar energias, atingir o EV. Ele estará mobililizando apenas 5 a 10% da energia necessária para isso.

Existem exceções? É possível de alguma maneira instalar o EV só imaginando as energias circularem, sem usar a vontade e a atenção concentrada. Refletindo sobre isso, enquanto viaja de trem, realizei o seguinte experimento. Estava sentado num coche ao lado de minha esposa. Haviam apenas 11 pessoas mais no vagão, todas sentadas a alguma distância. Instalei primeiramente dois EVs da forma convencional. Depois, usando apenas a imaginação, circulei as energias dos pés a cabeça, com o mínimo de esforço mental. Em alguns segundos, instalei um EV.

Tirei então as seguintes conclusões sobre esse experimento.

É possível instalar um EV usando apenas a imaginação, desde que nossos energodutos  (as vias energéticas que passam por dentro de seu energossoma) estejam desobstruídos pela realização de alguns EVs prévios e que a pressão holopensênica contrária seja pequena (poucas pessoas ou consciências por perto e sem interferências extrafísicas).

Também percebi que é difícil para quem já habitualmente circula suas energias para promover o EV, separar o que é simples imaginação do que é mobilização pela vontade. Em outras palavras, o treino, a contínua repetição gera a criação de sinápses e parasinápses (no paracérebro do psicossoma). É como se sua “sua imaginação ficasse mais forte” .

Outra coisa que percebi foi que quanto mais vezes você faz EV num mesmo local, com curtos intervalos de tempo, desde que não haja forte pressão holopensênica contrária, mais fácil fica instalar novos EVs ali.

Concluindo, respondendo a questão inicial, é possível instalar um EV somente usando a imaginação?  A resposta é: Sim, desde que a pessoa já domine a técnica de instalar o EV.

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Estado Vibracional nas Práticas Espíritas


Passe Enegético

Passe Energético

O Estado Vibracional ou EV é aplicação técnica da movimentação intensa de energias por todo o energossoma – o corpo energético – objetivando autodefesa, para-assepsia, expansão das parapercepções e a assistência interconsciencial.

O espiritismo é uma doutrina filosófico-religiosa criada pelo Francês Alan Kardec (pseudônimo) em 1857 e que teve no Brasil seu maior desenvolvimento.

Dentre as inúmeras práticas espíritas estão o passe – irradiações de energias conscienciais assistenciais – e o emprego da mediunidade em suas diversas formas de manifestação para prestar-se assistência, seja na forma de comunicações, seja na forma cura energética ou outras mais.

Via de regra, os colaboradores espíritas passam por um treinamento para desempenharem essas atividades nas próprias instituições espíritas. Até   onde sei, esse treinamento é superficial no que diz respeito a natureza e mobilização das energias conscienciais ou bioenergias.

Muitos espíritas que conheci comentaram que tem certa dificuldade, as vezes muita, em liberar-se das energias que captam durante os trabalhos de passe e atividades mediúnicas. Levam para casa, por assim dizer, rebarbas energéticas que levam horas, as vezes dias para serem dissipadas.

A prática do estado vibracional pode, nesses casos, contribuir de forma decisiva para a liberação ou desassimilação simpática – Desassim -dessas energias.

Há muitos anos, uma aluna dos cursos do IIPC Brasília que trabalhava como médium em um centro espírita já havia afirmado para mim que a melhor coisa que ela conseguira com a Projeciologia, foi a técnica do Estado Vibracional que ela aplicava após suas práticas mediúnicas.

Recentemente, um amigo espírita que também médium, contou-me que, ao promover o estado vibracional entre uma incorporação e outra durante suas atividades mediúnicas na instituição em que atua, a desassimilação das energias das consciências assistidas ocorre de forma muito mais rápida.

Normalmente, os recursos disponíveis para promover essa desassimilação são a prece e o apelo para os amparadores espirituais.

Acredito, portanto, que o EV, uma prática energética simples e que pode ser aplicada por qualquer pessoa, independente de suas convicções filosóficas ou religiosas, poderá ser usada no futuro, antes, durante e depois de todas atividades mediúnicas realizadas nos centros espíritas, assim como em outras instituições espiritualistas, com grande benefício para seus praticantes.

Você leitor é espírita? Que achas disso?

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Autodefesa contra Assédio Extrafísico


vector abstract meditation yoga

 

Esse post foi motivado pela seguinte questão, publicada em uma lista de discussão na Internet da qual participo.

“Deixando de lado, quaisquer métodos místicos, como fazer para se defender de uma obsessão/assédio espiritual ? Quando se sente que está sendo assediado sem conseguir se libertar da influência espiritual que se torna forte, deve-se deixar rolar até o suposto espirito assediador de alimentar de suas energias vitais, ou deve-se lutar contra esse assédio até a consciência extrafísica sair fora?”

Pois bem. Existem três procedimentos básicos que podem ser empregados quando a pessoa sabe que está sob intenso assédio/obsessão espiritual:

1 – Instalar vários EVs, o tanto de vezes que for necessário, até que o assédio termine. EV ou Estado Vibracional – é uma técnica de mobilização de suas próprias energias conscienciais e é o procedimento mais adequado para esses casos.

2 – Além de instalar os EVs deve-se mudar imediatamente o padrão de pensamentos, sentimentos e energias. Parar com qualquer tipo de pensamento, sentimento ou emoção negativa, destrutiva, culposa (autoculpas), etc, quanto a si próprio e quanto a qualquer outra consciência, intrafísica ou extrafísica, ou grupos de consciências ou ainda a instituições.

3 – Por fim, se necessário, pode-se ainda apelar para amparadores extrafísicos, invocando-os mentalmente para que venham em seu auxílio.

O EV é apropriado para afastar consciências extrafísicas mais “pesadas” que fazem assédio acoplando-se as energias do energossoma do assediado. Existem, contudo, consciências assediadoras que atuam a distância, emitindo pensamento, sentimentos e energias longe do assediado. Para esses casos, o EV pode não ser efetivo e, nesse caso, a mudança do padrão de pensamentos ajudará.

A pessoa que se ver em uma situação de assédio intenso e não conseguir, por si s, superar o assédio extrafísico, não pode ficar “marcando passo”. Deve procurar auxílio imediato junto a pessoas que possam auxiliá-la a superar esse assédio, que terão que possuir expertise em mobilização de energias com finalidade assistencial.

Quanto mais tempo durar um assédio, mais difícil será removê-lo.

Os mesmos procedimentos acima também valem para os assédios promovidos por consciências intrafísicas.

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Macrossoma


Estado Vibracional

Importante: Para quem desejar aprofundar-se nesse assunto, a EAC está promovendo uma palestra sobre Macrossoma com entrada franca no dia 22 de maio, em sua sede em Porto Alegre, seguida por um curso no final de semana seguinte.

O termo macrossoma vem das palavras do idioma Grego, makrós, “comprido; longo; grande” e soma, “relativo ao corpo” É um termo, empregado pela Conscienciologia e não deve ser confundido com significado dado pela medicina, que seria simplesmente uma pessoa com o corpo muito grande.

O Macrossoma, segundo a Conscienciologia é o corpo físico fora de série, o corpo supermaceteado ou especializado, especialmente configurado com a finalidade de apoiar a execução da programação existencial de uma pessoa. Não deve ser confundido, nesse caso, com um “corpo muito grande” que seria a interpretação literal do termo, dada pela medicina.

A programação existencial é o planejamento que uma consciência faz antes de nascer na dimensão intrafísica e que tem por objetivo direcionar seus esforços para algum fim que tenha caráter assistencial com relação a coletividade e que também, naturalmente, contribuirá para a evolução dessa consciência.

A realização da programação existencial não é uma tarefa simples de ser concluída plenamente. Como a maioria das pessoas não chega nesse ponto, sob a supervisão de consciências muito evoluídas, esquemas são criados na dimensão extrafísica, empregando-se diversos recursos para auxiliar no que for possível à consciência nesse sentido. Um desses recursos é justamente o macrossoma.

O tema macrossoma é relativamente novo, tendo sido apresentado pela primeira vez no livro 700 Experimentos da Conscienciologia, publicado em 1994 pelo médico e paranormal brasileiro Waldo Vieira.

A maior especialista nesse assunto é a diretora da Escola de Autopesquisa da Consciência, Sonia Cerato, que publicou um tratado sobre o assunto em 2012, denominado Macrossomatologia. 

Qual é vantagem de saber-se possuidor de um macrossoma? Suponhamos que o leitor constate por meio de uma série de testes que possui um macrossoma voltado para o parapsiquismo, mais especificamente, relacionado mobilização de energias conscienciais e produção do EV – Estado Vibracional.

Sabendo disso, ele poderá, em primeiro lugar, reperspectivar as práticas bioenergéticas em sua vida. Afinal, se ele nasceu com um corpo especialmente engendrado para facilitar a mobilização de energias e produção de EVs, algum papel de especial relevo isso deve ter em sua vida. Em segundo lugar, sabendo ser possuidor de um macrossoma voltado para a produção de EVs, ele poderá trabalhar especificamente para desenvolver essa habilidade, quem sabe, descobrindo inclusive novas formas de instalação e uso do EV.

Outra possibilidade interessante é que é possível estudar personalidades histórias que tenham uma certa quantidade de dados biográficos disponíveis, de forma a avaliar se elas tinham macrossoma, qual tipo teria sido e como elas usaram esse recurso.

Provavelmente existem dezenas, senão centenas de tipos diferentes de macrossomas, cada qual desenhado para potencializar algumas faculdades humanas ou parapsíquicas específicas. Dentre os diversos tipos possíveis de macrossoma o livro relacionado os seguintes:

  • O Macrossoma Cerebelar;
  • O Macrossoma Hiperlúcido;
  • O Macrossoma Intelectual;
  • O Macrossoma Parapsíquico;
  • O Macrossoma Pararegenerador;
  • O Macrossoma Psicomotos e
  • O Macrossoma Suprarenal.

Referências

Escola de Autopesquisa da Consciência: EAC

Boletim Metaconsciência 11

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Estado Vibracional no Automóvel


Acoplamentos energéticos estão por trás da maioria dos acidentes - Foto Shuets Udono - Wikimedia Commons

Acoplamentos energéticos estão por trás da maioria dos acidentes – Foto Shuets Udono – Wikimedia Commons

O interior de um automóvel é um bom lugar para instalar o-se o Estado Vibracional – EV.

Ambiente Ideal: As características do automóvel convencional, cujo interior é pequeno e fechado são ideais para isolar o praticante das interferências de todos os tipos do meio externoe, dessa forma, facilitar a instalação do EV.

Expansão: A instalação do EV pode ser seguida pela expansão das energias do praticante para todo interior do veículo e até para toda a carroceria do automóvel. Tal procedimento possibilita cortar possíveis acoplamentos energéticos, assim como envolver o automóvel em um campo energético protetor.

Condutor: Quando o praticante for o próprio condutor, ele deve instalar o EV apenas com o automóvel parado. Quando dirigindo no trânsito, normalmente será difícil para o condutor guiar o veículo com segurança e, ao mesmo tempo, fazer a Circulação Fechada de Energias – CFE –  para produzir o EV.  Pessoas normais conseguem fazer apenas uma coisa direito de cada vez. Em outras palavras, instalar o EV dirigindo um veículo pode levar a um acidente por desatenção do motorista.

Exceções: Exceções para o condutor instalar um EV enquanto está conduzindo:

a) Durante um congestionamento quando o trânsito para ou a velocidade é extremamente reduzida.

b) Em situações de perigo iminente, quando o condutor for capaz de instalar o EV rapidamente, sem circular as energias, usando apenas a vontade – aquilo o que chamo de estado vibracional direto.

c) Passageiro: Quando o praticante for um passageiro, ele poderá instalar o EV com o automóvel parado ou quando estiver em movimento.

Discrição: Condutor ou passageiro, o praticante do EV deve executar os procedimentos de forma discreta. Em outras palavras, não deve informar a outras pessoas no interior ou no exterior do veículo o que está fazendo (CFE e EV).

Exceção: Quando as demais pessoas também conhecerem a técnica do EV,  o condutor ou passageiro poderá informar o que está fazendo. Por exemplo, quando vou sair de carro na companhia de minha família, as vezes me concentro alguns instantes para instalar o EV antes de sair com o automóvel. Não preciso explicar aos meus familiares o que estou fazendo. Eles já sabem que estou promovendo um EV.

Repetição: A prática sistemática de realizar o EV no interior do automóvel fará com que seja cada vez mais fácil sua instalação. A intensidade desse EV, com o tempo, pode aumentar.

Anti-Acidente: A prática regular de EV no automóvel é útil para evitar-se acidentes.

Viagens: Durante viagens de automóvel, cada ponto de parada proporciona a chance de instalar-se mais um EV.

Taxi ou coletivo: Ao entrar em um taxi ou coletivo, a instalação do EV trará os mesmos benefícios descritos anteriormente.

Cuidado: A expansão das energias, quando realizada no automóvel, deve ser rápida e acompanhada de pensenes (pensamentos+sentimentos+energias) direcionados para formar um campo de proteção. Estender a duração desse procedimento ou associar outros pensenes a exteriorização pode se inconveniente. Existem consciências extrafísicas energívoras de plantão em toda parte.

Cautela: Pelos mesmos motivos, é recomendável cautela quanto a expansão da energias em coletivos, sejam ônibus, aviões, etc.

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Experimento no Laboratório do Estado Vibracional


Laboratório do Estado Vibracional - CEAEC

Laboratório do Estado Vibracional – CEAEC

Aproveitei o feriado da Semana Santa para ir ao CEAEC – Centro de Altos Estudos da Consciência, em Foz do Iguaçu, onde fiz algumas pesquisas e experimentos.

Cheguei ao Ceaec no dia 27. No dia seguinte, às 15 horas, realizei meu primeiro experimento no Laboratório do Estado Vibracional (foto acima).

Esse laboratório foi o primeiro dos 17 existentes no centro. Eles se distribuem pelo campus do CEAEC formando um grande círculo.

O interior dos laboratórios é parecido. Um amplo espaço interno com paredes, teto e chão branco ou azul claro; uma poltrona de acento único reclinável, uma cama, uma mesa e uma estante com livros, publicações e instruções para os experimento. Fora isso existem os controles de iluminação e do ar condicionado.

Não é o espaço físico ou suas facilidades que diferenciam um laboratório de outro, mas o campo energético existente em seu interior e que sofre modificações direcionadas por uma equipe assistencial extrafísica que atua em conformidade com as necessidades e possibilidades das pessoas que realizam experimentos no laboratório.

Os livros e demais publicações tem por objetivo orientar os novatos, caso eles fiquem sem saber o que fazer. É útil para qualquer experimentador ler os relatos realizados por outras pessoas, descritos em detalhes no Boletins da Conscienciologia e na Revista Conscientia para se ter uma ideia do que pode ser feito e o que se esperar do experimento. Essas publicações com esses relatos estão disponíveis em todos os laboratórios.

A dica básica é: deve-se ficar ligado, atento, a absolutamente tudo o que se pensar, sentir ou perceber desde o momento em que se entra no laboratório para aproveitar ao máximo a experiência. Por esse motivo, levei um pequeno bloco de anotações (sugiro evitar dispositivos eletrônicos como celulares, tablets e notebooks) e caneta para ir registrando, etapa por etapa, tudo o que percebia, evitando assim confiar na memória.

Assim que entro em um laboratório, mentalmente, saúdo a equipe extrafísica e declaro minhas intenções, tomando o cuidado de não assumir uma postura de arrogância, ceticismo ou ansiedade que possa prejudicar o experimento.

Esse laboratório pode ser especialmente interessante para quem ainda está nas fases iniciais de domínio do EV, facilitando sua instalação e percepção do mesmo.

Realizei o experimento dividido em 6 etapas, buscando explorar temas específicos do meu interesse em cada uma delas. Em cada etapa instalei 2 ou mais EVs.

Vou descrever algo que ocorreu na 4 etapa de experimentos. Em dado momento, estando de pé no meio do laboratório, usei a vontade para absorver energia telúrica (ou seja, do solo), pelas plantas dos pés e leva-la para o alto da cabeça, passando por dentro do corpo, até chegar ao corono-chacra. Duas coisas chamaram-me a atenção nesse ponto: a facilidade de absorver essas energias e a sensação de que eram energias sutis, algo incomum para mim em se tratando de energias telúricas.

Estando de olhos fechados, momentos depois de iniciar esse procedimento, surgiu na minha tela mental a imagem de uma série de cúpulas brancas, bem próximas umas das outras, dispostas em duas fileiras paralelas. O espaço entre elas era preenchido por um gramado verde. Entendi que eram os laboratórios dos cursos intermissivos, um local existente na dimensão extrafísica onde consciências preparam-se para suas próximas existências terrenas. A impressão que tive é que essa imagem não era do presente, mas, do meu passado. Ou seja, aquilo era um flash retrocognitivo.

Ao concluir a ultima etapa, agradeci mentalmente a equipe extrafísica, e segui para o próximo laboratório. O experimento nesse laboratório não deve exceder 1 hora e 30 minutos.

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CEAEC

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Instalação do EV e a Mesologia


Estado Vibracional

A instalação do EV – Estado Vibracional – pode ser fácil e rápida ou difícil e demorada com uma grande variedade de níveis intermediários entre esses dois extremos.

O ambiente intrafísico, por si só, pode facilitar ou dificultar a instalação do EV conforme as condições mesológicas vigentes. Mesologia (o termo tem o mesmo sentido de ecologia) são os fatores ambientais, naturais ou não.

Dessa forma, a temperatura muito alta, o excesso ou a falta de umidade, ruídos muito elevados, como os que ocorrem em certos pontos dos centros urbanos e a falta de ar existente em regiões de grande altitude são fatores que podem afetar as condições fisiológicas e, por conseguinte, prejudicar a instalação do EV. Por outro lado, condições mesológicas favoráveis certamente vão favorecer o EV.

Existe também a influência das energias extrafísicas presentes no local onde o praticante deseja instalar o EV e que muitas vezes não são evidentes, mas, que acabam atuando como fatores mesológicos.

As energias imanentes do local, ou seja, as energias naturais produzidas e mantidas pela geologia, pela vegetação, pelas águas e correntes de ar são fatores a ser considerados. Normalmente, as energias presentes na natureza são neutras ou positivas para as consciências intrafísicas. Contudo, pode acontecer de as mesmas serem adversas a elas. Nesse caso, a instalação do EV será mais difícil.

Somadas as energias imanentes ou mesmo modulando-as, estarão as energias gravitantes existentes em torno de objetos e construções (ou os restos de ambos) e a presença de consciências extrafísicas no local.

As energias gravitantes encontram-se ao redor das pessoas, em seus campos energéticos pessoais (holosfera) e, quando essas pessoas permanecem muito tempo em um local, ficam impregnadas em paredes, tetos, no chão ou em objetos ali existentes, formando um campo ou holopensene do local. Quanto mais tempo o local for ocupado e um determinado padrão de comportamentos, pensamentos, sentimentos e emoções repetirem-se ali, mais intenso, durável e perceptível será esse holopensene formado pelas energias gravitantes. O holopensene de um local pode ser positivo, neutro ou negativo. Por exemplo, um local onde existiu uma escola terá um padrão energético de energias gravitantes bem diferente de outro onde existiu uma prisão.

Assim, quanto mais densas e moldadas com sentimentos e emoções ruins, mais consciências extrafísicas doentias serão atraídas pelo campo de energias gravitantes, contribuindo para piorar o ambiente. Nessas circunstâncias, instalar o EV nesse local será mais difícil.

Independemente do padrão de energias gravitantes do local, a presença de consciências extrafísicas equilibradas, amparadores, facilita a instalação do EV e, a presença de consciências extrafísicas doentias, assediadoras, dificulta sua instalação.

Por fim, a presença de outras pessoas no local, consciências intrafísicas que também interferem na dinâmica energética do ambiente, também afetam o EV, facilitando-o ou dificultando-o conforme o tipo de pensenes (pensamentos, sentimentos e energias) que produzem e se os mesmos são direcionados por elas contra ou a favor do praticante do EV.

Essas observações são válidas para todos. Para o veterano em práticas bioenergéticas, contudo, nenhuma condição do ambiente deverá ser tão adversa que ele não consiga instalar um EV ainda que lhe custe um esforço maior. Na realidade, são justamente nessas circunstâncias que o EV é mais necessário, seja como autodefesa do praticante, seja para higienizar o próprio ambiente ao seu redor, tanto para ele como para outras consciências.

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5 Perguntas sobre o Estado Vibracional Respondidas


Experiências Fora do Corpo - Perguntas e Respostas

Experiências Fora do Corpo – Perguntas e Respostas

Com 74 páginas, 18 capítulos, 21 ilustrações, a terceira edição de Experiências Fora do Corpo – Perguntas e Respostas, trás 333 questões respondias sobre as experiências fora do corpo e fenômenos correlatos.

As questões respondidas nesse livro são oriundas de diversas fontes: listas de discussão, cursos que ministrei, meus sites, incluindo esse blog, etc.

No Capítulo 16 que aborda a questão das EFCs e as Energias Extrafísicas, possui 5 questões acerca do Estado Vibracional, transcritas a seguir.

Link para Download Direto do eBook:

http://www.metaconsciencia.com/down/EFCsP&R.pdf

Perguntas e Respostas

 
290 – O que é EV e qual é a sua relação com as EFCs?
 

EV ou estado vibracional é uma condição onde as energias conscienciais do corpo são ativadas, elevam sua frequência vibratória e provocam, dessa forma, o rompimento com acoplamentos energéticos com energias mais densas e provoca uma sensação de bem estar. Pode ocorrer antes ou depois de um EFC, mas, pode ser provocado a qualquer hora por meio da circulação das próprias energias.

291 – Como o EV facilita as EFCs?

Após um EV intenso, a consciência pode, relaxando, ter uma experiência de EFC. É uma das inúmeras técnicas existentes para promover EFCs.

292 – Como exatamente se promove um EV?

Mantendo o corpo relaxado, concentrando suas próprias energias no alto da cabeça por meio da concentração mental da vontade e deslocando o foco da atenção e, por conseguinte, sua própria energia, por dentro do corpo até chegar a ponta dos pés, retornando o foco da atenção daí para o alto da cabeça novamente, repetindo esse deslocamento seguidamente. A princípio o deslocamento deve ser lento, sendo então acelerado progressivamente, até o máximo possível. Ao atingir o EV, para-se com a circulação lentamente. Não se deve sincronizar esse deslocamento com a respiração para evitar taquicardia. O exercício deve ser repetido muitas vezes, ao longo de algumas semanas para que seja possível dominar a técnica.

 293 – Qual é a sensação que o EV provoca?

Formigamento, agulhadas indolores, calor ou frio intenso, sensação de expansão do corpo, dentre outras. As sensações variam de pessoa para pessoa.

294 – Por que algumas pessoas afirmam que não conseguem chegar ao EV?

É necessário praticar certo número de vezes até conseguir o primeiro EV. Daí em diante os demais serão obtidos mais facilmente, pois a pessoa aprende a provocá-lo, ou seja, ela sabe o quanto deve se concentrar e circular energias até chegar lá. Uma boa dica para facilitar o processo é “pôr sentimento, emoção” durante o processo de circulação.

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Procedimentos de Autodefesa Energética


Woman Meditating on Beach in Peace

Autodefesa é o ato de defender a si mesmo. Existem vários tipos de autodefesa: verbal, pessoal, energética.

Sistema energético. Todas as consciências possuem centros energéticos por onde absorvem e exteriorizam energia o tempo todo. São os chacras de diversos tipos que se distribuem pelo corpo físico-energossoma-pisicossoma. Também temos canais internos por onde as energias fluem de uma parte para outra nessa estrutura corporal.

O porquê da autodefesa energética. Tudo o que acontece conosco está relacionado com as energias que nos circunvolvem. Essas energias podem estar ao nosso favor ou contra nós. Podem nos ajudar, fazer-nos bem ou nos atrapalhar, fazer-nos mal. É para esses casos, quando as energias nos são adversas, é que precisamos de autodefesa energética.

Origem das Energias Adversas. Energias adversas podem ter várias origens: Outras pessoas, consciências intrafísicas como nós, consciências extrafísicas e do próprio ambiente em que estamos, podendo ser, nesse caso, energias conscienciais gravitantes (acumuladas com o tempo) ou, mais raramente, energias da natureza (da plantas, do solo).

Irradiação e Captação. Podemos irradiar energias positivas ou negativas sob o ponto de vista do efeito que provocam em outras consciências. Da mesma forma podemos captar energias de um tipo ou de outro. Isso ocorre naturalmente, sem que premeditemos, mas pode ocorrer com conhecimento de causa, ou seja, sabendo exatamente o que estamos fazendo.

Rotina. Não precisamos fazer nada especial para sermos molestados por energias adversas. Temos vários exemplos no próprio dia a dia: Nos problemas enfrentados no trânsito, na forma como falamos com outras pessoas, ao atender pessoas no ambiente de trabalho ou em disputas com colegas nesse local, nos relacionamentos familiares e conjugais.

Assistência. Quando praticamos assistência de qualquer tipo, é muito comum sermos alvos de ataques energéticos originários de consciências intrafísicas e/ou extrafísicas, conforme o caso. Quanto mais a assistência “incomoda” os interesses de outras consciências, maior e mais duradouro é o ataque.

Ausência de Autodefesa Energética. Toda pessoa tem certa resistência a ataques energéticos. Não obstante, geralmente, a ausência de um sistema de autodefesa leva a consciência a sucumbir ao ataque, assimilando a carga negativa e sofrendo, com isso, desde desequilíbrios emocionais até a somatização de doenças ou mesmo configurando-se em acidentes físicos.

Construindo a Autodefesa Energética. Podemos construir a autodefesa empregando os seguintes procedimentos.

Equilíbrio do Padrão de Pensamentos e Emoções: Nossas energias pessoais dependem do que pensamos e sentimos. Logo, a manutenção de um padrão de pensamentos e sentimentos equilibrados, positivos, não pensando mal de ninguém nem de coisa alguma é a medida mais simples e eficaz para promover a autodefesa energética. Esse, infelizmente, não é o padrão da maioria da humanidade. De fato, a maioria das pessoas, embora concordem com isso, acham muito difícil manter essa prática mental no dia a dia. Então, paradoxalmente, essa é o procedimento mais simples mas também o mais difícil de se fazer. Com a manutenção de um padrão de pensamentos e sentimentos equilibrados, não haverá sintonia com as energias extrafísicas adversas. Elas poderão nos atingir, mas seu poder de atuação será minimizado.

Mobilização de Energias: Estando em um ambiente ou situação energeticamente ruim ou diante de um ataque energético podemos mobilizar nossas energias conscienciais para repelir essas energias. Algumas práticas muito antigas envolvem o uso de mantras ou a prática de orações, ambas com resultados variados. Mais recentemente, emprega-se o uso da vontade para mobilizar as próprias energias e instalar um EV – Estado Vibracional e, conforme o caso, a exteriorização de energias.

Autoblindagem Energética: A autoblindagem energética é a instalação temporária de um campo energético ao redor do corpo, pelo uso da vontade e da mobilização de energias que isola a pessoa de acoplamentos e ataques energéticos.

Blindagem Energética do Ambiente: A irradiação de energias conscienciais para um ambiente que pode ser um cômodo da residência (ou toda ela), para o escritório onde se trabalha, ou ainda outros locais. No caso de um ambiente fechado, a irradiação é feita sistematicamente (durante dias ou semanas) para as paredes, chão e teto, de forma a constituírem uma blindagem extrafísica interprenetrada a construção física. Depois é preciso repetir a exteriorização periodicamente para mantê-la.

Evocações: Podemos apelar para a evocação amparadores extrafísicos em situações de ataques ou adversidade energética para que nos auxiliem. Esse é um procedimento muito antigo também, onde as pessoas apelam para a intervenção divina ou para a proteção de entidades adoradas pela sua religião. Contudo, transferir a responsabilidade de nossa autodefesa para outras consciências não é atitude de uma consciência madura. Tal procedimento só deveria ser usado quando esgotássemos as possibilidades de resolvermos a questão sozinhos.

 

Para saber mais

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Fronteira da Consciência.com

Metaconsciência.com

Lin-Chi

EAC – Escola de Autopesquisa da Consciência

Livro Estado Vibracional

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos