OLVE


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Participei junto com meu amigo, o terapeuta Marcus Evandro, nos dias 11 e 12 de janeiro de 2014, de dois cursos ministrados em São Paulo sobre bioenergias focados no Estado Vibracional: “Autodomínio do Estado Vibracional” e ”Energizador Lúcido”. Os instrutores foram os pesquisadores e professores de Conscienciologia Nanci Trivellato e Wagner Alegretti.

Wagner e Nanci dedicam-se há muitos anos a pesquisa das bionergias, dentre outros assuntos parapsíquicos.  São diretores da IAC – Academia Internacional da Consciência, cuja atuação até pouco tempo não incluía o Brasil. A realização desses cursos faz parte dos planos dessa instituição em estender sua atuação pelas principais cidades do país.

Após anos ensinando pessoas de todo mundo a mobilizar bioenergias e aplicar a técnica do EV – Estado Vibracional, os professores acumulam a impressionante marca de mais de 2000 pessoas atendidas, o que lhes confere respeitável experiência nesses assuntos. De fato, não creio que existam pessoas conhecidas que entendam mais do assunto, seja conceitualmente, seja em termos práticos.

Os cursos, embora rápidos, foram riquíssimos em conteúdo, com incontáveis exemplos de casos que acompanharam que embasam os conceitos desenvolvidos sobre o EV.

Vou me deter somente no aspecto que considero o mais simples e, ao mesmo tempo, mais importante de todo o curso, em termos gerais.

OLVE “Oscilação Longitudinal Voluntária de Energias” é o termo criado por esses pesquisadores para ser usado em lugar de “circulação fechada de energias” como parte de uma iniciativa em tornar mais técnicos, sistemáticos e precisos os procedimentos relacionados a mobilização de energias que levam ao EV.

Segundo os pesquisadores, muitas pessoas equivocam-se, acreditando que estão fazendo a OLVE corretamente, quando não é isso o que acontece. Também equivocam-se ao acharem que atingiram o EV quando na realidade isso não chegou a acontecer. É preciso fazer a OLVE com atenção: ela deve começar na parte mais alta da cabeça e se estender até a ponta do dedão do pé.

Ainda segundo os pesquisadores, se a OLVE for feita corretamente, mesmo que a pessoa não atinja o EV, essa movimentação das energias, executada com frequência, por si só vai desobstruindo as energovias existentes dentro da estrutura do holossoma, trazendo com isso vários benefícios à saúde.

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20 mil Acessos


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O Blog Estado Vibracional superou o número de 20 mil visitantes no final de fevereiro de 2014!

Obrigado a você que tem comparecido aqui para nos visitar. Continuaremos trabalhando para produzir conteúdo de qualidade e promovendo o esclarecimento acerca dos processos bioenergéticos e outros fenômenos parapsíquicos relacionados.

Cesar de Souza Machado

O que é o Estado Vibracional


EV23022014

O Estado Vibracional é um fenômeno que pode ocorrer de forma espontânea com qualquer pessoa. Não obstante, essa ocorrência do Estado Vibracional é bastante rara, tanto que são poucas e indiretas as referências sobre o mesmo ao longo da história.

Os principais relatos são encontrados nos livros sobre Experiências Fora do Corpo escritos a partir do Século XX. Nessas obras, alguns autores relatam a ocorrência de vibrações intensas em seus corpos antes e depois de uma experiência de projeção lúcida.

Acredita-se que o EV possa ocorrer de forma espontânea quando a pessoa entra em transe anímico-mediúnico, durante o êxtase místico que ocorre durante a realização de preces ou cerimônias religiosas, dentre outras situações bem específicas.

O EV também pode ocorrer de forma heteroinduzida, quando promovido por amparadores extrafisicos ou por uma pessoa expert em bioenergias e pode também ser autoinduzido. Nesse último caso, uma pessoa emprega uma técnica de mobilização das suas bioenergias pessoais ou ECs – Energias Conscienciais  – para instalar o EV.

A técnica de indução do EV consiste, basicamente, em circular suas ECs do alto da cabeça (da parte mais elevada, do topo), até os pés (até a pontinha dos dedos dos pés) e vice versa, passando por todas (todas mesmo) as partes do corpo. Braços e pernas devem ficar unidos e descruzados a fim de formar um circuito único e coeso para as energias que circulam.

Esse processo deve ser feito com o uso da vontade focalizada e atenta e não com a imaginação. Pode-se ficar de pé ou sentado (deitado pode dar sono e a pessoa adormece). Mudanças na técnica, como por exemplo, fazer a energia circular de outras formas, ou passando por fora do corpo, tendem a dificultar a obtenção do EV ou provocar outros efeitos que podem ser confundidos como sendo ele.

A duração do EV, uma vez instalado, geralmente limita-se a uns poucos segundos. É possível mantê-lo instalado por mais tempo pelo uso da vontade.

Essa técnica já era conhecida na antiguidade, sabidamente na China, mas, perdeu-se ao longo do tempo. No início dos anos 80 ela foi redescoberta no Brasil, tendo sido aperfeiçoada e passando a ser divulgada de forma sistemática no âmbito daquilo o que acabou sendo denominado Conscienciologia.

A técnica ou processo é, ate certo ponto,  paradoxal. Se por um lado é relativamente simples, na prática, existem muitos aspectos que podem influenciar a forma como é feita a circulação fechada das ECs. Isso acarreta em um período de aprendizagem da técnica que varia muito de pessoa para pessoa. O tempo e esforço necessário para produção dos primeiros EVs vão depender muito de sua disposição e habilidade.

O EV caracteriza-se por produzir sensações de arrepios ou eletricidade que espalham-se de forma progressiva por todo o corpo, promovendo uma expansão das ECs da pessoa e, eventualmente, promovendo outras repercussões em seu corpo físico e em suas ECs.

A simples circulação das ECs, mesmo que não seja atingido o EV, é muito benéfica pois tem a capacidade de ir desobstruindo sistematicamente bloqueios que vão se instalando e sendo reforçados ao longo da vida nas energovias que existem no holossoma da pessoa, (o conjunto dos corpos formado por soma, energossoma, psicossoma e mentalssoma) melhorando assim, de forma significativa sua saúde bioenergética.

A circulação fechada de energias e o EV proporcionam inúmeros benefícios ao praticante tais como:

-Desobstrução das energovias do holossoma;

-Desbloqueio dos chacras;

-Melhoria do padrão energético;

-Melhoria da saúde de um modo geral;

-Desassédio;

-Desacoplamento com energias intrusivas, gravitantes e negativas;

-Desassimilação simpática (DESASSIM);

-Aumento da sensibilidades parapsíquica;

-Desenvolvimento da sinalética bioenergética;

Por ser relativamente simples de executar e que pode ser rapidamente desenvolvida, aliada aos inúmeros benefícios que proporciona, faz com que a técnica do Estado Vibracional seja algo realmente formidável para qualquer pessoa, iniciante ou veterana no trato das ECs, que busque o autodomínio de seus processos bioenergéticos.

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Correlatos Eletroencefalográficos do Estado Vibracional


Pesquisadores preparam um voluntário para o registro do EEG

Pesquisadoras preparam um voluntário para o registro do EEG durante a prática do EV

Conforme divulgado no final de 2013, foi defendida em julho desse ano pela pesquisadora Rute Maria Rodrigues Pinheiro uma dissertação na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, (Natal, RN), como requisito para a obtenção do título de Mestre em Psicobiologia. O título do trabalho é “Correlato Eletroencefalográfico do Estado Vibracional”

Trata-se do primeiro trabalho puramente científico-acadêmico relacionado ao Estado Vibracional.

O que segue são extratos retirados do abstract da dissertação.

O objetivo da pesquisa foi explorar sistematicamente o estado vibracional no âmbito da neurociência. Desta forma, medidas eletroencefalográficas (EEG) foram utilizadas para observar se a sensação subjetiva de EV é acompanhada por mudanças na atividade elétrica cerebral.

Também foram feitos testes com objetivo de avaliar se o EV provoca algum efeito positivo em funções cognitivas como a atenção e a memória, foi utilizado um teste de reconhecimento de palavras antes e após a aplicação da técnica de EV.

Dois grupos de voluntários foram analisados, o primeiro formado por 14 sujeitos que praticam a técnica de EV há pelo menos 10 anos (Grupo Experiente – GEXP), e o segundo formado por 11 sujeitos que nunca haviam realizado a técnica (Grupo Controle – GCONT).

O GCONT obteve instruções sobre a técnica de EV antes dos experimentos.

Foram realizadas análises estatísticas dos registros eletroencefalográficos, para comparar os grupos, em quatro condições: Basal, Relaxamento, Não-EV (período em que o sujeito está engajado na tarefa, mas ainda não percebe o EV) e EV (período em que o sujeito percebe o EV). Uma vez que os voluntários do GCONT relataram não ter conseguido atingir a condição de EV propriamente, a comparação entre grupos foi feita apenas nas três condições, Basal, Relaxamento e Não-EV. Para isso, foi usado o teste de Mann-Whitney U com um limiar estatístico de p<0,05.

Os resultados, de forma geral, indicaram que o GEXP apresentou maior potência na banda de frequência alfa 2 (9,5 – 11,0 Hz) em todas as condições. Durante o período Não-EV, o GEXP também apresentou uma maior potência na banda de frequência alfa 3 (11,5 – 13,0 Hz) na região temporal esquerda, e gama 1 (30,5-55,0 Hz) e gama 2 (65,0-80,0 Hz) em regiões central, parietal e temporal esquerda, mas menor potência na banda de frequência teta 1 (3,5 – 5,0 Hz), em regiões centro-parietais.

Para a análise estatística intragrupo, entre as condições, utilizou-se o teste estatístico Wilcoxon pareado. Observaram-se diferenças significativas (p<0,005), principalmente em regiões centrais, em teta 1 (3,5-5,0 Hz), sendo maior no relaxamento, quando comparado com as condições Basal e Não-EV, no GCONT, e com o Não-EV e EV, no GEXP.

No GEXP, a potência de gama 1 (30,5-55,0 Hz) e gama 2 (65,0-80,0 Hz) foi difusamente maior durante o EV se comparado as outras 3 condições. Para o GCONT, apenas a condição Basal apresentou maior potência de gama 1 (30,5-55,0 Hz) e gama 2 (65,0-80,0 Hz), se comparado com o relaxamento.

O aumento de teta 1 no relaxamento, principalmente no GCONT, pode estar associado a uma maior sonolência deste grupo durante esta condição. Já o aumento de alfa 2 durante o Não-EV e o EV, pode estar associado com processos de atenção e .

Por outro lado, o aumento da potência de gama em sujeitos experientes na técnica de EV aqui encontrados e em trabalhos anteriores em meditadores experientes poderia estar associado a alterações nos processos mentais e cognitivos destes praticantes, tais como atenção, memória operacional, aprendizagem e percepção consciente embora, análises adicionais devam ser realizadas para excluir a possibilidade de interferência de artefatos musculares nos dados de EEG.

Estes resultados suscitam a hipótese de que no engajamento da tarefa do estado vibracional e durante o EV, os sujeitos do grupo experiente conseguem manter-se em um estado de alerta, porém com maior nível de relaxamento e concentração. Contudo, estudos mais detalhados dos dados, além de outros experimentos com diferentes protocolos, um maior número de sujeitos e pesquisas longitudinais seriam necessários para que esta hipótese possa vir a ser corroborada.

Mais informações sobre essa pesquisa:

Ectolab

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Estado Vibracional – De Longe o Melhor Qi Gong


Dra. Hu Yuen Xian demonstrando o Chi Kung  - Crédito: Wikimedia Commons

Dra. Hu Yuen Xian demonstrando o Chi Kung – Crédito: Wikimedia Commons

Reprodução do texto postado no Blog Lin-chi escrito por Marcos Evandro de Brito

Pode-se afirmar que a melhor definição para Qi Gong seja “Cultivo da Energia”.

O termo Chinês Qi Gong (ou Chi kung) apresenta uma abrangência muito vasta, que inclui exercícios energéticos estáticos, processos meditativos conhecidos por meditação taoísta Tao Yin; e práticas dinâmicas, constituídas de movimentos corporais diversos e posturas que imitam movimentos de animais. Essa variedade de exercícios e posturas nos permite fazer analogia de Qi Gong com a palavra ginástica que, aqui no ocidente, possui várias modalidades: ginástica de aquecimento, alongamento, laboral, aeróbica, aquática, rítmica, de condicionamento físico, facial, além de uma gama de variações de movimentos e exercícios, mostrando a diversidade de técnicas que o termo pode revelar.

O Estado Vibracional – EV, também chamado de circulação fechada de energias, é uma técnica energética que, por definição, é também considerado um Qi Gong. Em função dos benefícios que oferece, premissas e promessas teóricas, é considerado – de longe – o melhor e mais completo Qi gong existente. Atua na assepsia energética, ou seja na desassimilação das energias entrópicas, no desbloqueio e expansão das energias promovendo saúde holossomática, no desenvolvimento parapsíquico e como técnica que propicia a projeção consciencial lúcida. Numa condição avançada e especial, pode  permitir, inclusive, a execução do fenômeno da parateleportação humana. Todas essas técnicas bioenergéticas atuam na multidimensionalidade e, por conseguinte, são habilidades que levamos dessa dimensão para as outras, quando de nossa passagem, dessoma ou morte.

O EV seria a evolução técnica de diversos processos milenares tais como: Kriya Yoga (vide Autobiografia de um Yogue -Yogananda), meditações ativas (Kundalini-Osho), e Qi Gong espontâneo, também chamado de Wu Ji Qi Gong, provavelmente desenvolvido à quarenta ou sessenta mil anos atrás por seres humanos pré-tribais . Todos esses exercícios descrevem as sensações e efeitos observados quando o estado vibracional é instalado.

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O Impacto do Estado Vibracional no Corpo Físico


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Quais são os impactos do EV – Estado Vibracional – no soma, o corpo físico ? 

A primeira vista essa é uma questão um pouco difícil de ser respondida pois sabemos que o EV é produzido em função da movimentação das energias do Energossoma e do Psicossoma, onde também são sentidos a maioria dos seus efeitos. Apartar o corpo físico desses outros veículos para avaliar quais são os efeitos específicos do EV especificamente nesse veículo, portanto, não é tão simples. Ainda assim fiz o possível no texto que segue.

Digestão. A instalação do EV parece acelerar o processo digestivo. Em certas ocasiões, após as refeições por exemplo, esse efeito do EV pode ser aproveitado quando for necessário realizar algum tipo de atividade intelectual ou assistencial.

Forames do crânio. Acredita-se que a prática do EV ao longo anos a fio possa afetar de forma perceptível os forames (aberturas) na base do crânio por onde passam as terminações nervosas.

Sistema nervoso vegetativo. O EV aparentemente afeta o sistema nervoso vegetativo produzindo situações que normalmente não são produzidas conscientemente, por meio da vontade. Ao ser instalado, o EV pode produzir uma forte sensação de aquecimento ou esfriamento do corpo físico, fazendo com que os músculos eretores dos pelos sejam ativados, levando a pessoa sentir arrepios por todo o corpo, mesmo com a temperatura ambiente estando muito elevada.

Sistema Imunológico. Muitas, senão todas as doenças, tem como causa uma componente física e outra extrafísica, energética. A instalação constante do EV inibe a formação de doenças no corpo físico de duas formas. Primeiro, indiretamente, pela desassimilação de energias doentias pelo energossoma que, dessa maneira, torna o corpo físico resistente e, diretamente, ao criar um campo energético homeostático que fica impregnado na própria matéria intrafísica que constitui o corpo. Se isso não for o suficiente para imunizar o corpo de todas as doenças, certamente será eficiente para algumas delas, talvez às mais simples como certos tipos de infecções viróticas ou bacterianas. Os mesmos processos também seriam responsáveis pela aceleração da cicatrização de tecidos do corpo.

Atividade cerebral. O cérebro produz ondas cerebrais que podem ser monitoradas pelo EEG (Eletroencefalograma). Experimentos realizados pelo pesquisador Wagner Alegretti parecem indicar que a circulação fechada de energias empregada para produzir o EV afetaria a frequência e sincronização de algumas ondas cerebrais. São necessárias, contudo, pesquisas mais apuradas para aferir até que ponto e de que maneira isso ocorre. O mesmo pode dizer-se das áreas do cérebro, tais como os lobos temporais, que seriam mais ativadas com essa circulação e com a instalação do EV, conforme indicaram experimentos iniciais por meio de imagem por ressonância magnética funcional (fMRI). Os experimentos realizados por esse pesquisador também indicaram que, após a instalação do EV, ocorre uma ativação geral de todas as áreas do cérebro o que, em tese, poderia ajudar a prevenir o Mal de Alzheimer.

DNA. Uma pessoa que desde a juventude pratique regularmente o EV poderia imprimir mudanças em seu ParaDNA e, partir disso, também modificar o DNA de seu corpo físico, transmitindo mutações relativas a aspectos parapsíquicos para sua descendência. Esse é uma especulação instigante que poderá ser investigada no futuro.

Concluindo, como se percebe pela leitura, temos hoje não muito mais do que muitas especulações sobre os efeitos do EV no corpo físico. Algumas pesquisas pioneiras vem sendo realizadas por uns poucos pesquisadores mas essas ainda estão no seu início, existindo muito chão para ser percorrido ao longo das próximas décadas antes que tenhamos mapeado os impactos do EV no soma e, quem sabe assim, tirarmos proveito disso.

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Estado Vibracional chega a 10.000 Visualizações


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Caros Amigos

O Blog Estado Vibracional completa nesse mês seu primeiro ano de vida, tendo chegado, na semana passada, a 10.000 visualizações de suas páginas.

Trata-se de um volume considerável haja visto o pouco tempo decorrido desde a criação do Blog e o tipo de iniciativa (escrevo os posts nas horas vagas e praticamente não faço qualquer divulgação além daquela existente em meus livros e outros sites).

Apenas em termos de comparação, meu outro Blog, Fronteira Astral, levou 1 ano e 5 meses para obter essa pontuação, mesmo com mais investimento pessoal em sua divulgação.

Obrigado a vocês que vem aqui regularmente. Continuarei me esforçando para publicar conteúdos exclusivos e que possam ajudá-los na obtenção de autoconhecimento e domínio dos processos bioenergéticos.

Cesar de Souza Machado

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Chegando aos 20 EVs por Dia


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O EV – Estado Vibracional é a condição na qual o energossoma (duplo etérico) e o psicossoma aceleram ao máximo suas as vibrações, ultrapassando de forma considerável as lentas vibrações do corpo físico. É uma condição que pode ocorrer naturalmente, em ocasiões excepcionais e que pode ser produzida deliberadamente por meio da movimentação das EC – Energias Conscienciais.

Em geral, é necessário certo tempo para que uma pessoa aprenda a instalar o EV. Se ela praticar com regularidade, é possível chegar ao primeiro EV em algumas semanas. Claro que existem exceções; pessoas que conseguem isso em muito menos tempo e pessoas que demoram muito mais.

Uma possível meta para quem já domina a técnica de instalar o EV é a “Técnica dos 20 EVs”, a instalação de 20 EVs por dia, de forma regular, diariamente, sem interrupções.

Não se trata de algo simples. Suspeito que a maioria das pessoas que tenta, não consegue aplicar a técnica. Muitos nem tentam. Outros o fazem e conseguem resultados parciais (menos EVs/dia) ou não conseguem manter essa rotina sem interrupções.

Os benefícios em se fazer 20 EVs por dia são os mesmos daqueles proporcionados por fazer um único EV, só que, potencializados (em tese 20 vezes maiores):

  • Desobstrução e profilaxia do holossoma e das próprias energias conscienciais;
  • Melhoria da capacidade de mobilização energética, qualitativa e quantitativamente;
  • Promoção do desassédio interconsciencial;
  • Desacoplamento com energias densas e causadoras de acidentes;
  • Eliminação de minidoenças;
  • Desenvolvimento do parapsiquismo.

Para realizar a técnica, é preciso criar o hábito de fazer muitos EVs ao longo do dia. A menos que a pessoa esteja com a maior parte do seu tempo livre para priorizar os EVs, as atividades da rotina diária provavelmente vão monopolizar sua atenção e ela não conseguirá atingir a marca dos 20 EVs. Como mostra a figura acima, quando surge um novo hábito, ele situa-se inicialmente em uma “zona de tensão” intraconsciencial. Se e quando esse hábito consolidar-se, passa para a “zona de conforto” e a pessoa não tem maiores dificuldades em praticar aquele comportamento.

A consolidação pode acontecer muito rapidamente, pode demorar semanas (em tese, até 21 dias) ou pode não acontecer, levando a pessoa a abandonar rapidamente aquele hábito. Quantas coisas que exigem repetição começamos a fazer e que logo deixamos, seja por falta de tempo, seja por falta de disposição ou ainda por outros motivos?

Essa técnica surgiu a partir das observações do cirurgião plástico americano Maxwell Maltz que, por volta de 1960, notou que seus pacientes precisavam de 21 dias para perceber os efeitos de uma cirurgia. Esse seria o período necessário, portanto, para consolidar um hábito.

A ideia, portanto, é manter o novo hábito de forma disciplinada, por 21 dias. Depois desse período, ele deverá entrar na “zona de conforto” e não sentiremos maiores dificuldades em repeti-lo.

Isso é especialmente verdadeiro para quem domina a técnica à pouco tempo e que, provavelmente, deve demorar mais tempos para instalar o EV do que uma pessoa que tem anos de prática. Quanto mais tempo de prática, mais rápido se consegue instalar o EV.

Essa técnica pode ser usada por qualquer pessoa para estabelecer qualquer tipo de hábito, tal como a instalação de EVs. Vejamos, por exemplo, uma possível sequência de hábitos, cada qual demandando 21 para ser consolidada:

  • Hábito 1: Instalar 1 EV diariamente, em qualquer horário;
  • Habito 2: Instalar 2 EVs diariamente, por exemplo, 1 pela manhã, ao despertar e outro a noite, antes de dormir;
  • Habito 3: Instalar 3 EVs diariamente, acrescentando um EV por volta de meio dia;

A partir desse ponto, pode-se ir aumentando a quantidade de EVs/dia de várias maneiras, como por exemplo:

  • Hábito 4: Instalar 10 EVs diariamente;
  • Hábito 5: Instalar 15 EVs diariamente;
  • Hábito 6: Instalar 20 EVs ou mais diariamente;

Qualquer um que for aumentando a frequência de EVs perceberá que fica cada vez mais difícil aumentar a quantidade pois, quando estamos na marca de 1, 2 ou 3 EVs, estaremos aproveitando os melhores horários e locais para praticar. Ao aumentar o número estaremos em locais e situações diversas, como por exemplo, em meio a uma reunião, atendendo uma pessoa no trabalho, dirigindo um veículo, etc. Diante dessas circunstâncias, é fácil se esquecer do EV ou até tentar instalá-lo, mas sem sucesso devido à pressão de outras atividades.

Uma estratégia que já usei para fazer 20 EVs foi ajustar o celular para o modo vibrado (sem som) e programar um alarme a cada 30 minutos. Assim, quando o alarme tocava, sabia que precisava fazer mais um EV. Mesmo que não pudesse fazer na hora, deixava para o momento em que fosse possível ou para a próxima ocasião em que o alarme disparasse.

Outra estratégia é fazer a instalação do EV a cada “mudança de contexto”. Por exemplo:

  • Ao entrar no automóvel/condução;
  • Ao sair do automóvel/condução;
  • Ao entrar no ambiente de trabalho;
  • Ao mudar de sala no ambiente de trabalho;
  • Ao atender uma pessoa;
  • Etc.

Essa estratégia pode ser mais conveniente por não ter alarmes, mas, requer mais atenção, senão, o tempo vai simplesmente passando e quando percebemos o dia já está próximo do fim e os EVs ficaram só na intensão.

Usando uma dessas estratégias, é possível que se instale até mais do que 20 EVs dia. Importante lembrar que nem sempre teremos sucesso em instalar o EV em todas as tentativas.

Duas premissas são fundamentais para que a técnica dos 21 dias funcione, seja para os 20 Evs, seja para qualquer outra coisa:

1 – Deve-se implementar um hábito de cada vez. A implementação de dois ou mais hábitos ao mesmo tempo resultada na dispersão do foco e das energias pessoais e os hábitos poderão não ser consolidados.

2 – A disciplina diária deve ser seguida rigidamente. Para tanto, é recomendável empregar-se uma planilha de acompanhamento onde serão registrados o número de EVs instalados diariamente.

Existem variações nessa técnica de implementação do hábito que sugerem usar períodos de 30 dias, ao invés de 21, que permitiria a aquisição de exatos 12 hábitos/ano.

Além do EV, essa técnica pode ser aplicada para adquirir outros hábitos saudáveis, como por exemplo:

  • Fazer exercício físico diário;
  • Aplicar técnica projetiva diária;
  • Ler obras instrutivas diariamente;
  • Registrar diariamente, em um diário holossomático, fatos relevantes, intra ou extrafísicos;
  • Fazer uma reflexão sobre a vida e os desempenhos pessoais semanalmente;
  • Etc.

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Saindo ileso de um acidente


EV17082013

Nesse domingo acordei cedo, peguei o carro e fui para o Setor Hoteleiro Norte onde realizar-se-ia a segunda e última aula do curso “Oficina Autoeficácia Proexológica”, promovido pela Apex Internacional em parceria com o IIPC Brasília.

Como ainda era cedo, dirigi calmamente, sem pressa até chegar ao Eixo Monumental (uma via central de Brasília que tem 6 pistas) de onde acessaria outra via que dá para o Setor Hoteleiro Norte. Aproveitei para vir ouvindo uma tertúlia conscienciologica gravada anteriormente enquanto dirigia.

Já próximo ao hotel, estava na pista mais a direita do Eixo quando, na confluência com a via W3, um automóvel Corsa preto ganhou o Eixo saindo desembestado da W3 Norte. Ao me ver, o motorista parece ter se assustado. Não esperava que meu automóvel estivesse trafegando naquela pista da direita, afinal, era domingo e ainda cedo. Então o motorista jogou seu carro para o recuo que fica ao lado daquela pista para que não colidíssemos. Esse recuo terminava uns 20 metros adiante, de forma que, ou ele parava ali para me deixar passar e depois seguir seu caminho ou eu diminuía mais ainda minha velocidade, que já estava baixa, para deixá-lo sair para a pista.

Foi um momento onde ambos, ele e eu, avaliamos o que deveríamos fazer. Eu poderia ter acelerado para tomar o espaço da pista, deixando-o para trás, mas, por realmente estar sem pressa e ciente desse mal hábito que todos nós brasileiros temos de disputar espaço no trânsito, as vezes de forma desesperada, preferi diminuir a velocidade para deixá-lo sair.

Percebendo meu movimento, o motorista do Corsa não perdeu tempo. Acelerou, tomou a minha frente e, descuidadamente, fui jogando seu automóvel para a primeira pista da esquerda. Não imaginava, mais uma vez, que outro automóvel poderia vir por ali e foi o que aconteceu. Um sedan Renalt prateado passou rapidamente pelo meu lado esquerdo e, pouco a frente, chocou-se com a lateral do Corsa que invadira a pista sem esperar ou dar sinal.

Ambos motoristas assustados, istintivamente. jogaram seus carros para lados opostos. Fora os espelhos laterais de ambos automóveis que voaram para o alto e mais alguns prováveis arranhões e ligeiros amassados nas portas, não houve maiores consequências. Ambos pararam alguns metros depois enquanto eu entrava a direita para pegar a rua do hotel.

Estacionei meu automóvel e, antes de ir para o local do curso, dei uma espiada nos automóveis parados pouco adiante onde os motoristas avaliavam seus prejuízos.

Além de estar dirigindo com atenção e sem pressa, para minha sorte, antes de sair de casa, fizera dois EV – Estado Vibracional. Como já mencionei em um post anterior, a prática do EV antes de dirigir desfaz possíveis acoplamentos energéticos que podem causar vários tipos de acidentes.

Além do mais, é recomendável especial atenção quanto a possíveis acidentes que possam ocorrer quando participamos ou ajudamos a realizar certos tipos de eventos tais como os cursos cujo objetivo é promover o esclarecimento das pessoas. Esse tipo de evento perturba muito as consciências que chamamos de Guias Cegos e Assediadores, pois elas temem perder o poder que tem por sobre pessoas que fazem esses cursos (Mais esclarecimento = Menos suscetibilidade a assédio extrafísico).

Esse não foi o primeiro acidente que evitei por praticar o EV e, receio, não será o último. Todos estamos sujeitos a sofrer os mais diversos tipos de situações de risco que podem resultar em acidentes, de forma que, praticar o EV diariamente, assim como outros procedimentos de autodefesa energética é uma forma de evitá-los.

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