Primeiros Relatos sobre o Estado Vibracional


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O estado vibracional é um fenômeno bioenergético cuja ocorrência espontânea é relativamente rara, e que se caracteriza pela percepção de intensas vibrações por todo o corpo que proporcionam uma sensação de bem-estar.

Por ser um fenômeno que pode ocorrer de forma natural, certamente, ao longo de toda história e até antes dela, em tempos pré-históricos, pessoas passaram por esse estado. Contudo, dada sua raridade, poucos foram aqueles que perceberam haver algo de especial nessas vibrações. Se registros foram feitos sobre o fenômeno, não chegaram aos dias atuais.

Pesquisando antigos livros, talvez seja possível identificar o estado vibracional por detrás de certos relatos.

As primeiras referências diretas ao fenômeno surgiram com os primeiros autores de livros sobre projeções conscientes, no início do Século XX. Não é de se admirar. É durante as projeções conscienciais lúcidas que a ocorrência espontânea do fenômeno pode ser mais claramente percebida.

Sylvan Muldoon registrou seu primeiro estado vibracional em 1915 quando tinha apenas 12 anos de idade. Esse relato foi coletado e descrito por Rober Crookal em seu livro Practice Astral Projection, publicado nos EUA em 1960:

“Meu corpo completamente rígido (eu pensei que era o meu físico, mas era o meu astral) começou a vibrar a uma grande velocidade, subindo e descendo, e eu podia sentir uma pressão tremenda exercida na parte de trás de minha cabeça. Em seguida, o sentido da audição começou a funcionar, e o da visão em seguida. Quando fui capaz de ver, eu estava mais do que surpreso: Estava flutuando no ar, na horizontal, alguns metros acima da cama.”

O grande número de experiências projetivas levou Muldoon a publicar, em 1929 seu primeiro livro,  The Projection of the Astral Body, que acabou tornando-se o primeiro best-seller sobre EFCs.

Para saber mais:

Livro Estado Vibracional

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

A Fórmula do Estado Vibracional


EV14122014

No mês passado, publiquei em meu livro, Estado Vibracional, 32 dicas sobre como instalar o estado vibracional da forma mais correta. Essas dicas são para os iniciantes, as pessoas que ainda não instalaram EVs ou que ainda estão nos primeiros passos do desenvolvimento da técnica.

Venhamos e convenhamos, são muitos itens, muitos detalhes a serem observados. Isso se deve a uma análise pormenorizada da técnica com objetivo de atender as necessidades específicas de uma diversidade de pessoas.

Mas, não seria possível simplificar, sintetizar mais? Sim, é possível. Confabulando com um amigo nesse final de semana no Rio de Janeiro, ele “sacou” essa máxima: “Só quem entende um assunto pode explicá-lo de forma mais simples!”

Ok. Então vamos simplificar essas dicas para iniciantes na técnica do estado vibracional:

Fórmula do Estado Vibracional (para iniciantes):

Vontade + Intensão + Concentração + Relaxamento = Estado Vibracional 

<<<<<<<  VICR = EV  >>>>>>>

Vontade: A vontade de instalar um EV e a mobilização bioenergética resultante desta;

Intensão: A intensão da sua mobilização energética: instalar um EV;

Concentração: A mente focada em mobilizar as bioenergias, deixando de lado quaisquer outros pensamentos;

Relaxamento: O relaxamento fisiológico necessário para que as energias conscienciais se expandam, facilitando a instalação do EV.

Fórmula do Estado Vibracional (para veteranos):

Vontade = Estado Vibracional 

Pois é, para os veteranos, com anos de prática do EV é assim: Teve vontade, instalou o EV.

Para saber mais:

Livro Estado Vibracional

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

Lançado o Primeiro Livro sobre o Estado Vibracional


Livro Estado Vibracional

Após 4 anos de trabalho, conclui e meu segundo livro, chamado “Estado Vibracional”.

Esse é o primeiro livro no mundo a ser escrito sobre o estado vibracional.

Resumidamente, são 226 páginas, 12 capítulos, 29 figuras, a descrição de 45 casos de uso do EV e 3 índices.

O livro custa 36 reais, mas, até o dia 30 desse mês, a editora está oferecendo um desconto e o preço fica em 30 reais.

O livro trás uma síntese de tudo o que já foi publicado sobre o EV. Mas, além disso, o que trás de novo?

Bem, vejamos:

  • A descrição de todas as formas de instalação do EV conhecidas até o momento;
  • Taxonomias sobre o EV; acoplamentos energéticos, autencapsulamento energético, etc;
  • Uma contribuição a Teoria Quântica do EV;
  • A história do EV;
  • A técnica do EV basal; a técnica do EV por vibrações físicas; a técnica do autencapsulamento energético (apenas citada em outras obras publicadas por outros autores);
  • Dois novos instrumentos conscienciométricos para autoavaliação do domínio do EV;
  • Os resultados da Primeira Pesquisa Online sobre o Estado Vibracional.

Nesse LINK você pode ler as 21 primeiras páginas e, se desejar, comprar um exemplar. Uma versão eletrônica, digital, será publicada no primeiro semestre de 2015.

Espero de gostem do livro!

 

50 EVs!


 

Estado Vibracional

Dias atrás precisei fazer uma longa viagem de avião. O motivo não poderia ser melhor: férias.

Tive que pegar um voo de Brasília para Lisboa e, em seguida, outro voo de Lisboa para Copenhage. Quem já fez viagens tão ou mais longas do que essa sabe como são chatas. Chegar bem antes do aeroporto, esperar horas pelo embarque, se este não atrasar. Depois vem o voo propriamente dito e o desembarque com retirada de malas, etc, etc. É preciso ter paciência.

Existem várias estratégias para combater o tédio da viagem: leitura, computador, Internet, comer e beber seguidamente. Cada um tem a sua.

Há tempos, inseri a instalação do EV no meu kit de viagens. Desta vez não seria diferente, até porque estava especialmente motivado.

Em primeiro lugar face uma projeção semiconsciente ocorrida dias antes, descrita em um post de meu outro blog, Fronteira da Consciência. Em segundo lugar, porque em minha última viagem de férias, no ano passado, tive que encarar em um voo lotado de São Paulo para Frankfurt, no qual o ar condicionado mal ajustado tornou a instalação de EVs especialmente difícil. Desta vez eu estava preparado: “as condições adversas podem vir quentes que estou fervendo…”

Felizmente, o voo foi agradavelmente rápido e tranquilo, sem qualquer tipo de incidente. O ar condicionado estava, ao contrário do ano passado, ajustado para uma temperatura baixa o suficiente para a maioria dos passageiros, inclusive eu, recorrerem ao uso do cobertor.

Ao entrar no avião, já havia instalado 14 EVs desde a hora em que acordara, às 6:30 da manhã. Para ser sincero, deveria dizer que “só instalara 14 EVs”, pois tive oportunidade de fazer bem mais do que isto. Quando o ar foi ligado e o voo teve início, entusiasmei-me: seria possível quebrar meu record anterior de EVs instalados em um único dia, cerca de 34?

Os melhores efeitos do EV podem ser obtidos por meio de duas abordagens: quantidade ou qualidade. O primeiro método é o mais fácil, mas exige atenção e força de vontade para instalar muitos EVs seguidamente.

Após instalar 10 EVs durante o voo, fiquei entusiasmado. Seja devido a baixa temperatura, seja devido a fluidez do energossoma que foi melhorando a medida que instalava EV após EV, não me recordo de ocasião onde foi tão fácil instalar tantos EVs. Assim, prossegui com o experimento até atingir a marca de 50 EVs instalados, com uma média de 1 a cada 10 minutos, superando minha melhor marca anterior, de “apenas” 34 EVs.

Como resultado deste agradável esforço, ideias compeçaram e fluir a minha mente. A hipnagogia se fez presente.

Ainda faltavam 3 horas de voo quando me senti sonolento e resolvi parar com os EVs e dormir um pouco para “fazer frente” a etapa seguinte, de Lisboa para Copenhage. Não fosse isto, certamente teria instalado mais e mais EVs.

Parece que, a partir de certo ponto, após determinado número de instalações, elas ficam cada vez mais fáceis.

Quem sabe, ultrapasso esta marca na viagem de volta? Veremos.

 

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Parabanho Energético


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Definição: O parabanho energético é a sensação de receber intenso chuveiro de energias conscienciais, em toda a psicosfera pessoal, ao modo de forças externas jorrando sobre o holossoma, reforçando as disposições físicas e conscienciais, patrocinado por alguma consciências extrafísica sadia, em geral amparador extrafísico, com objetivo paraterapêutico.

Terminologia. Os termos banho energético e parabanho energético, assim como autobanho energético e autoparabanho energético são usados como sinônimos causando, às vezes, confusão nos leitores.

Convenção. Estou convencionando, portanto:

  • Parabanho energético: É o banho energético proporcionado em uma pessoa por uma consciência extrafísica.
  • Banho energético ou autobanho energético: É o banho energético espontâneo, produzido pela própria pessoa, semelhante ao um EV – Estado Vibracional.
  • Autoparabanho energético: É o banho energético espontâneo, produzido pela própria consciência quando projetada, fora do corpo físico, ou pela consciência extrafísica e si mesma, de forma semelhante ao um EV – Estado Vibracional.

Ocorrências: O parabanho energético é, normalmente, uma ocorrência fugaz, relativamente rara.

Chuveirada. O parapanho energético e o autobanho energético não devem ser confundidos com quaisquer banhos com água, corrente ou não, tal como a chuveirada hidromagnética.

Autobanho energético. É aquele provocado pela própria pessoa. Trata-se na realidade de um EV – Estado Vibracional direto, desencadeado sob certas circunstâncias.

Parabanho Grupal. O parabanho pode ser produzido por amparadores para um único indivíduo ou para um grupo de indivíduos presentes em um mesmo local. Durante atividades parapsíquicas, pode ser simultâneo ou em duas etapas: primeiro no epicentro consciencial* e, depois, irradiado para os demais presentes.

Percepção. O parabanho pode ser precebido ou não, dependendo da sensibilidade da pessoa.

Novato. No início das parapercepções, a pessoa novata quanto ao parapsiquismo pode julgar as ocorrências dos parabanhos energéticos como sendo meros efeitos de sugestões ou heterossugestões.

Retransmissão. Uma pessoa, enquanto recebe um parabanho, pode estender sua mão e usar sua vontade para retransmitir o fluxo bioenergético do parabanho para outra pessoa ou grupo de pessoas próximas.

Paradoxal. Enquanto aparentemente simples, o parabanho energético, está entre os fenômenos mais avançados para as consciências lúcidas quando se repete e se torna habitual.

Ciências. A energoretransmissiologia e, mais especificamente a parabanhologia, são as ciência aplicada aos estudos específicos, sistemáticos, dos parabanhos energéticos.

Perspectiva Histórica. A espontaneidade e aparente simplicidade do parabanho, um fenômeno intraconsciencial, individual, fez com que ele passasse despercebido aos pesquisadores da Metapsíquica e da Parapsicologia desde o Século XIX até os dias atuais. No âmbito da conscienciologia, a primeira referência ao parabanho energético surge no livro Projeções da Consciência, publicado em 1981.

Taxonomia. Diferentes tipos de parabanhos energéticos:

  • Comum: Aquele produzido por uma consciência de qualquer tipo;
  • Avançado: Promovido por consciência evolutivamente adiantadas para sustentar e confirmar as ações de uma pessoa;
  • Pré-projetivo: O que prepara o projeto para uma EFC lúcida;
  • Extrafísico: O que ocorre na dimensão extrafísica;
  • Pós-projetivo: O que confirma a ocorrência de uma EFC;
  • De alerta: O que sinaliza a necessidade da pessoa ficar alerta;
  • Aflorador: O que faculta a geração de neosinapses durante o processo da escrita;
  • Prazeroso: O qu promove descarga de serotonina.

Homeostático. O parabanho energético quando positivo é expansivo, comunicativo e homeostaticamente contagiante.

Nosológico. Embora raro, não é impossível para uma consciência extrafísica assediadora promover um parabanho energético em uma pessoa.

Pós-Projetivo. O banho energético é espontâneo e confirma a ocorrência de uma EFC prévia e, em certos casos, é acompanhado da rememoração, seja em bloco ou em fragmentos, dos eventos extrafísicos.

Ratificação. O parabanho comunica aumenta a autoconfiança no desempenho das tarefas a medida que confirma, reforça e ratifica a presença, a assistência e a força presencial dos amparadores extrafísicos no acompanhamento das tarefas do dia a dia da pessoa.

Técnica. A instalação do autobanho energético é uma técnica que pode ser  usada para manutenção prolongada da soltura parafisiológica do energossoma. A técnica consiste em provocar, por exemplo, de duas em duas horas, em certos dias, um autobanho desencadeado pela vontade através do coronochacra, mantendo sempre contínuo equilíbrio psicológico, sem irritações ou idéias negativas.

Esfenoide. O osso esfenoide, localizado na base do crânio, mexe com tudo o tem a haver com o crânio principalmente as energias, atuando como um receptáculo de bioenergias. Está, portanto, diretamente relacionado à ocorrência dos autobanhos e do parabanhos energéticos.

Você, leitor, já teve suas próprias experiências com parabanhos e autobanhos energéticos? 

Notas

*Epicentro consciencial: A pessoal energeticamente mais forte que centraliza as ações parapsíquicas.

Referências

[1] Dicionário de Neologismos da Consciênciologia

[2] Dicionário de Argumentos da Conscienciologia.

[3] 700 Experimentos da Consciencioligia

[4] Enciclopédia da Consciênciologia

[5] Projeciologia, Panorama das Experiências Fora do Corpo

Para Saber Mais

Experiências Fora do Corpo – O Guia do Iniciante

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Perguntas Frequentes sobre o Estado Vibracional


new mentality

1 – O é que EV?

É um fenômeno que ocorre quando as frequências dos veículos de manifestação da consciência (corpos) aumentam até um ponto no qual eles entram em ressonância e passam a produzir uma expansão das energias conscienciais do praticante.

2 – Como o EV é produzido?

Este fenômeno pode ocorrer espontaneamente ou pode ser induzido pela própria pessoa empregando uma técnica de mobilização de energias chamada CFE (Circulação Fechada de Energias) ou OLVE (Oscilação Longitudinal Voluntária e Energias).

3 – As sensações provocadas pelo EV são iguais para todas as pessoas?

O EV pode provocar várias sensações, algumas mais comuns e outras menos. Não existe uma uniformidade dessas sensações ou das suas descrições relatadas pelos praticantes.

4 – A instalação do EV pela CFE/OLVE é sempre bem sucedida?

As vezes o EV é atingido, as vezes não. Quanto mais a pessoa pratica a OLVE, maior é a sua taxa de EVs instalados.

5 – O local onde a OLVE é realizada influencia na instalação bem sucedida do EV?

Sim. Existem locais onde as ECs ali existentes são mais favoráveis e outros onde elas são menos favoráveis a OLVE.

6 – Quantas vezes é preciso aplicar a OLVE até se instalar o 1º EV?

Poucas pessoas conseguem instalar o EV já na primeira OLVE. Normalmente é preciso repetir a OLVE várias vezes, de preferência dia a após dia, até que o 1º EV seja instalado. Depois disso, os demais EVs virão mais facilidade. Algumas pessoas afirmam terem levado anos até sentir seu primeito EV, mas, o que conta é quantas tentativas a pessoa fez ao longo desses anos e qual o intervalo de tempo entre as tentativas. Em outras palavras, uma coisa é fazer 1 OLVE por dia ao longo de 1 mês e, outra coisa, é fazer 1 OLVE por mês durante  30 meses.

7 – Posso fazer a OLVE em qualquer lugar?

Em princípio sim, desde que isto não implique em risco para a produção de algum acidente por falta de atenção. Em outras palavras, quando estiver operando equipamentos, máquinas ou dirigindo veículos.

8 – Durante a OLVE, até que ponto devo forçar a circulação das ECs a fim de atingir o EV?

As ECs devem ser circuladas em uma velocidade e intensidade até o ponto em que não gere tensão no corpo físico, aceleração da respiração ou dos batimentos cardíacos.

9 – Preciso absorver ou exteriorizar energias antes ou depois da OLVE?

Estas manobras podem ser realizadas tanto antes quanto depois da realização da OLVE, mas, não são obrigatórias e, na maioria das vezes, não são necessárias.

10 – Posso fazer a OLVE em qualquer posição?

Para iniciantes, a melhor posição é de pé. Fazer a OLVE deitado pode levar o praticante ao adormecimento.

11 – Com que frequência devo praticar a OLVE e instalar o EV?

Quantas vezes por possível ao longo do dia. Idealmente, a cada mudança de ambiente, pelo menos.

12 – O EV, por si só, desenvolverá meu parapsiquismo?

O EV desenvolverá o parapsquismo do praticante até certo ponto. Para um pleno desenvolvimento, muitas outras manobras energéticas devem ser aprendidas e dominadas.

13 – Se eu fizer a OLVE e instalar um EV antes de dormir terei uma projeção consciencial lúcida?

Não necessariamente uma vez que outros fatores afetam a produção de projeções lúcidas.

14 – A OLVE e o EV têm contra-indicações?

Não foram identificadas contra-indicações até o memomento.

15 – Devo praticar a OLVE se a saúde estiver ruim?

Sim. Isto inclusive pode acelerar o processo de cura.

16 – A instalação de EVs pode curar uma doença?

Existem relatos de pessoas que curaram pequenas doenças, tais como dores localizadas, com a instalação de sucessivos EVs.

17 – O que devo fazer se ao fazer a OLVE sentir-me mal?

Avalie os possíveis motivos para isso: bloqueios energéticos a serem superados e heteroassédio consciencial.

18 – O que fazer se ao fazer a OLVE ocorrer taquicardia?

Deve-se parar com a oscilação das energias imediatamente. Com o fim da taquicardia, a OLVE pode ser retomada.

19 – Posso sincronizar a OLVE com a respiração?

Não, pois isso vai gerar tensão no corpo físico, impedindo a obtenção do EV.

20 – Posso fazer a OLVE deslocando as ECs de forma diferente?

Não. A oscilação de energias deve ser feita da cabeça aos pés, passando logitudinalmente por dentro do corpo.

21 – Outra pessoa pode perceber minha OUVE ou meu EV?

Sim, se ela for suficientemente sensível a percepção das bioenergias e se estiver próxima a você. Ainda assim, a pessoa pode notar algum tipo de modificação nas energias no local sem identificar sua origem.

22 – A instalação do EV modifica o local onde está o praticante?

Sim. O padrão das ECs no local onde estiver o praticante vai melhorar, ainda que seja por alguns momentos.

23 – Devo instalar o EV durante um atendimento em meu consultório?

O correto é instalar o EV antes e depois de um atendimento. Instale um EV durante um atendimento somente se perceber a incidência de assédio interconsciencial suportado ou contornado de outra maneira.

24 – Devo instalar o EV durante um atendimento espiritual, sessão de passes ou sessão mediúnica?

O correto é instalar o EV antes e depois desses atendimentos. Instale um EV nessas ocasiões somente se perceber  a incidência de assédio interconsciencial que não possa ser suportado ou contornado de outra maneira.

25 – Quanto tempo deve durar uma sessão de OLVE?

Sugere-se que a OLVE tenha aproximadamente 5 minutos, mas, essa duração pode ser menor ou maior conforme a pessoa, o ambiente e as circunstâncias.

26 – O que significa dominar o EV?

Significa poder instalar o EV em 100% das tentativas, a qualquer hora, em qualquer lugar e sob quaisquer circunstâncias.

27 – Quanto tempo é necessário para dominar o EV?

Isto varia de pessoa para pessoa. Normalmente será preciso alguns anos de prática para chegar à condição de domínio.

28 – É possível instalar o EV de outra maneira, sem fazer a OLVE?

O EV pode ocorrer espontaneamente, por exemplo, antes ou após uma projeção consciencial lúcida. A pessoa que domina o EV também pode, com o tempo, aprender a instalá-lo imediatamente, somente usando a vontade, sem fazer a OLVE.

29 – Com que frequência ocorre o EV espontaneo?

Trata-se de um evento relativamente raro e, geralmente, não percebido pela consciência.

30 – A intensidade do EV é sempre a mesma?

Não. Ela pode variar bastante conforme o local, as condições do praticante e outros fatores externos.

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Como Limpar Energias Gravitantes


 

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EGs – Energias gravitantes, são as energias extrafísicas conscienciais estáticas existentes em torno de objetos, pedaços ou restos de objetos, de construções, pedaços ou restos de construções (ou os restos de ambos) e até mesmo em torno de consciências intrafísicas ou extrafísicas formando um campo que pode ser percebido por uma pessoa com parapsiquismo apurado.

Sobre esse assunto, publiquei um post  no ano passado.

Qualquer padrão de pensenes (pensamentos+sentimentos+energias) repetitivos vão determinar como será a psicosfera de uma consciência. Pensamentos hígidos, equilibrados vão melhorar o padrão da psicosfera. Pensamentos doentios, desequilibrados vão piorar esse padrão. Quando nos referimos a EGs, normalmente, tratam-se desse segundo tipo.

Como é feita a profilaxia das EGs? De um modo geral a limpeza das EGs é feita por meio do EV e da exteriorização de ECs.

Vejamos então, caso a caso.

1) Energias gravitantes em um objeto

Origem: Ficaram agregadas ao objeto formando um campo a medida que o mesmo padrão de pensenes foram direcionados para ele. Esses pensenes pode ser agregados ao objeto tanto estando as consciências na sua presença quanto estando à distância.

Exemplos de objetos que podem ter energias gravitantes:

-Objetos de culto devocional-religioso

-Objetos usados para guardar-esconder dinheiro, joias, documentos

-Objetos de uso pessoal tais como carteiras, bolsas, certas roupas, etc

Fatores a serem considerados:

-Por quanto tempo o objeto foi usado.

-Um objeto novo, produzido em série (linha de produção), em princípio, não terá energias gravitantes consigo, mas, sempre existem escessões.

-Qual padrão de pensenes foi depositado no objeto.

-Se o objeto permanece recebendo o mesmo padrão de pensenes de consciências extrafisicas.

Como limpar:

Por meio de um poderoso fluxo de ECs exteriorizadas com as mãos, uma ou mais vezes ao longo de alguns dias.

Notas:

-Existem objetos que não vale a pena limpar. Nesse caso o objeto deve ser destruído.

-A tentativa de limpar certos objetos pode resultar em heteroassédio.

2) Energias gravitantes em um local

Origem: As atividades intrafísicas que ali foram realizadas.

Exemplos de locais com energias gravitantes:

-Lojas

-Escolas

-Prisões

-Hospitais

-Instituições religiosas

-Consultórios

Fatores a serem considerados:

-O tipo de atividade realizada

-Por quanto tempo o local foi usado para aquela atividade

Como limpar:

-Realizando EVs sucessivamente seguido de intensa exteriorização de ECs. Repetir durante vários dias.

-Ocupando o local e realizando atividades diversas do padrão anterior.

Notas:

-Certo locais não valem a pena limpar. Exemplo: Presídio, local de tortura, campo de concentração. Nesses casos a melhor opção e a demolir e enterrar os escombros.

3) Energias gravitantes em uma pessoa

Origem: Padrões de pensamento repetitivos.  As EGs tendem a aglutinar-se na reguão da cabeça/paracabeça.

Exemplos de EGs em pessoas:

-Pensamentos repetitivos sobre sexo

-Pensamentos repetitivos sobre doenças

-Pensamentos repetitivos sobre dinheiro

-Pensamentos repetitivos inamistosos quanto a outra consciência

Como limpar:

-O EV é seria a forma ideal, mas, será que uma pessoa com pensamentos gravitantes terá a iniciativa e disposição para aprender a técnica e instalar um EV?

-Nesses casos, a aplicação da técnica do Arco Voltaico, descrito em post anterior, é a melhor saída, aplicado uma ou mais vezes durante alguns dias.

-A pessoa em questão deve mudar seu padrão de pensamentos, instituindo novos hábitos de estudo, leitura, viagens, mudanças na rotina e comportamento rotineiros.

 

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Pesquisa sobre o Estado Vibracional


EV01062014

Pesquisa sobre o EV

Estou realizando uma pesquisa exploratória que tem por objetivo obter informações estatísticas sobre o perfil dos praticantes da técnica do Estado Vibracional – EV, assim como os principais aspectos sobre como a técnica é realizada, quais são as sensações e efeitos que provoca.

Qualquer pessoa que seja praticante da técnica do EV pode responder o questionário.

Que tal você participar?

São apenas 14 questões cujo preenchimento demanda menos de 5 minutos.

Os respondentes poderão receber o resultado da pesquisa em agosto de 2014

CLIQUE AQUI para acessar o questionário.

Cesar Machado

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Mobilização de Energia e Projeções Conscientes


Transformation ins Licht

 

Respondi recentemente aos questionamentos de um homem relacionados a mobilização de energias e projeção consciente.

Há muitos anos ele vem praticando a mobilização de suas energias conscienciais por meio de meditação e da prática do EV – Estado Vibracional.

Recentemente, vem tentando produzir projeções conscientes. Para isso mobiliza as energias e faz EV antes de dormir, mas, apesar disso, as projeções não acontecem.

Como lhe expliquei, isso ocorre porque, as projeções lúcidas requerem a convergência de uma série de fatores para que possam acontecer.

Sair fora do corpo de forma inconsciente ou semiconsciente é algo que todo mundo faz. O que falta é lucidez. Para possibilitar o aumento da lucidez é necessário sutilizar suas energias conscienciais. Isso pode ser feito por meio de um intenso trabalho de mobilização e exteriorização de energias. A intensa exteriorização reduz, temporariamente, a quantidade de energia densa presente no energossoma e psicossoma (corpos extrafísicos) o que, por sua vez, faculta o aumento da lucidez extrafísica e, portanto, a produção de uma projeção consciente.

Um problema que o projetor terá que lidar é: para onde ele vai exteriorizar essa energia? Fazer isso de forma descuidada, sem qualquer alvo ou aplicação e repetir esse procedimento noite após noite pode acabar gerando assédio extrafísico, pois não vai demorar muito para consciências extrafísicas energívoras perceberem que tem alguém jogando fora grande quantidade de ECs diariamente, sempre no mesmo horário.

A prática da Tenepes – Tarefa Energética Pessoal – a noite, antes de dormir, seria a forma ideal de fazer essa exteriorização. Além de assistir outras consciências, de quebra, a pessoa está de predispondo a ter uma projeção lúcida.

Como você leitor talvez tenha lido ou ouvido falar, fazer EV antes de dormir, pode levar a pessoa a ter uma projeção lúcida. Como fica isso então?

Posso afirmar por experiência pessoal que funciona mais ou menos assim: você instala um bom EV antes de dormir, já deitado em seu leito, noite após noite e, ocasionalmente, projeções lucidas ocorrerão. Mas a taxa de sucesso é muito baixa, digamos, 1 vez por mês.

Dá para melhorar essa taxa? Sim é possível. Pode-se empregar mais técnicas projeticas concomitantemente a instalação do EV. Outra forma, mas “dura” é instalar o EV e mantê-lo pelo maior tempo possível ou simplesmente ficar circulando as energias dos pés a cabeça/da cabeça aos pés por uma hora ou mais, com a provável instalação de vários EVs nesse meio tempo. Com isso, aumenta-se bastante as chances de produção da projeção lúcida. Ocorre, porém, que as projeções nesse caso tendem a ter baixo nível de lucidez pois o projetor vai carregar consigo muita energia densa que não foi liberada. Chama-se isso de projeção lastreada.

Naturalmente, como cada pessoa tem suas próprias peculiaridades, resultados diferentes desses podem acontecer. A pessoa interessada tem que se autopesquisar e ver como sua lucidez extrafísica responde aos diversos procedimentos de mobilização energética.

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