Trilhas Energéticas


EV07092013

Definição: Trilhas energéticas são rastros de ECs – Energias Conscienciais – gravitantes deixadas pela pessoa, ou pessoas, no caminho percorrido habitualmente, apresentando efeitos acumulativos, ao modo da forma holopensênica longitudinal, extensa, larga.

Sinonímia: Trilho energético; Caminho energético; Vereda energética; Rastro energético humano; Corredor bioenergético; Pista grafopensênica humana.

Dimensão: A trilha energética formada pelas energias gravitantes pode ser intrafísica ou extrafísica. A primeira é formada por pessoas quando deslocam-se sobre a superfície dos terrenos planetários. A segunda é formada pelo deslocamento de consciências extrafísicas e por projetores em outras dimensões.

Pessoal: Trilhas e paratrilhas podem ter um caráter pessoal. A consciência que descolou-se por uma trilha por várias vezes deixará ali sua própria assinatura energética na forma de energias gravitantes, de tal forma que, o que pode ser uma trilha para uma consciência, pode  não ser para outra.

Efeitos Acumulativos: Quanto mais usamos uma trilha ou paratrilha, mais a reforçamos. Isso ocorre inclusive no nível cerebral e paracerebral por meio dos processos que levam ao automatismo. Exemplo típico é o caminho que fazemos habitualmente de automóvel. Quando distraídos, podemos nos surpreender ao chegar ao destino que não guardamos lembrança do percurso.

Multiexistencial: Desde que não ocorram mudanças significativas nos percursos devido a ação da natureza e/ou do homem, trilhas energéticas deixadas em uma existência intrafísica podem ser novamente percebidas e usadas em uma existência posterior. A conscienciologia chama isso de forma holopensênica.

Forma: A trilha energética, como forma holopensênica, criadas em retrovidas por uma pessoa podem ser detectadas de forma consciente ou não quando essa pessoa retorna, na vida atual, a esse local. Nesse caso ela pode acoplar-se às energias gravitantes desses lugares e experimentar uma inexplicável sensação de pertença, arrebatamento ou mal estar, conforme aquilo o que tenha vivenciado ali.

Enumerologia: a trilha energética pode ser positiva (sadia, homeostatica, cosmoetica) ou negativa (patologica, nosografica, anticosmoetica); reta ou sinuosa; curta ou longa; na natureza ou urbana; nova ou antiga, principal ou secundária; contaminada ou desassediadora; funcional ou atratora; simples ou composta.

Trilhas Simples e Compostas: Trilhas energéticas simples são formadas, por exemplo, pelas energias conscienciais gravitantes do caminho particular dos moradores no próprio quintal da residência. Trilhas energéticas compostas são as energias conscienciais gravitantes de um caminho em um parque público.

Específicas:

(1)   Trilhas energéticas compostas criadas em caminhos percorridos por procissões ou peregrinações religiosas, especialmente aquelas percorridas por multidões, tendem a ser mais fortes e provocar mais efeitos de raport.

(2)   No Rio de Janeiro, no Carnaval, paratrilhas energéticas atratoras são criadas pelos amparadores extrafísicos. Consciências extrafísicas doentias que entram por essas trilhas são conduzidas instantaneamente para longe da cidade.

(3)   O caminho percorrido diariamente a pé ou de automóvel por uma pessoa, durante semanas, meses ou anos a fio.

Paradoxo: Se por um lado o ideal é andar sempre no mesmo trajeto ou itinerário em função das energias e das formas holopensênicas potencializadoras que ele apresenta, por outro lado, percorrer trajetos diferentes ou alternativos pode proporcionar novas experiênciasenriquecedoras, tais como, a descoberta de trajetos melhores do que aqueles que usávamos antes.

Conclusão: O primeiro passo para tirar-se proveito das trilhas energéticas é mapear aquelas que usamos regularmente. Você leitor, já pensou em fazer isso?

Referências:

Enciclopédia da Conscienciologia – Verbete Trilha Energética

Para Saber Mais:

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Chegando aos 20 EVs por Dia


EV28082013

O EV – Estado Vibracional é a condição na qual o energossoma (duplo etérico) e o psicossoma aceleram ao máximo suas as vibrações, ultrapassando de forma considerável as lentas vibrações do corpo físico. É uma condição que pode ocorrer naturalmente, em ocasiões excepcionais e que pode ser produzida deliberadamente por meio da movimentação das EC – Energias Conscienciais.

Em geral, é necessário certo tempo para que uma pessoa aprenda a instalar o EV. Se ela praticar com regularidade, é possível chegar ao primeiro EV em algumas semanas. Claro que existem exceções; pessoas que conseguem isso em muito menos tempo e pessoas que demoram muito mais.

Uma possível meta para quem já domina a técnica de instalar o EV é a “Técnica dos 20 EVs”, a instalação de 20 EVs por dia, de forma regular, diariamente, sem interrupções.

Não se trata de algo simples. Suspeito que a maioria das pessoas que tenta, não consegue aplicar a técnica. Muitos nem tentam. Outros o fazem e conseguem resultados parciais (menos EVs/dia) ou não conseguem manter essa rotina sem interrupções.

Os benefícios em se fazer 20 EVs por dia são os mesmos daqueles proporcionados por fazer um único EV, só que, potencializados (em tese 20 vezes maiores):

  • Desobstrução e profilaxia do holossoma e das próprias energias conscienciais;
  • Melhoria da capacidade de mobilização energética, qualitativa e quantitativamente;
  • Promoção do desassédio interconsciencial;
  • Desacoplamento com energias densas e causadoras de acidentes;
  • Eliminação de minidoenças;
  • Desenvolvimento do parapsiquismo.

Para realizar a técnica, é preciso criar o hábito de fazer muitos EVs ao longo do dia. A menos que a pessoa esteja com a maior parte do seu tempo livre para priorizar os EVs, as atividades da rotina diária provavelmente vão monopolizar sua atenção e ela não conseguirá atingir a marca dos 20 EVs. Como mostra a figura acima, quando surge um novo hábito, ele situa-se inicialmente em uma “zona de tensão” intraconsciencial. Se e quando esse hábito consolidar-se, passa para a “zona de conforto” e a pessoa não tem maiores dificuldades em praticar aquele comportamento.

A consolidação pode acontecer muito rapidamente, pode demorar semanas (em tese, até 21 dias) ou pode não acontecer, levando a pessoa a abandonar rapidamente aquele hábito. Quantas coisas que exigem repetição começamos a fazer e que logo deixamos, seja por falta de tempo, seja por falta de disposição ou ainda por outros motivos?

Essa técnica surgiu a partir das observações do cirurgião plástico americano Maxwell Maltz que, por volta de 1960, notou que seus pacientes precisavam de 21 dias para perceber os efeitos de uma cirurgia. Esse seria o período necessário, portanto, para consolidar um hábito.

A ideia, portanto, é manter o novo hábito de forma disciplinada, por 21 dias. Depois desse período, ele deverá entrar na “zona de conforto” e não sentiremos maiores dificuldades em repeti-lo.

Isso é especialmente verdadeiro para quem domina a técnica à pouco tempo e que, provavelmente, deve demorar mais tempos para instalar o EV do que uma pessoa que tem anos de prática. Quanto mais tempo de prática, mais rápido se consegue instalar o EV.

Essa técnica pode ser usada por qualquer pessoa para estabelecer qualquer tipo de hábito, tal como a instalação de EVs. Vejamos, por exemplo, uma possível sequência de hábitos, cada qual demandando 21 para ser consolidada:

  • Hábito 1: Instalar 1 EV diariamente, em qualquer horário;
  • Habito 2: Instalar 2 EVs diariamente, por exemplo, 1 pela manhã, ao despertar e outro a noite, antes de dormir;
  • Habito 3: Instalar 3 EVs diariamente, acrescentando um EV por volta de meio dia;

A partir desse ponto, pode-se ir aumentando a quantidade de EVs/dia de várias maneiras, como por exemplo:

  • Hábito 4: Instalar 10 EVs diariamente;
  • Hábito 5: Instalar 15 EVs diariamente;
  • Hábito 6: Instalar 20 EVs ou mais diariamente;

Qualquer um que for aumentando a frequência de EVs perceberá que fica cada vez mais difícil aumentar a quantidade pois, quando estamos na marca de 1, 2 ou 3 EVs, estaremos aproveitando os melhores horários e locais para praticar. Ao aumentar o número estaremos em locais e situações diversas, como por exemplo, em meio a uma reunião, atendendo uma pessoa no trabalho, dirigindo um veículo, etc. Diante dessas circunstâncias, é fácil se esquecer do EV ou até tentar instalá-lo, mas sem sucesso devido à pressão de outras atividades.

Uma estratégia que já usei para fazer 20 EVs foi ajustar o celular para o modo vibrado (sem som) e programar um alarme a cada 30 minutos. Assim, quando o alarme tocava, sabia que precisava fazer mais um EV. Mesmo que não pudesse fazer na hora, deixava para o momento em que fosse possível ou para a próxima ocasião em que o alarme disparasse.

Outra estratégia é fazer a instalação do EV a cada “mudança de contexto”. Por exemplo:

  • Ao entrar no automóvel/condução;
  • Ao sair do automóvel/condução;
  • Ao entrar no ambiente de trabalho;
  • Ao mudar de sala no ambiente de trabalho;
  • Ao atender uma pessoa;
  • Etc.

Essa estratégia pode ser mais conveniente por não ter alarmes, mas, requer mais atenção, senão, o tempo vai simplesmente passando e quando percebemos o dia já está próximo do fim e os EVs ficaram só na intensão.

Usando uma dessas estratégias, é possível que se instale até mais do que 20 EVs dia. Importante lembrar que nem sempre teremos sucesso em instalar o EV em todas as tentativas.

Duas premissas são fundamentais para que a técnica dos 21 dias funcione, seja para os 20 Evs, seja para qualquer outra coisa:

1 – Deve-se implementar um hábito de cada vez. A implementação de dois ou mais hábitos ao mesmo tempo resultada na dispersão do foco e das energias pessoais e os hábitos poderão não ser consolidados.

2 – A disciplina diária deve ser seguida rigidamente. Para tanto, é recomendável empregar-se uma planilha de acompanhamento onde serão registrados o número de EVs instalados diariamente.

Existem variações nessa técnica de implementação do hábito que sugerem usar períodos de 30 dias, ao invés de 21, que permitiria a aquisição de exatos 12 hábitos/ano.

Além do EV, essa técnica pode ser aplicada para adquirir outros hábitos saudáveis, como por exemplo:

  • Fazer exercício físico diário;
  • Aplicar técnica projetiva diária;
  • Ler obras instrutivas diariamente;
  • Registrar diariamente, em um diário holossomático, fatos relevantes, intra ou extrafísicos;
  • Fazer uma reflexão sobre a vida e os desempenhos pessoais semanalmente;
  • Etc.

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Saindo ileso de um acidente


EV17082013

Nesse domingo acordei cedo, peguei o carro e fui para o Setor Hoteleiro Norte onde realizar-se-ia a segunda e última aula do curso “Oficina Autoeficácia Proexológica”, promovido pela Apex Internacional em parceria com o IIPC Brasília.

Como ainda era cedo, dirigi calmamente, sem pressa até chegar ao Eixo Monumental (uma via central de Brasília que tem 6 pistas) de onde acessaria outra via que dá para o Setor Hoteleiro Norte. Aproveitei para vir ouvindo uma tertúlia conscienciologica gravada anteriormente enquanto dirigia.

Já próximo ao hotel, estava na pista mais a direita do Eixo quando, na confluência com a via W3, um automóvel Corsa preto ganhou o Eixo saindo desembestado da W3 Norte. Ao me ver, o motorista parece ter se assustado. Não esperava que meu automóvel estivesse trafegando naquela pista da direita, afinal, era domingo e ainda cedo. Então o motorista jogou seu carro para o recuo que fica ao lado daquela pista para que não colidíssemos. Esse recuo terminava uns 20 metros adiante, de forma que, ou ele parava ali para me deixar passar e depois seguir seu caminho ou eu diminuía mais ainda minha velocidade, que já estava baixa, para deixá-lo sair para a pista.

Foi um momento onde ambos, ele e eu, avaliamos o que deveríamos fazer. Eu poderia ter acelerado para tomar o espaço da pista, deixando-o para trás, mas, por realmente estar sem pressa e ciente desse mal hábito que todos nós brasileiros temos de disputar espaço no trânsito, as vezes de forma desesperada, preferi diminuir a velocidade para deixá-lo sair.

Percebendo meu movimento, o motorista do Corsa não perdeu tempo. Acelerou, tomou a minha frente e, descuidadamente, fui jogando seu automóvel para a primeira pista da esquerda. Não imaginava, mais uma vez, que outro automóvel poderia vir por ali e foi o que aconteceu. Um sedan Renalt prateado passou rapidamente pelo meu lado esquerdo e, pouco a frente, chocou-se com a lateral do Corsa que invadira a pista sem esperar ou dar sinal.

Ambos motoristas assustados, istintivamente. jogaram seus carros para lados opostos. Fora os espelhos laterais de ambos automóveis que voaram para o alto e mais alguns prováveis arranhões e ligeiros amassados nas portas, não houve maiores consequências. Ambos pararam alguns metros depois enquanto eu entrava a direita para pegar a rua do hotel.

Estacionei meu automóvel e, antes de ir para o local do curso, dei uma espiada nos automóveis parados pouco adiante onde os motoristas avaliavam seus prejuízos.

Além de estar dirigindo com atenção e sem pressa, para minha sorte, antes de sair de casa, fizera dois EV – Estado Vibracional. Como já mencionei em um post anterior, a prática do EV antes de dirigir desfaz possíveis acoplamentos energéticos que podem causar vários tipos de acidentes.

Além do mais, é recomendável especial atenção quanto a possíveis acidentes que possam ocorrer quando participamos ou ajudamos a realizar certos tipos de eventos tais como os cursos cujo objetivo é promover o esclarecimento das pessoas. Esse tipo de evento perturba muito as consciências que chamamos de Guias Cegos e Assediadores, pois elas temem perder o poder que tem por sobre pessoas que fazem esses cursos (Mais esclarecimento = Menos suscetibilidade a assédio extrafísico).

Esse não foi o primeiro acidente que evitei por praticar o EV e, receio, não será o último. Todos estamos sujeitos a sofrer os mais diversos tipos de situações de risco que podem resultar em acidentes, de forma que, praticar o EV diariamente, assim como outros procedimentos de autodefesa energética é uma forma de evitá-los.

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Energias nas Praias


Praia de Nazaré - Portugal - 2011 - Foto do Autor

Praia de Nazaré – Portugal – 2011 – Foto do Autor

Quando era jovem adorava ir à praia, tomar sol e pegar um bronzeado legal.

Depois que “inventaram” o câncer de pele por excesso de exposição solar, meu interesse por esse tipo de lazer caiu muito. Fiquei anos sem por os pés em uma praia (até porque estou a 1000 Km da mais próxima), até que, no final de 2012 e depois, nesse último final de semana, quebrei essa abstinência.

E foi assim, caminhando pela praia, que resolvi escrever um post sobre as energias que encontramos nas praias.

Nas praias ocorre à confluência de vários tipos de energias imanentes – EIs – sutis, extrafísicas: geoenergias (a areia, as pedras e outros terrenos próximos), as energias do ar, levadas do mar para a terra e vice-versa pelo vento constante, as energias das águas do mar que espalham pelas areias a medida que as ondas arrebentam.

O quebrar da onda na praia deixa um rastro de areia molhada. É possível, para quem tem clarividência, observar que quando o onda recolhe, fica na areia molhada uma esteira luminosa de energia. Essa percepção não é simples devido ao sol que dissipa a luminosidade, mas, é possível para a pessoa que tem clarividência.

A abundância de EIs e a dinamicidade da sua constante renovação é comum a muitas (mas não todas) as praias.

Para nosso estudo, as paias podem ser classificadas em dois tipos: as desertas (ou semidesertas) e as praias ocupadas, as que são regularmente frequentadas por pessoas.

As praias ocupadas, como quaisquer outros ambientes humanos, estão repletas de energias que podem ser classificadas em três tipos quanto as energias: absorvedoras, doadoras e ambivalentes.

  • Praias absorvedoras de ECs: são as praias da moda onde ocorrem festas Rave ou semelhantes, praias superlotadas de pessoas, praias degradadas pela poluição e praias em cujas cercanias foram construídos presídios, usinas nucleares, fábricas, templos religiosos, etc.
  • Praias doadoras de EIs: praias que são pouco frequentadas; com matas nas proximidades, com pouco trânsito de pessoas ou veículos por perto.
  • Praias ambivalentes: as praias privativas de clubes e resorts, as praias onde se realiza um espetáculo ao ar livre ou um espetáculo artístico de nível elevado.

A maioria dos centros urbanos na orla tem em suas proximidades, ainda que seja preciso afastar-se um pouco, praias limpas, com poucos frequentadores e com abundância de EIs que podem ser absorvidas pela pessoa interessada de diversas formas:

-A geoenergia, pelas plantas dos pés, ao se caminhar descalço pela praia.

-A aeroenergia, principalmente pelo laringochacra e pelo cardiochacra, conforme o vento sopra de encontro ao corpo físico.

-A hidroenergia, a medida que entremos no mar, ou mesmo ser fazer isso, apenas estando nas suas proximidades.

Lembrei-me que André Luiz dava um relato sobre as energias existentes em certas praias em um de seus livros, “Entre a Terra e o Céu”.

Segundo relata André Luiz no capítulo 5 dessa obra, “Na orla do mar, em plena noite, a movimentação da vida espiritual é muito intensa. Desencarnados de várias procedências reencontravam amigos que ainda se demoravam na Terra, momentaneamente desligados do corpo pela anestesia do sono”.

Prosseguindo, André Luiz descreve o que ocorria em uma praia doadora de EIs: “Havia grande número de enfermos. Anciães, mulheres e crianças, em muitos aspectos diferentes, compareciam ali, sustentados pelos braços de entidades numerosas que os assistiam… Serviços magnéticos de socorro urgente eram improvisados aqui e além… E o ar, efetivamente, confrontado ao que respirávamos na área da cidade, era muito diverso. Brisas refrescantes sopravam de longe, carreando princípios regeneradores e insuflando em nós delicioso bem estar.”

Clarêncio, uma consciência extrafísica que acompanha e instruía André Luiz, fez então o seguinte comentário: ”O oceano é miraculoso reservatório de forças. Até aqui, muitos companheiros de nosso plano trazem os irmãos doentes, ainda ligados ao corpo da Terra, de modo a receberem refazimento e repouso… Qual acontece na montanha arborizada, a atmosfera marinha permanece impregnada por infinitos recursos de vitalidade da Natureza. O oxigênio sem mácula, casado às emanações do planeta, converte-se em precioso alimento de nossa organização espiritual, principalmente quando ainda nos achamos direta ou indiretamente associados aos fluidos da matéria mais densa.”

Concluindo, quero lembrar que existe uma Síndrome da Praia. É o que tem a pessoa que mora a décadas a beira mar sem nunca frequentar suas praias, seja para tomar banho, seja para fazer qualquer tipo de exercício como caminhar. Você leitor, conhece alguém assim? Você sofre dessa síndrome? Está desperdiçando bons recursos energéticos que a natureza disponibiliza nas suas proximidades?

Referências

Enciclopédia da Conscienciologia – Verbete Síndrome da Subestimação, Waldo Vieira

Projeciologia 1ª Edição – Capítulo 232 – Ambiente Extrafísicos, Waldo Vieira

Entre a Terra e o Ceú – FEB, Francisco Cândido Xavier

Artigo Ativação Energética Consciencial

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Um “Tour” pelas Energias Telúricas


Cromeleque de Almendres - Evora - Portugal - Foto do Autor

Cromeleque de Almendres – Évora – Portugal – Foto do Autor [1]

 

Contextualização. O planeta Terra emana uma série de energias próprias. São as chamadas energias telúricas. A emanação dessa energia ocorre a partir do centro da Terra, subindo perpendicularmente à superfície terrestre e incorporando, ao longo desse caminho, propriedades diferentes conforme o tipo de solos, depósitos minerais e veios aquíferos por que passa.

Origem. O termo telúrico vem do latim tellus que significa terra. Este termo tem sido empregado há vários séculos por numerosos investigadores e radiestesistas para definir as energias relacionadas à terra. Mais recentemente, também passou a ser empregado pela ciência.

Ciência. Para a ciência, as únicas energias telúricas são as que podem ser fisicamente medidas: o calor geotérmico e as correntes elétricas geomagnéticas induzidas por mudanças na parte externa do campo magnético da Terra.

Peculiaridades. Cada terreno ou mesmo cada pedaço dele, pode ter características peculiares, próprias dos elementos que, no subsolo, interferem na emanação dessas energias.

Influência. As energias telúricas afetam todos os seres vivos, plantas, animais e o ser humano de forma positiva ou negativa conforme o teor dessas energias.

Passado. Em diversas partes do mundo, antigas culturas do passado procuravam estudar as características do terreno, diretamente, pela parapercepção das energias, ou indiretamente, observando as plantas e animais que nele viviam para determinar que terrenos iriam ocupar, onde iriam construir.

Exemplos. Do neolítico na Europa, restaram muitos monumentos megalíticos (foto acima), muitos dos quais às vezes eram empregados como sinalizadores das energias telúricas existentes no local em que eram “plantados”. Rochas especialmente selecionadas com a mesma função estão presentes em muitas outras culturas: Te-pito-te-Kura na Ilha da Pascoa, Pohaku-o-kane no Havai, Puna-um na Nova Zelândia, Kaname-ishi no Japão, Paypicala no Peru, Chintamani no Tibet, dentre outros.

Aborigenes. Segundo o antropólogo Kim McCaul[2], a cultura aborígene é muito influenciada pela terra, pelos solos e pelos acidentes geográficos. Todo e qualquer acidente geográfico relevante é “catalogado” por meio de uma tradição oral milenar que relaciona esses pontos com histórias que ocorreram no passado.

Pés Descalços. Ainda segundo McCaul, o fato de andarem descalços, em íntimo contato com o chão, dá aos aborígenes uma grande sensibilidade quando ao teor das energias telúricas. Isso lhes permite, por exemplo, indicar com precisão locais onde existe água ou algum depósito diferente de minerais, tal como o carvão.

Esquecimento. Os conhecimentos sobre energias telúricas dos povos antigos eram empíricos, transmitidos de forma oral de geração para geração. A vida urbana e uma série de outros fatores fez com que muitos desses conhecimentos fossem perdidos.

China. Uma exceção ocorreu na China, lar de uma das mais antigas civilizações e que abriga o povo que mais se dedicou a tentar compreender as energias e aplica-las a seu favor. Ainda assim, durante a Revolução Cultural, muitas obras sobre o assunto foram sistematicamente destruídas nesse país.

Feng Shui. Empregando princípios da radiestesia, os chineses criaram meios para determinar com precisão os locais onde há incidência de energias positivas e negativas. As primeiras referências ao Feng Shui (literalmente “vento e água”) remontam ao Zang Shu (O Livro dos Enterros) escrito pelo Mestre Guo Pu (276-324 d.C.).

Comparação. Os chineses comparam os benefícios que o tratamento que o Feng Shui pode proporcionar a um espaço com os resultados que a terapia da acupuntura pode oferecer a uma pessoa.

Veias do Dração. No Feng Shui, os fluxos de energia telúrica são denominados “as veias do dragão”. Na Índia, em sentido similar, existe o termo sânscrito nwyvre significa “a força da serpente ondulada da terra”.

Radiestesia. O termo vem do Latim radius, que significa radiação e do grego aisthesis que significa sensibilidade, indicando assim a “sensibilidade às radiações”. Sua antiga designação era rabdomancia. A radiestesia é a capacidade de captar radiações e energias emitidas por quaisquer objetos, incluindo a fontes de água e minerais no subsolo.

Instrumentos. Historicamente, inúmeros “dispositivos” foram criados para possibilitar a detecção de energias telúricas e, indiretamente, fontes de água e minerais no subsolo: Forquilhas, bússolas, pêndulos, Ba-Gua, etc. Na realidade, todos eles podem ser perfeitamente dispensados, substituídos pela percepção das energias do próprio radiestesista.

Linhas de Ley. São supostos alinhamentos de um número de lugares de interesse geográfico e histórico, tais como antigos monumentos e megalíticos, picos montanhosos e fontes de água natural. O termo foi cunhada em 1921 pelo arqueólogo amador Alfred Watkins , em seus livros Early British Trackways e The Old Straight Track. Ocupações humanas do passado teriam sido criadas em terrenos de forma alinhada, na medida que as energias nesses locais seria mais forte ou, de alguma forma, diferente.

Zonas Geopatogênicas. São terrenos onde ocorre a incidência de energias telúricas negativas que afetam a saúde de quem vive ou permanece longos períodos nesses locais.

Patologias. As patologias provocadas pelas energias telúricas seriam causadas pela forma como as consciências processam essas energias. Seria o acúmulo dessas energias no holossoma [3] a causa das doenças.

Plantochacra. Localizados nas plantas dos pés, são os principais receptores da energia telúrica emanada pelo solo. As energias telúricas são absorvidas por esses chacras, sobem pelas pernas e são distribuídas pelo sistema energético do holossoma.

Questionamento. Atualmente discute-se a colonização da Lua, de Marte e, mais adiante, de outros planetas ou satélites. Eu me pergunto: Qual será o efeito da absorção durante anos, ou talvez por toda uma vida, de energias telúricas totalmente diferentes no holossoma dos colonizadores?

 Notas

[1] Cromeleque, ou cromlech, é o conjunto de diversos menires dispostos em um ou vários círculos, em elipses, em retângulos, em semicírculo ou ainda estruturas mais complexas como o cromeleque de Almendres em Évora, Portugal.

[2] Palestra proferida no dia de 27 de abril de 2013 no CEAEC, em Foz do Iguaçu.

[3] Holossoma é o conjunto de todos os veículos de manifestação da consciência: soma, energossoma, psicossoma e mentalsoma.

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Isca Interconsciencial


EV18072013

Etapas da Iscagem: 1 – Percepção; 2 – Atuação; 3 – Acolhimento; 4 – Encaminhamento

Assédio Interconsciencial é a invasão ou intrusão doentia de pensamentos, sentimentos (emoções) ou energias de uma consciência na outra.

Como existem consciências intrafísicas e extrafísicas, o assédio interconsciencial pode ocorrer de quatro maneiras possíveis: partir de uma consciência extrafísica em direção a uma consciência intrafísica e vice-versa, assim como de consciência extrafísica para extrafísica e intrafísica para intrafísica.

Vamos focar nesse post no assédio de uma consciência intrafísica por uma consciência extrafísica.

Ora, praticamente todas as pessoas, cidadãos planetários da humanidade intrafísica estão sujeitos ao assédio extrafísico.

Algumas formas de assédio são mais sutis, quando ocorrem no âmbito do pensamento, sendo difíceis de serem percebidas.

Outras formas são mais grosseiras e facilmente perceptíveis, quando ocorrem no nível energético: a pessoa assediada se sente mal, por vezes acometida por dores e até pode ficar doente em função disso.

Como tratar esse tipo de assédio interconsciencial mais grosseiro? Existem várias maneiras, das quais vamos apresentar uma, mais sofisticada, a Iscagem Interconsciencial Lúcida.

Isca interconsciencial é a pessoa, consciência intrafísica, que atua ao modo de isca energética perante consciências ou grupos de consciências extrafísicas doentias, enfermas, ou conseneres – consciências energívoras sem contrair traumas físicos, energéticos ou psicológicos.

Iscagem interconsciencial é o ato de agir como isca. É um tipo de relação ente consciências intrafísicas e extrasicas que consiste na primeira atrair e reter nas suas proximidades, dentro da sua psicosfera, uma consciência extrafísica enferma a fim de promover o desassédio de outra consciência intrafísica.

São sinônimos de Isca Interconsciencial: Isca lúcida, Isca interassistencial, Isca espiritual, Isca assistencial consciente, Isca assistencial, Isca humana lúcida.

Existem dois tipos de Iscagem interconsciencial:

  • A iscagem inconsciente: quando a pessoa faz a iscagem sem saber e sem perceber.
  • A iscagem Lúcida (ou consciente), quando a pessoa sabe o que está fazendo, no caso, iscando um assediador a fim de promover o desassédio de outra consciência intrafísica.

A Iscagem Inconsciente é assediadora, patológica, uma conduta padrão da humanidade conjugada com a atuação de assediadores. É um pocesso vulgar, primitivo, e assediador, ou seja, a pessoa que atua como isca fica assediada. É um fenômeno corriqueiro. A isca inconsciente é uma pessoa programada pelos condicionamentos robotizantes da dimensão intrafísica. É uma consciência travada.

A Iscagem Lúcida é assistencial, sustentada por amparadores, evolutiva, uma conduta exceção, rara em nossa humanidade. É um pré-quesito para outros processos conscienciais mais avançados, como por exemplo, estabecer-se como epicentro consciencial – uma pessoa que agrega e coordena ao seu redor grupos de pessoas que atuam com tarefas assistenciais ou um desperto. e a desperticidade – a pessoa livre de assédios interconscienciais. Esse processo é acompanhado por amparadores extrafísicos, trabalhado com empenho e dedicação, uma ação que denota um padrão evolutivo superior a média humana, o início do processo de libertação de todos os assédios interconscienciais (desassedialidade).

Tem gente que percebe a iscagem posteriormente. Nesse caso, ela não fez uma iscagem lúcida.

Bucha de Canhão são as pessoas que ficam com as rebarbas, as sobras de qualquer processo danoso. A isca inconsciente é uma bucha de canhão pois fica com as rebarbas dos processos de assédio sem querer, sofrendo por conta disso. É a consciência antena ou consciência esponja. A isca consciente, ao contrário, não sofre pois sabe exatamente o que e o porquê do que está fazendo.

No que se refere a dimensão, a iscagem lúcida pode ser feita intrafisicamente ou extrafísicamente, sendo essa última realizada pelo projetor consciente que evoca a consciência extrafísica durante a projeção consciente e, eventualmente, até mesmo antes de sua realização.

A iscagem pode ser feita para desassediar desde os parentes mais próximos, até pessoas desconhecidas com quem a isca precisa se relacionar ao longo de sua rotina diária.

Como funciona a iscagem na prática? Nada melhor do que a descrição de um caso.

Citando Waldo Vieira, conforme descrito em seu livro Projeciologia: “A isca puxa tudo para si e não devolve para a pessoa. Ela vai trabalhando as energias até dissipar o processo. Lá pelas tantas o amparador aparece, “enxagua” e leva o assediador, ou então, a própria isca faz esse “enxague” e o assediador é levado. O assediador pode seguir para uma oficina extrafísica – ofiex (um local de assistência extrafísico mantido pela consciência expert em assistência energética) ou para outro local. A pessoa assediada começa a ficar limpa. Se for preciso ele (Waldo) permite a consciência assediador fazer uma possessão benigna. Isso faz com que as energias do assediador se esgotem, “estabilizando-o” para poder ser assistido. Na abordagem de um caso de assombramento com poltergeister, num local com “caveira de burro”, acolhi, junto a mim, desde as 9 horas da manhã — o momento do acoplamento áurico — até às 18 horas, quando foi feita a exteriorização de energia no local infestado, bem como afastada e encaminhada uma entidade parapsicótica com o psicossoma todo alterado, um dos pivôs das ocorrências. Nessas nove horas de vivência na condição de isca extrafísica, ou “encosto” consciente, senti, em silêncio, dores constantes e paralisia no dedo médio da mão esquerda, no cúbito e na área da articulação do cotovelo do braço esquerdo. Todas as dores, a paralisia e outros sintomas incômodos desapareceram no momento exato da retirada da entidade viva de junto de mim.”

É importante observar quem nem todas as consciências extrafísicas podem ser assistidas por meio da iscagem lúcida.

Uma pessoa pode ser lúcida quanto a vários processos da consciência e não atuar como isca. Depende do nível de parapsiquismo que ela possui assim como da sua lucidez especificamente para esse processo. Seja como for, a atuação como isca interconsciencial lúcida é um caminho inevitável na evolução da consciência. Quer ela queira ou não, chegará o momento em que perceberá o a atuação do assédio por sobre pessoas sem que essas percebam e terá então que atuar de forma assistencial. Ela não poderá omitir-se.

A Iscagem quando desenvolvida e mais avançada pode levar a ocorrência da assim – assimilação simpática – da pessoa que atua como isca com a dupla consciência assediada/assediadora o que pode, naturalmente, causar desconforto. Quando isso ocorre, ela pode precisar trabalhar energeticamente com o EV, após a conclusão da assistência, para promover a desassim – desassimilação simpática.

Se a pessoa for ectoplasta poderá fazer iscagem de alto nível o tempo todo.

Iscagem ampliada: É aquela que ocorre quando a pessoa já tem confiança em seus processos energéticos e sabe em que situações consegue fazer o processo de assistência por meio da iscagem com desenvoltura. Nesses casos a pessoa entra “de cabeça” na iscagem quando a situação surge para resolver a situação.

Outra forma de iscagem avançada é o “ataque paraterapêutico”, um processo onde um assediador ataca diretamente a isca, ou seja, ele não precisa ser iscado de outra pessoa assediada e, durante esse ataque ele acaba ficando preso, encapsulado pelas energias da isca. Ao término do processo de iscagem o assediador fica desarmado de capacidade energética e, psicologicamente abalado por essa situação. A partir dai assume a equipe extrafísica de amparadores.

O desenvolvimento para se estabelecer como isca consciencial lúcida em quatro passos:

  • O primeiro passo, naturalmente, é conhecer, inteirar-se sobre esse processo.
  • O segundo passo é dominar as técnicas básicas de mobilização de energias conscienciais, em especial a instalação do EV – Estado Vibracional.
  • O terceiro passo é tornar-se capaz de perceber a atuação do assédio interconsciencial por sobre si mesmo, reconhecendo que o padrão de pensamentos, sentimentos e energias enfermiços do assédio.
  • O quarto passo é mapear sua sinalética parapsíquica a fim de identificar o início, o transcorrer e o fim do processo.

A sinalética que evidencia a atuação de uma pessoa como isca interconsciencial pode envolve, dentre outros sinais: leve obnubilação consciencial; sensação de opressão indefinível; sensação de peso sobre o tórax; irritabilidade surda sem motivo, diferente do próprio temperamento; exaustão física sem causa visível; mal-estar repentino geral, sem causa evidente; sentimento de mal iminente; sono irresistível; idéias de tristeza, melancolia ou pessimismo, estranhas aos hábitos mentais rotineiros, denotando interferências parapsíquicas; impressão da presença próxima, intangível, de alguém desconhecido; correntes energéticas inabituais ou vibrações desagradáveis varrendo o corpo humano; percepção de odores nauseantes sem origem; descoincidência vígil excessiva.

Referências

Enciclopédia da Conscienciologia – Waldo Vieira

Projeciologia – Panorama das Experiências Fora do Corpo – Waldo Vieira

Tertúlia Conscienciológica Número 1945 – Isca Humana Lúcida

Tertúlia Conscienciológica Número 2026 – Ataque Paraterapêutico

Tertúlia Conscienciológica Número 2683 – Trafor Dessassediador

Para Saber Mais:

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Imaginação e Estado Vibracional


Crédito: Fotolia

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Muitas pessoas que estão iniciando a prática do Estado Vibracional – EV – tem a mesma ideia: tentam usar a imaginação para instalá-lo. E não conseguem. Porquê isso acontece? Qual é a diferença entre imaginar a circulação das energias e circulá-las de fato? Afinal de contas, pode-se instalar o EV apenas com a imaginação ou não?

Essas questões serão respondidas nesse Post.

Muitas técnicas de manipulação das energias conscienciais apelam para a imaginação. Indicam com frequência que a pessoa, para obter certo efeito energético, imagine algo e que associe uma cor a isso: azul, branco, violeta. Naturalmente, o mesmo tipo de procedimento poderia ser feito para mobilizar as energias conscienciais no sentido de absorver, exteriorizar e circular as energias, nesse último caso, inclusive para promover o EV.

O uso da imaginação, de fato mobiliza as energias conscienciais. Como prova, podemos nos basear no que ocorre conosco na dimensão extrafísica, durante uma EFC – Experiência Fora do Corpo. Quando projetados com lucidez, percebemos que muitas vezes, o simples ato de pensarmos em algo faz com que objetos surjam do nada na dimensão extrafísica. Um exemplo típico é quanto as vestimentas que usamos. Se nos vemos projetados sem roupa, um rápido pensamento é suficiente para plasmar o pijama com o qual dormimos ou qualquer outra roupa. A matéria extrafísica aglutina-se imediatamente ao redor do nosso psicossoma e ela aparece, ou, talvez, o próprio psicossoma mude sua estrutura, passando a exibir as vestimentas. Eu já fiz isso várias vezes, logo, posso afirmar que é assim que acontece.

Sempre que imaginamos algo, fazemos isso com base em pensenes (pensamentos+sentimentos+energias). Nossos pensenes não tem força para atuar diretamente na matéria física (pelo menos não normalmente) mas tem força para atuar na matéria e na energia extrafísica. Toda imaginação está associada a pensenes, a um desejo, a uma vontade. Então a imaginação mobiliza energia extrafísica, mais especificamente, as energias conscienciais.

Então quando alguém sugere: imagine uma bola de energia branca no seu coronochacra, o que acontece? A energia se manifesta, se concentra, aparece mais ali e pode até assumir uma coloração branca em obediência a vontade da pessoa.

Agora vamos ao aspecto fundamental dessa questão. Quanta energia vai se manifestar ali nesse chacra? Bem, na maioria das vezes, bem pouca. Isso ocorre devido ao fato que, normalmente, nós não associamos a vontade com a imaginação. A imaginação é fraca, descontinua, inconsistente, descuidada. Assim serão as energias mobilizadas pelo da imaginação: fracas, descontínuas, inconsistentes.

O que ocorre se, associarmos a imaginação nossa vontade, a atenção focalizada? A quantidade de energia mobilizada aumentará. E se a pessoa já tiver habilidade em mobilizar suas energias? Será mais intensa ainda pois, essa pessoa sabe como usar sua vontade para “deslocar” as energias. Quando imaginamos a energia branca no chacra, não precisamos fazer força. Quando usamos a vontade para fazer o mesmo, sentimos que algo tangível pelo nosso parapsiquismo (as energias extrafísicas), precisa ser mexido, empurrado, descolado e existe uma inércia, uma resistência que precisa ser vencida para que isso efetivamente aconteça.

Comparando então, de uma forma grosseira a efetividade da vontade com o uso da imaginação, não seria impróprio dizer que com a imaginação mobilizamos apenas 5 ou 10% das energias conscienciais mobilizadas pelo uso da vontade corretamente direcionada.

Fica claro, portanto, porque usar a imaginação não fará um iniciante, sem experiência em mobilizar energias, atingir o EV. Ele estará mobililizando apenas 5 a 10% da energia necessária para isso.

Existem exceções? É possível de alguma maneira instalar o EV só imaginando as energias circularem, sem usar a vontade e a atenção concentrada. Refletindo sobre isso, enquanto viaja de trem, realizei o seguinte experimento. Estava sentado num coche ao lado de minha esposa. Haviam apenas 11 pessoas mais no vagão, todas sentadas a alguma distância. Instalei primeiramente dois EVs da forma convencional. Depois, usando apenas a imaginação, circulei as energias dos pés a cabeça, com o mínimo de esforço mental. Em alguns segundos, instalei um EV.

Tirei então as seguintes conclusões sobre esse experimento.

É possível instalar um EV usando apenas a imaginação, desde que nossos energodutos  (as vias energéticas que passam por dentro de seu energossoma) estejam desobstruídos pela realização de alguns EVs prévios e que a pressão holopensênica contrária seja pequena (poucas pessoas ou consciências por perto e sem interferências extrafísicas).

Também percebi que é difícil para quem já habitualmente circula suas energias para promover o EV, separar o que é simples imaginação do que é mobilização pela vontade. Em outras palavras, o treino, a contínua repetição gera a criação de sinápses e parasinápses (no paracérebro do psicossoma). É como se sua “sua imaginação ficasse mais forte” .

Outra coisa que percebi foi que quanto mais vezes você faz EV num mesmo local, com curtos intervalos de tempo, desde que não haja forte pressão holopensênica contrária, mais fácil fica instalar novos EVs ali.

Concluindo, respondendo a questão inicial, é possível instalar um EV somente usando a imaginação?  A resposta é: Sim, desde que a pessoa já domine a técnica de instalar o EV.

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Manifestações de Junho


Av. Presidentes Vargas, Rio de Janeiro, 20 de junho de 2013

Av. Presidentes Vargas, Rio de Janeiro, 20 de junho de 2013

Ao longo desse mês de junho presenciamos o desenrolar de manifestações de norte a sul e leste a oeste do país que agora fazem parte de nosso história. As pessoas foram as ruas a fim de reivindicar várias coisas, começando pela necessidade de serem ouvidas pela classe política que controla o país. Não poderia deixar de escrever algo sobre isso.

Movimentos como esse que agora ocorreu no Brasil, gestados nas comunidades sociais da Internet, são chamados enxameamentos (de enxame de pessoas) e tiveram início na Espanha em 2004.

Verificou-se no Brasil as mesmas características desses movimentos ocorridos em outros países: A partir de um protesto por algo simples (o aumento das passagens em São Paulo) o movimento ganhou corpo em todo país e os protestos diversificaram. As pessoas queriam ser ouvidas e o que elas tinham para dizer é que estavam cansadas da corrupção e das promessas nunca compridas pela classe política.

Tal como em outros países, os políticos foram pegos totalmente despreparados para entender o que estava ocorrendo, muito menos para lidar com os eventos. O que se viu no inicio foi o silêncio, na esperança que tudo passa-se logo e, depois, o desespero, pois os políticos, no fundo, tem verdadeiro pavor das multidões insatisfeitas, algo que eles não podem controlar ou manipular.

Vem então o seguinte questionamento: os eventos de junho serão algo isolado, ocorrido meramente devido a situação política do país, ou, será que existem outros fatores insuspeitos, de ordem extrafísica, influenciando-os? Aposto nessa segunda alternativa.

Embora não possamos ter uma ideia exata de sua extensão, sabemos que os eventos ocorridos na dimensão intrafísica influenciam a dimensão extrafísica e vice-versa. Então o que poderíamos dizer sobre isso? Ao invés de ficar restrito as especulações, vou relatar alguns fatos.

Pessoalmente, não colhi no extrafísico nenhuma informação sobre os eventos de junho. Seguem então algumas coisas que apurei por aqui mesmo.

A primeira coisa que notei foi a divulgação de uma mensagem apócrifa (anônima) alarmista na Internet, mais especificamente no Facebook, onde alguém alertava sobre “nuvens densas e negras que pairavam sobre o país naquele momento”. Cheguei a postar um comentário para a pessoa que compartilhou a mensagem sobre isso. Em que ela ajudava? Apenas apelava para o medo para tentar conter as pessoas. Era como se dissesse: Parem, não faça mais nada. Estava, portanto, desconectada do momento em que vivíamos e não poderia ser, portando, obra de uma mente mais esclarecida.

Consultando colegas do movimento espírita, soube que na FEB – Federação Espírita Brasileira – os comentários oriundos de comunicações mediúnicas de todo país dão conta que os eventos de junho devem ser encarados como necessários a mudança do pais e que, naturalmente, grupos menores aproveitam-se para espalhar a desordem por meio de ações de violência.

Para os estudiosos da conscienciologia, consciências evoluídas que eles chamam de serenões, estariam operando nos bastidores para mobilizá-las nesse movimento no intuito de aumentar o nível de esclarecimento e conscientização do povo brasileiro.

Uma informação de um amigo do Rio de Janeiro parece corroborar essa hipótese. Segue o seu relato:

“Tem umas formas pensamento GIGANTESCAS no Centro da cidade, sobre as Avenidas Presidente Vargas e Rio Branco. São muito positivas mas não têm muito padrão emocional. São mais de teor mental. O que eu vi eram umas bolas enormes, com uns 20-50m de diâmetro, a uns 100-200m de altura. Elas tinham uma coloração azul claro com faixas douradas ao seu redor tais como ornamentos. Eu sinto que existem outras mais pela cidade também, e está sendo muito bom isso, mas não sinto nenhum padrão emocional, só uma energia de propulsão para as pessoas…”

Então vejamos… Holopensene é o conjunto de pensamentos, sentimentos e energias de uma pessoa ou grupo de pessoas. Esse grupo de pessoas podem ser os moradores de uma residência, de um bairro, cidade, estado, país ou planeta. Cada agrupamento de pessoas tem seu próprio holopensene padrão que deriva da média dos pensenes produzidos pelos seus componentes.

Quais seriam os pensamentos típicos de uma brasileiro mediano (em termos de esclarecimento) a apenas um mês? Alguns exemplos de pensamentos frequentemente verbalizados seriam:

 “Os políticos fazem o que querem”; “Não adianta reclamar”; “Não podemos fazer nada para mudar esse país”; “Esse país não tem jeito”

Passados os recentes eventos que testemunhamos ou participamos, pergunto, como as pessoas reagiriam hoje ao ouvirem essas frases? Você ouviu alguém afirmando algo assim nas últimas senamas? Será que vai ouvir novamente algum dia?

Concluindo, faça sua parte e torne-se um agente de mudança também. Não permita que o antigo padrão de pensamentos de impotência e complacência se reinstale. Vamos continuar a mudar para melhor o padrão de pensenes de nosso país para melhor, riscando de nossa sociedade afirmações como essas acima. Está em nossas mãos.

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Estado Vibracional nas Práticas Espíritas


Passe Enegético

Passe Energético

O Estado Vibracional ou EV é aplicação técnica da movimentação intensa de energias por todo o energossoma – o corpo energético – objetivando autodefesa, para-assepsia, expansão das parapercepções e a assistência interconsciencial.

O espiritismo é uma doutrina filosófico-religiosa criada pelo Francês Alan Kardec (pseudônimo) em 1857 e que teve no Brasil seu maior desenvolvimento.

Dentre as inúmeras práticas espíritas estão o passe – irradiações de energias conscienciais assistenciais – e o emprego da mediunidade em suas diversas formas de manifestação para prestar-se assistência, seja na forma de comunicações, seja na forma cura energética ou outras mais.

Via de regra, os colaboradores espíritas passam por um treinamento para desempenharem essas atividades nas próprias instituições espíritas. Até   onde sei, esse treinamento é superficial no que diz respeito a natureza e mobilização das energias conscienciais ou bioenergias.

Muitos espíritas que conheci comentaram que tem certa dificuldade, as vezes muita, em liberar-se das energias que captam durante os trabalhos de passe e atividades mediúnicas. Levam para casa, por assim dizer, rebarbas energéticas que levam horas, as vezes dias para serem dissipadas.

A prática do estado vibracional pode, nesses casos, contribuir de forma decisiva para a liberação ou desassimilação simpática – Desassim -dessas energias.

Há muitos anos, uma aluna dos cursos do IIPC Brasília que trabalhava como médium em um centro espírita já havia afirmado para mim que a melhor coisa que ela conseguira com a Projeciologia, foi a técnica do Estado Vibracional que ela aplicava após suas práticas mediúnicas.

Recentemente, um amigo espírita que também médium, contou-me que, ao promover o estado vibracional entre uma incorporação e outra durante suas atividades mediúnicas na instituição em que atua, a desassimilação das energias das consciências assistidas ocorre de forma muito mais rápida.

Normalmente, os recursos disponíveis para promover essa desassimilação são a prece e o apelo para os amparadores espirituais.

Acredito, portanto, que o EV, uma prática energética simples e que pode ser aplicada por qualquer pessoa, independente de suas convicções filosóficas ou religiosas, poderá ser usada no futuro, antes, durante e depois de todas atividades mediúnicas realizadas nos centros espíritas, assim como em outras instituições espiritualistas, com grande benefício para seus praticantes.

Você leitor é espírita? Que achas disso?

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Pressão e Desopressão Holopensênica


A conexão com nossa paraprocedência para promover a desopressão holopensênica

A conexão com nossa paraprocedência para promover a desopressão holopensênica

Pressão holopensênica é a força produzida pelos pensenes (pensamentos + sentimentos + energias) pelo conjunto de consciências intrafísicas e extrafísicas em um determinado local e dimensão que pode ser mais patológica, incômoda, doentia ou mais hígida, saudável, benéfica, com a qual se interage diretamente.

A afinização com o padrão de pensenes da consciência reforça a pressão que pode, dessa maneira, fazer-se sentir de forma mais ou menos intensa, reforçando certos comportamentos.

O planeta Terra, onde vivemos, ainda é povoado por uma humanidade que tem por rotina promover disputas de todos os tipos: por alimentos, por água, por direitos, por ideias, por dominação, por privilégios, por sobrevivência. A natureza agressiva do planeta ajuda a reforçar esses comportamentos.

Em razão disso a dimensão intrafísica é caracterizada pela predominância desses padrões pensênicos:

– Beligerância: o belicismo, a agressividade, os conflitos físicos e armados;

– Bloqueios: o impedimento a livre expressão das idéias;

– Estigmatizações: o isolamento, ataque e perseguição a todos que não sigam os padrões de comportamento estabelecidos;

– Manipulações: a mídia induzindo as populações a serem dóceis consumidores de futilidades;

– Opressões: a opressão com objetivo de controlar idéias e comportamentos;

– Trafarismo:  incontáveis imaturidades tratadas como valores da sociedade a serem perseguidos;

– Vícios: o culto ao álcool, ao tabaco e um sem número de drogas que causam dependência química;

-Etc.

A predominância da pressão holopensênica patológica explica porque é tão fácil promover ações prejudiciais em nosso planeta e porque é tão difícil fazer o contrário, ou seja, promover ações em benefício da humanidade.

A desopressão holopensênica é o alívio, desafogo, desabafo, soltura e libertação gerado por esse ambiente.

Como promover a desopressão holopensênica?

Em primeiro lugar é preciso saber que a pressão holopensênica é tanto maior quanto mais consciências intra e extrafísicas estiverem em um local. Ou seja, em um grande centro urbano ela será maior do que em um pequeno vilarejo e no campo será menor do que nesse segundo.

Isso explica porque as pessoas, por vezes, sentem-se tão bem ao deixarem suas rotinas nos grandes centros urbanos para passarem algum tempo no campo, no interior, em meio a natureza.

As seguintes ações podem ser consideradas para promover a desopressão holopensênica:

(1) Manter um nível de lucidez mais elevado do que a media da humanidade, estudando e praticando o domínio das bioenergias, as questões relativas a multidimensionalidade e o papel que precisamos exercer para mudar esse mundo para melhor;

(2) Praticando o EV – Estado Vibracional – rotineiramente para romper com acoplamentos energéticos patológicos;

(3) Cultivando a ortopensenidade – os pensenes corretos – não pensar mal de nada nem de ninguém, não cultivando pensamentos, sentimentos e energias patológicos, beligerantes, egoicos, relacionados a disputas de todos os tipos;

(4) Desenvolver as percepções parapsíquicas no sentido de perceber e discriminar os pensenes e atuar para não deixar se envolver pelos padrões patológicos;

(5) Procurar manter uma conexão com a dimensão extrafísica mais evoluída de onde viemos (Veja na figura acima). Uma forma de fazermos isso é por meio a assistência a outras pessoas.

Sempre que procuramos assistir, ajudar outras pessoas, visando seu bem, sem envolver ganhos pessoais, estaremos nos conectando de várias formas com essa nossa paraprocedência (a dimensão que habitávamos antes de renascer). Estaremos abrindo nossas mentes para a atuação dos amparadores extrafísicos que habitam essas dimensões e será para lá que retornaremos quando a existência atual findar.

Quem veio de dimensões extrafísicas doentias e pouco evoluídas – figura acima – não vai ler esse post e, se o fizer, não vai entendê-lo. Essas consciências (a imensa maioria da humanidade) são permanentemente dominadas pela pressão holopensênica. São aquelas pessoas que chamamos de robotizadas.

Quanto a nós, precisamos manter nossa vigilância para não embarcamos nesses padrões. É para enfrentar esse desafio, dentre outros, que estamos, eu e você leitor, vivendo nesse mundo.

Referências:

Resolução de Conflitos Grupais e Conciliabilidade – Jacqueline Nahas – IIPC

Verbete Desopressão Holopensênica – Enciclopédia da Conscienciologia

Para Saber Mais:

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