Arco Voltaico Craniochacral


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Definição. “O arco voltaico craniochacral é a técnica de transmissão e assimilação intensa de energia consciencial (EC) com a palma da mão esquerda (palmochacra) do assistente, homem ou mulher, na área nucal e a outra palma da mão direita (palmochacra) junto ao frontochacra da pessoa assistida, sem tocar o soma, buscando eliminar os bloqueios de energias gravitantes por meio da assim e da desassim, ou das manifestações energéticas vigorosas (alta voltagem das ECs) dos 2 palmochacras do assistente, dos 2 chacras encefálicos do assistente, dos 2 hemisférios cerebrais do assistente, dos 2 chacras encefálicos do assistido e dos 2 hemisférios cerebrais do assistido” [1]

Perspectiva História. Segundo Vieira [2], o Arco Voltaico Craniochacral já era praticado desde a antiguidade pelos serenões (consciências superevoluídas).

A técnica, ensinada por Vieira, já era usada pelo staff do IIP – Instituto Internacional da Projeciologia, no início da década de 1990 (inclusive pelo autor desse post que era professor da instituição naquela época). A primeira referência escrita da técnica surgiu apenas em 1994 na obra de Vieira, 700 Experimentos da Conscienciologia, onde existe uma única breve citação.

Depois disso, somente em maio de 2008, com a publicação do respectivo verbete durante uma Tertúlia Conscienciológica, o assunto foi abordado com mais propriedade. Após a divulgação desse verbete, a técnica passou a ser citada com frequência nos trabalhos posteriores de Vieira e da comunidade conscienciológica.

Explicando a Definição Acima.

  • Arco Voltaico. É uma descarga elétrica resultante de um fluxo de corrente elétrica de alta tensão entre dois pontos que assume a forma de um arco. O termo é usado no sentido metafórico para descrever a técnica bioernegética.
  • Craniochacral. A técnica mobiliza energias conscienciais diretamente em dois chacras (centros energéticos) situados no crânio assim como outros existentes nessa região do corpo humano.
  • Energia Consciencial – EC. É a energia produzida pelas consciências, intrafísicas e extrafísicas.
  • Palmochacra. É um centro energético localizado na palma da mão.
  • Frontochacra. É um centro energético localizado na região da testa, entre as sobrancelhas.
  • Soma. O corpo físico.
  • Energias Gravitantes. Energias estáticas, paradas, agregadas a uma pessoa, a parte de seu corpo, a um objeto ou local, quase sempre negativas.
  • Assim. Assimilação simpática das ECs de uma pessoa por outra.
  • Desassim. Desassimilação simpática das ECs absorvidas por uma pessoa, geralmente feita por meio da instalação do Estado Vibracional.

Assistido. Pessoa que é assistida por meio dessa técnica. Normalmente uma pessoa com algum tipo de distúrbio energético ou consciencial, ligeiro ou agudo, que pode ser resultante de autoassédio, heteroassédio, da pensenização  inadequada e até de origem multiexistencial (vidas passadas). Em tese, qualquer pessoa pode ser assistida por meio do Arco Voltaico.

Aplicador. Pessoa que aplica a técnica do Arco Voltaico. Deve ser um indivíduo cujas ECs estejam relativamente equilibradas, caso contrário, ao invés de ajudar o assistido, ele poderá até piorar seu estado. O aplicador também deve ter relativo controle de suas ECs, dominando a instalação do EV.

Dinâmica. A técnica é executada com o aplicador de pé e o assistido sentado e demanda não mais do que 5 minutos. Durante esse período de tempo, o aplicador promove uma intensa mobilização de suas ECs conforme descrito na definição acima. O processo faz com que as energias gravitantes, densas, agregadas ao holossoma do assistido, mais especificamente, no paracérebro do psicossoma, sejam em parte dissolvidas e em parte absorvidas pelo aplicador. O acoplamento áurico do aplicador com o assistido, somado a absorção das energias gravitantes, faz com que o primeiro sinta de forma parcial ou total os processos doentios que afligem o assistido naquele momento. Se bem feito (intencionalidade correta, de forma cosmoética) o processo será sustentado e potencializado por amparadores extrafísicos. Se houverem assediadores, esses poderão receber as irradiações do Arco Voltaico junto com o assistido. Ao fim da aplicação, o assistido pode sentir-se zonzo e o aplicador deve fazer um EV para dessassimilar as ECs gravitantes absorvidas.

Lógica. O Arco Voltaico é a aplicação intensa de ECs em centros energéticos específicos da consciência. Porque uma pessoa deve submeter-se a um Arco Voltaico ao invés de fazer um EV ou tomar um passe espírita? Pelo mesmo motivo que uma caminhada faz bem à saúde, mas, não resolve problemas mais sérios e mais específicos no corpo, o EV e outras manobras energéticas que atingem todo o holossoma, fazem bem a saúde bioenergética, mas, podem não ter a força para desbloquear processos bioenergéticos cronicificados.

Casos Específicos.

  • A pessoa mediunizada. Em pessoas mediunizadas, “possuídas” por consciências extrafísicas, deve-se esperar para que voltem ao estado de lucidez para então aplicar a técnica.
  • Autismo. Os pais da criança autista podem aplicar a técnica diariamente em complemento a outros tratamentos a fim de acelerar os processos terapêuticos em curso.
  •  Extrafísico. O arco voltaico quando promovido por amparadores no projetor extrafísico geralmente tem por objetivo aumentar sua lucidez.
  • Ectoplasta. Se o aplicador for um ectoplasta, ele poderá sentir as mãos esfriarem quando fizer o Arco.
  • Vertigem. Se o aplicador ficar tonto e sentir vertigem durante e após executar a técnica é porque a pessoa que ele assistiu está com um problema muito sério, superando sua capacidade e preparo para assisti-lo.
  • Enxaqueca. Problemas que cronicificaram e tornaram-se físicos, como a enxaqueca, podem ser temporariamente amenizados pelo Arco Voltaico. O tratamento médico convencional, nesses casos, continua sendo necessário.
  • Paracirurgia. Sob condições especiais, o Arco Voltaico pode ser suficientemente intenso e profundo, a ponto de proporcionar a realização de cirurgias no paracérebro do psicossoma, promovidas por amparadores extrafísicos.

Aplicador iniciante. Pode não sentir nada durante o processo da assim.

Aplicador veterano. Sente os sintomas do assistido devido ao processo da assim; comunica-se telepaticamente com os amparadores extrafísicos; recebe instruções para, eventualmente, atuar em outros centros energéticos do assistido.

Auto Arco Voltaico. Ante o exposto, não faz muito sentido uma pessoa aplicar o Arco Voltaico em si mesma pois não haverá a assim, mecanismo essencial ao funcionamento da técnica.

Outros Arcos. Assim como existe o Arco Craniochacral, existem outros mais, envolvendo outros chacras. Segundo Vieira, de todos, o Arco Craniochacral é o mais importante de todos por mexer com a estrutura neuronal e com o paracérebro.

Pondo a Técnica em Prática. Se você, leitor ou leitora, deseja colocar em prática essa técnica, preferencialmente comece “fazendo laboratório”, aplicando-a em pessoas conhecidas, amigas, que não apresentem problemas psíquicos ou energéticos sérios, para, posteriormente aplica-la em pessoas que efetivamente precisam de ajuda. Naturalmente, existem exceções. Use o bom senso para definir quem serão seus primeiros assistidos. Procure manter um padrão de pensamentos, sentimentos e emoções hígidos, equilibrados ao aplicar a técnica. O ideal é não julgar a pessoa assistida. Apenas deseje que aconteça o que for o melhor para ela. Por fim, nunca deixe de instalar um EV ao término da técnica. Sempre que possível, registre os resultados obtidos que poderão ficar evidenciados apenas alguns dias depois.

Referências 

[1] Vieira, Waldo. Enciclopédia da Conscienciologia. Arco Voltaico Craniochacral. 2008

[2] Tertúlia Conscienciológica Arco Voltaico Craniochacral .

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O que é Macrossoma?


 

De 23 a 25 de maio a EACEscola de Autopesquisa da Consciência, promoverá em sua sede em Porto Alegre o curso sobre Macrossoma.

Macrossoma é o corpo físico fora de série, o corpo supermaceteado ou especializado, especialmente configurado antes do nascimento com a finalidade de apoiar a execução da programação existencial de uma pessoa.

O macrossoma sempre está relacionado com a potencialização de algum processo relacionado às ECs – Energias Conscienciais da pessoa.

No vídeo acima, em 7 minutos, a pesquisadora Sônia Cerato explica o que é o macrossoma e porque todo mundo deveria descobrir qual é o seu tipo específico.

Mais informações sobre o curso estão disponíveis no folder abaixo.

Saiba mais sobre a EAC assistindo os videos das aulas e palestras publicadas no Youtube ou na página da EAC no Facebook.

Curso_macrossoma

Exercitando a Percepção das Bioenergias


Colour Energy Healer

Na semana passada recebi um e-mail de um leitor que pediu ajuda para uma dificuldade muito comum: o que uma pessoa novata deve fazer para perceber as bioenergias.

Bioenergias é um termo corriqueiro empregado para descrever tanto energias imanentes, presentes na natureza, quando as ECs – Energias Conscienciais.

Algumas pessoas, poucas, têm facilidades para perceber as bioenergias e discriminá-las, ou seja, saber qual é o seu teor. A maioria das pessoas precisa praticar essa percepção, pois, normalmente, ninguém aprende isso em casa ou na escola.

Existem pessoas que tem muita dificuldade para perceber as bioenergias, mesmo praticando. Mas é uma minoria, pois, geralmente, pessoas com esse tipo de bloqueio não se interessam por bioenergias.

Então, vamos ao exercício que é parecido com o procedimento de instalação do EV.

Primeiramente é preciso relaxar o corpo físico para facilitar a percepção das ECs. Sente-se em um local confortável. Certifique-se de que não será incomodado nos próximos minutos por telefone, ruídos ou por outras pessoas. Se espreguice, distenda os músculos, relaxe o corpo. Feche os olhos para cortar o fluxo de informações visuais e ajudar na sua concentração. Inspire e expire três vezes, profunda e calmamente.

Em seguida, deve-se fazer um exercício de autopercepção. A ideia é criar uma base de comparação com sua condição após o exercício. Tente registrar mentalmente tudo o que você está sentido em seu corpo. Vasculhe com sua atenção todas as partes do corpo. Sinta o contato que sua pele está fazendo com as roupas, com o local onde você está sentado. Observe se existe qualquer movimento no ar sobre sua pele, por menor que seja. Perceba a temperatura do ambiente e de seu corpo, se está sentindo frio ou calor em algum ponto. Não estar sentido nada também é uma informação importante. Dois minutos devem ser suficientes para fazer esse autosensoriamento.

Inicie a CFE – Circulação Fechada de Energias, concentrando o foco da atenção no alto da cabeça e, em seguida, deslocando esse foco lentamente pelo interior do corpo até a ponta dos pés. Uma vez na ponta dos pés, retorne com o foco da atenção até o alto da cabeça. Comece a CFE bem lentamente e acelere um pouco, mantendo-a em um ritmo constante por pelo menos cinco minutos, ou, contando mentalmente, até completar pelo menos 100 circulações. Se desejar, acelere a circulação um pouco mais, mas, sem a preocupação de instalar o EV.

Durante o processo de circulação, vá registrando mentalmente quaisquer sensações corporais diferentes das anteriormente mapeadas: aquecimento, esfriamento, formigamento, eletrificação, “incidência de vento”, eriçamento de pelos, leve pressão sobre alguma parte específica do corpo, arrepios, tremores, calafrios, etc.

Tome nota, por escrito, das sensações diferentes que sentiu, por menores que sejam. Repita todos os passos desse procedimento durante, pelo menos 10 dias. Se possível experimente fazer em horários diferentes. Ao término desse período, faça uma consolidação dos dados registrados.

Após essa fase de 10 dias, dando prosseguimento, continue aplicando a técnica, dessa vez, buscando atingir o EV. Tome nota das sensações e faça a consolidação dos dados registrados.

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Publicada a 2a Edição de Experiências Fora do Corpo – Fundamentos


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É com satisfação que anuncio o lançamento da 2a edição de meu livro, Experiências Fora do Corpo – Fundamentos, que aborda o fenômenos das projeções conscienciais lúcidas ou EFCs.

Com relação a primeira edição do livro, lançada em outubro de 2012, a edição atual tem:

  • 234 páginas, 14 a mais que a edição anterior;
  • Índice onomástico;
  • Revisão geral do texto a fim de explicar melhor alguns pontos que não estavam suficientemente claros.

Para quem ainda não leu Experiências Fora do Corpo – Fundamentos, a proposta do livro é apresentar uma visão geral, didática, abrangente e atual sobre às EFCs, descrevendo seus principais aspectos e apresentando uma perspectiva história e científica.

Agreguei a essa obra minha experiência como projetor consciente, apresentando inclusive, como não poderia deixar de ser, procedimentos técnicos que o leitor poderá aplicar para ter suas próprias projeções lúcidas, assim como descrevo as possibilidades que essa prática pode trazer para nossas vidas.

Criar esse livro foi um desafio. Devido os incontáveis aspectos existentes em torno das experiências projetivas, mesmo abordando os pontos mais relevantes sobre o assunto, foram necessários 4 anos de trabalho, escrevendo, reescrevendo, condensando e agrupando o texto até atingir o formato da primeira edição, mantido na atual.

O núcleo do livroou seja, a parte mais importante (1/3 do conteúdo) é o capítulo 2 onde as EFCs são descritas na forma de seus 40 principais aspectos básicos organizados na forma de 5 super-quadros sinóticos.

A organização desse capítulo, assim como os demais tem por objetivo apresentar uma obra com estilo próprio, diferenciando-o, dessa maneira, de outros tantos livros sobre EFCs  já publicados e que acabam parecendo-se muito uns com os outros.

Este livro é dedicado principalmente as pessoas que estão iniciando seus estudos em torno das projeções da consciência, contudo, mesmo os conhecedores desse tema poderão obter proveito dessa obra, pois descrevo vários aspectos atuais sobre o assunto e que talvez não sejam abordados por outras obras do gênero.

A venda do livro impresso está sendo feita, exclusivamente por esse site ao preço de 32 reais. Nesse site o conteúdo do livro até a página 20 pode ser lido. Uma versão eletrônica deverá ser lançada no final desse ano.

Ficha Técnica:

  • Título: Experiências Fora do Corpo – Fundamentos
  • Autor: Cesar de Souza Machado
  • Capítulos: 8
  • Páginas: 234
  • Figuras: 16
  • Índices: 4 (sumário, figuras-quadros, índice onomástico e índice remissivo)
  • Edição: 2a – 2014
  • Formato: A5 (148 x 210 mm)
  • ISBN: 978-85-914491-1-8
  • Coloração: Preto e branco
  • Acabamento: Brochura com orelha

Para saber mais

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Blindagem Energética


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O presente post é uma transcrição da publicação “Forma pensamento de proteção astral para seu quarto” publicado por André Gonzatti em seu Blog em 13 de dezembro de 2010 e pode ser acessado nesse link.

Tomei apenas a liberdade de editar o texto separando, numerando e inserindo destaques em alguns trechos de forma a tornar a leitura mais fácil.

Os procedimentos descritos podem ser considerados avançados sob o ponto de vista da mobilização de recursos bioenergéticos e, provavelmente, mais informações sobre esses procedimentos poderão ser encontrados em textos exotéricos.

A efetividade dos procedimentos dependerá muito da dedicação e persistência do praticante.

Mesmo que o leitor não aplique os procedimento descritos, a leitura desse post poderá esclarecer sobre alguns aspectos por vezes sequer imaginados quanto aos processos assédio/autodefesa bioenergéticos.

 


 

 

O valor de proteger um ambiente com energia é justamente impedir que aconteçam intrusões indesejadas, seja de entidades mal intencionadas sejam de ondas de pensamento e energias que visam nos prejudicar ou manipular de alguma forma. Assediadores nos procuram para impedir que estudemos adequadamente para provas, escrevamos para guardar informações importantes, façamos boas projeções, durmamos em paz e para que sejamos levados a lugares indesejados… Por isto é bom fechar e proteger o acesso de onde fazemos nossas atividades.

É especialmente importante ter a tranquilidade de um ambiente protegido durante momentos íntimos de um casal, para evitar ataque de entidades vampirizadoras de energia sexual (o que é muito comum). Este é o exemplo mais clássico possível.

Existem assediadores que aparecem justamente em momentos em que sabem que vai ser difícil a pessoa expulsá-los. Alguns são conscientes e planejam, observam antes de entrar no ambiente. Geralmente estes assediadores específicos que vampirizam energias sexuais espreitam diversos casais, e certamente, tem listas dos que ficam sob observação para fazer visitas em horas críticas. É como acontece no plano físico quando são feitas rondas militares ou policiais, só que no caso são seres mal intencionados, com objetivo de assediar.

A Impermeabilização Bilateral é uma barreira energética capaz de impedir tanto a entrada quanto a saída da vibração de energias ou pensamentos do cômodo. Isto evita que o assédio saiba e monitore o que é feito naquele ambiente. Por exemplo: sempre que saem ondas de atividade sexual, os assediadores podem detectar e vir tentar invadir para sugar as energias. O ideal é que a barreira seja impermeável nos dois sentidos.

Depois da blindagem é necessário exteriorizar energias e limpar o ambiente de formas pensamentos e instrumentos astrais que possam servir de ligação para monitoramento ou entrada assediadores no ambiente.

A Técnica de Construção da Blindagem Energética

A seguir estão pontos importantes na construção desta forma pensamento de proteção.

Paredes

Deve-se primeiro exteriorizar energia para cada uma das paredes e também para o teto e o chão do cômodo. Sugue energia da Terra pelos pés e chakra do períneo e também energia de dimensões superiores pela coroa enquanto exteriorizar para ter mais energia disponível e não esgotar sua reserva. É importante lembrar do teto e do chão, pois muitas das intrusões não feitas pelas paredes, mas sim pelo teto, ou quando se mora em prédios, o chão também pode ser visado para se entrar no seu ambiente.

Fonte

Depois que as paredes, o teto e o chão estiverem bem energizados, crie uma forma pensamento no meio do cômodo que seja um centro de comando e a essência de todas estas barreiras energéticas colocadas ao redor do quarto. Esta é a fonte da forma pensamento e sempre que for para reforçar a forma pensamento, deve-se fazer através desta fonte. Isto é uma grande conveniência, pois ao invés de se ficar andando ao redor da sala energizando cada parede todo dia, se pode usar esta fonte no meio, ou perto da lâmpada como eu prefiro fazer (coloque aonde achar mais conveniente, mas acho melhor perto da lâmpada no meio da sala, perto do teto), para controlar toda a blindagem. Pode-se pensar na fonte e energiza-la à distância. Procure perceber o efeito e o controle que exerce sobre a blindagem através desta fonte, como ela funciona. A ideia é centralizar o controle e torna-lo mais conveniente e fácil.

Energizar âmago da forma pensamento com energia divina dando personalidade e autoconsciência para ela

Depois que a fonte da forma pensamento estiver pronta, invoque energias de dimensões superiores, que sejam de natureza divina ou vindas de amparadores disponíveis para energizar a essência da forma pensamento com inteligência própria, para ela ter autonomia. O objetivo é criar uma forma pensamento que seja um tipo de entidade consciente, e que seja capaz de executar certas ações sozinha.

Com o tempo procure perceber a energia dela, e se estiver tudo dando certo, será possível percebê-la como se esta forma pensamento fosse um animal de estimação ou algo parecido, que tem um tipo de personalidade e o objetivo de proteger o ambiente e o sensitivo. Se não perceber nada, continue fazendo as energizações que uma hora, através de prática e o consequente aumento da sua sensibilidade, terá a percepção confirmando a eficácia dos seus esforços e isto é muito gratificante.

Comandar a fonte sempre à distância ou presente

Já que a forma pensamento tem um âmago, ou essência, que pode ser usado como centro de comando, basta pensar nesta essência para entrar em sintonia para programar e energizar a forma pensamento de proteção, mesmo à longa distância, quando se está em outro lugar. O fato de estar tudo centralizado é melhor do que se pensar nas paredes ou no ambiente inteiro, porque se pensa em apenas uma forma menor, que é como se fosse um objeto dotado de inteligência e propósito.

Programações energéticas da forma pensamento

Os itens a seguir devem ser imbuídos na energia que é usada na construção da forma pensamento, isso na hora em que se exterioriza para o âmago que serve de centro de controle para esta construção energética. Exteriorize energia para o âmago imprimindo estes comandos e padrões mentais nele, programando nele os pensamentos que vão comandar a atividade da forma pensamento. Da mesma forma que se ensina algo a outro ser ou se escreve comandos num programa de computador, só que é com pensamentos na energia colocada ali, no centro da forma pensamento que protegerá o quarto.

1. Sentir o ambiente absolutamente isolado do exterior, impermeável por dentro e por fora. Sentir isto é importante pois faz com que se manifeste na energia da proteção;

2.Fazer com que qualquer atenção de assediadores seja repelida, para que eles não consigam observar ou manter foco sobre a proteção ou o ambiente protegido;

3.Qualquer assediador que tentar passar a barreira, é induzido a esquecer do ambiente, da barreira e de qualquer alvo dentro da proteção e induzido a ir para longe fazer algo útil e positivo;

4.Apenas amparadores ou amigos guias ou pessoais projetados podem entrar no ambiente. Todos os outros são bloqueados de todas as maneiras possíveis contra acesso ao interior e habitantes do quarto protegido;

5.Impedir qualquer visão do interior do ambiente por parte de assediadores. A proteção e o ambiente devem ser invisíveis, para não poderem ser alvos;

6.Indestrutível, impenetrável e apenas pode ser programada pelo sensitivo que criou ela ou pelos seus amparadores/espíritos guias protetores;

7.Duradoura, permanece ativa por mais de 100 ou 1000 anos, o que achar melhor, para que ela dure e não se dissipe;

8.Fazer a forma pensamento sugar energias virgens da Terra, da natureza ou alguma outra fonte apropriada, para que se mantenha forte e funcional, e também traga energias para o interior do ambiente protegido, de modo a alimentar os habitantes sensitivos e ter efeito positivo sobre eles;

9.Expulsar todas energias negativas ou gastas do interior do ambiente, mandando-as para o interior da Terra para serem recicladas ou apenas expulsas e destruídas, para que o ambiente esteja sempre limpo. Não deixar nenhuma energia estagnada no interior, expulsar todas;

10.Quando faz o movimento de limpeza, também criar fluxos de energias que destruam quaisquer formas pensamentos negativas ou prejudiciais no interior do quarto, e também expulse o remanescente do ambiente.

Manutenção

É importante pelo menos nas primeiras semanas, energizar a forma pensamento de proteção todos os dias, sendo que nos primeiros 5 dias o ideal é energizar e fortalecer ela por 2 ou 3 vezes por dia, durante 10 minutos a meia hora, o tempo que for necessário para sentir que ela está atuando adequadamente.

Amparadores e guias virão ajudar nas primeiras vezes e sempre que for necessário, desde que o praticante tenha abertura e predisposição para receber a ajuda deles. Invocar ajuda superior também é boa ideia, pedindo que a proteção seja abençoada e feita forte.

Depois de 1 mês, apenas pensar de 3 em 3 dias e energizar a forma pensamento se concentrando no âmago dela e colocando todas as programações já deve ser o suficiente para mantê-la funcional.

Intuições

Siga seus insights e intuições quanto a outras programações que devem ser colocadas na proteção que você criar. Este esquema é apenas uma sugestão e em termos de manipulação de energias, tudo é possível, cada um tem um jeito pessoal de fazer as coisas que funciona melhor para si.

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OLVE


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Participei junto com meu amigo, o terapeuta Marcus Evandro, nos dias 11 e 12 de janeiro de 2014, de dois cursos ministrados em São Paulo sobre bioenergias focados no Estado Vibracional: “Autodomínio do Estado Vibracional” e ”Energizador Lúcido”. Os instrutores foram os pesquisadores e professores de Conscienciologia Nanci Trivellato e Wagner Alegretti.

Wagner e Nanci dedicam-se há muitos anos a pesquisa das bionergias, dentre outros assuntos parapsíquicos.  São diretores da IAC – Academia Internacional da Consciência, cuja atuação até pouco tempo não incluía o Brasil. A realização desses cursos faz parte dos planos dessa instituição em estender sua atuação pelas principais cidades do país.

Após anos ensinando pessoas de todo mundo a mobilizar bioenergias e aplicar a técnica do EV – Estado Vibracional, os professores acumulam a impressionante marca de mais de 2000 pessoas atendidas, o que lhes confere respeitável experiência nesses assuntos. De fato, não creio que existam pessoas conhecidas que entendam mais do assunto, seja conceitualmente, seja em termos práticos.

Os cursos, embora rápidos, foram riquíssimos em conteúdo, com incontáveis exemplos de casos que acompanharam que embasam os conceitos desenvolvidos sobre o EV.

Vou me deter somente no aspecto que considero o mais simples e, ao mesmo tempo, mais importante de todo o curso, em termos gerais.

OLVE “Oscilação Longitudinal Voluntária de Energias” é o termo criado por esses pesquisadores para ser usado em lugar de “circulação fechada de energias” como parte de uma iniciativa em tornar mais técnicos, sistemáticos e precisos os procedimentos relacionados a mobilização de energias que levam ao EV.

Segundo os pesquisadores, muitas pessoas equivocam-se, acreditando que estão fazendo a OLVE corretamente, quando não é isso o que acontece. Também equivocam-se ao acharem que atingiram o EV quando na realidade isso não chegou a acontecer. É preciso fazer a OLVE com atenção: ela deve começar na parte mais alta da cabeça e se estender até a ponta do dedão do pé.

Ainda segundo os pesquisadores, se a OLVE for feita corretamente, mesmo que a pessoa não atinja o EV, essa movimentação das energias, executada com frequência, por si só vai desobstruindo as energovias existentes dentro da estrutura do holossoma, trazendo com isso vários benefícios à saúde.

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20 mil Acessos


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O Blog Estado Vibracional superou o número de 20 mil visitantes no final de fevereiro de 2014!

Obrigado a você que tem comparecido aqui para nos visitar. Continuaremos trabalhando para produzir conteúdo de qualidade e promovendo o esclarecimento acerca dos processos bioenergéticos e outros fenômenos parapsíquicos relacionados.

Cesar de Souza Machado

O que é o Estado Vibracional


EV23022014

O Estado Vibracional é um fenômeno que pode ocorrer de forma espontânea com qualquer pessoa. Não obstante, essa ocorrência do Estado Vibracional é bastante rara, tanto que são poucas e indiretas as referências sobre o mesmo ao longo da história.

Os principais relatos são encontrados nos livros sobre Experiências Fora do Corpo escritos a partir do Século XX. Nessas obras, alguns autores relatam a ocorrência de vibrações intensas em seus corpos antes e depois de uma experiência de projeção lúcida.

Acredita-se que o EV possa ocorrer de forma espontânea quando a pessoa entra em transe anímico-mediúnico, durante o êxtase místico que ocorre durante a realização de preces ou cerimônias religiosas, dentre outras situações bem específicas.

O EV também pode ocorrer de forma heteroinduzida, quando promovido por amparadores extrafisicos ou por uma pessoa expert em bioenergias e pode também ser autoinduzido. Nesse último caso, uma pessoa emprega uma técnica de mobilização das suas bioenergias pessoais ou ECs – Energias Conscienciais  – para instalar o EV.

A técnica de indução do EV consiste, basicamente, em circular suas ECs do alto da cabeça (da parte mais elevada, do topo), até os pés (até a pontinha dos dedos dos pés) e vice versa, passando por todas (todas mesmo) as partes do corpo. Braços e pernas devem ficar unidos e descruzados a fim de formar um circuito único e coeso para as energias que circulam.

Esse processo deve ser feito com o uso da vontade focalizada e atenta e não com a imaginação. Pode-se ficar de pé ou sentado (deitado pode dar sono e a pessoa adormece). Mudanças na técnica, como por exemplo, fazer a energia circular de outras formas, ou passando por fora do corpo, tendem a dificultar a obtenção do EV ou provocar outros efeitos que podem ser confundidos como sendo ele.

A duração do EV, uma vez instalado, geralmente limita-se a uns poucos segundos. É possível mantê-lo instalado por mais tempo pelo uso da vontade.

Essa técnica já era conhecida na antiguidade, sabidamente na China, mas, perdeu-se ao longo do tempo. No início dos anos 80 ela foi redescoberta no Brasil, tendo sido aperfeiçoada e passando a ser divulgada de forma sistemática no âmbito daquilo o que acabou sendo denominado Conscienciologia.

A técnica ou processo é, ate certo ponto,  paradoxal. Se por um lado é relativamente simples, na prática, existem muitos aspectos que podem influenciar a forma como é feita a circulação fechada das ECs. Isso acarreta em um período de aprendizagem da técnica que varia muito de pessoa para pessoa. O tempo e esforço necessário para produção dos primeiros EVs vão depender muito de sua disposição e habilidade.

O EV caracteriza-se por produzir sensações de arrepios ou eletricidade que espalham-se de forma progressiva por todo o corpo, promovendo uma expansão das ECs da pessoa e, eventualmente, promovendo outras repercussões em seu corpo físico e em suas ECs.

A simples circulação das ECs, mesmo que não seja atingido o EV, é muito benéfica pois tem a capacidade de ir desobstruindo sistematicamente bloqueios que vão se instalando e sendo reforçados ao longo da vida nas energovias que existem no holossoma da pessoa, (o conjunto dos corpos formado por soma, energossoma, psicossoma e mentalssoma) melhorando assim, de forma significativa sua saúde bioenergética.

A circulação fechada de energias e o EV proporcionam inúmeros benefícios ao praticante tais como:

-Desobstrução das energovias do holossoma;

-Desbloqueio dos chacras;

-Melhoria do padrão energético;

-Melhoria da saúde de um modo geral;

-Desassédio;

-Desacoplamento com energias intrusivas, gravitantes e negativas;

-Desassimilação simpática (DESASSIM);

-Aumento da sensibilidades parapsíquica;

-Desenvolvimento da sinalética bioenergética;

Por ser relativamente simples de executar e que pode ser rapidamente desenvolvida, aliada aos inúmeros benefícios que proporciona, faz com que a técnica do Estado Vibracional seja algo realmente formidável para qualquer pessoa, iniciante ou veterana no trato das ECs, que busque o autodomínio de seus processos bioenergéticos.

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Sofrimento com o Parapsiquismo


meditazione

Por que algumas pessoas nascem com parapsiquismo e, sem saberem como usá-lo, sofrem com isso?

Todo mundo tem algum parapsiquismo em algum grau. O que varia a modalidade e a intensidade, ou seja, o quão desenvolvido ele é.

Alguns nascem com uma ou mais modalidades de parapsiquismo muito intenso, tais como projetabilidade, mediunidade, ectoplasmia, clarividência, clariaudiência, etc, e sofrem com isso, seja porque o que vivenciam provocam medo, ansiedade, inquietação, seja porque elas são tratadas como perturbadas, desequilibradas, esquisitas pelas demais pessoas que nada sabem sobre parapsiquismo.

Como alguém nasce com essa faculdade? Basicamente são dois os fatores causadores desse parapsiquismo maior:

(1) A pessoa exercitou essa faculdade em uma ou mais vidas anteriores, de uma forma ou de outra, consciente ou inconscientemente. Cada caso é um caso. Então ela mesma transmitiu essa capacidade para seu novo corpo por meio da paragenética que faz parte do seu psicossoma.

(2) Os pais (ou avôs) da pessoa lhe transmitiram geneticamente essa habilidade. A Paragenética e a Genética atuam em conjunto, de uma forma que ainda não compreendemos direito.

Uma consciência, antes de renascer pode solicitar para vir com faculdades parapsíquicas com objetivo de assistir outras consciências. Com frequência, quando está no ambiente otimizado de uma comunidade extrafísica evoluída, a consciência que vai reencarnar acha que poderá educar seu parapsiquismo e usá-lo para assistência com desembaraço. Quando está aqui, sentindo na pele um “sem numero” de dificuldades e sem a memória objetiva de antes, tudo fica muito mais difícil. É por essa e por outras que os amparadores respeitam nosso livre arbítrio. Sabem que da condição deles é fácil observar tudo em perspectiva e deduzir o que é melhor e que quando estiverem aqui de volta, na dimensão intrafísica, terão que lidar com as mesmas dificuldades de seus assistidos.

Quando vai ter um parapsiquismo intenso, a consciência pode nascer em uma família que a aceite assim e, mais ainda, que a oriente e encaminhe para que use suas faculdades com equilíbrio. No caso do Brasil, aparentemente, existem mais famílias com pessoas com conhecimento espiritual e que podem fazer isso, Em outros países as condições de esclarecimento podem ser muito mais difíceis. Não obstante, mesmo no Brasil esse número de famílias é relativamente pequeno. Nascer em uma família dessas é, em muitos aspectos, um privilégio. Logo, essa “vagas” são muito disputadas. É preciso ter mérito, conquistado em vidas passadas por meio de ações corretas para ter o privilegio de nascer em uma família assim. Naturalmente, nem todas as consciências que renascem nessas condições tem parapsiquismo intenso ou são espiritualizados, pois essas famílias também tem suas pendências com outras consciências, mais problemáticas e menos evoluídas e que precisam ser assistidas pelo renascimento.

Prosseguindo, às vezes, a consciência não consegue renascer em uma família espiritualmente esclarecida, mas, as coisas são ajustadas de tal forma que, no momento certo, “encontros do destino” fazem com se deparem com pessoas que vão esclarecê-la, que podem até esclarecer seus familiares também, sobre o seu parapsiquismo. Podem ser parentes distantes, amigos, vizinhos, etc. Quando a pessoa já não é mais criança, podem ser colegas da escola, do cursinho, do trabalho.

A medida que a pessoa não tem tanto mérito assim, as coisas ficam mais difíceis, pois, em nosso mundo, certos recursos são escassos. Então a pessoa tem que, por vezes a duras penas, passar por um longo processo de autodescobertas até que um dia, por meio do próprio aprendizado, ela consegue encontrar seu caminho, equilibrar seu processo parapsíquico e passar a usá-lo bem. Nada acontece por acaso. Se a pessoa teve que passar por esse caminho, é porque seus antecedentes multiexistenciais assim exigiam. Tem pessoas que se perdem nesse caminho. Entram nos remédios, são internadas, se alienam, às vezes até morrem, por vezes, pela via do suicídio. Outras renegam completamente seus compromissos e dedicam-se tão somente a cuidar dos interesse materiais. Nada acontece por acaso. Muitas pessoas usaram seu parapsiquismo no passado exclusivamente para controlar e prejudicar outras pessoas, ou para tirar vantagens diversas. O mal uso, ou falta de uso do parapsiquismo avançado trará, na vida atual, suas consequências.

Como a pessoa, por esforço próprio, vai tratar seu parapsiquismo? Estudando e praticando.

O que existe de melhor nesse sentido? Existem instituições espiritualistas que treinam seus seguidores para usarem suas faculdades, mas, para isso é preciso seguir seus métodos e imposições que podem não ser os mais adequados. Logo o investimento em autopesquisa é a melhor solução.

Como as Energias Conscienciais funcionam consigo? Quais são seus chacras mais desenvolvidos? Existem bloqueios energéticos consigo? Tens macrossoma? De que tipo? Qual é a intensidade máxima do seu EV? Qual é sua capacidade de fazer assimilações e desassimilações simpáticas? Atuas como isca consciencial inconsciente? Qual é sua capacidade de autodefesa bioenergética? Quão hábil é em direcionar suas exteriorizações energéticas? Qual é sua habilidade com psicometria? Como usa seus parapsiquismo para assistir outras pessoas? Qual é a qualidade dessa assistência?

Essas são apenas algumas questões mais óbvias que precisarão ser respondidas pela própria pessoa por meio de autopesquisa.

Será então esse o caminho que todos devem seguir quanto ao seu parapsiquismo? Não existiram pessoas que podem conduzi-lo sem necessidade de serem orientadas? É evidente que sim. Quem já fez “o dever de casa” em outras vidas nasce com o parapsiquismo avançado e supera facilmente todas as dificuldades. Existem crianças, bem raras ainda, que desde a mais tenra infância demostram ter uma capacidade de controlar imensas quantidades de energia e usá-las para promover assistência! No futuro, esse será o padrão médio da humanidade!

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Correlatos Eletroencefalográficos do Estado Vibracional


Pesquisadores preparam um voluntário para o registro do EEG

Pesquisadoras preparam um voluntário para o registro do EEG durante a prática do EV

Conforme divulgado no final de 2013, foi defendida em julho desse ano pela pesquisadora Rute Maria Rodrigues Pinheiro uma dissertação na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, (Natal, RN), como requisito para a obtenção do título de Mestre em Psicobiologia. O título do trabalho é “Correlato Eletroencefalográfico do Estado Vibracional”

Trata-se do primeiro trabalho puramente científico-acadêmico relacionado ao Estado Vibracional.

O que segue são extratos retirados do abstract da dissertação.

O objetivo da pesquisa foi explorar sistematicamente o estado vibracional no âmbito da neurociência. Desta forma, medidas eletroencefalográficas (EEG) foram utilizadas para observar se a sensação subjetiva de EV é acompanhada por mudanças na atividade elétrica cerebral.

Também foram feitos testes com objetivo de avaliar se o EV provoca algum efeito positivo em funções cognitivas como a atenção e a memória, foi utilizado um teste de reconhecimento de palavras antes e após a aplicação da técnica de EV.

Dois grupos de voluntários foram analisados, o primeiro formado por 14 sujeitos que praticam a técnica de EV há pelo menos 10 anos (Grupo Experiente – GEXP), e o segundo formado por 11 sujeitos que nunca haviam realizado a técnica (Grupo Controle – GCONT).

O GCONT obteve instruções sobre a técnica de EV antes dos experimentos.

Foram realizadas análises estatísticas dos registros eletroencefalográficos, para comparar os grupos, em quatro condições: Basal, Relaxamento, Não-EV (período em que o sujeito está engajado na tarefa, mas ainda não percebe o EV) e EV (período em que o sujeito percebe o EV). Uma vez que os voluntários do GCONT relataram não ter conseguido atingir a condição de EV propriamente, a comparação entre grupos foi feita apenas nas três condições, Basal, Relaxamento e Não-EV. Para isso, foi usado o teste de Mann-Whitney U com um limiar estatístico de p<0,05.

Os resultados, de forma geral, indicaram que o GEXP apresentou maior potência na banda de frequência alfa 2 (9,5 – 11,0 Hz) em todas as condições. Durante o período Não-EV, o GEXP também apresentou uma maior potência na banda de frequência alfa 3 (11,5 – 13,0 Hz) na região temporal esquerda, e gama 1 (30,5-55,0 Hz) e gama 2 (65,0-80,0 Hz) em regiões central, parietal e temporal esquerda, mas menor potência na banda de frequência teta 1 (3,5 – 5,0 Hz), em regiões centro-parietais.

Para a análise estatística intragrupo, entre as condições, utilizou-se o teste estatístico Wilcoxon pareado. Observaram-se diferenças significativas (p<0,005), principalmente em regiões centrais, em teta 1 (3,5-5,0 Hz), sendo maior no relaxamento, quando comparado com as condições Basal e Não-EV, no GCONT, e com o Não-EV e EV, no GEXP.

No GEXP, a potência de gama 1 (30,5-55,0 Hz) e gama 2 (65,0-80,0 Hz) foi difusamente maior durante o EV se comparado as outras 3 condições. Para o GCONT, apenas a condição Basal apresentou maior potência de gama 1 (30,5-55,0 Hz) e gama 2 (65,0-80,0 Hz), se comparado com o relaxamento.

O aumento de teta 1 no relaxamento, principalmente no GCONT, pode estar associado a uma maior sonolência deste grupo durante esta condição. Já o aumento de alfa 2 durante o Não-EV e o EV, pode estar associado com processos de atenção e .

Por outro lado, o aumento da potência de gama em sujeitos experientes na técnica de EV aqui encontrados e em trabalhos anteriores em meditadores experientes poderia estar associado a alterações nos processos mentais e cognitivos destes praticantes, tais como atenção, memória operacional, aprendizagem e percepção consciente embora, análises adicionais devam ser realizadas para excluir a possibilidade de interferência de artefatos musculares nos dados de EEG.

Estes resultados suscitam a hipótese de que no engajamento da tarefa do estado vibracional e durante o EV, os sujeitos do grupo experiente conseguem manter-se em um estado de alerta, porém com maior nível de relaxamento e concentração. Contudo, estudos mais detalhados dos dados, além de outros experimentos com diferentes protocolos, um maior número de sujeitos e pesquisas longitudinais seriam necessários para que esta hipótese possa vir a ser corroborada.

Mais informações sobre essa pesquisa:

Ectolab

Para Saber Mais

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