OLVE


EV28022014

Participei junto com meu amigo, o terapeuta Marcus Evandro, nos dias 11 e 12 de janeiro de 2014, de dois cursos ministrados em São Paulo sobre bioenergias focados no Estado Vibracional: “Autodomínio do Estado Vibracional” e ”Energizador Lúcido”. Os instrutores foram os pesquisadores e professores de Conscienciologia Nanci Trivellato e Wagner Alegretti.

Wagner e Nanci dedicam-se há muitos anos a pesquisa das bionergias, dentre outros assuntos parapsíquicos.  São diretores da IAC – Academia Internacional da Consciência, cuja atuação até pouco tempo não incluía o Brasil. A realização desses cursos faz parte dos planos dessa instituição em estender sua atuação pelas principais cidades do país.

Após anos ensinando pessoas de todo mundo a mobilizar bioenergias e aplicar a técnica do EV – Estado Vibracional, os professores acumulam a impressionante marca de mais de 2000 pessoas atendidas, o que lhes confere respeitável experiência nesses assuntos. De fato, não creio que existam pessoas conhecidas que entendam mais do assunto, seja conceitualmente, seja em termos práticos.

Os cursos, embora rápidos, foram riquíssimos em conteúdo, com incontáveis exemplos de casos que acompanharam que embasam os conceitos desenvolvidos sobre o EV.

Vou me deter somente no aspecto que considero o mais simples e, ao mesmo tempo, mais importante de todo o curso, em termos gerais.

OLVE “Oscilação Longitudinal Voluntária de Energias” é o termo criado por esses pesquisadores para ser usado em lugar de “circulação fechada de energias” como parte de uma iniciativa em tornar mais técnicos, sistemáticos e precisos os procedimentos relacionados a mobilização de energias que levam ao EV.

Segundo os pesquisadores, muitas pessoas equivocam-se, acreditando que estão fazendo a OLVE corretamente, quando não é isso o que acontece. Também equivocam-se ao acharem que atingiram o EV quando na realidade isso não chegou a acontecer. É preciso fazer a OLVE com atenção: ela deve começar na parte mais alta da cabeça e se estender até a ponta do dedão do pé.

Ainda segundo os pesquisadores, se a OLVE for feita corretamente, mesmo que a pessoa não atinja o EV, essa movimentação das energias, executada com frequência, por si só vai desobstruindo as energovias existentes dentro da estrutura do holossoma, trazendo com isso vários benefícios à saúde.

Experiências Fora do Corpo – O Guia do Iniciante

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Livro Estado Vibracional

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

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12 comentários sobre “OLVE

  1. Gostaria de saber se é normal faze a técnica do EV e fica com as mãos e os pés gelados.Se puderem me responder fico grato.Muito obrigado.

    • Olá Fonseca

      É difícil de dizer o que seria “normal” no que se refere a questões parapsíquicas como essa que você relata. A mobilização de energias e o EV podem provocar sensações bem diferentes de uma pessoa para outra. Vai depender do holossoma da pessoa, ou seja, do corpo físico, do corpo energético, do psicossoma (o corpo “astral”) e do mentalsoma. Por isso os efeitos variam tanto. Cada pessoa tem suas próprias peculiaridades e respostas, embora, certamente seja possível categorizar o que seria mais comum e o que seria menos comum. O melhor é que cada pessoa levante, como o tempo, o que é normal para si, dentro da sua própria fenomenologia. Feitas essas considerações, seria interessante verificar sua pressão imediatamente antes e imediatamente depois do EV para saber se ela seria, pelo menos em parte, responsável pela sensação de esfriamento. Em caso negativo, pode estar relacionado a alterações no sistema nervoso vegetativo, que seria alterado momentaneamente pelo EV e, em última instância, pode ser algo de causa parapsíquica mesmo, talvez até relacionado a alguma liberação de energia mais densa de teor ecotplásmico. Então, que tal você mesmo pesquisar mais sobre isso?

      Abraço

      Cesar Machado

      • Obrigado pela atenção. Gostaria de saber qual melhor maneira de sentir o EV pois tem vez que não consigo sentir nem as energias direito , por mais que eu me esforce , você tem alguma dica para dar , como você domina a técnica do EV e as energias você poderia me dar alguma dica , onde eu estou errando? Sou novo no assunto, mais me interesso muito sobre projeções bioenergias, etc .Grato.

  2. Olá, quanto tempo (horas,minutos) por dia se deveria fazer a OLVE? Eu consigo sentir as energias mas ainda não chego ao EV, eu sempre faço a OLVE antes de dormir, quando estou deitado. Existe um tempo médio de prática até se atingir o EV com um certo domínio?

    Obrigado

    • Olá João

      Quanto tempo praticar a OLVE? Em situações normais, para iniciantes a OLVE deve ter 5 minutos de duração até atingir ou não o EV. Você poderia fazer a OLVE várias vezes por dia. Não existe um padrão. Cada pessoa deve procurar praticar da forma que achar mais apropriado.

      Conforme relato em meu livro Estado Vibracional, fazendo uma média de 5 a 6 EVs por dia (o que implica em fazer no mínimo uma OLVE para cada um, mais as vezes em que não ocorre o EV) após uns 1800 EVs (Mais de um ano), consegui relativo domínio do mesmo, podendo instalá-lo, por exemplo, sem fazer a OLVE (EV direto) só com um comando mental. Outras pessoas precisaram muito mais EVs do que isso. Então varia bastante. Minha sugestão é que você trabalhe como um cientista. Seja cobaia de si mesmo, faça experimentos, registre detalhadamente os resultados e faça análises periódicas dos mesmos. Vai ver que os resultados vão apararecer.

      Abraço

      Cesar Machado

      • Olá Cesar, obrigado pela resposta. Vou seguir o conselho de registrar os resultados sim. Penso que estou evoluindo pois no ano passado eu nem conseguia sentir as energias e não sabia muito bem o que eu estava fazendo, hoje pelo menos consigo sentir alguma coisa.

      • Aproveitando a sua disponibilidade , Cesar, mas sem querer abusar muito. Eu tenho uma pergunta:

        Se alguém fizer um EV próximo de mim eu poderia sentir? Eu já ouvi do Saulo Calderon que o professor Waldo Vieira produzia um EV muito forte, muitas pessoas podiam sentir o EV dele?

      • Oi João

        Sim, claro que outras pessoas podem sentir o EV. Ao ser instalado o ev provoca uma expansão do energossoma. Se essa expansão for um pouco maior quem estiver próximo e tiver sensibilidade vai sentir algo de fato. Esse é o tipo de experiência que já fiz muitas vezes. Não precisa ser “um Waldo Vieira” para fazer isso.

        Abraço

        Cesar

  3. Olá Cesar, primeiramente parabéns pela iniciativa de auxiliar pessoas no controle da bioenergia, e os benefícios que o mesmo proporciona aos praticantes. Minha duvida é muito simples e talvez comum para iniciantes como eu. O fato é: O que pensar para executar a técnica OLVE, ou seja qual comando disparar, ou seja quando a energia estiver no coronochacra, penso apenas em levar aos plantochacras, sem pensar nas outras partes e vice-versa? e como no inicio não sinto as energias se movimentando, como calcular o tempo de descer e subir as energias. Pois gostaria muito de aprender a realizar essa técnica, mas estou perdido. Se puder me ajudar com seu conhecimento, ficaria muito grato. Obrigado!

    • Olá Edicarlos

      Vejamos então.

      O que pensar quando executar a OLVE: O ideal é não pensar em absolutamente nada que não seja oscilar as energias corretamente para instalar o ev.
      Comando: Concentrar o foco da atenção no topo da cabeça e descolocar este foco como se você estivesse olhando para ele até a ponta dos pés e vice-versa, passando por todas as partes do corpo, uma a uma. Mantenha braços juntos ao corpo e as pernas minimamente afastadas para formar um circuito único para as bioenergias.
      Tempo de deslocamento: Não precisa calcular. Comece bem lentamente e faça 10 oscilações (cabeça-pés/pés-cabeça). Depois faça mais 10 um pouco mais rápido. Depois mais 10 um pouco mais rápido. Por fim, faça mais 10 o mais rápido que puder ser gerar estressamento muscular. Vão se transcorrer, aproximadamente, 5 minutos. Esse tempo não precisa ser observado a risca. Podem ser 6, 7 minutos ou mais.
      Vou gravar uma condução da prática (audio) e disponibilizar no site.

      Abraço

      Cesar Machado

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