Mantras


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Mantra é um termo derivado das palavras do idioma sânscrito Man que significa mente e Tra que significa controle. O mantra é um som, sílaba, palavra, oração, cantochão ou poema religioso originalmente em idioma sânscrito entoado com uma finalidade específica. O termo mantra, portanto, é originário do hinduísmo, porém, mesmo não possuindo termos para designá-lo, mantras também são utilizados por todas as demais religiões, pois todas empregam formas de evocação semelhantes.

Mantras são japas (repetição de sons) que, assim como âsanas (posições), mudras (gestos), pranayamas (respirações) e meditações (dhyana) formam a base do espiritualismo indiano, o Yoga.

Tradicionalmente, o mantra é uma fórmula mística e ritual mentalizada, murmurada ou cantada em voz alta repetidamente de forma a auxiliar a concentração durante a meditação.

Contudo existem mantras que são empregados com outas finalidades. Esse tipo de informação, até poucos anos passados, era de conhecimento de restrito.

Existem mantras para:

  • Facilitar a concentração e meditação
  • Promover a energização da pessoa e do ambiente
  • Para adormecer ou despertar
  • Para induzir a projeção consciencial lúcida
  • Para estimular e desenvolver chacras
  • Para evocar egrégoras*

Em termos práticos, qualquer palavra, frase ou oração ou até uma música ouvida e repetida por muitas pessoas ao longo de muito tempo acaba por se constituir em um mantra.

Por exemplo, os nomes das principais entidades de todas as religiões tornaram-se mantras com o passar do tempo.

Há pessoas que atribuem poderes milagrosos aos mantras ao passo que outras são completamente céticas quanto quaisquer efeitos transcendentes que possam produzir.

As pesquisas de John Blofeld, que estudou as culturas indiana e chinesa, indicaram que não é necessário saber o significado das palavras ditas para que o mantra produza o efeito esperado. Ele observou que não importa a correção da pronúncia pois encontrou o mesmo mantra entoado de forma muito diferente em países diversos, e sempre produzindo os efeitos esperados.

O início do emprego de mantras perde-se na noite dos tempos.

Os mantras Tibetanos são entoados como orações repetidas. O budismo mahayana do Tibete usa mantras em tibetano, o zen-budismo do Japão os usa em japonês. Blofeld, no começo do século XX, encontrou em Hong Kong mantras cuja língua ninguém sabia identificar que pareciam uma alteração de um original sânscrito.

No ocidente, a ciência tradicional explica o emprego dos mantras como sendo um exercício mental e respiratório capaz de levar o praticante a um estado alterado de consciência.

Mecanismo. O mecanismo fundamental que explica o funcionamento do mantra é o acoplamento energético. O mantra é uma forma de mobilização energética. Ao ser verbalizado a energia sonora do mantra promove um acoplamento energético com uma egrégora ou holopensene bioenergético. Dessa forma, pode-se explicar porque o mesmo efeito de um mantra pode ser obtido ao mentalizá-lo, sem chegar a verbalização.

Repercussões energéticas. As repercussões energéticas que uma pessoa pode sentir ao pronunciar um mantra podem variar de impercetível e demorado ao intenso e imediato. Em parte,  isso depende da egrégora que está sendo evocada e, em parte, depende do grau de acoplamento da pessoa com essa egrégora.

Persistência. Pelos mesmos motivos, a repercussão energética dos mantras pode cessar de imediato ou se prolongar por vários minutos ou mesmo horas após a pessoa parar de recitá-lo.

Padrões. Há mantras que evocam energias suaves e aqueles que evocam energias muito fortes. O padrão das energias evocadas pode ser mentalsomático, psicossomático ou energossomático, repercutindo mais nos chacras mais diretamente relacionados com esses padrões bioenergéticos: coronochacra, cardiochacra e umbilicochacra, respectivamente.

Bija-mantras. Bija-mantra (semente do mantra) são mantras que promovem a imediata ativação de um chacra. Cada chacra possui seu próprio bija. A ativação de um determinado chacra é uma forma de poder, motivo pelo qual esse era, até pouco tempo, um conhecimento iniciático restrito.

Mantra pessoal. Acredita-se que cada pessoa tenha um mantra pessoal que, se conhecido, pode ser usado como uma forma de poder. Contudo, existe muita mistificação em torno desse assunto, tal como “fórmulas” para se compor o mantra pessoal e pessoas/instituições que revelam de forma mística o mantra pessoal da pessoa desde que ela jure mantê-lo em segredo (assim elas podem revelar os mesmos “mantras pessoais” para um grande número de pessoas). Até onde sei, o mantra pessoal, se existe de fato, só pode ser descoberto pela própria pessoa por meio do seu autoparapsiquismo.

Autopesquisa. A pessoa interessada pode pesquisar qual é o efeito bioenergético que cada mantra proporciona. Basta recolher-se a um local tranquilo sem interferências externas, escolher um mantra e recitá-lo repetidas vezes, sondando o efeito produzido em seu holossoma ou no ambiente ao redor, prestando atenção em quais pensamentos e sentimentos surgem na mente e quais chacras são mais energizados e com qual padrão de energia. Uma vez que, cada mantra pode evocar uma egrégora diferente, é recomendavel não misturar mantras diferentes em curtos intervalos de tempo para o efeito de um não seja afetado pelo de outro.

Cuidado. Há de se ter cuidado ao usar mantras cuja origem e significado da evocação que fazem sejam desconhecidos pelo praticante, que não estejam claramente descritos em um livro ou outra fonte de informação confiável pois, assim como existem mantras que evocam consciências benévolas, existem aqueles que evocam consciências negativas e doentias. Esse, naturalmente, não é o caso dos mantras mais conhecidos e usados, provenientes das tradições do Yoga ou das consagradas orações das religiões cristãs, por exemplo.

Mantras X EV. O mantra é uma forma de mobilizar energias externas. Existe a dependência, portando, da sintonia com uma egrégora. O EV é uma forma de mobilização de energias internas, com as próprias bioenergias da consciência e que, portanto, não depende de acoplamentos com outras energias. Mantras e EV não são práticas bioenegéticas mutuamente excludentes. Uma ou outra pode ser utilizada conforme o efeito pretendido. Em princípio, o EV é um só e tem inúmeras utilidades. A técnica para instalá-lo é uma só. Já os mantras, são muitos, alguns mais genéricos e outros mais específicos. É preciso conhecer e praticar uma constelação de mantras para usar o mais adequado conforme a situação, todavia, isso não deve ser motivo para desprezá-los. Na realidade, nenhuma forma de mobilização bioenergética pode ser publicamente desprezada simplesmente porque achamos que não nos serve. Sempre existem pessoas que tiram proveito dela.

Notas

O termo egrégora vem do idioma grego egregorien que significa velar ou cuidar. Egrégoras são holopensenes ou campos bionergéticos mantidos por consciências intrafísicas e extrafísicas com uma determinada finalidade.

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Do EV ao GigaEV


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O EV – Estado Vibracional, pode ocorrer de diversas formas, sendo a mais importante o autoinduzido, aquele que a consciência faz voluntariamente, movida pela sua vontade, usando alguma técnica ou procedimento que domina.

O EV pode variar de muitas formas sendo a intensidade e frequência do padrão vibratório são os aspectos mais notáveis e, provavelmente, os mais importantes.

O grau de efetividade do EV para promover algum efeito na consciência ou no ambiente ao seu redor varia em função de vários fatores. Alguns dependem do praticante da técnica e outros não, dependem do ambiente de instalação.

Quanto maior a intensidade do EV, em outras palavras, quanto maior for a quantidade de energia ativada, maiores serão os resultados produzidos.

Por outro lado, quanto maior a frequência do EV, em outras palavras, quanto mais elevadas forem as vibrações das energias ativadas, melhores serão os resultados produzidos.

Assim podemos classificar o EV autoinduzido conforme sua intensidade e frequência da seguinte maneira.

  • EV comum: Apresenta baixa intensidade e baixa frequência;
  • EV intenso: Apresenta alta intensidade e/ou alta frequência;
  • SuperEV: O EV potencializado, com intensidade e/ou frequência muito acima da média do praticante, instalado em situações excepcionais, favorecido pelo ambiente ou pela atuação de consciências extrafísicas amparadoras;
  • MegaEV: O EV típico da consciência desperta, com alta intensidade e alta frequência, muito acima da média das consciências humanas comuns que também praticam a instalação do EV;
  • GigaEV: O EV típico da consciência serenona, com intensidade e alta frequência, muito acima da média das consciências despertas que instalam MegaEVs.

Importante salientar que o MegaEV e o GigaEV recebem essa denominação tendo como perspectiva o praticante comum. Para o desperto e para o serenão, esses EVs podem estar dentro da sua média e, portanto, nada terem de especial em termos da intensidade e frequência que estão acostumados a produzir.

O leitor mais atento talvez faça o seguinte questionamento: “Se um EV intenso feito por uma pessoa comum já pode ser percebido por outras pessoas próximas a ele, não deveríamos estar percebendo os EVs dos despertos e principalmente dos serenões?

Realmente, isso não ocorre porque, a medida que o domínio das energias vai aumentando e a consciência vai evoluindo, a frequência das energias ativadas aumenta tanto que passa a ser cada vez mais difícil para pessoas comuns, acostumadas apenas com padrões de baixa energia, perceberem as ECs – Energias Conscienciais, produzidas por um MegaEV ou GigaEV.

De fato, se o seu vizinho fosse um serenão e instalasse um GigaEV, a menos que você esteja muito atento a nuances das mudanças energéticas no ambiente da sua residência e da sua vizinhança, provavelmente nada de diferente perceberá.

Concluindo: “Isso significa que pode haver um desperto ou um serenão na minha vizinhança sem que eu faça idéia?” Sim.

Notas:

Desperto: Desassediado Permanente Total. A consciência mais evoluída, já livre de assédios interconscienciais. Estima-se que existam alguns milhares de despertos em nosso planeta.

Serenão: A consciência superserena, com nível evolutivo incomparavelmente superior a média humana, que já está em suas últimas vidas intrafísicas. Estima-se que existam algumas centenas de serenões nosso planeta.

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Abordagem Bioenergética


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Todas as consciências podem interagir, bioenergeticamente, umas com as outras. Essa interação pode ser inconsciente e natural ou pode ser consciente, intencional e técnica.

Abordagem bioenergética é uma forma de interação ou contato direto de uma consciência por meio de procedimentos bioenergéticos com objetivo de sondar, prescrutar as energias conscienciais ou a capacidade de percepção bioenergética de outra consciência, seja ela intrafísica ou extrafísica.

Existem diversos tipos e formas e objetivos para realizar uma abordagem bioenergética.

Intencionalidade: A abordagem bioenergética pode ter por intensão a mera curiosidade, a heteropesquisa, pode ser interassistencial assim como assediadora.

  • Por mera curiosidade: Com objetivo de aferir o nível de lucidez e percepção bioenergética da consciência abordada. Pode ser incômoda e invasiva e anticosmoética.
  • Heteropesquisa: Com objetivo de medir a o nível de lucidez e percepção bioenergética da consciência abordada ou colher uma informação específica sobre ela (psicometria). Se não for solicitada autorização, deve ser suave e discreta para não ser anticosmoética.
  • Interassistencial: com objetivo de auxiliar a consciência abordada. Exemplos: Passes, Reki, Johrei, Acupuntura, Arco Voltaico.

Localização: Abordagem pode ser local ou à distância.

  • Local: A consciência abordada está no mesmo local.
  • À distância: A consciência abordada está situada em local distante, na dimensão intrafísica ou na dimensão extrafísica. Exemplos: Psicometria, irradição energética à distância, tenepes.

Intensidade: A abordagem pode ser, dentre outros tipos, miniabordagem, preliminar ou assimilação simpática.

  • Miniabordagem: a sondagem sigilosa, discreta, da energosfera de outra consciência.
  • Abordagem preliminar: com objetivo de verificar o que a consciência necessita para decidir qual ação assistencial poderá ser executada em seu benefício.
  • Assimilação simpática (Assim): Uma forma de abordagem em que ocorre um forte acoplamento e troca bioenergética entre o praticante e a consciência abordada. Pode ocorrer de forma consciente ou inconsciente. A assimilação possibilita realizar um diagnóstico mais detalhado da condição bioenergética da consciência abordada. A instalação de um estado vibracional pelo praticante ao término da assim é necessária para promover a desassimilação simpática (Desassim) e evitar problemas para a sua saúde bioenergética.
  • Arco voltaico: Sob a ótica da Conscienciologia, é o melhor processo direto e ostensivo de abordagem bioenergética de uma consciência intrafísica.

Padrão: O padrão das energias empregadas na abordagem pode ser predominantemente energossomático, psicossomático ou mentalsomático.

  • Energossomático: Típico das consciências intrafísicas.
  • Psicossomático: Típico das consciências extrafísicas comuns.
  • Mentalsomático: Típico das consciências intrafísicas ou extrafísicas bem mais evoluídas que a média da humanidade,

Estado de Manifestação: O praticante pode estar na dimensão intrafísica, pode ser um projetor ou pode ser uma consciência extrafísica.

  • Projetor: No caso do projetor, ele  pode abordar bioenergeticamente outra consciência projetada, uma consciência situada no corpo físico, na dimensão intrafísica ou ainda uma consciência extrafísica.

Inabordabilidade bioenergética: Certas consciências não podem ou não devem ser abordadas bioenergeticamente. Exemplos: O operador de um equipamento industrial durante a execução de seu trabalho; a consciência cujo corpo físico morreu recentemente.

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Programa de Autotreinamento Básico e Intensivo do Estado Vibracional


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Após a publicação do livro Estado Vibracional, passei a ser procurado por muitas pessoas desejosas de compartilhar informações e algumas também com dúvidas.

Algumas pessoas, pelo menos, apresentam o seguinte problema: praticam a meses a OLVE (Oscilação Longitudinal Voluntária de Energias) e, apesar disso, ainda tem dificuldade em perceber as ECs (Energias Conscienciais) e não conseguiram instalar seu primeiro estado vibracional ou EV.

Após explicar para algumas delas o que fazer nesse caso, percebi que precisava estruturar a aplicação da técnica de instalação do EV para iniciantes em dois programas distintos, conforme descrito a seguir.

Se você é um iniciante e ainda não instalou nenhum EV, aplique, inicialmente, o programa de autotreinamento básico. Opcionalmente, se desejar muito obter resultados rapidamente, aplique o programa intensivo.

Se após praticar por várias semanas ou meses e, ainda assim, não percebe as ECs claramente nem conseguiu instalar o primeiro EV, aplique o programa de autotreinamento intensivo.

Programa de Autotreinamento Básico

1 – Após ler a descrição de como executar a OLVE, assim como as dicas que esclarecem o que fazer e o que não fazer para otimizar a técnica e facilitar a instalação do EV, comece a praticar sempre que possível, várias vezes, até conseguir a primeira instalação do EV.

2 – Execute a OLVE com dois objetivos distintos:

a) Sem aumentar a velocidade de deslocamento das energias, com finalidade de apenas perceber as ECs.

b) Aumentando a velocidade de deslocamento das energias, com a finalidade de instalar o EV.

3 – Periodicamente, releia a descrição de como executar a OLVE e as dicas.

Programa de Autotreinamento Intensivo

1 – Execute a OLVE duas vezes por dia. Uma com objetivo de sentir as ECs e outra com objetivo de instalar o EV.

2 – Crie um registro escrito diário de suas tentativas com objetivo de criar um círculo virtuoso, no qual, quanto mais você registra, mais fica atento aos detalhes e melhores são os resultados e, por conseguinte, mais você registra. Numere cada tentativa registrada. Anote dia, horário, local, disposição física e mental assim como outros fatores que julgar relevantes. Registre todas as percepções físicas, energéticas ou mentais (intuições, insights, inspirações) que surgirem. Analise suas notas pelo menos uma vez por semana e procure identificar padrões até então não percebidos. Observe se suas percepções estão aumentando em quantidade e qualidade. Tome nota do resultado de suas análises.

3 – Antes de executar a OLVE experimente absorver bioenergias durante, pelo menos, 5 minutos. Absorva por um ou mais chacras específicos ou por todas as partes do corpo. Preferencialmente absorva bioenergia oriunda de locais como matas, mares, cosmos, etc.

4 – Experimente executar a OLVE em locais diferentes. Experimente em um local com muita vegetação, como um parque, ou no campo; em uma praia com poucas pessoas; em uma região montanhosa. Esses locais tendem a facilitar a instalação do EV por terem grande quantidade de bioenergias neutras ou positivas. Além, disso, o local em que você executou a OLVE até então, pode, por algum motivo, não ser energeticamente propício.

Conclusão

A diferença entre os programas básico e intensivo é que, no segundo, a autopesquisa é levada muito mais a sério com a finalidade de superar a dificuldade em perceber as ECs e instalar o primeiro EV. O espírito do praticante deve ser:

“Quanto mais difícil for a instalação do primeiro EV, mais importante isso deve ser e, portanto, maior, mais sério e disciplinado deve ser o empenho.”

 

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Efeitos Cumulativos de uma Rotina Saudável


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Ao longo de nossas vidas vamos colhendo os efeitos cumulativos de anos e anos de práticas de bons e maus hábitos que cultivamos em nossa rotina diária.

O termo cumulativo vem do Latim, cumulatus, de cumulare, que significa encher, completar, amontoar.

Os efeitos cumulativos de desempenhos ruins e rotinas inúteis, sob o ponto de vista evolutivo, leva a acomodação, a cristalização de hábitos e pensamentos, gerando, com o passar do tempo vários tipos de bloqueios mentais, energéticos e físicos.

Por outro lado, os efeitos cumulativos de bons desempenhos e rotinas úteis, sob o ponto de vista evolutivo, leva a expansão e soltura bioenergética, ao desenvolvimento do parapsiquismo, a melhoria do discernimento, da lucidez e ao desassédio.

Dentre as inúmeras ações  que podem gerar efeitos cumulativos positivos em nossas vidas, selecionei 10 para exemplificar:

  • O tempo bem aplicado em tarefas úteis;
  • A prática rotineira do EV – Estado Vibracional;
  • A prática diária da blindagem energética diária do quarto de dormir e outras dependências da residência ou do trabalho;
  • A prática diária da tenepes;
  • A participação de dinâmicas parapsíquicas grupais;
  • A supressão sistemática de padrões pensênicos inconvenientes e negativos;
  • A prática regular de meditação, da autoreflexão, da autoavalização metaconsciencial;
  • A prática continuada e sistemática de autopesquisas;
  • As ações pessoais lúcidas e cosmoeticamente corretas;
  • A prática constante da interassistencialidade.

 Caro leitor, pense consigo mesmo: Se você tornar as ações acima um hábito:

Quais serão os efeitos cumulativos em sua vida após 10, 20 ou até 30 anos de sua prática contínua?

Quais serão as repercussões em sua próxima intermissão (o período intervidas)?

Quais serão os resultados para sua próxima existência intrafísica?

 

Para saber mais:

Livro Estado Vibracional

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A Fórmula do Estado Vibracional


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No mês passado, publiquei em meu livro, Estado Vibracional, 32 dicas sobre como instalar o estado vibracional da forma mais correta. Essas dicas são para os iniciantes, as pessoas que ainda não instalaram EVs ou que ainda estão nos primeiros passos do desenvolvimento da técnica.

Venhamos e convenhamos, são muitos itens, muitos detalhes a serem observados. Isso se deve a uma análise pormenorizada da técnica com objetivo de atender as necessidades específicas de uma diversidade de pessoas.

Mas, não seria possível simplificar, sintetizar mais? Sim, é possível. Confabulando com um amigo nesse final de semana no Rio de Janeiro, ele “sacou” essa máxima: “Só quem entende um assunto pode explicá-lo de forma mais simples!”

Ok. Então vamos simplificar essas dicas para iniciantes na técnica do estado vibracional:

Fórmula do Estado Vibracional (para iniciantes):

Vontade + Intensão + Concentração + Relaxamento = Estado Vibracional 

<<<<<<<  VICR = EV  >>>>>>>

Vontade: A vontade de instalar um EV e a mobilização bioenergética resultante desta;

Intensão: A intensão da sua mobilização energética: instalar um EV;

Concentração: A mente focada em mobilizar as bioenergias, deixando de lado quaisquer outros pensamentos;

Relaxamento: O relaxamento fisiológico necessário para que as energias conscienciais se expandam, facilitando a instalação do EV.

Fórmula do Estado Vibracional (para veteranos):

Vontade = Estado Vibracional 

Pois é, para os veteranos, com anos de prática do EV é assim: Teve vontade, instalou o EV.

Para saber mais:

Livro Estado Vibracional

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

Lançado o Primeiro Livro sobre o Estado Vibracional


Livro Estado Vibracional

Após 4 anos de trabalho, conclui e meu segundo livro, chamado “Estado Vibracional”.

Esse é o primeiro livro no mundo a ser escrito sobre o estado vibracional.

Resumidamente, são 226 páginas, 12 capítulos, 29 figuras, a descrição de 45 casos de uso do EV e 3 índices.

O livro custa 36 reais, mas, até o dia 30 desse mês, a editora está oferecendo um desconto e o preço fica em 30 reais.

O livro trás uma síntese de tudo o que já foi publicado sobre o EV. Mas, além disso, o que trás de novo?

Bem, vejamos:

  • A descrição de todas as formas de instalação do EV conhecidas até o momento;
  • Taxonomias sobre o EV; acoplamentos energéticos, autencapsulamento energético, etc;
  • Uma contribuição a Teoria Quântica do EV;
  • A história do EV;
  • A técnica do EV basal; a técnica do EV por vibrações físicas; a técnica do autencapsulamento energético (apenas citada em outras obras publicadas por outros autores);
  • Dois novos instrumentos conscienciométricos para autoavaliação do domínio do EV;
  • Os resultados da Primeira Pesquisa Online sobre o Estado Vibracional.

Nesse LINK você pode ler as 21 primeiras páginas e, se desejar, comprar um exemplar. Uma versão eletrônica, digital, será publicada no primeiro semestre de 2015.

Espero de gostem do livro!

 

50 EVs!


 

Estado Vibracional

Dias atrás precisei fazer uma longa viagem de avião. O motivo não poderia ser melhor: férias.

Tive que pegar um voo de Brasília para Lisboa e, em seguida, outro voo de Lisboa para Copenhage. Quem já fez viagens tão ou mais longas do que essa sabe como são chatas. Chegar bem antes do aeroporto, esperar horas pelo embarque, se este não atrasar. Depois vem o voo propriamente dito e o desembarque com retirada de malas, etc, etc. É preciso ter paciência.

Existem várias estratégias para combater o tédio da viagem: leitura, computador, Internet, comer e beber seguidamente. Cada um tem a sua.

Há tempos, inseri a instalação do EV no meu kit de viagens. Desta vez não seria diferente, até porque estava especialmente motivado.

Em primeiro lugar face uma projeção semiconsciente ocorrida dias antes, descrita em um post de meu outro blog, Fronteira da Consciência. Em segundo lugar, porque em minha última viagem de férias, no ano passado, tive que encarar em um voo lotado de São Paulo para Frankfurt, no qual o ar condicionado mal ajustado tornou a instalação de EVs especialmente difícil. Desta vez eu estava preparado: “as condições adversas podem vir quentes que estou fervendo…”

Felizmente, o voo foi agradavelmente rápido e tranquilo, sem qualquer tipo de incidente. O ar condicionado estava, ao contrário do ano passado, ajustado para uma temperatura baixa o suficiente para a maioria dos passageiros, inclusive eu, recorrerem ao uso do cobertor.

Ao entrar no avião, já havia instalado 14 EVs desde a hora em que acordara, às 6:30 da manhã. Para ser sincero, deveria dizer que “só instalara 14 EVs”, pois tive oportunidade de fazer bem mais do que isto. Quando o ar foi ligado e o voo teve início, entusiasmei-me: seria possível quebrar meu record anterior de EVs instalados em um único dia, cerca de 34?

Os melhores efeitos do EV podem ser obtidos por meio de duas abordagens: quantidade ou qualidade. O primeiro método é o mais fácil, mas exige atenção e força de vontade para instalar muitos EVs seguidamente.

Após instalar 10 EVs durante o voo, fiquei entusiasmado. Seja devido a baixa temperatura, seja devido a fluidez do energossoma que foi melhorando a medida que instalava EV após EV, não me recordo de ocasião onde foi tão fácil instalar tantos EVs. Assim, prossegui com o experimento até atingir a marca de 50 EVs instalados, com uma média de 1 a cada 10 minutos, superando minha melhor marca anterior, de “apenas” 34 EVs.

Como resultado deste agradável esforço, ideias compeçaram e fluir a minha mente. A hipnagogia se fez presente.

Ainda faltavam 3 horas de voo quando me senti sonolento e resolvi parar com os EVs e dormir um pouco para “fazer frente” a etapa seguinte, de Lisboa para Copenhage. Não fosse isto, certamente teria instalado mais e mais EVs.

Parece que, a partir de certo ponto, após determinado número de instalações, elas ficam cada vez mais fáceis.

Quem sabe, ultrapasso esta marca na viagem de volta? Veremos.

 

Experiências Fora do Corpo – O Guia do Iniciante

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Sobre a Desperticidade


On the crossroads

Conforme a Conscienciologia vai se tornando mais conhecida, cada vez mais pessoas se interessam por alguns de seus temas.

A desperticidade é um deles. Desperto ou Desassediado Permanente Total é um neologismo criado por Waldo Vieira, o propositor da Conscienciologia, para descrever a pessoa que não sofre mais com assédios.

Reparem que destaquei o que de fato se passa com o desperto. A pessoa nesta condição ainda tem contato com assediadores, interage com eles a medida que realiza suas tarefas interassistenciais. Contudo, diferentemente do resto da humanidade, ele não sofre com isso pois os assediadores não conseguem afligi-lo, seja energeticamente, seja por meio do pensamento, irradiando pensenes* a distância, por exemplo.

Legal, não? Como então para tornar-se um desperto?

A grande coisa nessa proposta da desperticidade é que qualquer pessoa, com uma boa dose de dedicação e disciplina…. não….. não fui claro o suficiente….deixe eu repetir …. COM UMA CONSIDERÁVEL DOSE DE DEDICAÇÃO E DISCIPLINA, pode tornar-se um desperto ainda nesta vida.

O que é preciso para isso?  Bem as obras conscienciológicas estão cheias de recomendações, procedimentos, etc, etc, etc. Mas, o que interessa mesmo, os dois fatores básicos, fundamentais, indispensáveiis, balizadores da desperticidade são:

1 – Dominar seus processos bioenergéticos

O primeiro passo para isso é dominar o EV – Estado Vibracional. Dominar o EV é poder instalá-lo em qualquer lugar, em qualquer momento, em quaisquer circunstâncias. Sugere-se que uma pessoa pode dominar o EV em uns 3 anos. É difícil mais é possível. Depois tem umas 60 manobras energéticas que a pessoa vai ter que dominar também. Mas, com o EV “na mão”, isso não será realmente um desafio.

2 – Ortopensenidade em tempo integral

Ortopensenidade é pensar corretamente o tempo todo, independente do lugar, em todos os momentos, em todas as circunstâncias. Não pode desejar coisas ruins, de espécie alguma para ninguém, não se pode julgar ninguém, seja o político corrupto desmascarado na TV, seja o assaltante que roubou o celular com o qual você acabou de presentear sua filha, ou o camarada que lhe deu uma fechada no transito que quase provoca um acidente.

Então, o caminho para a deperticidade é paradoxal.  Muito simples, conforme descrito acima, mas, muito difícil de percorrer até o fim. Não é à toa que existem tão poucos despertos. Waldo Vieira afirma que conheceu uns pouquíssimos ao longo de seus 81 anos de vida.

A grande coisa nisto é o seguinte: mesmo que você não consiga ao longo de sua vida chegar a ser 100% desperto, digamos que você chegue a 80%, sabe o que isso significa? Sabe quais serão as implicações de ser 80% desperto quando você passar pela dessoma **? Sabe quais serão as implicações em sua próxima vida? Se você chegar a 80% de desperticidade aos 70 anos, em sua próxima vida será desperto aos 25!

Mas, a coisa não se limita a não ser assediado…. Pare para pensar na cabeça desse homem ou mulher que é desperto. O que se passa ali? Com quais correntes de pensamento ele sintoniza? Quais serão os amparadores de um desperto? Outros despertos, no mínimo e dai para cima. O que essa pessoa faz no físico e no extrafísico? Da para imaginar? Dá. É por isso que muita gente tem se interessado por isso.

Alguns entusiastas têm afirmado que é possível chegar a desperticidade em 3 anos. Com dedicação em tempo integral, quem sabe, talvez seja possível para uma pessoa que já esteja com “meio caminho andado” e com todas as condições da vida otimizadas para isto.

Concluindo, ainda sobre os vários níveis de desperticidade, uma pessoa com 100% de desperticidade que more em uma casa no campo, ou em uma pequena cidade, que não trabalhe mais, que saia pouco de casa e muito menos de sua cidade, que pouco ou nunca faça viagens, não conseguirá manter esse nível se tiver que morar, trabalhar e se deslocar com frequência em um grande centro urbano onde existem muito mais pessoas, muito mais energias conscienciais, muito mais assediadores extrafísicos, muito mais pressão holopensência***.

* Pensene é o conjunto pensamento+sentimento+energia.

** Dessoma é a desativação do soma, a morte do corpo físico.

*** Pressão Holopênsenica são o conjunto e pensamentos, sentimento e energias que  envolvem a consciência impelindo-a a pensar e agir conforme um padrão.

Para Saber Mais

Experiências Fora do Corpo – O Guia do Iniciante

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