Inconsciente Coletivo e Holopensene


EV28032015

Hoje uma pessoa conhecida pediu-me, via Facebook, para explicar o que seria o inconsciente coletivo. Resolvi então aproveitar o que expliquei, transformando no post apresentado a seguir.

Inconsciente coletivo é um termo criado pelo psiquiatra suíço Carl Gustav Jung, para descrever é a camada mais profunda da psique. Constituído por materiais que foram herdados, nele residiriam os traços funcionais, tais como imagens virtuais, que seriam comuns a todos os seres humanos. O inconsciente coletivo também tem sido compreendido como um arcabouço de arquétipos cujas influências se expandem para além da psique humana.

O problema com a hipótese do inconsciente coletivo e dos arquétipos é que ela limita-se a dimensão extrafísica. Em outras palavras, o inconsciente coletivo seria herdado por meio da genética.

Somente extrapolando essa hipótese para a dimensão extrafísica é que vamos entender, de fato, o que é o Inconsciente coletivo.

Vivemos imersos em um mar de energia. Existem as energias físicas e energias extrafísicas. A ciência não admite essa última. Não obstante, as energias extrafísicas provocam efeitos que não podem ser ignorados.

Todos produzimos e abosorvermos energias extrafísicas.

Essas energias se estruturam em campos, as vezes mais localizados, as vezes dispersos até por todo o planeta.

Muitos desses campos bioenergéticos são alimentados por nossos pensamentos e se diferenciam conforme padrões bem estabelecidos.

Assim, existe um campo relacionado ao trabalho em uma dada organização, uma empresa, por exemplo, ao curso de medicina de uma universidade ou a vizinhança da sua residência.

Então existem campos mais específicos relacionados a poucas pessoas e outros mais amplos que podem se relacionam a milhões de pessoas.

Quando sintonizamos um campo especificamente podemos captar informações sobre ele, na forma de insights, ideias, sentimentos que estão modulando, impregnando esse campo.

Isso pode acontecer a luz do dia ou quando dormimos. Nesse último caso essas captações vem na forma de sonhos ou pesadelos, conforme o tipo de campo de sintonizamos.

Existem campos com padrão bom, neutro e ruim.

O tempo todo sintonizamos com um campo ou outro, conforme nosso padrão pessoal de pensamentos, sentimentos e energias.

Portanto, se queremos sintonizar apenas campos bons ou neutros, devemos manter um padrão de pensamentos, sentimentos e ações igualmente bons ou neutros.

Se pensamos coisas ruins, negativas, quanto a nós mesmos ou quanto a outras pessoas, se agimos de forma negativa, se cultivamos sentimentos e emoções ruins, sintonizamos com esses campos.

Tudo isso gera processos de retroalimentação: quanto mais penso coisas boas, mais sintonizo com campos bons e mais penso coisas boas.

Alguns chamam esses campos de egrégora, mas a egrégora é um campo específico.

O melhor termo para esses campos é holopensene:

Holo = todo. Pensene = sentimento+pensamento+energia.

Então existem holopensenes

  • Pessoais
  • Da nossa família
  • Da nossa vizinhança
  • Do nosso trabalho
  • Da nossa profissão
  • Do nosso país e assim por diante

Sintonizamos mais ou menos com cada um desses holopensenes, conforme explicado anteriormente.

Concluindo, a teoria do holopensene enriquece e explica muito melhor a hipótese do inconsciente coletivo e dos arquétipos.

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Arco Voltaico Craniochacral


EV08052014

Definição. “O arco voltaico craniochacral é a técnica de transmissão e assimilação intensa de energia consciencial (EC) com a palma da mão esquerda (palmochacra) do assistente, homem ou mulher, na área nucal e a outra palma da mão direita (palmochacra) junto ao frontochacra da pessoa assistida, sem tocar o soma, buscando eliminar os bloqueios de energias gravitantes por meio da assim e da desassim, ou das manifestações energéticas vigorosas (alta voltagem das ECs) dos 2 palmochacras do assistente, dos 2 chacras encefálicos do assistente, dos 2 hemisférios cerebrais do assistente, dos 2 chacras encefálicos do assistido e dos 2 hemisférios cerebrais do assistido” [1]

Perspectiva História. Segundo Vieira [2], o Arco Voltaico Craniochacral já era praticado desde a antiguidade pelos serenões (consciências superevoluídas).

A técnica, ensinada por Vieira, já era usada pelo staff do IIP – Instituto Internacional da Projeciologia, no início da década de 1990 (inclusive pelo autor desse post que era professor da instituição naquela época). A primeira referência escrita da técnica surgiu apenas em 1994 na obra de Vieira, 700 Experimentos da Conscienciologia, onde existe uma única breve citação.

Depois disso, somente em maio de 2008, com a publicação do respectivo verbete durante uma Tertúlia Conscienciológica, o assunto foi abordado com mais propriedade. Após a divulgação desse verbete, a técnica passou a ser citada com frequência nos trabalhos posteriores de Vieira e da comunidade conscienciológica.

Explicando a Definição Acima.

  • Arco Voltaico. É uma descarga elétrica resultante de um fluxo de corrente elétrica de alta tensão entre dois pontos que assume a forma de um arco. O termo é usado no sentido metafórico para descrever a técnica bioernegética.
  • Craniochacral. A técnica mobiliza energias conscienciais diretamente em dois chacras (centros energéticos) situados no crânio assim como outros existentes nessa região do corpo humano.
  • Energia Consciencial – EC. É a energia produzida pelas consciências, intrafísicas e extrafísicas.
  • Palmochacra. É um centro energético localizado na palma da mão.
  • Frontochacra. É um centro energético localizado na região da testa, entre as sobrancelhas.
  • Soma. O corpo físico.
  • Energias Gravitantes. Energias estáticas, paradas, agregadas a uma pessoa, a parte de seu corpo, a um objeto ou local, quase sempre negativas.
  • Assim. Assimilação simpática das ECs de uma pessoa por outra.
  • Desassim. Desassimilação simpática das ECs absorvidas por uma pessoa, geralmente feita por meio da instalação do Estado Vibracional.

Assistido. Pessoa que é assistida por meio dessa técnica. Normalmente uma pessoa com algum tipo de distúrbio energético ou consciencial, ligeiro ou agudo, que pode ser resultante de autoassédio, heteroassédio, da pensenização  inadequada e até de origem multiexistencial (vidas passadas). Em tese, qualquer pessoa pode ser assistida por meio do Arco Voltaico.

Aplicador. Pessoa que aplica a técnica do Arco Voltaico. Deve ser um indivíduo cujas ECs estejam relativamente equilibradas, caso contrário, ao invés de ajudar o assistido, ele poderá até piorar seu estado. O aplicador também deve ter relativo controle de suas ECs, dominando a instalação do EV.

Dinâmica. A técnica é executada com o aplicador de pé e o assistido sentado e demanda não mais do que 5 minutos. Durante esse período de tempo, o aplicador promove uma intensa mobilização de suas ECs conforme descrito na definição acima. O processo faz com que as energias gravitantes, densas, agregadas ao holossoma do assistido, mais especificamente, no paracérebro do psicossoma, sejam em parte dissolvidas e em parte absorvidas pelo aplicador. O acoplamento áurico do aplicador com o assistido, somado a absorção das energias gravitantes, faz com que o primeiro sinta de forma parcial ou total os processos doentios que afligem o assistido naquele momento. Se bem feito (intencionalidade correta, de forma cosmoética) o processo será sustentado e potencializado por amparadores extrafísicos. Se houverem assediadores, esses poderão receber as irradiações do Arco Voltaico junto com o assistido. Ao fim da aplicação, o assistido pode sentir-se zonzo e o aplicador deve fazer um EV para dessassimilar as ECs gravitantes absorvidas.

Lógica. O Arco Voltaico é a aplicação intensa de ECs em centros energéticos específicos da consciência. Porque uma pessoa deve submeter-se a um Arco Voltaico ao invés de fazer um EV ou tomar um passe espírita? Pelo mesmo motivo que uma caminhada faz bem à saúde, mas, não resolve problemas mais sérios e mais específicos no corpo, o EV e outras manobras energéticas que atingem todo o holossoma, fazem bem a saúde bioenergética, mas, podem não ter a força para desbloquear processos bioenergéticos cronicificados.

Casos Específicos.

  • A pessoa mediunizada. Em pessoas mediunizadas, “possuídas” por consciências extrafísicas, deve-se esperar para que voltem ao estado de lucidez para então aplicar a técnica.
  • Autismo. Os pais da criança autista podem aplicar a técnica diariamente em complemento a outros tratamentos a fim de acelerar os processos terapêuticos em curso.
  •  Extrafísico. O arco voltaico quando promovido por amparadores no projetor extrafísico geralmente tem por objetivo aumentar sua lucidez.
  • Ectoplasta. Se o aplicador for um ectoplasta, ele poderá sentir as mãos esfriarem quando fizer o Arco.
  • Vertigem. Se o aplicador ficar tonto e sentir vertigem durante e após executar a técnica é porque a pessoa que ele assistiu está com um problema muito sério, superando sua capacidade e preparo para assisti-lo.
  • Enxaqueca. Problemas que cronicificaram e tornaram-se físicos, como a enxaqueca, podem ser temporariamente amenizados pelo Arco Voltaico. O tratamento médico convencional, nesses casos, continua sendo necessário.
  • Paracirurgia. Sob condições especiais, o Arco Voltaico pode ser suficientemente intenso e profundo, a ponto de proporcionar a realização de cirurgias no paracérebro do psicossoma, promovidas por amparadores extrafísicos.

Aplicador iniciante. Pode não sentir nada durante o processo da assim.

Aplicador veterano. Sente os sintomas do assistido devido ao processo da assim; comunica-se telepaticamente com os amparadores extrafísicos; recebe instruções para, eventualmente, atuar em outros centros energéticos do assistido.

Auto Arco Voltaico. Ante o exposto, não faz muito sentido uma pessoa aplicar o Arco Voltaico em si mesma pois não haverá a assim, mecanismo essencial ao funcionamento da técnica.

Outros Arcos. Assim como existe o Arco Craniochacral, existem outros mais, envolvendo outros chacras. Segundo Vieira, de todos, o Arco Craniochacral é o mais importante de todos por mexer com a estrutura neuronal e com o paracérebro.

Pondo a Técnica em Prática. Se você, leitor ou leitora, deseja colocar em prática essa técnica, preferencialmente comece “fazendo laboratório”, aplicando-a em pessoas conhecidas, amigas, que não apresentem problemas psíquicos ou energéticos sérios, para, posteriormente aplica-la em pessoas que efetivamente precisam de ajuda. Naturalmente, existem exceções. Use o bom senso para definir quem serão seus primeiros assistidos. Procure manter um padrão de pensamentos, sentimentos e emoções hígidos, equilibrados ao aplicar a técnica. O ideal é não julgar a pessoa assistida. Apenas deseje que aconteça o que for o melhor para ela. Por fim, nunca deixe de instalar um EV ao término da técnica. Sempre que possível, registre os resultados obtidos que poderão ficar evidenciados apenas alguns dias depois.

Referências 

[1] Vieira, Waldo. Enciclopédia da Conscienciologia. Arco Voltaico Craniochacral. 2008

[2] Tertúlia Conscienciológica Arco Voltaico Craniochacral .

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O que é o Estado Vibracional


EV23022014

O Estado Vibracional é um fenômeno que pode ocorrer de forma espontânea com qualquer pessoa. Não obstante, essa ocorrência do Estado Vibracional é bastante rara, tanto que são poucas e indiretas as referências sobre o mesmo ao longo da história.

Os principais relatos são encontrados nos livros sobre Experiências Fora do Corpo escritos a partir do Século XX. Nessas obras, alguns autores relatam a ocorrência de vibrações intensas em seus corpos antes e depois de uma experiência de projeção lúcida.

Acredita-se que o EV possa ocorrer de forma espontânea quando a pessoa entra em transe anímico-mediúnico, durante o êxtase místico que ocorre durante a realização de preces ou cerimônias religiosas, dentre outras situações bem específicas.

O EV também pode ocorrer de forma heteroinduzida, quando promovido por amparadores extrafisicos ou por uma pessoa expert em bioenergias e pode também ser autoinduzido. Nesse último caso, uma pessoa emprega uma técnica de mobilização das suas bioenergias pessoais ou ECs – Energias Conscienciais  – para instalar o EV.

A técnica de indução do EV consiste, basicamente, em circular suas ECs do alto da cabeça (da parte mais elevada, do topo), até os pés (até a pontinha dos dedos dos pés) e vice versa, passando por todas (todas mesmo) as partes do corpo. Braços e pernas devem ficar unidos e descruzados a fim de formar um circuito único e coeso para as energias que circulam.

Esse processo deve ser feito com o uso da vontade focalizada e atenta e não com a imaginação. Pode-se ficar de pé ou sentado (deitado pode dar sono e a pessoa adormece). Mudanças na técnica, como por exemplo, fazer a energia circular de outras formas, ou passando por fora do corpo, tendem a dificultar a obtenção do EV ou provocar outros efeitos que podem ser confundidos como sendo ele.

A duração do EV, uma vez instalado, geralmente limita-se a uns poucos segundos. É possível mantê-lo instalado por mais tempo pelo uso da vontade.

Essa técnica já era conhecida na antiguidade, sabidamente na China, mas, perdeu-se ao longo do tempo. No início dos anos 80 ela foi redescoberta no Brasil, tendo sido aperfeiçoada e passando a ser divulgada de forma sistemática no âmbito daquilo o que acabou sendo denominado Conscienciologia.

A técnica ou processo é, ate certo ponto,  paradoxal. Se por um lado é relativamente simples, na prática, existem muitos aspectos que podem influenciar a forma como é feita a circulação fechada das ECs. Isso acarreta em um período de aprendizagem da técnica que varia muito de pessoa para pessoa. O tempo e esforço necessário para produção dos primeiros EVs vão depender muito de sua disposição e habilidade.

O EV caracteriza-se por produzir sensações de arrepios ou eletricidade que espalham-se de forma progressiva por todo o corpo, promovendo uma expansão das ECs da pessoa e, eventualmente, promovendo outras repercussões em seu corpo físico e em suas ECs.

A simples circulação das ECs, mesmo que não seja atingido o EV, é muito benéfica pois tem a capacidade de ir desobstruindo sistematicamente bloqueios que vão se instalando e sendo reforçados ao longo da vida nas energovias que existem no holossoma da pessoa, (o conjunto dos corpos formado por soma, energossoma, psicossoma e mentalssoma) melhorando assim, de forma significativa sua saúde bioenergética.

A circulação fechada de energias e o EV proporcionam inúmeros benefícios ao praticante tais como:

-Desobstrução das energovias do holossoma;

-Desbloqueio dos chacras;

-Melhoria do padrão energético;

-Melhoria da saúde de um modo geral;

-Desassédio;

-Desacoplamento com energias intrusivas, gravitantes e negativas;

-Desassimilação simpática (DESASSIM);

-Aumento da sensibilidades parapsíquica;

-Desenvolvimento da sinalética bioenergética;

Por ser relativamente simples de executar e que pode ser rapidamente desenvolvida, aliada aos inúmeros benefícios que proporciona, faz com que a técnica do Estado Vibracional seja algo realmente formidável para qualquer pessoa, iniciante ou veterana no trato das ECs, que busque o autodomínio de seus processos bioenergéticos.

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Postura Pessoal Quanto as Energias Conscienciais


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O parapsiquismo é a condição da consciência humana capaz de vivenciar parapercepções além dos sentidos do corpo físico, incluindo aí as parapercepções energéticas da própria pessoa tais como as bioenergias e as projeções conscienciais lúcidas.

Energias Conscienciais – ECs – ou bioenergias são um tipo de energia extrafísica produzida por todos os seres vivos por meio da transformação de energias extrafísicas imanentes, existentes em toda parte. Todo ser vivo absorve, processa e exterioriza energias conscienciais.

O grau de domínio das ECs varia muito de pessoa para pessoa. A imensa maioria da humanidade sequer admite sua existência, embora tenha que lidar, a todo momento, com as consequências dos processos relacionados a elas.

Dentre a pequena minoria de pessoas que admite sua existência, podemos caracterizá-las em dois tipos básicos: amadores e veteranos.

O amador é aquele que já admite a existência das ECs e sabe que é possível mobilizá-las, contudo, ainda não consegue fazê-lo da forma apropriada. O veterano é a pessoa que domina os processos de mobilização e os utiliza com maturidade.

A seguir, procuro caracterizar bem cada um desses dois perfis quanto a 10 aspectos fundamentais relacionados à mobilização das ECs.

1. Objetivos: O que se busca, o alvo, o que se pretende obter

Amador: Não tem objetivos claramente estabelecidos; conhece mas não pratica, quer desenvolver o parapsiquismo sem fazer grande esforço; busca  descobrir uma “fórmula mágica”, o “o pulo do gato” que vai lhe proporcionar as habilidades parapsíquicas que deseja.

Veterano: Deseja dominar e desenvolver seu parapsiquismo estabelecendo metas e desafios a curto, médio e longo prazo para seus desempenhos.

2.Estudo: As leituras, entrevistas e outras formas de aprendizado e pesquisa

Amador: Compra livros sobre o assunto (ECs, bioenergias, etc), mas não os lê ou faz a leitura de forma descuidada; não faz pesquisas sistemáticas; limita-se a superficialidade do assunto.

Veterano: Lê livros e artigos de forma sistemática, registra notas e faz apontamentos; faz pesquisas teóricas e de campo; frequenta cursos sobre o assunto.

3.Prática: A experimentação

Amador: Fica restrito ao campo teórico dos livros e das especulações; não participa de cursos ou treinamentos sobre o assunto; não busca vivências; tem receios quanto a mobilizar as próprias ECs; quando o faz fica limitado à superficialidade dos fenômenos.

Veterano: Busca a experimentação além da teoria; participa regularmente de cursos e treinamentos práticos; busca vivências;, faz autopesquisas e autoexperimentação.

4.Autopesquisa: A autopesquisa feita consigo mesmo

Amador: Pouco ou nada investe em autopesquisa.

Veterano: Prioriza a autopesquisa como principal canal para realizar descobertas e autodescobertas.

5.Sinalética: As percepções das manifestações das ECs

Amador: Desconhe a sinalética parapsíquica pessoal.

Veterano: Mapeou e conhece a sinalética parapsíquica pessoal.

6.Detalhismo: O aprofundamento teórico e prático

Amador: Fica na superficialidade dos estudos, análises, autoanálises e autoexperimentações.

Veterano: Busca detalhar todos os aspectos dos termas estudados, das análises, autoanálises e autoexperimentações.

7.Registro: O registro por escrito das descobertas e autoexperimentações

Amador: Faz registros raramente ou não registra nada sobre suas pesquisas e autoexperimentações.

Veterano: Registra sistematicamente suas pesquisas e autoexperimentações para elaborar sínteses e conclusões posteriores.

8.Interassistencialidade: O emprego das ECs em tarefas de assistência interconsciencial mútua

Amador: Não se preocupa com o aspecto interassistencial de suas ECs, atribuindo-lhe importância secundária.

Veterano: Prioriza a interassistencialidade por meio das ECs.

9.Autodesempenho: As práticas pessoais  envolvendo a mobilização das ECs

Amador: Não pratica a mobilização de ECs ou faz isso de forma eventual, sem disciplina ou compromisso.

Veterano: Mobiliza as ECs de forma disiciplinada, regularmente, em ocasiões pré-definidadas (durante a tenepes, por exemplo), conforme as necessidades interassistenciais e outras mais; monitora o próprio desempenho a fim de aperfeiçoá-lo.

10.Maturidade: O uso responsável do parapsiquismo e das ECs pessoais

Amador: Promove intrusões e vampirizações, ainda que inconscientes; faz pouca ou nenhuma assistência por meio de suas ECs; desconhece suas capacidades de mobilização.

Veterano: Mantem controle de suas ECs a fim de não promover intrusões e vampirizações; faz assistência por meio de suas ECs constantemente; conhece suas capacidades de mobilização.

Conclusão

Você leitor, com qual perfil se identifica? Por acaso você é uma dessas pessoas que ainda crê poder descobrir uma fórmula secreta para desenvolver o parapsiquismo sem esforço? E quanto ao seu interesse quanto ao domínio das ECs, ele está desassociado da atuação interassistencial?

A condição de veterano pode ser alcançada ao longo de uma vida. Uma pessoa que atinja essa condição aos 50 anos chegará a mesma condição na próxima existência intrafísica em menos tempo, como por exemplo, aos 25 anos. Isso prossegue até o ponto em que ela já nasce com pleno domínio das ECs. O atual nível de autoconscientização multidimensional da maioria das pessoas não lhes possibilita entender o alcance e a importância que o domínio das ECs tem para seu processo evolutivo.

Referências

Enciclopedia da Concienciologia

Para Saber Mais:

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Pressão e Desopressão Holopensênica


A conexão com nossa paraprocedência para promover a desopressão holopensênica

A conexão com nossa paraprocedência para promover a desopressão holopensênica

Pressão holopensênica é a força produzida pelos pensenes (pensamentos + sentimentos + energias) pelo conjunto de consciências intrafísicas e extrafísicas em um determinado local e dimensão que pode ser mais patológica, incômoda, doentia ou mais hígida, saudável, benéfica, com a qual se interage diretamente.

A afinização com o padrão de pensenes da consciência reforça a pressão que pode, dessa maneira, fazer-se sentir de forma mais ou menos intensa, reforçando certos comportamentos.

O planeta Terra, onde vivemos, ainda é povoado por uma humanidade que tem por rotina promover disputas de todos os tipos: por alimentos, por água, por direitos, por ideias, por dominação, por privilégios, por sobrevivência. A natureza agressiva do planeta ajuda a reforçar esses comportamentos.

Em razão disso a dimensão intrafísica é caracterizada pela predominância desses padrões pensênicos:

– Beligerância: o belicismo, a agressividade, os conflitos físicos e armados;

– Bloqueios: o impedimento a livre expressão das idéias;

– Estigmatizações: o isolamento, ataque e perseguição a todos que não sigam os padrões de comportamento estabelecidos;

– Manipulações: a mídia induzindo as populações a serem dóceis consumidores de futilidades;

– Opressões: a opressão com objetivo de controlar idéias e comportamentos;

– Trafarismo:  incontáveis imaturidades tratadas como valores da sociedade a serem perseguidos;

– Vícios: o culto ao álcool, ao tabaco e um sem número de drogas que causam dependência química;

-Etc.

A predominância da pressão holopensênica patológica explica porque é tão fácil promover ações prejudiciais em nosso planeta e porque é tão difícil fazer o contrário, ou seja, promover ações em benefício da humanidade.

A desopressão holopensênica é o alívio, desafogo, desabafo, soltura e libertação gerado por esse ambiente.

Como promover a desopressão holopensênica?

Em primeiro lugar é preciso saber que a pressão holopensênica é tanto maior quanto mais consciências intra e extrafísicas estiverem em um local. Ou seja, em um grande centro urbano ela será maior do que em um pequeno vilarejo e no campo será menor do que nesse segundo.

Isso explica porque as pessoas, por vezes, sentem-se tão bem ao deixarem suas rotinas nos grandes centros urbanos para passarem algum tempo no campo, no interior, em meio a natureza.

As seguintes ações podem ser consideradas para promover a desopressão holopensênica:

(1) Manter um nível de lucidez mais elevado do que a media da humanidade, estudando e praticando o domínio das bioenergias, as questões relativas a multidimensionalidade e o papel que precisamos exercer para mudar esse mundo para melhor;

(2) Praticando o EV – Estado Vibracional – rotineiramente para romper com acoplamentos energéticos patológicos;

(3) Cultivando a ortopensenidade – os pensenes corretos – não pensar mal de nada nem de ninguém, não cultivando pensamentos, sentimentos e energias patológicos, beligerantes, egoicos, relacionados a disputas de todos os tipos;

(4) Desenvolver as percepções parapsíquicas no sentido de perceber e discriminar os pensenes e atuar para não deixar se envolver pelos padrões patológicos;

(5) Procurar manter uma conexão com a dimensão extrafísica mais evoluída de onde viemos (Veja na figura acima). Uma forma de fazermos isso é por meio a assistência a outras pessoas.

Sempre que procuramos assistir, ajudar outras pessoas, visando seu bem, sem envolver ganhos pessoais, estaremos nos conectando de várias formas com essa nossa paraprocedência (a dimensão que habitávamos antes de renascer). Estaremos abrindo nossas mentes para a atuação dos amparadores extrafísicos que habitam essas dimensões e será para lá que retornaremos quando a existência atual findar.

Quem veio de dimensões extrafísicas doentias e pouco evoluídas – figura acima – não vai ler esse post e, se o fizer, não vai entendê-lo. Essas consciências (a imensa maioria da humanidade) são permanentemente dominadas pela pressão holopensênica. São aquelas pessoas que chamamos de robotizadas.

Quanto a nós, precisamos manter nossa vigilância para não embarcamos nesses padrões. É para enfrentar esse desafio, dentre outros, que estamos, eu e você leitor, vivendo nesse mundo.

Referências:

Resolução de Conflitos Grupais e Conciliabilidade – Jacqueline Nahas – IIPC

Verbete Desopressão Holopensênica – Enciclopédia da Conscienciologia

Para Saber Mais:

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Energias Telúricas


Menir instalado por volta do Séc. V a.C. em Evora, Portugal

Menir instalado por volta do Séc. V a.C. em Evora, Portugal Foto: Maio de 2008

Contextualização: A Terra emana uma série de energias próprias. São as chamadas energias telúricas. A emanação dessa energia ocorre a partir do centro da Terra, subindo perpendicularmente à superfície terrestre e incorporando, ao longo desse caminho, propriedades diferentes conforme o tipo de solos, depósitos minerais e veios aquíferos por que passa.

Origem: O termo telúrico vem do latim tellus que significa terra. Este termo tem sido empregado há vários séculos por numerosos investigadores e radiestesistas, para definir as energias relacionadas a terra. Mais recentemente, o termo também passou a ser empregado pela ciência.

Ciência: Para a ciência, as únicas energias telúricas são as que podem ser fisicamente medidas: o calor geotérmico e as correntes elétricas geomagnéticas induzidas por mudanças na parte externa do campo magnético da Terra.

Peculiaridades: Cada terreno ou mesmo cada pedaço dele, pode ter características peculiares, próprias dos elementos que, no subsolo, interferem na emanação dessas energias.

Influência: As energias telúricas afetam todos os seres vivos, plantas, animais e o ser humano de forma positiva ou negativa conforme o teor dessas energias.

Passado: Em diversas partes do mundo, antigas culturas do passado procuravam estudar as características do terreno, diretamente, pela parapercepção das energias, ou indiretamente, observando as plantas e animais que nele viviam para determinar que terrenos iriam ocupar, onde iriam construir.

Exemplos: Do neolítico na Europa, restaram muitos monumentos megalíticos (foto acima), muitos dos quais as vezes eram empregados como sinalizadores das energias telúricas existentes no local em que eram instalados. Rochas especialmente selecionadas com a mesma função estão presentes em muitas outras culturas: Te-pito-te-Kura na Ilha da Pascoa, Pohaku-o-kane no Havai, Puna-um na Nova Zelândia, Kaname-ishi no Japão, Paypicala no Peru, Chintamani no Tibet, dentre outros.

Aborígenes: Segundo o antropólogo Kim McCaul[1], a cultura aborígene é muito influenciada pela terra, pelos solos e pelos acidentes geográficos. Todo e qualquer acidente geográfico relevante é “catalogado” por meio de uma tradição oral milenar que relaciona esses pontos com histórias que ocorreram no passado.

Pés Descalços: Ainda segundo McCaul, o fato de andarem descalços, em íntimo contato com o chão, dá aos aborígenes uma grande sensibilidade quando ao teor das energias telúricas. Isso lhes permite, por exemplo, indicar com precisão locais onde existe água ou algum depósito diferente de minerais, tal como o carvão.

Plantochacras: Localizados nas plantas dos pés, são os principais receptores da energia telúrica emanada pelo solo. As energias telúricas são absorvidas por esses chacras, sobem pelas pernas e são distribuídas pelo sistema energético do holossoma[2].

Esquecimento: Os conhecimentos sobre energias telúricas dos povos antigos eram empíricos, transmitidos de forma oral de geração para geração. A vida urbana e uma série de outros fatores fez com que muitos desses conhecimentos fossem perdidos.

China: Uma exceção ocorreu na China, lar de uma das mais antigas civilizações e que abriga o povo que mais dedicou-se a tentar compreender as energias e aplicá-las a seu favor. Ainda assim, durante a Revolução Cultural, muitas obras sobre o assunto foram sistematicamente destruídas nesse país.

Feng Shui: Empregando princípios da radiestesia, os chineses criaram meios para determinar com precisão os locais onde há incidência de energias positivas e negativas. As primeiras referências ao Feng Shui (literalmente “vento e água”) remontam ao Zang Shu (O Livro dos Enterros) escrito pelo Mestre Guo Pu (276-324 d.C.).

Comparação: Os chineses comparam os benefícios que o tratamento que o Feng Shui pode proporcionar a um espaço com os resultados que a terapia da acupuntura pode oferecer a uma pessoa.

Veias do Dração: No Feng Shui, os fluxos de energia telúrica são denominados “as veias do dragão”. Na Índia, em sentido similar, existe o termo sânscrito nwyvre significa “a força da serpente ondulada da terra”.

Radiestesia: O termo vem do latim radius, que significa radiação e do grego aisthesis que significa sensibilidade, indicando assim a “sensibilidade às radiações”. Sua antiga designação era rabdomancia. A radiestesia é a capacidade de captar radiações e energias emitidas por quaisquer objetos, incluindo a fontes de água e minerais no subsolo.

Instrumentos: Historicamente, inúmeros “dispositivos” foram criados para possibilitar a detecção de energias telúricas e, indiretamente, fontes de água e minerais no subsolo: forquilhas, bússolas, pêndulos, Ba-gua, etc. Na realidade, todos eles podem ser perfeitamente dispensados, substituídos pela percepção das energias do próprio radiestesista.

Linhas de Ley: São supostos alinhamentos de um número de lugares de interesse geográfico e histórico, tais como antigos monumentos e megalíticos, picos montanhosos e fontes de água natural. O termo foi cunhada em 1921 pelo arqueólogo amador Alfred Watkins , em seus livros Early British Trackways e The Old Straight Track. Ocupações humanas do passado teriam sido criadas em terrenos de forma alinhada, na medida que as energias nesses locais seria mais forte ou, de alguma forma, diferente.

Zonas Geopatogênicas: São terrenos onde ocorre a incidência de energias telúricas negativas que afetam a saúde de quem vive ou permanece longos períodos nesses locais.

Patologias: As patologias provocadas pelas energias telúricas seriam causadas por energias telúricas negativas. Para alguns pesquisadores, não haveriam energias telúricas negativas propriamente ditas.  As patologias seriam causadas pelo o acúmulo dessas energias no holossoma.

Notas 

[1] Em palestra proferida no em 27 de abril de 2013 no CEAEC, em Foz do Iguaçu.

[2] Holossoma é o conjunto de todos os veículos de manifestação da consciência: soma, energossoma, psicossoma e mentalsoma.

Para saber mais

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

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10 Aspectos Essenciais dos Chacras que Você Precisa Conhecer


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Os Sete Chacras Magnos e os Canais de Distribuição Ida e Pingala

Existem “toneladas” de informações sobre chacras na Internet, fora uma imensa quantidade de livros sobre esse tema. Apesar disso, ainda existem informações divergentes sobre alguns de seus aspectos, tais como cores e sentido de rotação, uma vez que a maioria dos autores tem um conhecimento superficial e, quase sempre, apenas teórico sobre o assunto.

A seguir, relaciono, de forma sintética os 10 principais aspectos relacionados aos chacras a fim de dirimir quaisquer dúvidas que o leitor tenha sobre esse assunto.

Significado: A palavra chacra (ou chakra em inglês) vem do sânscrito (uma das 23 línguas oficiais da Índia) e significa “roda”, “disco”, “centro” ou “plexo” sendo usada para descrever centros ou vórtices energéticos percebidos por clarividentes em pessoas e noutros seres do reino animal.

Função: Como parte da estrutura bioenergética dos seres vivos, a função dos chacras é absorver energias extrafísicas, distribui-la pelo nosso campo energético e exteriorizar energias conscienciais.

Parachacras: São os chacras do psicossoma, muito mais sutis dos que são percebidos junto ao corpo físico. São as matrizes desses últimos.

Estrutura: Os chacras apresentam forma (discos ou rodas achatadas), cor (variável), raios ou pétalas (em número definido), canais internos por onde se interligam a estrutura holossomática e apresentam um giro no sentido horário ou anti-horário.

Magnos:  São chamados magnos os 7 principais chacras (figura acima), todos localizados na frente do corpo e cada qual associado a certas funções e estruturas vitais do holossoma: Coronochacra (no alto da cabeça), Frontochacra (um pouco acima e entre as sobrancelhas), Laringochacra (região da laringe), Cardiochacra (região do peito-coração), Umbilicochacra (abdômen), Esplenicochacra (próximo ao baço) e Sexochacra (órgãos genitais).

Criptochacras: São chacras menos conhecidos, localizados na parte posterior do corpo (nas costas). Os criptochacras mais conhecido e mencionados são o Nucalchacra, localizado na região da nuca-cerebelo, e o Umeralchacra, localizado nas omoplatas. Esses chacras estão intimamente relacionados como os fenômenos mediúnicos e com o assédio extrafísico, pois são por meio desses chacras que as consciências extrafísicas fazem o acoplamento mediúnico com as consciências intrafísicas.

Giro: Quando um chacra gira no sentido horário (para a direita, dextrogiro, centrífugo ou dakshinavártena), ele exterioriza energia para fora do corpo, ou mais apropriadamente, para fora do holossoma da consciência e, quando gira no sentido anti-horário (para a esquerda, sinistrógiro, centrípeto ou vamavártena) ele absorve energia do ambiente ao seu redor. Esse giro, para um sentido ou outro ocorre natural e inconscientemente mas pode ser controlado na medida que absorvemos ou exteriorizamos energia por eles usando a vontade. Os chacras podem girar todos para um mesmo sentido ou não, sem que isso represente um problema para o equilíbrio da consciência.

Cores: Os chacras podem assumir cores variadas conforme o estado emocional da consciência. Atribuir cores específicas a eles, portanto, é incorreto, pois eles mudam a todo instante. Quando bloqueados apresentam coloração escura ou até mesmo com pontos negros. Quando totalmente equilibrados e, quando a consciência apresenta um elevado padrão energético e equilíbrio emocional, apresentam-se todos com coloração branca.

Especialização: Cada chacra é especializado em absorver e exteriorizar energias com certo padrão vibratório. O Frontochacra e, principalmente o Coronochacra, atuam com as energias mais sutis ao passo que o Sexochacrae o Umbilicochcra atuam com as energias mais densas. Os Plantochacras, localizados nas bases dos pés são especializados em absorver energias da terra (energias telúricas) e os Palmochacras, localizados nas palmas das mãos, são especializados em exteriorizar energias.

Bloqueios e Desbloqueios: Todos os chacras devem estar desbloqueados para que possam absorver e exteriorizar energia normalmente. Quando isso não ocorre, surgem desequilíbrios energéticos, neurológicos, endócrinos e psíquicos. Bloqueios podem surgir por vários motivos, tais como desequilíbrios emocionais e assédio interconsciencial. O desbloqueio dos chacras pode ser feito por um terapeuta, expert em assistência bioenergética, ou pela própria consciência, usando a vontade, para absorver e exteriorizar energia pelos chacras de forma intensa durante alguns minutos.

Finalizando, o gif animado exibido acima mostra de forma muito clara os 7 chacras magnos e como eles distribuem energia para os diversos corpos por meio de canais internos conhecidos como ida e pingala.

Referências

Verbete Chacra da Wikipedia

Artigo Chacras: Ferramentas para o Autoconhecimento

Artigo Chacra Umeral

Para saber mais

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Fronteira da Consciência.com

Metaconsciência.com

Lin-Chi

EAC – Escola de Autopesquisa da Consciência

Livro Estado Vibracional

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Estados Energéticos e Definição de Estado Vibracional


Estado Vibracional

Inicialmente, como primeiro post desse blog, julgo ser importante definir claramente o que é o Estado Vibracional ou, abreviadamente, “EV”.

O EV é um estado, uma condição. Começamos então, descrevendo brevemente quais são os quatro estados energéticos nos quais podemos nos manifestar:

Estado de Absorção: Quando usamos a vontade para absorvermos energias;

Estado de Exteriorização: Quando usamos a vontade para exteriorizar energias;

Estado Vibracional: Quando usamos a vontade para circular/exteriorizar intensamente as energias;

Estado de Repouso: Quando não empregamos a vontade para mobilizar as energias. Nesse estado, ficamos, naturalmente, trocando energia com o meio o tempo todo, ora com predomínio da exteriorização, ora com predomínio da absorção.

Observe-se que, no estado de absorção não existe um impedimento para que também ocorra, simultaneamente, alguma exteriorização de energias. O mesmo ocorre com o estado de exteriorização quanto à absorção de energias. Da mesma forma, na condição de EV, embora ocorra o predomínio da exteriorização de energias, pode ocorrer à absorção simultânea. É dessa maneira que o EV pode ser induzido por uma consciência em outra.

Vejamos agora algumas definições publicadas para EV:

No Livro Projeciologia – Panorama das Experiências Fora do Corpo, escrito por Waldo Vieira

O Estado Vibracional é a condição na qual o energossoma (duplo etérico) e o psicossoma aceleram ao máximo suas vibrações, ultrapassando de forma considerável as lentas vibrações do corpo físico.

No Verbete Estado Vibracional das Tertúlias Conscienciológicas, escrito pelo mesmo autor

O estado vibracional (EV) é a condição técnica de dinamização máxima das energias do energossoma, além das vibrações lentas do soma, por meio da impulsão da vontade e parametodologia específica, a fim de manter a paraprofilaxia na autovivência cosmoética, evolutiva, da consciência.

No site Conscienciopedia.net:

O Estado Vibracional ou EV é aplicação técnica da movimentação intensa de energias por todo o holochacra objetivando autodefesa, para-assepsia, expansão das parapercepções e a assistência interconsciencial.

A primeira coisa que fica evidente é que o Estado Vibracional é um conceito criado por Waldo Vieira* no âmbito da Projeciologia/Conscienciologia. Antes de Vieira, as poucas e imprecisas referências ao EV foram feitas por alguns autores que escreveram sobre a Projeção da Consciência.

Em segundo lugar, nota-se que a definição do Projeciologia é a mais abrangente, pois ela engloba os EVs, produzidos de forma espontânea, ao passo que as definições seguintes referem-se ao EV conscientemente induzido pela vontade do praticante.

Nossa própria definição: Com base nas definições existentes, podemos criar uma definição própria, mais simples e objetiva:

Estado Vibracional é um fenômeno que ocorre de forma espontânea ou induzida quando as frequências dos corpos sutis da consciência, o energossoma e o psicossoma, elevam-se, produzindo intensas vibrações que se irradiam por esses veículos, passando pelo corpo físico e ultrapassando seus limites.

Prosseguindo, vejamos alguns sinônimos para EV.

Sinonímia: Atividade Motora Interna, efeitos vibracionais, estado elétrico extrafísico, estado energético, formigamento extrafísico, implosão de luz, sensações vibracionais*, aceleração bioenergética; auto-energização; ativação holochacral ou energossomática**.

Agora que temos a definição e os sinônimos do EV, podemos ver seus antônimos também:

Antonimologia: Acomodação bioenergética; autobloqueio energético; estagnação holochacral;  ignorância bioenergética; obnubilação bioenergética.

Nos próximos posts vamos prosseguir com a apresentação dos diversos aspectos do Estado Vibracional, assim como assuntos a ele relacionados.

Até lá

Cesar de Souza Machado

 

Notas

* Projeciologia – Panorama das Experiências Fora do Corpo Humano 1a Edição – Waldo Vieira

** Verbete Estado Vibracional – Tertúlias Conscienciológicas – Waldo Vieira

 

PARA SABER MAIS

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Fronteira da Consciência.com

Metaconsciência.com

Lin-Chi

EAC – Escola de Autopesquisa da Consciência

Livro Estado Vibracional

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