Locus Minoris Resistentiae


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Na medicina, o locus minoris resistentiae é um termo usado para descrever um local do corpo que oferece pouca resistência à infecção, danos ou ferimentos.

Esse termo também pode ser aplicado a situações que podem ocorrer ao longo do processo de interassistencialidade. O termo interassistencialidade vem sendo promovido pela Conscienciologia para descrever a assistência lúcida, parapsíquica, em oposição a assistencialidade comum, praticada pela sociedade intrafísica.

Quando nos envolvemos em alguma tarefa interassistencial, ao entrar no processo de outra consciência, com frequência, estaremos contrariando os interesses de consciências extrafísicas que, por algum motivo, não desejam que a interassistência se concretize. Isso pode ocorrer devido a desafetos entre essas consciências e o assistido ou pode estar relacionado a um contexto maior, de consciências extrafísicas contrárias a qualquer tipo de processo assistencial.

As tarefas de esclarecimento e a assistência parapsíquica, em especial, dado seu potencial de mudança e efetividade, tendem a incomodar mais essas consciências extrafísicas, que, não raro, mobilizarão todos os esforços ao seu alcance para impedir aquilo o que consideram uma intromissão em seus assuntos ou “seus domínios”.

Quem se dispõe a praticar a interassistencialidade será alvo, portanto, da interferência dessas consciências. Em outras palavras, assédio extrafísico. Por outro lado, antes do assédio, virá o amparo extrafísico também.

Quanto mais se pratica a interassistência, maiores são as tentativas e interferência, mas, o amparo aumenta muito e minimizam ou mesmo impedem que ações contrárias surtam efeito. Não podendo impedir o processo de interassistência, tentam atacar a pessoa que a promove. Mas se essa mantém uma postura hígida, equilibrada, mais cosmoética, no seu dia a dia, junto com a proteção dos amparadores, ela como que se fecha ao assédio.

Nesse ponto entra o locus minoris resistentiae. Não podendo impedir diretamente a interassistência, tentam afetar as pessoas próximas ao interassistente que a promove, para prejudicá-lo indiretamente. Atacam parentes, amigos, colegas, quem estiver nas suas proximidades. Escolhem quem estiver mais fraco energeticamente, com menor ou nenhum amparo, quem estiver mais suscetível a se desequilibrar de alguma maneira.

Assim, alguns exemplos de situações que podem ocorrer com pessoas próximas ao interassistente são:

  • Acidentes domésticos;
  • Acidentes automobilísticos;
  • Problemas de saúde advindos do assédio energético que se manifestam como mal estar, dores, enjoos, infecções;
  • Acidentes como cortes e quedas;

Dentre todas as pessoas ligadas ao interassistente, será a mais fraca, no locus minoris resistentiae, onde o assédio vai “estourar”. Pode ser com uma ou mais pessoas.

Quando não conseguem atingir ninguém dessa forma e são mais lúcidos, assediadores engendram situações que causam problemas para o interassistente, tais como desencontros, erros na comunicação interpessoal, distrações que provocam o esquecimento ou desatenção para algo. Enfim, qualquer coisa que possa atrapalhar.

Eventos assim são especialmente comuns nos dias reservados ao trabalho interassistencial propriamente dito. Não me refiro aqui a tenepes, que é praticada diariamente, mas a eventos como cursos, palestras, laboratórios e dinâmicas que envolvem interassistência bioenergética.

Quem é veterano em processos interassistenciais já conhece essa dinâmica de tal forma que fica especialmente atento e essas situações, quando ocorrem, atuando como possível para impedi-las ou pelo menos para minimizá-las. Autorganização, trabalho energético intenso (por meio da instalação de muitos EVs por exemplo) eliminar as possíveis arestas por onde o assédio pode atuar são ações comuns nesses casos.

Quem ainda está começando, deve ter ciência de que essas coisas acontecem e não deve esmorecer, como o assédio deseja. Pessoalmente, sigo o princípio: quanto mais assédio aparece no curso de uma atividade interassistencial, mais importante ela deve ser (está incomodando mais) e, portanto, mais energia, determinação e preparo devo investir em sua realização. Não digo, com isso, que devamos ser imprudentes. Sintonia com os amparadores é importante para sabermos onde e como podemos atuar.

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Implicações Energéticas da Tatuagem


 

Tatuagem de costa inteira. Crédito: Wikimedia Commons.

Tatuagem de costa inteira. Crédito: Wikimedia Commons.

A duas semanas estive em Foz do Iguaçu onde, durante uma Minitertúlia de Waldo Vieira, foi abordado o tema Tatuagem. Interessei-me pelo assunto e resolvi escrever algo a respeito. Também fiz uma pequena pesquisa para entender melhor os diversos aspectos sobre esse tema.

O termo tatuagem  vem do francês tatouage e, por sua vez, do inglês tattoo, tendo por origem mais remota em línguas polinésias na palavra tatau é usado para descrever  é uma das formas de modificação do corpo mais conhecidas e cultuadas do mundo. A tatuagem é um desenho permanente feito na região subcutânea mais profunda da pele humana através da introdução de pigmentos por agulhas.

Existem muitas provas de que tatuagens eram usadas desde o antigo Egito (4000 a 2000 a.C.) e também por antigos nativos da Polinésia, Filipinas, Indonésia e Nova Zelândia.

Ötzi a múmia de um homem que viveu em 3300 a.C descoberta nos Alpes italianos em 1991, é coberto com mais 50 tatuagens na forma de grupos de linhas e cruzes. Ao contrário dos métodos modernos, suas tatuagens não foram produzidos com agulhas, mas por meio de incisões finas na pele onde foi introduzido pó de carvão. As tatuagens de Ötzi estão localizadas em pontos onde seu corpo foi submetido a uma tensão considerável durante sua vida e, muito provavelmente, lhe causou muita dor devido ao desgaste. As tatuagens eram, portanto, provavelmente concebidas como medidas terapêuticas e não como símbolos.

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Uma das 50 tatuagens de Otzi

No oriente, a tatuagem era e é usada principalmente com finalidades religiosas e identificação tribal. No  Hinduísmo, fazer uma marca na testa é encorajada, pois se acredita que isso aumente o bem-estar espiritual. Várias mulheres hindus tatuam seus rostos com pontos, especialmente ao redor dos olhos e queixo, para espantar o mal e aumentar a beleza. Tribos locais usam a tatuagem para se diferenciar de certos clãs e grupos étnicos.

No ocidente, o declínio na tatuagem tribal na Europa ocorreu com a expansão do Cristianismo. A Igreja Católica, em 787, considerada como uma pratica demoníaca. Para os Hebreus as tatuagens já eram proibidas bem antes, conforme descrito no Torah. No Islamismo, as tatuagens são proibidas no Sunismo, mas são permitidas no Xiismo que se opõem ao primeiro. Escravos tinham o corpo tatuado com o símbolo do seu proprietário. Prostitutas traziam tatuagens com o emblema de um reino. A tatuagem também serviu para estigmatizar o corpo da mulher adúltera. Em1879 o Governo da Inglaterra adotou-a como uma forma de identificação de criminosos. No fim dos anos 60, e início dos anos 70, diversas publicações relacionaram tatuagens com doenças psiquiátricas e comportamentos criminais. Nos anos 70 e 80, estudos pareceram confirmar a relação entre tatuagens e desordens psicológicas.

Não obstante a longa rejeição histórica, ao longo das últimas duas décadas, houve uma explosão do uso de tatuagens no ocidente.  Uma pesquisa recente feita nos EUA apontou para uma prevalência de tatuagem de 24% entre pessoas de 18 a 50 anos, igualmente distribuída em ambos os sexos.

Porque tanta pessoas se tatuam hoje? Essa questão tem sido pesquisada em vários países, inclusive no Brasil. Dentre as hipóteses levantadas estão à necessidade de pertencer a uma comunidade religiosa, a tentativa de mostrar lealdade a um grupo, a demonstração de individualidade, a tentativa de marcar uma mudança de vida.

O contexto, o ambiente, a época, o nível cultural, as influências, modismos, ideologias, crença e espírito despojado são alguns dos níveis que podem dar vazão ao processo.  Nenhuma teoria psicológica, psicanalítica, religiosa, antropológica ou médica apresenta uma explicação exclusiva e final para a tatuagem. Considera-se um movimento complexo, desde sua origem histórica até o contínuo uso na contemporaneidade.

Os temas são infinitos e variam tanto quanto as personalidades – dos tatuadores e tatuados. Pesquisadores acreditam que fatores profundos, talvez inconscientes, estejam projetados nas imagens escolhidas.

A indústria da tatuagem movimenta hoje US 1,65 bilhão somente nos EUA. A tatuagem, tornou-se mais um produto a ser vendido e consumido em larga escala, pouco importando as consequências a longo prazo para os consumidores. A manutenção da tatuagem requer gastos ao longo do tempo para minimizar os efeitos do envelhecimento. A remoção, por vezes ineficaz, envolve gastos muito maiores.

Existem implicações bioenergéticas ao tatuar-se o corpo?

Todos estamos sujeitos a desequilíbrios emocionais, mentais e espirituais. Aquilo o que ocorre no corpo físico de uma pessoa, reflete em seu campo energético e vice-versa. Nesse sentido, uma tatuagem, dependendo do tipo e local do corpo, vai atuar em graus variados, intensificando e, possivelmente causando esses desequilíbrios.

Por isso toda alteração de padrão celular, mesmo que superficial ou da pele, altera também o campo de energia do ser, pois estão intimamente ligados, o físico e o energético. Olhando por essa ótica, pode-se dizer que uma tatuagem cria um novo padrão de energia para aura da pessoa, fazendo com que a sua vibração vital mude seu fluxo e altere sua frequência, podendo ser desviada, drenada ou até mesmo acumulada naquele ponto tatuado.

Existe a hipótese de que pessoas que tatuam o corpo inteiro ou o enchem de piercings carregam lembranças intensas de experiências pretéritas envolvendo o belicismo.  Há quem já tenha tido retrocognições ao observar tatuagens vistas em seu psicossoma. A tatuagem no corpo evocaria os mesmos padrões de pensamentos e sentimentos que marcaram essas vidas, o que prejudicaria o atual padrão energético da pessoa tatuada ao evocar essas situações de conflito. É aquilo o que chamamos de automimese.

Estigmas. Pela tatuagem a pessoa está dizendo algo de si mesma. Assim, certos tipos de tatuagens, especialmente aquelas que evocam situações doentias e as tatuagens de corpo inteiro podem configurar-se em verdadeiros estigmas para a pessoa que podem, inclusive, acompanha-la para além da atual existência intrafísica. Conforme André Luiz, “As lesões do corpo físico só terão, pois, repercussão no corpo espiritual se houver fixação mental do indivíduo diante do acontecido ou se o ato praticado estiver em desacordo com as leis que regem a vida.”

Autoestigmatização é como a Conscienciologia classifica a tatuagem, definindo-a ainda como um tipo de aberração antifisiológica, uma atitude antianatômica comparável à autoflagelação, uma autoestigmatização. A autestigmatização é o ato da pessoa executar voluntariamente determinada ação, óbvia ou sutil, capaz de estigmatizá-la de imediato, acarretando prejuízos anticosmoéticos.

Tatuagens assim como piercings aparentemente alteram o fluxo de bioenergias que entram e saem de nossos corpos. Esse efeito parece ser conhecido a muito tempo, como nos mostram as tatuagens encontradas em Ötzi. Qual tipo de bioenergia será atraída para o local de nosso corpo onde uma imagem grotesca evocando situações de conflito, morte e sentimentos ruins é tatuada?

Que tipo de sentimentos serão evocados em uma consciência, intrafísica ou extrafísica, quando ela observar essa tatuagem? Que tipo de energia ela enviará para a pessoa? Haverá um acoplamento energético de uma consciência extrafísica com a pessoa tatuada? Esse acoplamento será positivo?

Certamente, não são todas as tatuagens evocam situações como essas. Existem aquelas “meramente” simbólicas, retiradas de algum contexto conhecido ou simplesmente “criadas” pelos tatuadores. Mas os que representam esses símbolos? Serão inofensivos? Já ouvira falar que existem grupos de entidades extrafísicas que marcam as pessoas que vampirizam com tatuagens, assim como marca-se o gado. Comentando o fato ha poucos dias com um amigo, ele contou-me sobre um livro que leu onde o autor vai a uma comunidade extrafísica doentia identificada por um símbolo exibido em sua entrada. Tempos depois ele começa encontrar pessoas que trazem tatuado no corpo o mesmo símbolo daquela comunidade!

Conforme as observações de outra pessoa amiga, paranormal, com quem conversei sobre o assunto, ela percebe um padrão comum em todas as pessoas tatuadas: a carência afetiva e energética. Nesse sentido, a tatuagem tem por objetivo atrair a atenção (e portanto as energias) de outras consciências para ela. Ainda segundo ela,  é pelo local do corpo onde está a tatuagem que as consciências extrafísicas assediadoras se acoplam com a pessoa a fim de vampiriza-la ou influenciar seu comportamento.

Conheci pessoas que fizeram tatuagens para disfarçar a marca de um ferimento ou cirurgia. Nesses casos é preciso que a pessoa se questione. O que provocou a lesão daquela parte do corpo era simplesmente físico ou era algo que vinha de retrovidas, agregada ao psicossoma? Nesse caso, fazer uma tatuagem naquele ponto não poderia reforçar o processo que causou a lesão ou cirurgia ali? Há pessoas que tiveram que fazer paracirurgias em locais do corpo onde, muitos anos antes, uma cirurgia intrafísica fora feita, para terminar de limpar o processo ali existente, consubstanciado em um fulcro de energia densificada e agregada ao psicossoma.

O paranormal Waldo Vieira afirma ter conhecido várias mulheres que apresentavam um quadro de tristeza inexplicável cuja causa acabou se revelando numa tatuagem oculta sob a roupa e local normalmente não visível.

Há assediadoras e assediadores demasiados violentos buscando se satisfazerem nos esportes radicais, e nos sofrimentos físicos que incluem as dores provocadas pela aplicação da tatuagens e piercings. Há tatuadores que limpam o sangue liberado no processo da tatuagem sorvendo-o com a boca.

Durante muitos séculos a tatuagem foi completamente irreversível. Mesmo hoje, com o uso de moderna tecnologia, a remoção pode deixar cicatrizes e variações de cor sobre a pele. É preciso, portanto, muito senso crítico antes de entrar nessa onda da tatuagem.

Referências

Evolução em Dois Mundos, Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira

Homo Sapiens Pacificus, Waldo Vieira.

http://www.pucsp.br/jung/download/Relatorio_pesquisa.pdf

http://news.nationalpost.com/2013/08/16/graphic-the-tattoo-industry/

http://www.iceman.it/en/node/262

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Uma Demonstração do Qi Gong Terapêutico


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No post anterior reproduzi um texto escrito pelo acupunturista e terapeuta Marcus Evandro. Depois disso, coincidentemente, passei na companhia de um amigo no consultório de Marcus, um espaço que ele chama de Lin-Chi, localizado no centro de Brasília, DF.

Lá chegando, começamos a conversar sobre as atividades de Marcus no local quando  meu amigo comentou com que estava ha algum tempo com dores no braço direito que estendiam-se do cotovelo ao punho. Além da dor ter se tornado praticamente constante, incomodando-lhe até na hora de dormir, certos movimentos como forçar o punho tornavam essa dor insuportável.

Comentei então com meu amigo que tive um problema parecido no ano passado. De repente uma dor assim começou no braço direito e passou a incomodar-mw o tempo todo. Antes de consultar um médico, tomei a providência de mudar o mouse do computador no trabalho para uso com a mão esquerda. Além disso, no mesmo período voltei a fazer caminhadas regularmente (caminho pelo 6 km em um parque próximo de minha residência pelo menos  3 vezes por semana). Com o passar de algumas semanas a dor foi desaparecendo até sumir com completo.

Pode ser que fosse uma inflamação dos tendões que desapareceu. Mas, creio que o exercício físico regular pode ter desobstruído as vias de circulação energética existentes dentro do corpo, além do exercício físico propriamente dito, que podem ter colaborado ou mesmo provocado a melhoria do processo até extingui-lo.

Ouvindo isso, Marcus Evandro, que tem larga experiência em tratamentos bioenergéticos para problemas físicos, ofereceu-se para fazer uma rápida energização em meu amigo.

Sentaram-se, ele e Marcus, um de frente para o outro, cada um em uma cadeira, com uma separação de dois metros. Meu amigo relaxou na cadeira e Marcus ergueu as duas mãos como os dedos indicadores apontando em direção a ele, lembrando, com isso um, movimento do Qi Gong. Ficou assim por dois minutos, findos os quais, pediu a meu amigo que verificasse a dor no braço

Para nossa surpresa, (mas não de Marcus, obviamente) a dor havia desaparecido completamente. Até os movimentos com como forçar o punho, antes impossíveis tal a intensidade da dor, haviam desaparecido. Marcus advertiu, contudo, que aquilo não era definitivo. A dor acabaria voltando. Era preciso atacar as causas do problema.

Curioso, perguntei a Marcus o que ele fizera. Ele explicou então que exteriorizou energia para os meridianos do elemento fogo, coração e intestino delgado no braço direito do meu amigo. Esses dois canais energéticos passam justamente no local onde normalmente ocorre a dor do cotovelo, típica dos tenistas que sofrem de epicondilite.

Essa técnica, prosseguiu Marcus, é um Qi Gong terapêutico, chamada Alinhamento Vital também atua nos pontos água e metal desses dois meridianos (coração e intestino delgado). O ponto água, tem a função de esfriar, limpar ou lavar o canal enquanto o ponto metal tem a função de renovar e oxigenar o Qi do canal.

Quanto ao meu amigo, quando Marcus fez a energização, ele sentiu nitidamente como se seu braço estivesse sendo puxado em direção a Marcus. Repetindo suas palavras, era como se um “raio trator” estivesse atuando sobre seu braço direito. Pelo menos nessa noite ele pode dormir tranquilamente, sem dor alguma.

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Estado Vibracional – De Longe o Melhor Qi Gong


Dra. Hu Yuen Xian demonstrando o Chi Kung  - Crédito: Wikimedia Commons

Dra. Hu Yuen Xian demonstrando o Chi Kung – Crédito: Wikimedia Commons

Reprodução do texto postado no Blog Lin-chi escrito por Marcos Evandro de Brito

Pode-se afirmar que a melhor definição para Qi Gong seja “Cultivo da Energia”.

O termo Chinês Qi Gong (ou Chi kung) apresenta uma abrangência muito vasta, que inclui exercícios energéticos estáticos, processos meditativos conhecidos por meditação taoísta Tao Yin; e práticas dinâmicas, constituídas de movimentos corporais diversos e posturas que imitam movimentos de animais. Essa variedade de exercícios e posturas nos permite fazer analogia de Qi Gong com a palavra ginástica que, aqui no ocidente, possui várias modalidades: ginástica de aquecimento, alongamento, laboral, aeróbica, aquática, rítmica, de condicionamento físico, facial, além de uma gama de variações de movimentos e exercícios, mostrando a diversidade de técnicas que o termo pode revelar.

O Estado Vibracional – EV, também chamado de circulação fechada de energias, é uma técnica energética que, por definição, é também considerado um Qi Gong. Em função dos benefícios que oferece, premissas e promessas teóricas, é considerado – de longe – o melhor e mais completo Qi gong existente. Atua na assepsia energética, ou seja na desassimilação das energias entrópicas, no desbloqueio e expansão das energias promovendo saúde holossomática, no desenvolvimento parapsíquico e como técnica que propicia a projeção consciencial lúcida. Numa condição avançada e especial, pode  permitir, inclusive, a execução do fenômeno da parateleportação humana. Todas essas técnicas bioenergéticas atuam na multidimensionalidade e, por conseguinte, são habilidades que levamos dessa dimensão para as outras, quando de nossa passagem, dessoma ou morte.

O EV seria a evolução técnica de diversos processos milenares tais como: Kriya Yoga (vide Autobiografia de um Yogue -Yogananda), meditações ativas (Kundalini-Osho), e Qi Gong espontâneo, também chamado de Wu Ji Qi Gong, provavelmente desenvolvido à quarenta ou sessenta mil anos atrás por seres humanos pré-tribais . Todos esses exercícios descrevem as sensações e efeitos observados quando o estado vibracional é instalado.

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O Impacto do Estado Vibracional no Corpo Físico


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Quais são os impactos do EV – Estado Vibracional – no soma, o corpo físico ? 

A primeira vista essa é uma questão um pouco difícil de ser respondida pois sabemos que o EV é produzido em função da movimentação das energias do Energossoma e do Psicossoma, onde também são sentidos a maioria dos seus efeitos. Apartar o corpo físico desses outros veículos para avaliar quais são os efeitos específicos do EV especificamente nesse veículo, portanto, não é tão simples. Ainda assim fiz o possível no texto que segue.

Digestão. A instalação do EV parece acelerar o processo digestivo. Em certas ocasiões, após as refeições por exemplo, esse efeito do EV pode ser aproveitado quando for necessário realizar algum tipo de atividade intelectual ou assistencial.

Forames do crânio. Acredita-se que a prática do EV ao longo anos a fio possa afetar de forma perceptível os forames (aberturas) na base do crânio por onde passam as terminações nervosas.

Sistema nervoso vegetativo. O EV aparentemente afeta o sistema nervoso vegetativo produzindo situações que normalmente não são produzidas conscientemente, por meio da vontade. Ao ser instalado, o EV pode produzir uma forte sensação de aquecimento ou esfriamento do corpo físico, fazendo com que os músculos eretores dos pelos sejam ativados, levando a pessoa sentir arrepios por todo o corpo, mesmo com a temperatura ambiente estando muito elevada.

Sistema Imunológico. Muitas, senão todas as doenças, tem como causa uma componente física e outra extrafísica, energética. A instalação constante do EV inibe a formação de doenças no corpo físico de duas formas. Primeiro, indiretamente, pela desassimilação de energias doentias pelo energossoma que, dessa maneira, torna o corpo físico resistente e, diretamente, ao criar um campo energético homeostático que fica impregnado na própria matéria intrafísica que constitui o corpo. Se isso não for o suficiente para imunizar o corpo de todas as doenças, certamente será eficiente para algumas delas, talvez às mais simples como certos tipos de infecções viróticas ou bacterianas. Os mesmos processos também seriam responsáveis pela aceleração da cicatrização de tecidos do corpo.

Atividade cerebral. O cérebro produz ondas cerebrais que podem ser monitoradas pelo EEG (Eletroencefalograma). Experimentos realizados pelo pesquisador Wagner Alegretti parecem indicar que a circulação fechada de energias empregada para produzir o EV afetaria a frequência e sincronização de algumas ondas cerebrais. São necessárias, contudo, pesquisas mais apuradas para aferir até que ponto e de que maneira isso ocorre. O mesmo pode dizer-se das áreas do cérebro, tais como os lobos temporais, que seriam mais ativadas com essa circulação e com a instalação do EV, conforme indicaram experimentos iniciais por meio de imagem por ressonância magnética funcional (fMRI). Os experimentos realizados por esse pesquisador também indicaram que, após a instalação do EV, ocorre uma ativação geral de todas as áreas do cérebro o que, em tese, poderia ajudar a prevenir o Mal de Alzheimer.

DNA. Uma pessoa que desde a juventude pratique regularmente o EV poderia imprimir mudanças em seu ParaDNA e, partir disso, também modificar o DNA de seu corpo físico, transmitindo mutações relativas a aspectos parapsíquicos para sua descendência. Esse é uma especulação instigante que poderá ser investigada no futuro.

Concluindo, como se percebe pela leitura, temos hoje não muito mais do que muitas especulações sobre os efeitos do EV no corpo físico. Algumas pesquisas pioneiras vem sendo realizadas por uns poucos pesquisadores mas essas ainda estão no seu início, existindo muito chão para ser percorrido ao longo das próximas décadas antes que tenhamos mapeado os impactos do EV no soma e, quem sabe assim, tirarmos proveito disso.

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Saúde do Corpo Físico


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Você cuida bem da saúde do seu corpo físico?

Fatologia. Os cuidados com o corpo físico; A atenção para com a qualidade da dieta alimentar; A realização de exames de saúde periódicos; A aplicação da vacinação preventiva; A atenção para os alertas emitidos pelo corpo; A consciência  em avaliar a necessidade ou não de ingestão de medicamentos;  A prática de atividade física regular; O sono revitalizador; Os limites do estresse físico;  A higiene como hábito.

Saúde. O corpo físico saudável reflete a condição do energossoma e vice-versa. Quem tem boa saúde tem mais energia para usar, doar e assistir.

Homeostase. A saúde do corpo físico contribui para a homeostase holossomática, o equilíbrio do holossoma, o conjunto dos veículos de manifestação da consciência.

Foco. Geralmente, sites como este comentam muito sobre os corpos e energias sutis e pouco ou nada sobre cuidados com o corpo físico. Sem um corpo saudável nossas possibilidades de atuação nessa dimensão ficam muito limitadas.

Dever. A média de vida hoje, no Brasil, é de 73 anos. Temos então uma obrigação perante a vida: atingirmos essa idade de forma produtiva, ativos, fazendo coisas úteis.

Mulheres. Mulheres cuidam muito mais da saúde do corpo do que os homens. Por isso, a partir de 60 anos começa a haver uma redução da população masculina em relação à feminina.

Periódico. Trabalho em uma empresa que tem certa preocupação com a saúde de seus funcionários exigindo, portanto, que façam um exame de saúde anual.

Conscientização. Ciente de que o exame proporcionado pela empresa não é suficiente para aferir de forma adequada o real estado da saúde do meu corpo, faço anualmente meu próprio exame periódico.

Médico. O médico que consulto para isso é um cardiologista. Sua agenda está sempre lotada com fila de espera de meses para uma consulta. Isso mais a qualidade do atendimento que presta atestam sua competência. Depois dele, também visito o urologista.

Exames. Os exames que o cardiologista pede são: Hemograma completo, Eletrocardiograma, Teste de esforço físico, Ultrasonografia das carótidas, Ultrassonografia abdominal, Ultrassonografia prostática, Ultrassonografia da tireoide.

Doenças. Aos 48 anos, não sofro de nenhuma doença e não tomo nenhum remédio. Minha pressão é excelente a maior parte do tempo. Não fosse isso, certamente teria que fazer outros exames mais.

Eletrocardiograma. Junto com o teste de esforço físico, é fundamental para inferir a qualidade do coração, cuja patologia é uma das principais causas de óbitos em todo mundo.

Carótidas. Uma ultrassonografia das carótidas permite inferir o grau de obstrução das artérias do coração e assim, definir se é preciso um tratamento ou não para o nível de colesterol acima do normal, como é o meu caso.

Tireoide. Atenção crescente vem sendo dada a tireoide, glândula que regula funções importantes em órgãos como o coração, o cérebro, o fígado e os rins. A ocorrência de nódulos na tireoide é comum, sendo que em 5% dos casos, eles podem evoluir para um câncer.

  • Caso: Uma pessoa que conheci tinha um problema sério da tireoide. Por motivos ignorados, fazia um tratamento sem que ninguém soubesse. Certo dia teve uma crise causada por disfunções nessa glândula, entrou em coma e veio a falecer sem que um diagnóstico do que estava ocorrendo com ela pudesse ser feito a tempo de salvá-la. Somente depois soube-se sobre o tratamento que conduzia em segredo.

Abdomen. É uma das regiões que mais acumulam gordura. Uma ultrassonografia abdominal permite avalia-se quanta gordura está acumulada na região, em especial ao redor do fígado, o que pode levar a complicações nesse órgão.

Próstata. É uma glândula que só o homem possui, que se localiza na parte baixa do abdômen e está relacionada a reprodução. Existem três exames preventivos que todo homem deve fazer a partir dos 45 anos: exame de sangue para medir o PSA; ultrassonografia prostática para medir-se com precisão o tamanho e peso dessa glândula; o (ainda temido e motivo de mil e uma gozações) TR – exame de toque retal, considerado o mais importante dos três.

  • Caso: Exames periódicos detectaram aumento do nível do PSA em meu sogro aos 80 anos. Exames complementares levaram-no a uma quimioterapia. Como resultado, o quadro foi revertido e hoje ele tem 90 anos.
  • Caso: Um colega de trabalho aos 53 anos começou a sentir-se mal. Descobriu que estava com câncer na próstata em estágio terminal, sem possibilidade de reversão. Nunca fizera exame da próstata antes.

Exames de Sangue. Quanto mais detalhado melhor. Doenças como a diabetes podem ser detectadas precocemente e o nível de colesterol pode ser avaliado, sem contar uma serie de outras anomalias.

  • Caso: Um moça que conheci na adolescência  tornou-se diabética sem saber e acabou falecendo devido a uma crise fulminante de hipoglicemia. Um exame de sangue periódico teria evitado isso.
  • Caso: Colesterol elevado, com o tempo, causa obstrução das artérias o que leva ao infarto do coração e outros problemas circulatórios. Tenho o colesterol elevado por questões genéticas. Certo dia fui fazer o exame periódico exigido pela empresa e a médica, clínica geral, sugeriu que eu tomasse uma medicação para baixar o nível do colesterol por alguns meses para depois “ver como ficava”. Agradeci a ela e informei que preferia consultar meu cardiologista. Baseado em exames detalhados, o cardiologista achou que não era o caso, até porque: 1) Não existe “ver como fica” para esse remédio; ou se toma ininterruptamente ou o colesterol volta a subir; 2) O remédio tem contra indicações, tais como por exemplo, o aumento das chances de contrair câncer no pâncreas. Se o nível de colesterol é muito elevado, dificilmente a pessoa escapará do remédio, mas, se é “apenas” elevado, como no meu caso, deve-se fazer o possível para evitar o remédio. Em tempo: Como a venda de remédios para reduzir o colesterol é hoje uma mina de ouro para a indústria farmacêutica, essa “mexe com os pauzinhos” para aumentar as vendas. Fique ligado!

Alimentação. Objeto de infindáveis polêmicas, cada pessoa deve descobrir por si só quais alimentos ou dieta alimentar lhe faz bem e qual lhe faz mal. Generalizações e ideologias nesse campo frequentemente levam a equívocos.

  • Caso: Na Alemanha, um detalhado acompanhamento de pessoas que preferem alimentar-se exclusivamente de comida crua revelou a incidência de anemia na maior parte dos indivíduos. Essas pessoas acreditam, erroneamente, que alimento cru é mais saudável. Ocorre que, após milhões de anos, o organismo humano está irremediavelmente acostumado a extrair o que precisa de alimentos cozidos.

Fumo. Fumo mais mal. Mata. Se você fuma, pare imediatamente antes que seja tarde.

Modismos. Periodicamente, revistas populares trazem reportagens de capa sobre o lançamento (prematuro) de novos remédios “miraculosos” que curam ou melhoram significativamente algum tipo de problema de saúde. São os remédios da moda. Cuidado.  Em geral são matérias pagas. Vários desses remédios da moda tiveram sua comercialização proibida, anos depois, após constatar-se sérios efeitos colaterais nos pacientes.

Atividade Física. Atividade física regular é necessária para manter-se a saúde do corpo. Quanto mais velha a pessoa fica, mais necessária se tornam os exercícios frequentes. A caminhada em passo ligeiro é o exercício mais fácil, mais barato e que trás mais benefícios para o praticante. Estabeleça uma disciplina: caminhe dia sim, dia não, 5, 6 Km ou mais, nas ruas, no parque mais próximo, enfim, onde for possível.

  • Caso: No ano passado, em um belo dia, comecei a sentir uma dor intensa no antebraço direito. Com o passar dos dias, parecia evidenciar-se um quadro de tendinite. Devido a rotina de atividades obrigatórias diárias, estava há meses sem exercitar-me. Voltei a caminhar (da forma descrita acima). Semanas depois, as dores desapareceram.

Negligência. Todas as pessoas ficam com gripe, tosse ou algum outro problema de saúde simples de vez em quando que o próprio mecanismo de autodefesa do organismo consegue superar. Gripe, tosse, dores ou qualquer outro sintoma que persista por semanas é sinal de que o organismo não conseguiu superá-lo e que podem levar ao seu agravamento.

  • Caso: Tive uma projeção lúcida onde foi mostrado que a tosse que um colega de trabalho trazia a semanas era o sintoma de um problema que iria se agravar causando-lhe a morte caso não se tratasse imediatamente. Dei o recado e o pior foi evitado. Tempos depois o mesmo ocorreu com outro colega, com o detalhe que dessa vez ele ainda não tinha sintoma algum de problema nos pulmões.
  • Caso: A poucos dias, um membro de minha família teve um problema de cistite, uma infecção bacteriana na bexiga ou no trato urinário inferior. Convencido da superioridade de sua saúde, pois é atleta desde a juventude e vangloriando-se de nunca tomar remédio para nada, não se cuidou. O quadro da infecção evoluiu a ponto dele desmaiar três vezes levando sua família ao desespero. A medicação adequada reverteu o quadro de infecção.

Sono. Dormir bem, o quanto o corpo físico demanda, é fundamental. Qualquer pessoa passa por períodos onde dorme menos do que deveria por algum motivo, mas isso não pode virar rotina. A longo prazo, a privação do sono pode comprometer seriamente a saúde, uma vez que é durante o sono que são produzidos alguns hormônios que desempenham papéis vitais no funcionamento de nosso organismo.

Estresse. Existe o estresse positivo e o negativo. “Sem estresse não há evolução”, diz a máxima. Quando muito intenso e prolongado, o estresse pode levar ao esgotamento físico e mental, reduzir a atenção da pessoa, predispô-la a acidentes e ao assédio extrafísico. Logo, descanse quando o corpo der sinais de esgotamento e vá se distrair quando a mente der sinais de saturação com alguma atividade.

Higiene. Maçanetas das portas de banheiros públicos e de banheiros do ambiente de trabalho e as barras de empurrar carrinhos de compras em supermercados são duas das principais formas de transmissão de doenças infecto-contagiosas, tais como a gripe.

Faço votos que você leitor ou leitora, chegue pelo menos a 100 anos de vida produtiva!

Referências

Por que homens cuidam menos da saúde que as mulheres

Próstata

10 Coisas que você precisa saber sobre tireoide

A importância do sono

Experiências Fora do Corpo – O Guia do Iniciante

Fronteira da Consciência.com

Metaconsciência.com

Livro Estado Vibracional

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

Conscientização quanto a Tenepes


EV04102013

Definição.Tenepes é um neologismo criado por Waldo Vieira para designar a tarefa energética pessoal, que, segundo o próprio, pode ser definida como “a transmissão de energia consciencial (EC), assistencial, individual, programada com horário diário, da consciência humana, auxiliada por amparador ou amparadores, no estado da vigília física ordinária, diretamente para consciências extrafísicas carentes ou enfermas, intangíveis e invisíveis à visão humana comum, ou consciências projetadas, ou não, próximas ou a distância, também carentes ou enfermas”.

Antecedentes. A tenepes foi praticada de forma mais ou menos sistemática por inúmeras pessoas ao longo do tempo. De alguma forma, pessoas que sabiam mobilizar suas energias para cura perceberam que podiam prestar auxílio energético tanto localmente quanto à distância. A  irradiação à distância era usada quando não havia outra opção. Se o paranormal tivesse facilidade para comunicar-se com seus amparadores, eles mesmos poderiam sugerir que o trabalho local fosse parcial ou totalmente substituído pelo trabalho à distância. Não se trata de mera especulação. Ainda hoje esse tipo de coisa acontece com pessoas que nunca ouviram falar de tenepes. Tive a oportunidade de acompanhar pelo menos um caso assim.

Lógica. A tenepes segue a seguinte lógica. Existem pessoas que mobilizam energias conscienciais para prejudicar seus semelhantes, às vezes pessoas que nem conhecem, seja por vingança, seja pela obtenção de alguma vantagem material. Essas práticas são aquilo o que conhecemos popularmente por magia negra ou vudu, dentre inúmeros outros termos. Então, se é possível fazer um trabalho de mobilização de energias conscienciais para o mal, porque não seria mobilizar-se energias conscienciais para o bem?

Diferenciação. Qualquer pessoa pode, portanto, eventualmente, irradiar energia à distância para ajudar outra consciência, física ou extrafísica. Mas isso não é tenepes. Quando Waldo Vieira sistematizou o processo, ele definiu bem as principais características dessa tarefa energética: diariamente, ininterruptamente (para toda a vida), em horário pré-estabelecido e sob a supervisão de um ou mais amparadores extrafísicos. Dessa maneira, a tenepes situa-se em outro nível em termos de assistência interconsciencial.

Prática.A tenepes normalmente é feita no escuro para facilitar os processos relativos à ectoplasmia. O tenepssista se isola em um local sem interferências externas, tal como uma sala e um quarto e, após um trabalho preparatório que envolve, dentre outros procedimentos, a instalação de um estado vibracional profilático, promove a irradiação de intensos fluxos de energias conscienciais. Esses fluxos são direcionados para consciências extrafísicas ou para consciências intrafísicas projetadas que são trazidas pelos amparadores para serem assistidas.

Necessidade. A necessidade da existência da tenepes está nas energias densas do tenepessista que podem ser usadas de forma muito mais efetiva para processos de cura e desassédio do que as energias sutis dos amparadores extrafísicos.

Anonimato.A tenepes é praticada de forma discreta e anônima. Geralmente, apenas poucas pessoas, íntimas do tenepessista (os familiares com quem reside, por exemplo), tem conhecimento sobre essa sua atividade. Com o tempo, à medida que seu trabalho assistencial vai ficando conhecido, essa condição de anonimato acaba desaparecendo. Mesmo assim, o tenepessista jamais vai ficar alardeando sua condição, muito menos detalhes sobre esse trabalho.

Heresia. Para espiritualistas tradicionais, a tenepes pode parecer uma heresia, uma abominação. “Onde já se viu uma pessoa fazer um trabalho anímico-mediúnico sozinha, sem uma supervisão religiosa para controlar e manter o equilíbrio do processo?” De fato, a tenepes tende a acabar com esse tipo de supervisão institucional. Quem melhor do que os próprios amparadores para supervisionarem o trabalho do tenepessista?

Interassistencialidade. Muitas pessoas poderiam praticar a tenepes, mas não o farão por não terem despertado ainda para a necessidade de praticar-se a interassistencialidade para evoluir. Em outras palavras, prestar assistência a outras consciências e também ser assistido durante esse processo. Pessoas que ainda estão muito focadas nas próprias necessidades do ego acham que podem evoluir sem assistir ninguém ou fazendo isso de forma pontual e superficial. Estão mais preocupadas em mobilizar energias para desenvolver poderes e atrair coisas como dinheiro e outros tipos de vantagens ou facilidades.

Diferenças. Pessoas não são iguais, logo, apesar da ter características comuns para todos os praticantes, poderão haver grandes diferenças da tenepes de uma pessoa para outra quanto a inúmeros aspectos, parapsíquicos, intraconscienciais e extraconscienciais.

Fases. A tenepes de uma pessoa passa por várias fazes. A fase inicial costuma ser a mais difícil. Durante um período de 6 meses, aproximadamente, o tenepessista terá que dar o melhor de si para construir uma rotina de trabalho, sintonizar com os amparadores, superar dificuldades de venham a surgir. Após muitos anos atuando de forma correta e contínua, o trabalho tende a crescer e sofisticar-se em termos de tipos e alcance da assistência promovida. Ao longo desse período, fases diversas podem ocorrer devido a mudanças na equipe extrafísica e na própria vida do tenepessista, tais como mudanças de residência, de trabalho, constituição de família, etc.

Requisitos. Em princípio qualquer pessoa pode praticar a tenepes. Segue uma breve  lista de requisitos fundamentais que o candidato deve atender.

– Estudar a documentação básica sobre o assunto já existente;

– Dominar a instalação do Estado Vibracional;

– Ter a vida relativamente organizada;

– Não estar começando outras atividades importantes (trabalho, formação acadêmica, gestação etc) no mesmo momento em que for iniciar a tenepes;

– Não sofrer de carências crônicas de ordem afetiva e sexual;

– Ter consciência da responsabilidade quanto ao compromisso assumido em realizar a tenepes e suas implicações;

– Estar disposto a aprimorar continuamente todos os seus desempenhos, sejam parapsíquicos, sejam intraconscienciais (autocrítica, ortopensenidade, cosmoética, etc).

Parapsiquismo. Algumas pessoas creem que é preciso ter um parapsiquismo bem desenvolvido para iniciar a tenepes. Embora isso certamente ajude, não é bem assim. Na realidade, para a maioria dos praticantes, é por meio da tenepes que eles irão desenvolver seu parapsiquismo.

Acidentes de percurso. Muitas pessoas creem que ao iniciar a tenepes o praticante sempre vai passar por uma fase onde ”tudo vai dar na sua cabeça” devido a atuação do assédio extrafísico. Isso de fato pode acontecer, mas, apenas quando o tenepessista não atende de forma minimamente satisfatória os requisitos descritos acima. Se a tenepes for feita da forma correta, ela vai melhorar a vida do praticante em inúmeros, senão em todos os aspectos. Isso em grande parte decorrerá da própria reforma íntima que ele fará para melhorar a qualidade de sua tenepes.

Custo. A tenepes tem um custo para o praticante em termos de tempo e energia. Os ganhos em termos de evolução, contudo, compensam plenamente esse investimento.

Amparo. O tenepessista fica na linha de fogo dos assediadores, contudo o amparo aumenta muito também, o que não implica em imunidade contra todo e qualquer tipo de investida assediadora. Para manter o assédio distante e a sintonia com os amparadores é fundamental a manutenção do equilíbrio holossomático (pensamentos, sentimentos e energias).

Apoio. É muito importante, talvez até indispensável, que o iniciante possa contar com o apoio de um tenepessista veterano ou que participe de um grupo de estudos sobre o assunto para que possa discutir suas dúvidas e obter certos esclarecimentos que não estejam disponíveis em livros ou artigos. Isso minimizará erros que o tenepessista venha a cometer quanto aos procedimentos envolvidos ao longo de todo o processo.

Por onde iniciar. Comece lendo os documentos sugeridos na listagem abaixo e prossiga estudando tudo o que estiver disponível sobre o assunto. Se ainda não domina o EV, trate de fazê-lo. A instalação do EV, sempre que necessário, é fundamental para controlar e manter em equilíbrio os processos energéticos pessoais sem o que a tenepes não poderá ser conduzida de forma satisfatória.

Sobre Tenepes

Segue uma relação dos melhores documentos sobre a tenepes, todos disponíveis para download.

Manual da Tenepes, Waldo Vieira, Editora Editares

Técnica da Qualificação do Tenepessopensene Pessoal, Sandra Tornieri

Formação do Campo Assistencial da Tenepes, Felipe Damázio et all

Tenepessoagrama: Instrumento Qualificador da Tenepes, Luimara Schmit

Tertúlias Conscienciológicas: Consulte via mecanismos de busca (Gloogle, etc)  todas as seguintes tertúlias (textos, áudio e vídeo) relacionadas  a tenepes:

0366 Conscin Tenepessável
1063 Inventário da Tenepes
1064 Extra da Tenepes
1276 Tenepes Inspiradora
1916 Registro Tenepessista
2062 Binômio Tenepes-Autopesquisa
2266 Tenepessografologia
2334 Cronologia da Tenepessologia
2377 Sinergismo Tenepes-Epicentrismo
2427 Aporte Tenepessológico
2430 Cronotenepessologia
2452 Tenepes Autocapacitadora
2490 Tenepes Cognopolitana
2540 Sinergismo Tenepes-Retrocognição
2558 Extrapolacionismo Pré-Tenepessista
2630 GPC-Tenepes
2659 Geopolítica Tenepessológica
2685 Paracablagem Interassistencial
2768 Pedido de Tenepes
2775 Autopacificação Tenepessista

Para Saber Mais:

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Experiências Fora do Corpo – O Guia do Iniciante

Fronteira da Consciência.com

Metaconsciência.com

Livro Estado Vibracional

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

Postura Pessoal Quanto as Energias Conscienciais


Human energy body, aura, chakras, energy, silhouette

O parapsiquismo é a condição da consciência humana capaz de vivenciar parapercepções além dos sentidos do corpo físico, incluindo aí as parapercepções energéticas da própria pessoa tais como as bioenergias e as projeções conscienciais lúcidas.

Energias Conscienciais – ECs – ou bioenergias são um tipo de energia extrafísica produzida por todos os seres vivos por meio da transformação de energias extrafísicas imanentes, existentes em toda parte. Todo ser vivo absorve, processa e exterioriza energias conscienciais.

O grau de domínio das ECs varia muito de pessoa para pessoa. A imensa maioria da humanidade sequer admite sua existência, embora tenha que lidar, a todo momento, com as consequências dos processos relacionados a elas.

Dentre a pequena minoria de pessoas que admite sua existência, podemos caracterizá-las em dois tipos básicos: amadores e veteranos.

O amador é aquele que já admite a existência das ECs e sabe que é possível mobilizá-las, contudo, ainda não consegue fazê-lo da forma apropriada. O veterano é a pessoa que domina os processos de mobilização e os utiliza com maturidade.

A seguir, procuro caracterizar bem cada um desses dois perfis quanto a 10 aspectos fundamentais relacionados à mobilização das ECs.

1. Objetivos: O que se busca, o alvo, o que se pretende obter

Amador: Não tem objetivos claramente estabelecidos; conhece mas não pratica, quer desenvolver o parapsiquismo sem fazer grande esforço; busca  descobrir uma “fórmula mágica”, o “o pulo do gato” que vai lhe proporcionar as habilidades parapsíquicas que deseja.

Veterano: Deseja dominar e desenvolver seu parapsiquismo estabelecendo metas e desafios a curto, médio e longo prazo para seus desempenhos.

2.Estudo: As leituras, entrevistas e outras formas de aprendizado e pesquisa

Amador: Compra livros sobre o assunto (ECs, bioenergias, etc), mas não os lê ou faz a leitura de forma descuidada; não faz pesquisas sistemáticas; limita-se a superficialidade do assunto.

Veterano: Lê livros e artigos de forma sistemática, registra notas e faz apontamentos; faz pesquisas teóricas e de campo; frequenta cursos sobre o assunto.

3.Prática: A experimentação

Amador: Fica restrito ao campo teórico dos livros e das especulações; não participa de cursos ou treinamentos sobre o assunto; não busca vivências; tem receios quanto a mobilizar as próprias ECs; quando o faz fica limitado à superficialidade dos fenômenos.

Veterano: Busca a experimentação além da teoria; participa regularmente de cursos e treinamentos práticos; busca vivências;, faz autopesquisas e autoexperimentação.

4.Autopesquisa: A autopesquisa feita consigo mesmo

Amador: Pouco ou nada investe em autopesquisa.

Veterano: Prioriza a autopesquisa como principal canal para realizar descobertas e autodescobertas.

5.Sinalética: As percepções das manifestações das ECs

Amador: Desconhe a sinalética parapsíquica pessoal.

Veterano: Mapeou e conhece a sinalética parapsíquica pessoal.

6.Detalhismo: O aprofundamento teórico e prático

Amador: Fica na superficialidade dos estudos, análises, autoanálises e autoexperimentações.

Veterano: Busca detalhar todos os aspectos dos termas estudados, das análises, autoanálises e autoexperimentações.

7.Registro: O registro por escrito das descobertas e autoexperimentações

Amador: Faz registros raramente ou não registra nada sobre suas pesquisas e autoexperimentações.

Veterano: Registra sistematicamente suas pesquisas e autoexperimentações para elaborar sínteses e conclusões posteriores.

8.Interassistencialidade: O emprego das ECs em tarefas de assistência interconsciencial mútua

Amador: Não se preocupa com o aspecto interassistencial de suas ECs, atribuindo-lhe importância secundária.

Veterano: Prioriza a interassistencialidade por meio das ECs.

9.Autodesempenho: As práticas pessoais  envolvendo a mobilização das ECs

Amador: Não pratica a mobilização de ECs ou faz isso de forma eventual, sem disciplina ou compromisso.

Veterano: Mobiliza as ECs de forma disiciplinada, regularmente, em ocasiões pré-definidadas (durante a tenepes, por exemplo), conforme as necessidades interassistenciais e outras mais; monitora o próprio desempenho a fim de aperfeiçoá-lo.

10.Maturidade: O uso responsável do parapsiquismo e das ECs pessoais

Amador: Promove intrusões e vampirizações, ainda que inconscientes; faz pouca ou nenhuma assistência por meio de suas ECs; desconhece suas capacidades de mobilização.

Veterano: Mantem controle de suas ECs a fim de não promover intrusões e vampirizações; faz assistência por meio de suas ECs constantemente; conhece suas capacidades de mobilização.

Conclusão

Você leitor, com qual perfil se identifica? Por acaso você é uma dessas pessoas que ainda crê poder descobrir uma fórmula secreta para desenvolver o parapsiquismo sem esforço? E quanto ao seu interesse quanto ao domínio das ECs, ele está desassociado da atuação interassistencial?

A condição de veterano pode ser alcançada ao longo de uma vida. Uma pessoa que atinja essa condição aos 50 anos chegará a mesma condição na próxima existência intrafísica em menos tempo, como por exemplo, aos 25 anos. Isso prossegue até o ponto em que ela já nasce com pleno domínio das ECs. O atual nível de autoconscientização multidimensional da maioria das pessoas não lhes possibilita entender o alcance e a importância que o domínio das ECs tem para seu processo evolutivo.

Referências

Enciclopedia da Concienciologia

Para Saber Mais:

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Experiências Fora do Corpo – O Guia do Iniciante

Fronteira da Consciência.com

Metaconsciência.com

Livro Estado Vibracional

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

Ectoplasmia


Assistência energética em campo ectoplásmico realizada no Ectolab. Crédito: www.ectolab.org

Assistência energética em campo ectoplásmico realizada no Ectolab. Crédito: ectolab.org

Em 14 de setembro assisti a uma palestra proferida por Frederico Ganem em Brasília, DF, sobre Ectoplasmia. A palestra foi seguida por um curso Técnica da Ectoplasmia Interassistencial, ministrado em um hotel de Brasília. O que segue é um resumo da palestra do dia 14.

Fred Ganem é engenheiro, professor e Gerente Geral do IIPC, que tem como uma das áreas de pesquisa a ectoplasmia.

Ectoplasmia é a capacidade que uma pessoa ou grupo de pessoas tem em mobilizar ectoplasma.

Ectoplasma é uma palavra que vem do grego Ektos , que significa “fora” e plasma , que significa “algo formado ou moldado”. O termo foi cunhado por Charles Richet para designar uma substância ou tipo de energia exteriorizada por um sensitivo (paranormal, médium) principalmente na forma de fios finos ou vapor esbranquiçado que sai frequentemente da boca, mas que pode sair por qualquer parte do soma.

Todas as consciências absorvem, processam e exteriorizam energia. A exteriorização pode ocorrer naturalmente, de forma inconsciente, ou com lucidez, intencionalmente, pelo uso da vontade. Animais e consciências intrafísicas, por possuírem um corpo energético denso chamado energossoma, podem exteriorizar muito mais energias densas do que uma consciência extrafísica.

Qual é o limite para a capacidade de uma pessoa em exteriorizar conscientemente energias? Os experimentos realizados com médiuns chamados ectoplastas demonstraram que esse limite pode estender-se de forma inusitada, incomum. Médiuns como Eusápia Paladino chegaram a fazer pesadas mesas moverem-se e até flutuarem ou esteriorizar ectoplasma em tal quantidade que permitia a consciências extrafísicas se materializarem completamente.

Quando densificado a ponto de tornar-se visível na dimensão intrafísica, o ectoplasma depende de energias oriundas fundamentalmente do paranormal ectoplasta, mas que tem contribuições de ectoplasma oriundo do reino animal (zooectoplasma), do reino vegetal (fitoectoplasma) e de consciências extrafísicas especializadas nesse fenômento que controlam o processo e direcionam as plasmagems.

A primeira coisa que vem a mente dos leigos é que ectoplasmia se resume as famosas materializações. Contudo, esses casos são apenas o ponto máximo de um fenômeno de largo espectro que tem no extremo oposto um “sem número” de ocorrências rotineiras que passam completamente despercebidas relacionadas a exteriorização de ectoplasma.

Também faz parte das “crenças populares” que fenômenos de materialização tiveram seu ápice no século XIX e início do século XX, declinando desde então pela falta de médiuns ectoplastas com a capacidade de promover materializações.  Segundo Ganem o que realmente ocorreu foi que na segunda metade do século XIX surgiu na Europa certo número de pesquisadores muito dedicados e bem relacionados nos meios científicos dispostos a estudar seriamente esses fenômenos. Denominados metapsiquistas, esses pesquisadores publicaram suas pesquisas em artigos e livros que, de tão bons, são até hoje estudados por pesquisadores modernos. Os metapsiquistas rastreavam ectoplastas e buscavam trabalhar com eles. Hoje os fenômenos continuam acontecendo mas faltam pesquisadores interessados.

Ainda segundo Ganem, essa foi uma época onde as leis fundamentais da natureza ainda estavam sendo descobertas. Havia muita sede de saber, de buscar-se coisas novas e o paradigma fisicalista não estava consolidado. Com isso, a curiosidade dos pesquisadores não tinha os limites que existem hoje na academia que pune quem deseja confrontar o paradigma estabelecido pesquisando parapsiquismo.

Existem registros de fenômenos de materializações desde a antiguidade. Por exemplo, Xenofontes relata a aparião de uma consciência que materializou-se para Sócrates e o romano Brutus teria avistado a aparição de um “demônio” antes de participar do assassinato do imperador Caius Julio Cesar.

O estudo detalhado dos fenômenos da ectoplasmia visando um entendimento maior e o domínio dos processos envolvidos é um objetivo da comunidade de pesquisadores da Conscienciologia. Isso é feito por meio de pesquisas realizadas em cursos práticos e em laboratórios existentes no Ceaec, em Foz do Iguaçu e em outras localidades. Recentemente foi criada uma instituição conscienciológica com objetivo específico de pesquisar fenômenos diretamete relacionados a ectoplasmia, denominada Ectolab (foto acima).

O foco da Conscienciologia é o emprego da ectoplasmia em atividades assistenciais. Estão fora de cogitação, portanto, a produção de materializações nos moldes que os metapsiquistas realizaram. Ganem explicou que isso se deve a elevada quantidade de energia necessária para produzir esse tipo de fenômeno e os resultados práticos que no final das contas não provam nada. Hoje, mesmo entre pesquisadores da paranormalidade, é comum a impressão de que todas as materializações realizadas no passado não passaram de fraudes de algum tipo. Não adianta pessoas testemunharem, fotografarem ou filmarem o fenômeno. Se as pessoas não quiserem acreditar, sempre haverá contestação.

Prosseguindo, Ganem explicou que ao passo que é necessário um tipo de paranormal difícil de ser encontrado e um trabalho extenuante e perigoso desse para produzir o fenômeno da materialização – houve casos onde Eusapia Paladino ficou 9 horas exteriorizando energia até produzir uma materialização – a produção de um campo ectoplástico em um recinto que pode ser usada para atividades assistenciais é relativamente fácil. Tal campo pode ser criado por pessoas sem que tenham que ser notáveis paranormais como aqueles estudados no passado pelos metapsiquistas.

A intensidade do campo formado vai depender da capacidade de cada pessoa. A crença comum é que a ectoplasmia é um dom. A pessoa já nasceria com ele ou não e pronto. Embora a pessoa possa nascer com essa capacidade, ela também pode ser desenvolvida ao longo da vida. Quem nasce com o dom é porque o desenvolveu em vidas anteriores.

A criação desses campos se faz pela exteriorização contínua, por períodos mais dilatados de tempo, de energias densas pelos chacras inferiores. Então, qualquer um que não seja um “casca grossa” (a pessoa totalmente fechada para paranormalidade) pode ser ou tornar-se um ectoplasta.

São exemplos de ectoplasmia:

  • A habilidade em construir fisicamente. Quem constrói muito tem ectoplasmia;
  • Bocejar e lacrimejar quando se mexe com energia;
  • A exteriorização da sensibilidade, como fazem os pilotos de Fórmula 1 que praticamente se fundem com seus veículos;
  • Certos casos de visualização de luzes ou formas pelo paranormal;
  • Objetos que se movem, quebram ou se avariam sem nenhum contato físico;
  • As paracirurgias;
  • As materializações ectoplásticas;
  • Os fenômenos de transporte.

Ser um ectoplasta envolve responsabilidades maiores, pois, o ectoplasta potencializa tudo. Por exemplo, se ele pensa mal de alguém ele passa mal; se ele fica de mal humor, quem esta perto dele pode ficar doente. Então as coisas acontecem com ele de forma muito mais intensa e rápida. O ectoplasta pode até pensar que certas ocorrências devem-se a assedio extrafísico mas, podem ser causadas pelo seu trafor (o traço força de liberar ectoplasma) que esta sendo mal direcionado. Eusápia Paladino, Arigó e vários outros ectoplastas tinham flutuações muito grandes de humor potencializadas pela ectoplasmia. É preciso que o paranormal esteja atento a isso e que trabalhe para estabilizar sua condição.

Para concluir, citanto Ganem, a ectoplasmia é um poder. Dominá-lo dá mais segurança, mais autonomia, mais poder de realização. Para fazer isso é preciso tornar-se um “profissional das bioenergias”: estudo, autopesquisa, investimento sério e contínuo para progredir.

Aproveito para recomendar o curso citado acima, realizado periodicamente em várias cidades do Brasil. Fiz o curso tive enorme proveito. Assistir ao vídeo sobre Ectoplasma também será muito proveitoso.

Para Saber Mais:

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Experiências Fora do Corpo – O Guia do Iniciante

Fronteira da Consciência.com

Metaconsciência.com

Livro Estado Vibracional

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos