Conscientização quanto a Tenepes


EV04102013

Definição.Tenepes é um neologismo criado por Waldo Vieira para designar a tarefa energética pessoal, que, segundo o próprio, pode ser definida como “a transmissão de energia consciencial (EC), assistencial, individual, programada com horário diário, da consciência humana, auxiliada por amparador ou amparadores, no estado da vigília física ordinária, diretamente para consciências extrafísicas carentes ou enfermas, intangíveis e invisíveis à visão humana comum, ou consciências projetadas, ou não, próximas ou a distância, também carentes ou enfermas”.

Antecedentes. A tenepes foi praticada de forma mais ou menos sistemática por inúmeras pessoas ao longo do tempo. De alguma forma, pessoas que sabiam mobilizar suas energias para cura perceberam que podiam prestar auxílio energético tanto localmente quanto à distância. A  irradiação à distância era usada quando não havia outra opção. Se o paranormal tivesse facilidade para comunicar-se com seus amparadores, eles mesmos poderiam sugerir que o trabalho local fosse parcial ou totalmente substituído pelo trabalho à distância. Não se trata de mera especulação. Ainda hoje esse tipo de coisa acontece com pessoas que nunca ouviram falar de tenepes. Tive a oportunidade de acompanhar pelo menos um caso assim.

Lógica. A tenepes segue a seguinte lógica. Existem pessoas que mobilizam energias conscienciais para prejudicar seus semelhantes, às vezes pessoas que nem conhecem, seja por vingança, seja pela obtenção de alguma vantagem material. Essas práticas são aquilo o que conhecemos popularmente por magia negra ou vudu, dentre inúmeros outros termos. Então, se é possível fazer um trabalho de mobilização de energias conscienciais para o mal, porque não seria mobilizar-se energias conscienciais para o bem?

Diferenciação. Qualquer pessoa pode, portanto, eventualmente, irradiar energia à distância para ajudar outra consciência, física ou extrafísica. Mas isso não é tenepes. Quando Waldo Vieira sistematizou o processo, ele definiu bem as principais características dessa tarefa energética: diariamente, ininterruptamente (para toda a vida), em horário pré-estabelecido e sob a supervisão de um ou mais amparadores extrafísicos. Dessa maneira, a tenepes situa-se em outro nível em termos de assistência interconsciencial.

Prática.A tenepes normalmente é feita no escuro para facilitar os processos relativos à ectoplasmia. O tenepssista se isola em um local sem interferências externas, tal como uma sala e um quarto e, após um trabalho preparatório que envolve, dentre outros procedimentos, a instalação de um estado vibracional profilático, promove a irradiação de intensos fluxos de energias conscienciais. Esses fluxos são direcionados para consciências extrafísicas ou para consciências intrafísicas projetadas que são trazidas pelos amparadores para serem assistidas.

Necessidade. A necessidade da existência da tenepes está nas energias densas do tenepessista que podem ser usadas de forma muito mais efetiva para processos de cura e desassédio do que as energias sutis dos amparadores extrafísicos.

Anonimato.A tenepes é praticada de forma discreta e anônima. Geralmente, apenas poucas pessoas, íntimas do tenepessista (os familiares com quem reside, por exemplo), tem conhecimento sobre essa sua atividade. Com o tempo, à medida que seu trabalho assistencial vai ficando conhecido, essa condição de anonimato acaba desaparecendo. Mesmo assim, o tenepessista jamais vai ficar alardeando sua condição, muito menos detalhes sobre esse trabalho.

Heresia. Para espiritualistas tradicionais, a tenepes pode parecer uma heresia, uma abominação. “Onde já se viu uma pessoa fazer um trabalho anímico-mediúnico sozinha, sem uma supervisão religiosa para controlar e manter o equilíbrio do processo?” De fato, a tenepes tende a acabar com esse tipo de supervisão institucional. Quem melhor do que os próprios amparadores para supervisionarem o trabalho do tenepessista?

Interassistencialidade. Muitas pessoas poderiam praticar a tenepes, mas não o farão por não terem despertado ainda para a necessidade de praticar-se a interassistencialidade para evoluir. Em outras palavras, prestar assistência a outras consciências e também ser assistido durante esse processo. Pessoas que ainda estão muito focadas nas próprias necessidades do ego acham que podem evoluir sem assistir ninguém ou fazendo isso de forma pontual e superficial. Estão mais preocupadas em mobilizar energias para desenvolver poderes e atrair coisas como dinheiro e outros tipos de vantagens ou facilidades.

Diferenças. Pessoas não são iguais, logo, apesar da ter características comuns para todos os praticantes, poderão haver grandes diferenças da tenepes de uma pessoa para outra quanto a inúmeros aspectos, parapsíquicos, intraconscienciais e extraconscienciais.

Fases. A tenepes de uma pessoa passa por várias fazes. A fase inicial costuma ser a mais difícil. Durante um período de 6 meses, aproximadamente, o tenepessista terá que dar o melhor de si para construir uma rotina de trabalho, sintonizar com os amparadores, superar dificuldades de venham a surgir. Após muitos anos atuando de forma correta e contínua, o trabalho tende a crescer e sofisticar-se em termos de tipos e alcance da assistência promovida. Ao longo desse período, fases diversas podem ocorrer devido a mudanças na equipe extrafísica e na própria vida do tenepessista, tais como mudanças de residência, de trabalho, constituição de família, etc.

Requisitos. Em princípio qualquer pessoa pode praticar a tenepes. Segue uma breve  lista de requisitos fundamentais que o candidato deve atender.

– Estudar a documentação básica sobre o assunto já existente;

– Dominar a instalação do Estado Vibracional;

– Ter a vida relativamente organizada;

– Não estar começando outras atividades importantes (trabalho, formação acadêmica, gestação etc) no mesmo momento em que for iniciar a tenepes;

– Não sofrer de carências crônicas de ordem afetiva e sexual;

– Ter consciência da responsabilidade quanto ao compromisso assumido em realizar a tenepes e suas implicações;

– Estar disposto a aprimorar continuamente todos os seus desempenhos, sejam parapsíquicos, sejam intraconscienciais (autocrítica, ortopensenidade, cosmoética, etc).

Parapsiquismo. Algumas pessoas creem que é preciso ter um parapsiquismo bem desenvolvido para iniciar a tenepes. Embora isso certamente ajude, não é bem assim. Na realidade, para a maioria dos praticantes, é por meio da tenepes que eles irão desenvolver seu parapsiquismo.

Acidentes de percurso. Muitas pessoas creem que ao iniciar a tenepes o praticante sempre vai passar por uma fase onde ”tudo vai dar na sua cabeça” devido a atuação do assédio extrafísico. Isso de fato pode acontecer, mas, apenas quando o tenepessista não atende de forma minimamente satisfatória os requisitos descritos acima. Se a tenepes for feita da forma correta, ela vai melhorar a vida do praticante em inúmeros, senão em todos os aspectos. Isso em grande parte decorrerá da própria reforma íntima que ele fará para melhorar a qualidade de sua tenepes.

Custo. A tenepes tem um custo para o praticante em termos de tempo e energia. Os ganhos em termos de evolução, contudo, compensam plenamente esse investimento.

Amparo. O tenepessista fica na linha de fogo dos assediadores, contudo o amparo aumenta muito também, o que não implica em imunidade contra todo e qualquer tipo de investida assediadora. Para manter o assédio distante e a sintonia com os amparadores é fundamental a manutenção do equilíbrio holossomático (pensamentos, sentimentos e energias).

Apoio. É muito importante, talvez até indispensável, que o iniciante possa contar com o apoio de um tenepessista veterano ou que participe de um grupo de estudos sobre o assunto para que possa discutir suas dúvidas e obter certos esclarecimentos que não estejam disponíveis em livros ou artigos. Isso minimizará erros que o tenepessista venha a cometer quanto aos procedimentos envolvidos ao longo de todo o processo.

Por onde iniciar. Comece lendo os documentos sugeridos na listagem abaixo e prossiga estudando tudo o que estiver disponível sobre o assunto. Se ainda não domina o EV, trate de fazê-lo. A instalação do EV, sempre que necessário, é fundamental para controlar e manter em equilíbrio os processos energéticos pessoais sem o que a tenepes não poderá ser conduzida de forma satisfatória.

Sobre Tenepes

Segue uma relação dos melhores documentos sobre a tenepes, todos disponíveis para download.

Manual da Tenepes, Waldo Vieira, Editora Editares

Técnica da Qualificação do Tenepessopensene Pessoal, Sandra Tornieri

Formação do Campo Assistencial da Tenepes, Felipe Damázio et all

Tenepessoagrama: Instrumento Qualificador da Tenepes, Luimara Schmit

Tertúlias Conscienciológicas: Consulte via mecanismos de busca (Gloogle, etc)  todas as seguintes tertúlias (textos, áudio e vídeo) relacionadas  a tenepes:

0366 Conscin Tenepessável
1063 Inventário da Tenepes
1064 Extra da Tenepes
1276 Tenepes Inspiradora
1916 Registro Tenepessista
2062 Binômio Tenepes-Autopesquisa
2266 Tenepessografologia
2334 Cronologia da Tenepessologia
2377 Sinergismo Tenepes-Epicentrismo
2427 Aporte Tenepessológico
2430 Cronotenepessologia
2452 Tenepes Autocapacitadora
2490 Tenepes Cognopolitana
2540 Sinergismo Tenepes-Retrocognição
2558 Extrapolacionismo Pré-Tenepessista
2630 GPC-Tenepes
2659 Geopolítica Tenepessológica
2685 Paracablagem Interassistencial
2768 Pedido de Tenepes
2775 Autopacificação Tenepessista

Para Saber Mais:

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Experiências Fora do Corpo – O Guia do Iniciante

Fronteira da Consciência.com

Metaconsciência.com

Livro Estado Vibracional

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Estado Vibracional chega a 10.000 Visualizações


FA29092013

Caros Amigos

O Blog Estado Vibracional completa nesse mês seu primeiro ano de vida, tendo chegado, na semana passada, a 10.000 visualizações de suas páginas.

Trata-se de um volume considerável haja visto o pouco tempo decorrido desde a criação do Blog e o tipo de iniciativa (escrevo os posts nas horas vagas e praticamente não faço qualquer divulgação além daquela existente em meus livros e outros sites).

Apenas em termos de comparação, meu outro Blog, Fronteira Astral, levou 1 ano e 5 meses para obter essa pontuação, mesmo com mais investimento pessoal em sua divulgação.

Obrigado a vocês que vem aqui regularmente. Continuarei me esforçando para publicar conteúdos exclusivos e que possam ajudá-los na obtenção de autoconhecimento e domínio dos processos bioenergéticos.

Cesar de Souza Machado

Livro Estado Vibracional

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Postura Pessoal Quanto as Energias Conscienciais


Human energy body, aura, chakras, energy, silhouette

O parapsiquismo é a condição da consciência humana capaz de vivenciar parapercepções além dos sentidos do corpo físico, incluindo aí as parapercepções energéticas da própria pessoa tais como as bioenergias e as projeções conscienciais lúcidas.

Energias Conscienciais – ECs – ou bioenergias são um tipo de energia extrafísica produzida por todos os seres vivos por meio da transformação de energias extrafísicas imanentes, existentes em toda parte. Todo ser vivo absorve, processa e exterioriza energias conscienciais.

O grau de domínio das ECs varia muito de pessoa para pessoa. A imensa maioria da humanidade sequer admite sua existência, embora tenha que lidar, a todo momento, com as consequências dos processos relacionados a elas.

Dentre a pequena minoria de pessoas que admite sua existência, podemos caracterizá-las em dois tipos básicos: amadores e veteranos.

O amador é aquele que já admite a existência das ECs e sabe que é possível mobilizá-las, contudo, ainda não consegue fazê-lo da forma apropriada. O veterano é a pessoa que domina os processos de mobilização e os utiliza com maturidade.

A seguir, procuro caracterizar bem cada um desses dois perfis quanto a 10 aspectos fundamentais relacionados à mobilização das ECs.

1. Objetivos: O que se busca, o alvo, o que se pretende obter

Amador: Não tem objetivos claramente estabelecidos; conhece mas não pratica, quer desenvolver o parapsiquismo sem fazer grande esforço; busca  descobrir uma “fórmula mágica”, o “o pulo do gato” que vai lhe proporcionar as habilidades parapsíquicas que deseja.

Veterano: Deseja dominar e desenvolver seu parapsiquismo estabelecendo metas e desafios a curto, médio e longo prazo para seus desempenhos.

2.Estudo: As leituras, entrevistas e outras formas de aprendizado e pesquisa

Amador: Compra livros sobre o assunto (ECs, bioenergias, etc), mas não os lê ou faz a leitura de forma descuidada; não faz pesquisas sistemáticas; limita-se a superficialidade do assunto.

Veterano: Lê livros e artigos de forma sistemática, registra notas e faz apontamentos; faz pesquisas teóricas e de campo; frequenta cursos sobre o assunto.

3.Prática: A experimentação

Amador: Fica restrito ao campo teórico dos livros e das especulações; não participa de cursos ou treinamentos sobre o assunto; não busca vivências; tem receios quanto a mobilizar as próprias ECs; quando o faz fica limitado à superficialidade dos fenômenos.

Veterano: Busca a experimentação além da teoria; participa regularmente de cursos e treinamentos práticos; busca vivências;, faz autopesquisas e autoexperimentação.

4.Autopesquisa: A autopesquisa feita consigo mesmo

Amador: Pouco ou nada investe em autopesquisa.

Veterano: Prioriza a autopesquisa como principal canal para realizar descobertas e autodescobertas.

5.Sinalética: As percepções das manifestações das ECs

Amador: Desconhe a sinalética parapsíquica pessoal.

Veterano: Mapeou e conhece a sinalética parapsíquica pessoal.

6.Detalhismo: O aprofundamento teórico e prático

Amador: Fica na superficialidade dos estudos, análises, autoanálises e autoexperimentações.

Veterano: Busca detalhar todos os aspectos dos termas estudados, das análises, autoanálises e autoexperimentações.

7.Registro: O registro por escrito das descobertas e autoexperimentações

Amador: Faz registros raramente ou não registra nada sobre suas pesquisas e autoexperimentações.

Veterano: Registra sistematicamente suas pesquisas e autoexperimentações para elaborar sínteses e conclusões posteriores.

8.Interassistencialidade: O emprego das ECs em tarefas de assistência interconsciencial mútua

Amador: Não se preocupa com o aspecto interassistencial de suas ECs, atribuindo-lhe importância secundária.

Veterano: Prioriza a interassistencialidade por meio das ECs.

9.Autodesempenho: As práticas pessoais  envolvendo a mobilização das ECs

Amador: Não pratica a mobilização de ECs ou faz isso de forma eventual, sem disciplina ou compromisso.

Veterano: Mobiliza as ECs de forma disiciplinada, regularmente, em ocasiões pré-definidadas (durante a tenepes, por exemplo), conforme as necessidades interassistenciais e outras mais; monitora o próprio desempenho a fim de aperfeiçoá-lo.

10.Maturidade: O uso responsável do parapsiquismo e das ECs pessoais

Amador: Promove intrusões e vampirizações, ainda que inconscientes; faz pouca ou nenhuma assistência por meio de suas ECs; desconhece suas capacidades de mobilização.

Veterano: Mantem controle de suas ECs a fim de não promover intrusões e vampirizações; faz assistência por meio de suas ECs constantemente; conhece suas capacidades de mobilização.

Conclusão

Você leitor, com qual perfil se identifica? Por acaso você é uma dessas pessoas que ainda crê poder descobrir uma fórmula secreta para desenvolver o parapsiquismo sem esforço? E quanto ao seu interesse quanto ao domínio das ECs, ele está desassociado da atuação interassistencial?

A condição de veterano pode ser alcançada ao longo de uma vida. Uma pessoa que atinja essa condição aos 50 anos chegará a mesma condição na próxima existência intrafísica em menos tempo, como por exemplo, aos 25 anos. Isso prossegue até o ponto em que ela já nasce com pleno domínio das ECs. O atual nível de autoconscientização multidimensional da maioria das pessoas não lhes possibilita entender o alcance e a importância que o domínio das ECs tem para seu processo evolutivo.

Referências

Enciclopedia da Concienciologia

Para Saber Mais:

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Experiências Fora do Corpo – O Guia do Iniciante

Fronteira da Consciência.com

Metaconsciência.com

Livro Estado Vibracional

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Ectoplasmia


Assistência energética em campo ectoplásmico realizada no Ectolab. Crédito: www.ectolab.org

Assistência energética em campo ectoplásmico realizada no Ectolab. Crédito: ectolab.org

Em 14 de setembro assisti a uma palestra proferida por Frederico Ganem em Brasília, DF, sobre Ectoplasmia. A palestra foi seguida por um curso Técnica da Ectoplasmia Interassistencial, ministrado em um hotel de Brasília. O que segue é um resumo da palestra do dia 14.

Fred Ganem é engenheiro, professor e Gerente Geral do IIPC, que tem como uma das áreas de pesquisa a ectoplasmia.

Ectoplasmia é a capacidade que uma pessoa ou grupo de pessoas tem em mobilizar ectoplasma.

Ectoplasma é uma palavra que vem do grego Ektos , que significa “fora” e plasma , que significa “algo formado ou moldado”. O termo foi cunhado por Charles Richet para designar uma substância ou tipo de energia exteriorizada por um sensitivo (paranormal, médium) principalmente na forma de fios finos ou vapor esbranquiçado que sai frequentemente da boca, mas que pode sair por qualquer parte do soma.

Todas as consciências absorvem, processam e exteriorizam energia. A exteriorização pode ocorrer naturalmente, de forma inconsciente, ou com lucidez, intencionalmente, pelo uso da vontade. Animais e consciências intrafísicas, por possuírem um corpo energético denso chamado energossoma, podem exteriorizar muito mais energias densas do que uma consciência extrafísica.

Qual é o limite para a capacidade de uma pessoa em exteriorizar conscientemente energias? Os experimentos realizados com médiuns chamados ectoplastas demonstraram que esse limite pode estender-se de forma inusitada, incomum. Médiuns como Eusápia Paladino chegaram a fazer pesadas mesas moverem-se e até flutuarem ou esteriorizar ectoplasma em tal quantidade que permitia a consciências extrafísicas se materializarem completamente.

Quando densificado a ponto de tornar-se visível na dimensão intrafísica, o ectoplasma depende de energias oriundas fundamentalmente do paranormal ectoplasta, mas que tem contribuições de ectoplasma oriundo do reino animal (zooectoplasma), do reino vegetal (fitoectoplasma) e de consciências extrafísicas especializadas nesse fenômento que controlam o processo e direcionam as plasmagems.

A primeira coisa que vem a mente dos leigos é que ectoplasmia se resume as famosas materializações. Contudo, esses casos são apenas o ponto máximo de um fenômeno de largo espectro que tem no extremo oposto um “sem número” de ocorrências rotineiras que passam completamente despercebidas relacionadas a exteriorização de ectoplasma.

Também faz parte das “crenças populares” que fenômenos de materialização tiveram seu ápice no século XIX e início do século XX, declinando desde então pela falta de médiuns ectoplastas com a capacidade de promover materializações.  Segundo Ganem o que realmente ocorreu foi que na segunda metade do século XIX surgiu na Europa certo número de pesquisadores muito dedicados e bem relacionados nos meios científicos dispostos a estudar seriamente esses fenômenos. Denominados metapsiquistas, esses pesquisadores publicaram suas pesquisas em artigos e livros que, de tão bons, são até hoje estudados por pesquisadores modernos. Os metapsiquistas rastreavam ectoplastas e buscavam trabalhar com eles. Hoje os fenômenos continuam acontecendo mas faltam pesquisadores interessados.

Ainda segundo Ganem, essa foi uma época onde as leis fundamentais da natureza ainda estavam sendo descobertas. Havia muita sede de saber, de buscar-se coisas novas e o paradigma fisicalista não estava consolidado. Com isso, a curiosidade dos pesquisadores não tinha os limites que existem hoje na academia que pune quem deseja confrontar o paradigma estabelecido pesquisando parapsiquismo.

Existem registros de fenômenos de materializações desde a antiguidade. Por exemplo, Xenofontes relata a aparião de uma consciência que materializou-se para Sócrates e o romano Brutus teria avistado a aparição de um “demônio” antes de participar do assassinato do imperador Caius Julio Cesar.

O estudo detalhado dos fenômenos da ectoplasmia visando um entendimento maior e o domínio dos processos envolvidos é um objetivo da comunidade de pesquisadores da Conscienciologia. Isso é feito por meio de pesquisas realizadas em cursos práticos e em laboratórios existentes no Ceaec, em Foz do Iguaçu e em outras localidades. Recentemente foi criada uma instituição conscienciológica com objetivo específico de pesquisar fenômenos diretamete relacionados a ectoplasmia, denominada Ectolab (foto acima).

O foco da Conscienciologia é o emprego da ectoplasmia em atividades assistenciais. Estão fora de cogitação, portanto, a produção de materializações nos moldes que os metapsiquistas realizaram. Ganem explicou que isso se deve a elevada quantidade de energia necessária para produzir esse tipo de fenômeno e os resultados práticos que no final das contas não provam nada. Hoje, mesmo entre pesquisadores da paranormalidade, é comum a impressão de que todas as materializações realizadas no passado não passaram de fraudes de algum tipo. Não adianta pessoas testemunharem, fotografarem ou filmarem o fenômeno. Se as pessoas não quiserem acreditar, sempre haverá contestação.

Prosseguindo, Ganem explicou que ao passo que é necessário um tipo de paranormal difícil de ser encontrado e um trabalho extenuante e perigoso desse para produzir o fenômeno da materialização – houve casos onde Eusapia Paladino ficou 9 horas exteriorizando energia até produzir uma materialização – a produção de um campo ectoplástico em um recinto que pode ser usada para atividades assistenciais é relativamente fácil. Tal campo pode ser criado por pessoas sem que tenham que ser notáveis paranormais como aqueles estudados no passado pelos metapsiquistas.

A intensidade do campo formado vai depender da capacidade de cada pessoa. A crença comum é que a ectoplasmia é um dom. A pessoa já nasceria com ele ou não e pronto. Embora a pessoa possa nascer com essa capacidade, ela também pode ser desenvolvida ao longo da vida. Quem nasce com o dom é porque o desenvolveu em vidas anteriores.

A criação desses campos se faz pela exteriorização contínua, por períodos mais dilatados de tempo, de energias densas pelos chacras inferiores. Então, qualquer um que não seja um “casca grossa” (a pessoa totalmente fechada para paranormalidade) pode ser ou tornar-se um ectoplasta.

São exemplos de ectoplasmia:

  • A habilidade em construir fisicamente. Quem constrói muito tem ectoplasmia;
  • Bocejar e lacrimejar quando se mexe com energia;
  • A exteriorização da sensibilidade, como fazem os pilotos de Fórmula 1 que praticamente se fundem com seus veículos;
  • Certos casos de visualização de luzes ou formas pelo paranormal;
  • Objetos que se movem, quebram ou se avariam sem nenhum contato físico;
  • As paracirurgias;
  • As materializações ectoplásticas;
  • Os fenômenos de transporte.

Ser um ectoplasta envolve responsabilidades maiores, pois, o ectoplasta potencializa tudo. Por exemplo, se ele pensa mal de alguém ele passa mal; se ele fica de mal humor, quem esta perto dele pode ficar doente. Então as coisas acontecem com ele de forma muito mais intensa e rápida. O ectoplasta pode até pensar que certas ocorrências devem-se a assedio extrafísico mas, podem ser causadas pelo seu trafor (o traço força de liberar ectoplasma) que esta sendo mal direcionado. Eusápia Paladino, Arigó e vários outros ectoplastas tinham flutuações muito grandes de humor potencializadas pela ectoplasmia. É preciso que o paranormal esteja atento a isso e que trabalhe para estabilizar sua condição.

Para concluir, citanto Ganem, a ectoplasmia é um poder. Dominá-lo dá mais segurança, mais autonomia, mais poder de realização. Para fazer isso é preciso tornar-se um “profissional das bioenergias”: estudo, autopesquisa, investimento sério e contínuo para progredir.

Aproveito para recomendar o curso citado acima, realizado periodicamente em várias cidades do Brasil. Fiz o curso tive enorme proveito. Assistir ao vídeo sobre Ectoplasma também será muito proveitoso.

Para Saber Mais:

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Experiências Fora do Corpo – O Guia do Iniciante

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Novo e-Book para Download


FA07092013

Experiências Fora do Corpo – O Guia do Iniciante tem por objetivo prestar os esclarecimentos iniciais, básicos, sobre o fenômeno das EFCs para pessoas que nada, ou praticamente nada sabem sobre esse assunto.

Esse objetivo será atingido por meio de três características do e-Book:

  • Linguagem clara;
  • Sucinto – as 18 páginas podem ser lidas em apenas 20 minutos;
  • Dupla abordagem – textual (11 páginas) e visual (7 infográficos) para facilitar o entendimento dos inúmeros aspectos do assunto.

A quem se destina esse e-Book?

Ora, muitas pessoas que ouviram falar em Experiências Fora do Corpo acabam chegando a esse site, ou algum dos outros que mantenho na Internet, buscando esclarecimentos para seus primeiros questionamentos sobre esse assunto, geralmente bem simples: todas as pessoas tem EFCs? Existem riscos? Quais são os benefícios?

Outras vezes, nos mesmos queremos dar ou enviar pela Internet alguma coisa simples, introdutória para alguém com quem conversamos sobre experiências fora do corpo: um amigo, um parente, um colega de trabalho ou com alguém com que temos apenas contato virtual pela Internet.

Agora, não preciso mais (assim como você, se desejar) procurar por textos ou sites que possam orientar essas pessoas em seus primeiros passos nessa área do conhecimento. Simplesmente lhe envio esse e-Book.

Com a criação desse e-Book, completo meu conjunto de obras básicas sobre EFCs, formado pelo livro Experiências Fora do Corpo – Fundamentos e pelo e-Book Experiências Fora do Corpo – Perguntas & Respostas (download gratuito).

Clique aqui para fazer o download desse novo ebook.

Para Saber Mais:

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Trilhas Energéticas


EV07092013

Definição: Trilhas energéticas são rastros de ECs – Energias Conscienciais – gravitantes deixadas pela pessoa, ou pessoas, no caminho percorrido habitualmente, apresentando efeitos acumulativos, ao modo da forma holopensênica longitudinal, extensa, larga.

Sinonímia: Trilho energético; Caminho energético; Vereda energética; Rastro energético humano; Corredor bioenergético; Pista grafopensênica humana.

Dimensão: A trilha energética formada pelas energias gravitantes pode ser intrafísica ou extrafísica. A primeira é formada por pessoas quando deslocam-se sobre a superfície dos terrenos planetários. A segunda é formada pelo deslocamento de consciências extrafísicas e por projetores em outras dimensões.

Pessoal: Trilhas e paratrilhas podem ter um caráter pessoal. A consciência que descolou-se por uma trilha por várias vezes deixará ali sua própria assinatura energética na forma de energias gravitantes, de tal forma que, o que pode ser uma trilha para uma consciência, pode  não ser para outra.

Efeitos Acumulativos: Quanto mais usamos uma trilha ou paratrilha, mais a reforçamos. Isso ocorre inclusive no nível cerebral e paracerebral por meio dos processos que levam ao automatismo. Exemplo típico é o caminho que fazemos habitualmente de automóvel. Quando distraídos, podemos nos surpreender ao chegar ao destino que não guardamos lembrança do percurso.

Multiexistencial: Desde que não ocorram mudanças significativas nos percursos devido a ação da natureza e/ou do homem, trilhas energéticas deixadas em uma existência intrafísica podem ser novamente percebidas e usadas em uma existência posterior. A conscienciologia chama isso de forma holopensênica.

Forma: A trilha energética, como forma holopensênica, criadas em retrovidas por uma pessoa podem ser detectadas de forma consciente ou não quando essa pessoa retorna, na vida atual, a esse local. Nesse caso ela pode acoplar-se às energias gravitantes desses lugares e experimentar uma inexplicável sensação de pertença, arrebatamento ou mal estar, conforme aquilo o que tenha vivenciado ali.

Enumerologia: a trilha energética pode ser positiva (sadia, homeostatica, cosmoetica) ou negativa (patologica, nosografica, anticosmoetica); reta ou sinuosa; curta ou longa; na natureza ou urbana; nova ou antiga, principal ou secundária; contaminada ou desassediadora; funcional ou atratora; simples ou composta.

Trilhas Simples e Compostas: Trilhas energéticas simples são formadas, por exemplo, pelas energias conscienciais gravitantes do caminho particular dos moradores no próprio quintal da residência. Trilhas energéticas compostas são as energias conscienciais gravitantes de um caminho em um parque público.

Específicas:

(1)   Trilhas energéticas compostas criadas em caminhos percorridos por procissões ou peregrinações religiosas, especialmente aquelas percorridas por multidões, tendem a ser mais fortes e provocar mais efeitos de raport.

(2)   No Rio de Janeiro, no Carnaval, paratrilhas energéticas atratoras são criadas pelos amparadores extrafísicos. Consciências extrafísicas doentias que entram por essas trilhas são conduzidas instantaneamente para longe da cidade.

(3)   O caminho percorrido diariamente a pé ou de automóvel por uma pessoa, durante semanas, meses ou anos a fio.

Paradoxo: Se por um lado o ideal é andar sempre no mesmo trajeto ou itinerário em função das energias e das formas holopensênicas potencializadoras que ele apresenta, por outro lado, percorrer trajetos diferentes ou alternativos pode proporcionar novas experiênciasenriquecedoras, tais como, a descoberta de trajetos melhores do que aqueles que usávamos antes.

Conclusão: O primeiro passo para tirar-se proveito das trilhas energéticas é mapear aquelas que usamos regularmente. Você leitor, já pensou em fazer isso?

Referências:

Enciclopédia da Conscienciologia – Verbete Trilha Energética

Para Saber Mais:

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Fronteira da Consciência.com

Metaconsciência.com

Livro Estado Vibracional

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

Chegando aos 20 EVs por Dia


EV28082013

O EV – Estado Vibracional é a condição na qual o energossoma (duplo etérico) e o psicossoma aceleram ao máximo suas as vibrações, ultrapassando de forma considerável as lentas vibrações do corpo físico. É uma condição que pode ocorrer naturalmente, em ocasiões excepcionais e que pode ser produzida deliberadamente por meio da movimentação das EC – Energias Conscienciais.

Em geral, é necessário certo tempo para que uma pessoa aprenda a instalar o EV. Se ela praticar com regularidade, é possível chegar ao primeiro EV em algumas semanas. Claro que existem exceções; pessoas que conseguem isso em muito menos tempo e pessoas que demoram muito mais.

Uma possível meta para quem já domina a técnica de instalar o EV é a “Técnica dos 20 EVs”, a instalação de 20 EVs por dia, de forma regular, diariamente, sem interrupções.

Não se trata de algo simples. Suspeito que a maioria das pessoas que tenta, não consegue aplicar a técnica. Muitos nem tentam. Outros o fazem e conseguem resultados parciais (menos EVs/dia) ou não conseguem manter essa rotina sem interrupções.

Os benefícios em se fazer 20 EVs por dia são os mesmos daqueles proporcionados por fazer um único EV, só que, potencializados (em tese 20 vezes maiores):

  • Desobstrução e profilaxia do holossoma e das próprias energias conscienciais;
  • Melhoria da capacidade de mobilização energética, qualitativa e quantitativamente;
  • Promoção do desassédio interconsciencial;
  • Desacoplamento com energias densas e causadoras de acidentes;
  • Eliminação de minidoenças;
  • Desenvolvimento do parapsiquismo.

Para realizar a técnica, é preciso criar o hábito de fazer muitos EVs ao longo do dia. A menos que a pessoa esteja com a maior parte do seu tempo livre para priorizar os EVs, as atividades da rotina diária provavelmente vão monopolizar sua atenção e ela não conseguirá atingir a marca dos 20 EVs. Como mostra a figura acima, quando surge um novo hábito, ele situa-se inicialmente em uma “zona de tensão” intraconsciencial. Se e quando esse hábito consolidar-se, passa para a “zona de conforto” e a pessoa não tem maiores dificuldades em praticar aquele comportamento.

A consolidação pode acontecer muito rapidamente, pode demorar semanas (em tese, até 21 dias) ou pode não acontecer, levando a pessoa a abandonar rapidamente aquele hábito. Quantas coisas que exigem repetição começamos a fazer e que logo deixamos, seja por falta de tempo, seja por falta de disposição ou ainda por outros motivos?

Essa técnica surgiu a partir das observações do cirurgião plástico americano Maxwell Maltz que, por volta de 1960, notou que seus pacientes precisavam de 21 dias para perceber os efeitos de uma cirurgia. Esse seria o período necessário, portanto, para consolidar um hábito.

A ideia, portanto, é manter o novo hábito de forma disciplinada, por 21 dias. Depois desse período, ele deverá entrar na “zona de conforto” e não sentiremos maiores dificuldades em repeti-lo.

Isso é especialmente verdadeiro para quem domina a técnica à pouco tempo e que, provavelmente, deve demorar mais tempos para instalar o EV do que uma pessoa que tem anos de prática. Quanto mais tempo de prática, mais rápido se consegue instalar o EV.

Essa técnica pode ser usada por qualquer pessoa para estabelecer qualquer tipo de hábito, tal como a instalação de EVs. Vejamos, por exemplo, uma possível sequência de hábitos, cada qual demandando 21 para ser consolidada:

  • Hábito 1: Instalar 1 EV diariamente, em qualquer horário;
  • Habito 2: Instalar 2 EVs diariamente, por exemplo, 1 pela manhã, ao despertar e outro a noite, antes de dormir;
  • Habito 3: Instalar 3 EVs diariamente, acrescentando um EV por volta de meio dia;

A partir desse ponto, pode-se ir aumentando a quantidade de EVs/dia de várias maneiras, como por exemplo:

  • Hábito 4: Instalar 10 EVs diariamente;
  • Hábito 5: Instalar 15 EVs diariamente;
  • Hábito 6: Instalar 20 EVs ou mais diariamente;

Qualquer um que for aumentando a frequência de EVs perceberá que fica cada vez mais difícil aumentar a quantidade pois, quando estamos na marca de 1, 2 ou 3 EVs, estaremos aproveitando os melhores horários e locais para praticar. Ao aumentar o número estaremos em locais e situações diversas, como por exemplo, em meio a uma reunião, atendendo uma pessoa no trabalho, dirigindo um veículo, etc. Diante dessas circunstâncias, é fácil se esquecer do EV ou até tentar instalá-lo, mas sem sucesso devido à pressão de outras atividades.

Uma estratégia que já usei para fazer 20 EVs foi ajustar o celular para o modo vibrado (sem som) e programar um alarme a cada 30 minutos. Assim, quando o alarme tocava, sabia que precisava fazer mais um EV. Mesmo que não pudesse fazer na hora, deixava para o momento em que fosse possível ou para a próxima ocasião em que o alarme disparasse.

Outra estratégia é fazer a instalação do EV a cada “mudança de contexto”. Por exemplo:

  • Ao entrar no automóvel/condução;
  • Ao sair do automóvel/condução;
  • Ao entrar no ambiente de trabalho;
  • Ao mudar de sala no ambiente de trabalho;
  • Ao atender uma pessoa;
  • Etc.

Essa estratégia pode ser mais conveniente por não ter alarmes, mas, requer mais atenção, senão, o tempo vai simplesmente passando e quando percebemos o dia já está próximo do fim e os EVs ficaram só na intensão.

Usando uma dessas estratégias, é possível que se instale até mais do que 20 EVs dia. Importante lembrar que nem sempre teremos sucesso em instalar o EV em todas as tentativas.

Duas premissas são fundamentais para que a técnica dos 21 dias funcione, seja para os 20 Evs, seja para qualquer outra coisa:

1 – Deve-se implementar um hábito de cada vez. A implementação de dois ou mais hábitos ao mesmo tempo resultada na dispersão do foco e das energias pessoais e os hábitos poderão não ser consolidados.

2 – A disciplina diária deve ser seguida rigidamente. Para tanto, é recomendável empregar-se uma planilha de acompanhamento onde serão registrados o número de EVs instalados diariamente.

Existem variações nessa técnica de implementação do hábito que sugerem usar períodos de 30 dias, ao invés de 21, que permitiria a aquisição de exatos 12 hábitos/ano.

Além do EV, essa técnica pode ser aplicada para adquirir outros hábitos saudáveis, como por exemplo:

  • Fazer exercício físico diário;
  • Aplicar técnica projetiva diária;
  • Ler obras instrutivas diariamente;
  • Registrar diariamente, em um diário holossomático, fatos relevantes, intra ou extrafísicos;
  • Fazer uma reflexão sobre a vida e os desempenhos pessoais semanalmente;
  • Etc.

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Saindo ileso de um acidente


EV17082013

Nesse domingo acordei cedo, peguei o carro e fui para o Setor Hoteleiro Norte onde realizar-se-ia a segunda e última aula do curso “Oficina Autoeficácia Proexológica”, promovido pela Apex Internacional em parceria com o IIPC Brasília.

Como ainda era cedo, dirigi calmamente, sem pressa até chegar ao Eixo Monumental (uma via central de Brasília que tem 6 pistas) de onde acessaria outra via que dá para o Setor Hoteleiro Norte. Aproveitei para vir ouvindo uma tertúlia conscienciologica gravada anteriormente enquanto dirigia.

Já próximo ao hotel, estava na pista mais a direita do Eixo quando, na confluência com a via W3, um automóvel Corsa preto ganhou o Eixo saindo desembestado da W3 Norte. Ao me ver, o motorista parece ter se assustado. Não esperava que meu automóvel estivesse trafegando naquela pista da direita, afinal, era domingo e ainda cedo. Então o motorista jogou seu carro para o recuo que fica ao lado daquela pista para que não colidíssemos. Esse recuo terminava uns 20 metros adiante, de forma que, ou ele parava ali para me deixar passar e depois seguir seu caminho ou eu diminuía mais ainda minha velocidade, que já estava baixa, para deixá-lo sair para a pista.

Foi um momento onde ambos, ele e eu, avaliamos o que deveríamos fazer. Eu poderia ter acelerado para tomar o espaço da pista, deixando-o para trás, mas, por realmente estar sem pressa e ciente desse mal hábito que todos nós brasileiros temos de disputar espaço no trânsito, as vezes de forma desesperada, preferi diminuir a velocidade para deixá-lo sair.

Percebendo meu movimento, o motorista do Corsa não perdeu tempo. Acelerou, tomou a minha frente e, descuidadamente, fui jogando seu automóvel para a primeira pista da esquerda. Não imaginava, mais uma vez, que outro automóvel poderia vir por ali e foi o que aconteceu. Um sedan Renalt prateado passou rapidamente pelo meu lado esquerdo e, pouco a frente, chocou-se com a lateral do Corsa que invadira a pista sem esperar ou dar sinal.

Ambos motoristas assustados, istintivamente. jogaram seus carros para lados opostos. Fora os espelhos laterais de ambos automóveis que voaram para o alto e mais alguns prováveis arranhões e ligeiros amassados nas portas, não houve maiores consequências. Ambos pararam alguns metros depois enquanto eu entrava a direita para pegar a rua do hotel.

Estacionei meu automóvel e, antes de ir para o local do curso, dei uma espiada nos automóveis parados pouco adiante onde os motoristas avaliavam seus prejuízos.

Além de estar dirigindo com atenção e sem pressa, para minha sorte, antes de sair de casa, fizera dois EV – Estado Vibracional. Como já mencionei em um post anterior, a prática do EV antes de dirigir desfaz possíveis acoplamentos energéticos que podem causar vários tipos de acidentes.

Além do mais, é recomendável especial atenção quanto a possíveis acidentes que possam ocorrer quando participamos ou ajudamos a realizar certos tipos de eventos tais como os cursos cujo objetivo é promover o esclarecimento das pessoas. Esse tipo de evento perturba muito as consciências que chamamos de Guias Cegos e Assediadores, pois elas temem perder o poder que tem por sobre pessoas que fazem esses cursos (Mais esclarecimento = Menos suscetibilidade a assédio extrafísico).

Esse não foi o primeiro acidente que evitei por praticar o EV e, receio, não será o último. Todos estamos sujeitos a sofrer os mais diversos tipos de situações de risco que podem resultar em acidentes, de forma que, praticar o EV diariamente, assim como outros procedimentos de autodefesa energética é uma forma de evitá-los.

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Energias nas Praias


Praia de Nazaré - Portugal - 2011 - Foto do Autor

Praia de Nazaré – Portugal – 2011 – Foto do Autor

Quando era jovem adorava ir à praia, tomar sol e pegar um bronzeado legal.

Depois que “inventaram” o câncer de pele por excesso de exposição solar, meu interesse por esse tipo de lazer caiu muito. Fiquei anos sem por os pés em uma praia (até porque estou a 1000 Km da mais próxima), até que, no final de 2012 e depois, nesse último final de semana, quebrei essa abstinência.

E foi assim, caminhando pela praia, que resolvi escrever um post sobre as energias que encontramos nas praias.

Nas praias ocorre à confluência de vários tipos de energias imanentes – EIs – sutis, extrafísicas: geoenergias (a areia, as pedras e outros terrenos próximos), as energias do ar, levadas do mar para a terra e vice-versa pelo vento constante, as energias das águas do mar que espalham pelas areias a medida que as ondas arrebentam.

O quebrar da onda na praia deixa um rastro de areia molhada. É possível, para quem tem clarividência, observar que quando o onda recolhe, fica na areia molhada uma esteira luminosa de energia. Essa percepção não é simples devido ao sol que dissipa a luminosidade, mas, é possível para a pessoa que tem clarividência.

A abundância de EIs e a dinamicidade da sua constante renovação é comum a muitas (mas não todas) as praias.

Para nosso estudo, as paias podem ser classificadas em dois tipos: as desertas (ou semidesertas) e as praias ocupadas, as que são regularmente frequentadas por pessoas.

As praias ocupadas, como quaisquer outros ambientes humanos, estão repletas de energias que podem ser classificadas em três tipos quanto as energias: absorvedoras, doadoras e ambivalentes.

  • Praias absorvedoras de ECs: são as praias da moda onde ocorrem festas Rave ou semelhantes, praias superlotadas de pessoas, praias degradadas pela poluição e praias em cujas cercanias foram construídos presídios, usinas nucleares, fábricas, templos religiosos, etc.
  • Praias doadoras de EIs: praias que são pouco frequentadas; com matas nas proximidades, com pouco trânsito de pessoas ou veículos por perto.
  • Praias ambivalentes: as praias privativas de clubes e resorts, as praias onde se realiza um espetáculo ao ar livre ou um espetáculo artístico de nível elevado.

A maioria dos centros urbanos na orla tem em suas proximidades, ainda que seja preciso afastar-se um pouco, praias limpas, com poucos frequentadores e com abundância de EIs que podem ser absorvidas pela pessoa interessada de diversas formas:

-A geoenergia, pelas plantas dos pés, ao se caminhar descalço pela praia.

-A aeroenergia, principalmente pelo laringochacra e pelo cardiochacra, conforme o vento sopra de encontro ao corpo físico.

-A hidroenergia, a medida que entremos no mar, ou mesmo ser fazer isso, apenas estando nas suas proximidades.

Lembrei-me que André Luiz dava um relato sobre as energias existentes em certas praias em um de seus livros, “Entre a Terra e o Céu”.

Segundo relata André Luiz no capítulo 5 dessa obra, “Na orla do mar, em plena noite, a movimentação da vida espiritual é muito intensa. Desencarnados de várias procedências reencontravam amigos que ainda se demoravam na Terra, momentaneamente desligados do corpo pela anestesia do sono”.

Prosseguindo, André Luiz descreve o que ocorria em uma praia doadora de EIs: “Havia grande número de enfermos. Anciães, mulheres e crianças, em muitos aspectos diferentes, compareciam ali, sustentados pelos braços de entidades numerosas que os assistiam… Serviços magnéticos de socorro urgente eram improvisados aqui e além… E o ar, efetivamente, confrontado ao que respirávamos na área da cidade, era muito diverso. Brisas refrescantes sopravam de longe, carreando princípios regeneradores e insuflando em nós delicioso bem estar.”

Clarêncio, uma consciência extrafísica que acompanha e instruía André Luiz, fez então o seguinte comentário: ”O oceano é miraculoso reservatório de forças. Até aqui, muitos companheiros de nosso plano trazem os irmãos doentes, ainda ligados ao corpo da Terra, de modo a receberem refazimento e repouso… Qual acontece na montanha arborizada, a atmosfera marinha permanece impregnada por infinitos recursos de vitalidade da Natureza. O oxigênio sem mácula, casado às emanações do planeta, converte-se em precioso alimento de nossa organização espiritual, principalmente quando ainda nos achamos direta ou indiretamente associados aos fluidos da matéria mais densa.”

Concluindo, quero lembrar que existe uma Síndrome da Praia. É o que tem a pessoa que mora a décadas a beira mar sem nunca frequentar suas praias, seja para tomar banho, seja para fazer qualquer tipo de exercício como caminhar. Você leitor, conhece alguém assim? Você sofre dessa síndrome? Está desperdiçando bons recursos energéticos que a natureza disponibiliza nas suas proximidades?

Referências

Enciclopédia da Conscienciologia – Verbete Síndrome da Subestimação, Waldo Vieira

Projeciologia 1ª Edição – Capítulo 232 – Ambiente Extrafísicos, Waldo Vieira

Entre a Terra e o Ceú – FEB, Francisco Cândido Xavier

Artigo Ativação Energética Consciencial

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Um “Tour” pelas Energias Telúricas


Cromeleque de Almendres - Evora - Portugal - Foto do Autor

Cromeleque de Almendres – Évora – Portugal – Foto do Autor [1]

 

Contextualização. O planeta Terra emana uma série de energias próprias. São as chamadas energias telúricas. A emanação dessa energia ocorre a partir do centro da Terra, subindo perpendicularmente à superfície terrestre e incorporando, ao longo desse caminho, propriedades diferentes conforme o tipo de solos, depósitos minerais e veios aquíferos por que passa.

Origem. O termo telúrico vem do latim tellus que significa terra. Este termo tem sido empregado há vários séculos por numerosos investigadores e radiestesistas para definir as energias relacionadas à terra. Mais recentemente, também passou a ser empregado pela ciência.

Ciência. Para a ciência, as únicas energias telúricas são as que podem ser fisicamente medidas: o calor geotérmico e as correntes elétricas geomagnéticas induzidas por mudanças na parte externa do campo magnético da Terra.

Peculiaridades. Cada terreno ou mesmo cada pedaço dele, pode ter características peculiares, próprias dos elementos que, no subsolo, interferem na emanação dessas energias.

Influência. As energias telúricas afetam todos os seres vivos, plantas, animais e o ser humano de forma positiva ou negativa conforme o teor dessas energias.

Passado. Em diversas partes do mundo, antigas culturas do passado procuravam estudar as características do terreno, diretamente, pela parapercepção das energias, ou indiretamente, observando as plantas e animais que nele viviam para determinar que terrenos iriam ocupar, onde iriam construir.

Exemplos. Do neolítico na Europa, restaram muitos monumentos megalíticos (foto acima), muitos dos quais às vezes eram empregados como sinalizadores das energias telúricas existentes no local em que eram “plantados”. Rochas especialmente selecionadas com a mesma função estão presentes em muitas outras culturas: Te-pito-te-Kura na Ilha da Pascoa, Pohaku-o-kane no Havai, Puna-um na Nova Zelândia, Kaname-ishi no Japão, Paypicala no Peru, Chintamani no Tibet, dentre outros.

Aborigenes. Segundo o antropólogo Kim McCaul[2], a cultura aborígene é muito influenciada pela terra, pelos solos e pelos acidentes geográficos. Todo e qualquer acidente geográfico relevante é “catalogado” por meio de uma tradição oral milenar que relaciona esses pontos com histórias que ocorreram no passado.

Pés Descalços. Ainda segundo McCaul, o fato de andarem descalços, em íntimo contato com o chão, dá aos aborígenes uma grande sensibilidade quando ao teor das energias telúricas. Isso lhes permite, por exemplo, indicar com precisão locais onde existe água ou algum depósito diferente de minerais, tal como o carvão.

Esquecimento. Os conhecimentos sobre energias telúricas dos povos antigos eram empíricos, transmitidos de forma oral de geração para geração. A vida urbana e uma série de outros fatores fez com que muitos desses conhecimentos fossem perdidos.

China. Uma exceção ocorreu na China, lar de uma das mais antigas civilizações e que abriga o povo que mais se dedicou a tentar compreender as energias e aplica-las a seu favor. Ainda assim, durante a Revolução Cultural, muitas obras sobre o assunto foram sistematicamente destruídas nesse país.

Feng Shui. Empregando princípios da radiestesia, os chineses criaram meios para determinar com precisão os locais onde há incidência de energias positivas e negativas. As primeiras referências ao Feng Shui (literalmente “vento e água”) remontam ao Zang Shu (O Livro dos Enterros) escrito pelo Mestre Guo Pu (276-324 d.C.).

Comparação. Os chineses comparam os benefícios que o tratamento que o Feng Shui pode proporcionar a um espaço com os resultados que a terapia da acupuntura pode oferecer a uma pessoa.

Veias do Dração. No Feng Shui, os fluxos de energia telúrica são denominados “as veias do dragão”. Na Índia, em sentido similar, existe o termo sânscrito nwyvre significa “a força da serpente ondulada da terra”.

Radiestesia. O termo vem do Latim radius, que significa radiação e do grego aisthesis que significa sensibilidade, indicando assim a “sensibilidade às radiações”. Sua antiga designação era rabdomancia. A radiestesia é a capacidade de captar radiações e energias emitidas por quaisquer objetos, incluindo a fontes de água e minerais no subsolo.

Instrumentos. Historicamente, inúmeros “dispositivos” foram criados para possibilitar a detecção de energias telúricas e, indiretamente, fontes de água e minerais no subsolo: Forquilhas, bússolas, pêndulos, Ba-Gua, etc. Na realidade, todos eles podem ser perfeitamente dispensados, substituídos pela percepção das energias do próprio radiestesista.

Linhas de Ley. São supostos alinhamentos de um número de lugares de interesse geográfico e histórico, tais como antigos monumentos e megalíticos, picos montanhosos e fontes de água natural. O termo foi cunhada em 1921 pelo arqueólogo amador Alfred Watkins , em seus livros Early British Trackways e The Old Straight Track. Ocupações humanas do passado teriam sido criadas em terrenos de forma alinhada, na medida que as energias nesses locais seria mais forte ou, de alguma forma, diferente.

Zonas Geopatogênicas. São terrenos onde ocorre a incidência de energias telúricas negativas que afetam a saúde de quem vive ou permanece longos períodos nesses locais.

Patologias. As patologias provocadas pelas energias telúricas seriam causadas pela forma como as consciências processam essas energias. Seria o acúmulo dessas energias no holossoma [3] a causa das doenças.

Plantochacra. Localizados nas plantas dos pés, são os principais receptores da energia telúrica emanada pelo solo. As energias telúricas são absorvidas por esses chacras, sobem pelas pernas e são distribuídas pelo sistema energético do holossoma.

Questionamento. Atualmente discute-se a colonização da Lua, de Marte e, mais adiante, de outros planetas ou satélites. Eu me pergunto: Qual será o efeito da absorção durante anos, ou talvez por toda uma vida, de energias telúricas totalmente diferentes no holossoma dos colonizadores?

 Notas

[1] Cromeleque, ou cromlech, é o conjunto de diversos menires dispostos em um ou vários círculos, em elipses, em retângulos, em semicírculo ou ainda estruturas mais complexas como o cromeleque de Almendres em Évora, Portugal.

[2] Palestra proferida no dia de 27 de abril de 2013 no CEAEC, em Foz do Iguaçu.

[3] Holossoma é o conjunto de todos os veículos de manifestação da consciência: soma, energossoma, psicossoma e mentalsoma.

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