Sofrimento com o Parapsiquismo


meditazione

Por que algumas pessoas nascem com parapsiquismo e, sem saberem como usá-lo, sofrem com isso?

Todo mundo tem algum parapsiquismo em algum grau. O que varia a modalidade e a intensidade, ou seja, o quão desenvolvido ele é.

Alguns nascem com uma ou mais modalidades de parapsiquismo muito intenso, tais como projetabilidade, mediunidade, ectoplasmia, clarividência, clariaudiência, etc, e sofrem com isso, seja porque o que vivenciam provocam medo, ansiedade, inquietação, seja porque elas são tratadas como perturbadas, desequilibradas, esquisitas pelas demais pessoas que nada sabem sobre parapsiquismo.

Como alguém nasce com essa faculdade? Basicamente são dois os fatores causadores desse parapsiquismo maior:

(1) A pessoa exercitou essa faculdade em uma ou mais vidas anteriores, de uma forma ou de outra, consciente ou inconscientemente. Cada caso é um caso. Então ela mesma transmitiu essa capacidade para seu novo corpo por meio da paragenética que faz parte do seu psicossoma.

(2) Os pais (ou avôs) da pessoa lhe transmitiram geneticamente essa habilidade. A Paragenética e a Genética atuam em conjunto, de uma forma que ainda não compreendemos direito.

Uma consciência, antes de renascer pode solicitar para vir com faculdades parapsíquicas com objetivo de assistir outras consciências. Com frequência, quando está no ambiente otimizado de uma comunidade extrafísica evoluída, a consciência que vai reencarnar acha que poderá educar seu parapsiquismo e usá-lo para assistência com desembaraço. Quando está aqui, sentindo na pele um “sem numero” de dificuldades e sem a memória objetiva de antes, tudo fica muito mais difícil. É por essa e por outras que os amparadores respeitam nosso livre arbítrio. Sabem que da condição deles é fácil observar tudo em perspectiva e deduzir o que é melhor e que quando estiverem aqui de volta, na dimensão intrafísica, terão que lidar com as mesmas dificuldades de seus assistidos.

Quando vai ter um parapsiquismo intenso, a consciência pode nascer em uma família que a aceite assim e, mais ainda, que a oriente e encaminhe para que use suas faculdades com equilíbrio. No caso do Brasil, aparentemente, existem mais famílias com pessoas com conhecimento espiritual e que podem fazer isso, Em outros países as condições de esclarecimento podem ser muito mais difíceis. Não obstante, mesmo no Brasil esse número de famílias é relativamente pequeno. Nascer em uma família dessas é, em muitos aspectos, um privilégio. Logo, essa “vagas” são muito disputadas. É preciso ter mérito, conquistado em vidas passadas por meio de ações corretas para ter o privilegio de nascer em uma família assim. Naturalmente, nem todas as consciências que renascem nessas condições tem parapsiquismo intenso ou são espiritualizados, pois essas famílias também tem suas pendências com outras consciências, mais problemáticas e menos evoluídas e que precisam ser assistidas pelo renascimento.

Prosseguindo, às vezes, a consciência não consegue renascer em uma família espiritualmente esclarecida, mas, as coisas são ajustadas de tal forma que, no momento certo, “encontros do destino” fazem com se deparem com pessoas que vão esclarecê-la, que podem até esclarecer seus familiares também, sobre o seu parapsiquismo. Podem ser parentes distantes, amigos, vizinhos, etc. Quando a pessoa já não é mais criança, podem ser colegas da escola, do cursinho, do trabalho.

A medida que a pessoa não tem tanto mérito assim, as coisas ficam mais difíceis, pois, em nosso mundo, certos recursos são escassos. Então a pessoa tem que, por vezes a duras penas, passar por um longo processo de autodescobertas até que um dia, por meio do próprio aprendizado, ela consegue encontrar seu caminho, equilibrar seu processo parapsíquico e passar a usá-lo bem. Nada acontece por acaso. Se a pessoa teve que passar por esse caminho, é porque seus antecedentes multiexistenciais assim exigiam. Tem pessoas que se perdem nesse caminho. Entram nos remédios, são internadas, se alienam, às vezes até morrem, por vezes, pela via do suicídio. Outras renegam completamente seus compromissos e dedicam-se tão somente a cuidar dos interesse materiais. Nada acontece por acaso. Muitas pessoas usaram seu parapsiquismo no passado exclusivamente para controlar e prejudicar outras pessoas, ou para tirar vantagens diversas. O mal uso, ou falta de uso do parapsiquismo avançado trará, na vida atual, suas consequências.

Como a pessoa, por esforço próprio, vai tratar seu parapsiquismo? Estudando e praticando.

O que existe de melhor nesse sentido? Existem instituições espiritualistas que treinam seus seguidores para usarem suas faculdades, mas, para isso é preciso seguir seus métodos e imposições que podem não ser os mais adequados. Logo o investimento em autopesquisa é a melhor solução.

Como as Energias Conscienciais funcionam consigo? Quais são seus chacras mais desenvolvidos? Existem bloqueios energéticos consigo? Tens macrossoma? De que tipo? Qual é a intensidade máxima do seu EV? Qual é sua capacidade de fazer assimilações e desassimilações simpáticas? Atuas como isca consciencial inconsciente? Qual é sua capacidade de autodefesa bioenergética? Quão hábil é em direcionar suas exteriorizações energéticas? Qual é sua habilidade com psicometria? Como usa seus parapsiquismo para assistir outras pessoas? Qual é a qualidade dessa assistência?

Essas são apenas algumas questões mais óbvias que precisarão ser respondidas pela própria pessoa por meio de autopesquisa.

Será então esse o caminho que todos devem seguir quanto ao seu parapsiquismo? Não existiram pessoas que podem conduzi-lo sem necessidade de serem orientadas? É evidente que sim. Quem já fez “o dever de casa” em outras vidas nasce com o parapsiquismo avançado e supera facilmente todas as dificuldades. Existem crianças, bem raras ainda, que desde a mais tenra infância demostram ter uma capacidade de controlar imensas quantidades de energia e usá-las para promover assistência! No futuro, esse será o padrão médio da humanidade!

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Correlatos Eletroencefalográficos do Estado Vibracional


Pesquisadores preparam um voluntário para o registro do EEG

Pesquisadoras preparam um voluntário para o registro do EEG durante a prática do EV

Conforme divulgado no final de 2013, foi defendida em julho desse ano pela pesquisadora Rute Maria Rodrigues Pinheiro uma dissertação na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, (Natal, RN), como requisito para a obtenção do título de Mestre em Psicobiologia. O título do trabalho é “Correlato Eletroencefalográfico do Estado Vibracional”

Trata-se do primeiro trabalho puramente científico-acadêmico relacionado ao Estado Vibracional.

O que segue são extratos retirados do abstract da dissertação.

O objetivo da pesquisa foi explorar sistematicamente o estado vibracional no âmbito da neurociência. Desta forma, medidas eletroencefalográficas (EEG) foram utilizadas para observar se a sensação subjetiva de EV é acompanhada por mudanças na atividade elétrica cerebral.

Também foram feitos testes com objetivo de avaliar se o EV provoca algum efeito positivo em funções cognitivas como a atenção e a memória, foi utilizado um teste de reconhecimento de palavras antes e após a aplicação da técnica de EV.

Dois grupos de voluntários foram analisados, o primeiro formado por 14 sujeitos que praticam a técnica de EV há pelo menos 10 anos (Grupo Experiente – GEXP), e o segundo formado por 11 sujeitos que nunca haviam realizado a técnica (Grupo Controle – GCONT).

O GCONT obteve instruções sobre a técnica de EV antes dos experimentos.

Foram realizadas análises estatísticas dos registros eletroencefalográficos, para comparar os grupos, em quatro condições: Basal, Relaxamento, Não-EV (período em que o sujeito está engajado na tarefa, mas ainda não percebe o EV) e EV (período em que o sujeito percebe o EV). Uma vez que os voluntários do GCONT relataram não ter conseguido atingir a condição de EV propriamente, a comparação entre grupos foi feita apenas nas três condições, Basal, Relaxamento e Não-EV. Para isso, foi usado o teste de Mann-Whitney U com um limiar estatístico de p<0,05.

Os resultados, de forma geral, indicaram que o GEXP apresentou maior potência na banda de frequência alfa 2 (9,5 – 11,0 Hz) em todas as condições. Durante o período Não-EV, o GEXP também apresentou uma maior potência na banda de frequência alfa 3 (11,5 – 13,0 Hz) na região temporal esquerda, e gama 1 (30,5-55,0 Hz) e gama 2 (65,0-80,0 Hz) em regiões central, parietal e temporal esquerda, mas menor potência na banda de frequência teta 1 (3,5 – 5,0 Hz), em regiões centro-parietais.

Para a análise estatística intragrupo, entre as condições, utilizou-se o teste estatístico Wilcoxon pareado. Observaram-se diferenças significativas (p<0,005), principalmente em regiões centrais, em teta 1 (3,5-5,0 Hz), sendo maior no relaxamento, quando comparado com as condições Basal e Não-EV, no GCONT, e com o Não-EV e EV, no GEXP.

No GEXP, a potência de gama 1 (30,5-55,0 Hz) e gama 2 (65,0-80,0 Hz) foi difusamente maior durante o EV se comparado as outras 3 condições. Para o GCONT, apenas a condição Basal apresentou maior potência de gama 1 (30,5-55,0 Hz) e gama 2 (65,0-80,0 Hz), se comparado com o relaxamento.

O aumento de teta 1 no relaxamento, principalmente no GCONT, pode estar associado a uma maior sonolência deste grupo durante esta condição. Já o aumento de alfa 2 durante o Não-EV e o EV, pode estar associado com processos de atenção e .

Por outro lado, o aumento da potência de gama em sujeitos experientes na técnica de EV aqui encontrados e em trabalhos anteriores em meditadores experientes poderia estar associado a alterações nos processos mentais e cognitivos destes praticantes, tais como atenção, memória operacional, aprendizagem e percepção consciente embora, análises adicionais devam ser realizadas para excluir a possibilidade de interferência de artefatos musculares nos dados de EEG.

Estes resultados suscitam a hipótese de que no engajamento da tarefa do estado vibracional e durante o EV, os sujeitos do grupo experiente conseguem manter-se em um estado de alerta, porém com maior nível de relaxamento e concentração. Contudo, estudos mais detalhados dos dados, além de outros experimentos com diferentes protocolos, um maior número de sujeitos e pesquisas longitudinais seriam necessários para que esta hipótese possa vir a ser corroborada.

Mais informações sobre essa pesquisa:

Ectolab

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Sobre Casas e Quinas


George Stickney House - Crédito: WIkimedia Commons

George Stickney House – Crédito: WIkimedia Commons

Vou dar sequência ao posta anterior, relacionado as bioernegias na habitação.

Há poucos dias foi enterrado em Qunu, na província de Eastern Cape, na África do Sul, o corpo de Nelson Mandela.

A mídia inundou todos os canais de comunicação com uma overdose sobre Mandela e tudo o que dizia respeito a ele.

A aldeia em Qunu tem apenas 300 moradores. São pessoas simples. Os homens trabalham no campo, geralmente como pastores, e ensinam desde cedo seus filhos a guiar o rebanho. As mulheres vão até o lago mais próximo para buscar a água que serve para lavar e cozinhar. Passam o resto do dia cuidando da casa e das crianças. Todos com a única missão de viver por mais um dia, de sobreviver.

Segundo foi veiculado, as casas em Qunu possuem teto de palha, têm apenas um cômodo, uma porta e duas pequenas janelas, uma oposta à outra. A maioria delas é construída com tijolos de barro feitos pelos próprios moradores. Mas o que me chamou de fato a atenção foi o seguinte comentário, feito na TV:

“As casas são redondas, sem quinas, pois os habitantes da aldeia acreditam que os maus espíritos habitam as quinas das construções humanas.”

Esse assunto não me era estranho. Curioso, tentei comprovar essa afirmação. Pelo Google Earth verifiquei de, de fato, existem muitas casas redondas no local, embora existam outas construções quadradas, retangulares, convencionais.

Mas, afinal, essa crendice desse povo tem fundamento?

Casa Stickney na Bull Valley, Illinois, (foto acima) a cerca de 60 km a noroeste de Chicago, cuja construção foi concluída em 1865, não possui quinas pois seus proprietários, George Stickney e esposa, acreditavam qua fantasmas ficavam “presos” nos cantos com 90 graus.

O Feng Shui recomenda que as pessoas cuidem da energia dos imóveis que moram ou trabalham, para evitar que os ambientes fiquem em desarmonia ou com energia negativa, porque isto fará mal às pessoas.

O que analiso nesse artigo são os casos mais simples, em que as pessoas deixam suas casas e empresas com a energia negativa porque têm a mania de deixar os ambientes sujos, sem limpar, com falta de manutenção, acumulando bagunça e entulho, ou seja, um local com a energia bem estagnada.

Para piorar, as pessoas só reclamam, falam mal de todos, só fazem fofocas, brigam a todo o momento, nunca agradecem por nada e só mal dizem tudo e todos.

Orações, benzimentos, cristais, velas, sal, apanhador de sonhos e incenso geralmente não produzem qualquer tipo de melhoria real em um ambiente habitado por uma ou mais consciências doentias. O que pode surtir efeito, de fato, são mudanças nas posturas mentais das pessoas que ali vivem e que podem ocorrer como parte de um “pacote” onde entram receitas religiosas ou esotéricas como essas citadas. As pessoas podem assim, erroneamente, crer que uma melhora (se ocorrer) decorreu do incenso ou da oração que usaram.

Efetivamente, um benzedor ou religioso até pode “limpar” o local, se o mesmo atuar como isca consciencial, consciente ou inconsciente, “rebocando” consigo as consciências doentias ali estacionadas. Antes que me perguntem, já adianto que algo assim deve ser muito raro. Essa é uma atividade que requer um paranormal que atue como isca consciencial lúcida. Sobre esse assunto já escrevi um post.

Voltando a questão das quinas, os locais de uma casa que raramente são visitados, tanto pelas pessoas quanto pelas vassouras e espanadores de pó, como é o caso das quinas das paredes e outros cantinhos de acesso mais difícil, vão acumulando não somente sujeira, como também energias densas, de baixo padrão vibratório que, de fato, tendem a atrair consciências extrafísicas que tenham baixo padrão vibratório.

Para evitar esse tipo de coisa, deve-se proceder com a higienização periódica desses pontos da residência e, se necessário, com a exteriorização de ECs – Energias Conscienciais – para esses pontos, assim como outros da residência a fim de limpar e blindar o ambiente.

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Dicas para Atrair Boas Energias Para a Casa


Edifício construído em HOng-Kong segundo as prescrições do Feng-Shui - Fonte: Wikimedia Commons

Edifício construído em Hong-Kong segundo as prescrições do Feng-Shui – Fonte: Wikimedia Commons

O jornal O Globo publicou em 20 de dezembro de 2013 uma matéria cujo título é 10 Dicas para Atrair Boas Energias Para a Casa.

A seguir faço uma análise das 10 dicas apresentadas.

1 – O quarto

“Evite localizar a cabeceira na mesma direção da porta ou próxima a passagem….o fluxo das energias é mais intenso e isso pode interferir no sono e descanso”

“Usar cores que facilitem o relaxamento e evoquem estados emocionais e mentais de repouso, como azul claro e tons pastéis”

Comentário: As dicas procedem. A segunda dica tem respaldo na psicologia comportamental.

2 – Eletrônicos

“Evitar computadores e aparelhos de TV no quarto de dormir. Os efeitos de seus campos eletromagnéticos agem mesmo quando estão desligados.”

Comentário: A dica procede. Observo contudo que, se completamente desligado (com a tomada puxada) desaparecem todos os campos eletromagnéticos dos equipamentos elétricos e eletrônicos, a menos que sejam abastecidos por uma bateria interna, como é o caso de relógios digitais. Nesse caso, contudo, o campo é de muito baixa intensidade.

3 – Cozinha

” ….Mantenha tudo sempre limpo e bem conservado – sujeira e coisas que não funcionam são sinal de energia mal parada.”

Comentário: A Dica procede.

4 – Sala

“… manter o ambiente limpo, arejado e com incidência de luz natural, isso ajuda a renovar e limpar o que pode ter sido deixado por quem passou por ali. Cuidado com antiguidades, objetos herdados ou presenteados…”

Comentário: As Dicas procedem.

5 – Espelhos

“….redondo … no quarto de dormir …. para energizar as relações amorosas do casal; … octagonal … para ficarem na parte externa da porta, a fim de mandar para bem longe qualquer energia ruim …. topo da escada ou ao final do corredor, um modelo tradicional, retangular e grande…… para “segurar” as boas energias que circulam.

Comentário: Um espelho, como qualquer objeto, pode ficar impregnado de um certo padrão de energia. Contudo, não vejo lógica quanto a forma do espelho e essas funções específicas. Essas dicas parecem ser fundamentadas em antigas superstições orientais.

6 – Plantas

“…Quanto mais redondas forem suas folhas, melhor. Flores na entrada da casa (no hall ou na porta) atraem boas energias e transmitem a mensagem de boas-vindas”.

Comentário: Em princípio, as dias procedem. Deve-se observar que existem plantas e plantas. Algumas são energeticamente positivas para os seres humanos outras não.

7 – Mesas

“Mesas redondas … já que as quinas captam os fluidos ruins e deixam escapar os bons.

Comentário: Não tenho como avaliar se essa dica procede ou não, de forma que “aposto” que não tem fundamento real.

8 – Banheiros

…banheiros…organizados e…. arejados. O mais importante do banheiro é o vaso sanitário. Mantenha sempre a tampa fechada, pois é o local de maior perda de energia da casa.

Comentário: Organização e limpeza são recomendações que valem para todos os cômodos da casa. Já essa dica do vaso, sinceramente, não vejo fundamento nisso.

9 – Cristais

“Todo cristal melhora a energia da casa, mas cada um de uma maneira diferente. O quartzo rosa tem a tendência de auxiliar o afeto entre as pessoas; a ágata é uma pedra que estimula boas comunicações; a turmalina ajuda a limpar as emoções da casa e a ametista ajuda a elevar a tranquilidade do ambiente. Prefira colocá-los no centro da casa e próximos à porta de entrada.”

Comentário: Não creio que cristais produzam quaisquer dos efeitos descritos. Um cristal, rosa, por exemplo, pode ser “imantado”, natural ou propositadamente, com padrões energéticos distintos que produzirão efeitos diferente nas consciências que dele se aproximarem.

10 – Tubulações

Importante mesmo é ficar de olho nos encanamentos da casa: tubulações entupidas em banheiros ou cozinha são os mais elementares dos bloqueadores energéticos de uma casa.

Comentário: Não creio que um entupimento de um cano, por si só, cause problemas energéticos em uma casa. Os transtornos advindos disso, isso sim, pode casar problemas energéticos nas consciências que habitam a casa.

Concluindo, algumas dicas procedem, outras não. Existem alguns livros que tratam da questão das energias nas habitações. Na cultura chinesa existe uma disciplina dedicada a isso, o Feng Shui, de onde algumas dessas dicas parecem proceder. Seja como for, tudo sobre esse assunto tem que ser analisado de forma criteriosa para não perdermos tempo, dinheiro e a própria energia com medidas que não produzirão qualquer efeito prático.

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Locus Minoris Resistentiae


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Na medicina, o locus minoris resistentiae é um termo usado para descrever um local do corpo que oferece pouca resistência à infecção, danos ou ferimentos.

Esse termo também pode ser aplicado a situações que podem ocorrer ao longo do processo de interassistencialidade. O termo interassistencialidade vem sendo promovido pela Conscienciologia para descrever a assistência lúcida, parapsíquica, em oposição a assistencialidade comum, praticada pela sociedade intrafísica.

Quando nos envolvemos em alguma tarefa interassistencial, ao entrar no processo de outra consciência, com frequência, estaremos contrariando os interesses de consciências extrafísicas que, por algum motivo, não desejam que a interassistência se concretize. Isso pode ocorrer devido a desafetos entre essas consciências e o assistido ou pode estar relacionado a um contexto maior, de consciências extrafísicas contrárias a qualquer tipo de processo assistencial.

As tarefas de esclarecimento e a assistência parapsíquica, em especial, dado seu potencial de mudança e efetividade, tendem a incomodar mais essas consciências extrafísicas, que, não raro, mobilizarão todos os esforços ao seu alcance para impedir aquilo o que consideram uma intromissão em seus assuntos ou “seus domínios”.

Quem se dispõe a praticar a interassistencialidade será alvo, portanto, da interferência dessas consciências. Em outras palavras, assédio extrafísico. Por outro lado, antes do assédio, virá o amparo extrafísico também.

Quanto mais se pratica a interassistência, maiores são as tentativas e interferência, mas, o amparo aumenta muito e minimizam ou mesmo impedem que ações contrárias surtam efeito. Não podendo impedir o processo de interassistência, tentam atacar a pessoa que a promove. Mas se essa mantém uma postura hígida, equilibrada, mais cosmoética, no seu dia a dia, junto com a proteção dos amparadores, ela como que se fecha ao assédio.

Nesse ponto entra o locus minoris resistentiae. Não podendo impedir diretamente a interassistência, tentam afetar as pessoas próximas ao interassistente que a promove, para prejudicá-lo indiretamente. Atacam parentes, amigos, colegas, quem estiver nas suas proximidades. Escolhem quem estiver mais fraco energeticamente, com menor ou nenhum amparo, quem estiver mais suscetível a se desequilibrar de alguma maneira.

Assim, alguns exemplos de situações que podem ocorrer com pessoas próximas ao interassistente são:

  • Acidentes domésticos;
  • Acidentes automobilísticos;
  • Problemas de saúde advindos do assédio energético que se manifestam como mal estar, dores, enjoos, infecções;
  • Acidentes como cortes e quedas;

Dentre todas as pessoas ligadas ao interassistente, será a mais fraca, no locus minoris resistentiae, onde o assédio vai “estourar”. Pode ser com uma ou mais pessoas.

Quando não conseguem atingir ninguém dessa forma e são mais lúcidos, assediadores engendram situações que causam problemas para o interassistente, tais como desencontros, erros na comunicação interpessoal, distrações que provocam o esquecimento ou desatenção para algo. Enfim, qualquer coisa que possa atrapalhar.

Eventos assim são especialmente comuns nos dias reservados ao trabalho interassistencial propriamente dito. Não me refiro aqui a tenepes, que é praticada diariamente, mas a eventos como cursos, palestras, laboratórios e dinâmicas que envolvem interassistência bioenergética.

Quem é veterano em processos interassistenciais já conhece essa dinâmica de tal forma que fica especialmente atento e essas situações, quando ocorrem, atuando como possível para impedi-las ou pelo menos para minimizá-las. Autorganização, trabalho energético intenso (por meio da instalação de muitos EVs por exemplo) eliminar as possíveis arestas por onde o assédio pode atuar são ações comuns nesses casos.

Quem ainda está começando, deve ter ciência de que essas coisas acontecem e não deve esmorecer, como o assédio deseja. Pessoalmente, sigo o princípio: quanto mais assédio aparece no curso de uma atividade interassistencial, mais importante ela deve ser (está incomodando mais) e, portanto, mais energia, determinação e preparo devo investir em sua realização. Não digo, com isso, que devamos ser imprudentes. Sintonia com os amparadores é importante para sabermos onde e como podemos atuar.

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Implicações Energéticas da Tatuagem


 

Tatuagem de costa inteira. Crédito: Wikimedia Commons.

Tatuagem de costa inteira. Crédito: Wikimedia Commons.

A duas semanas estive em Foz do Iguaçu onde, durante uma Minitertúlia de Waldo Vieira, foi abordado o tema Tatuagem. Interessei-me pelo assunto e resolvi escrever algo a respeito. Também fiz uma pequena pesquisa para entender melhor os diversos aspectos sobre esse tema.

O termo tatuagem  vem do francês tatouage e, por sua vez, do inglês tattoo, tendo por origem mais remota em línguas polinésias na palavra tatau é usado para descrever  é uma das formas de modificação do corpo mais conhecidas e cultuadas do mundo. A tatuagem é um desenho permanente feito na região subcutânea mais profunda da pele humana através da introdução de pigmentos por agulhas.

Existem muitas provas de que tatuagens eram usadas desde o antigo Egito (4000 a 2000 a.C.) e também por antigos nativos da Polinésia, Filipinas, Indonésia e Nova Zelândia.

Ötzi a múmia de um homem que viveu em 3300 a.C descoberta nos Alpes italianos em 1991, é coberto com mais 50 tatuagens na forma de grupos de linhas e cruzes. Ao contrário dos métodos modernos, suas tatuagens não foram produzidos com agulhas, mas por meio de incisões finas na pele onde foi introduzido pó de carvão. As tatuagens de Ötzi estão localizadas em pontos onde seu corpo foi submetido a uma tensão considerável durante sua vida e, muito provavelmente, lhe causou muita dor devido ao desgaste. As tatuagens eram, portanto, provavelmente concebidas como medidas terapêuticas e não como símbolos.

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Uma das 50 tatuagens de Otzi

No oriente, a tatuagem era e é usada principalmente com finalidades religiosas e identificação tribal. No  Hinduísmo, fazer uma marca na testa é encorajada, pois se acredita que isso aumente o bem-estar espiritual. Várias mulheres hindus tatuam seus rostos com pontos, especialmente ao redor dos olhos e queixo, para espantar o mal e aumentar a beleza. Tribos locais usam a tatuagem para se diferenciar de certos clãs e grupos étnicos.

No ocidente, o declínio na tatuagem tribal na Europa ocorreu com a expansão do Cristianismo. A Igreja Católica, em 787, considerada como uma pratica demoníaca. Para os Hebreus as tatuagens já eram proibidas bem antes, conforme descrito no Torah. No Islamismo, as tatuagens são proibidas no Sunismo, mas são permitidas no Xiismo que se opõem ao primeiro. Escravos tinham o corpo tatuado com o símbolo do seu proprietário. Prostitutas traziam tatuagens com o emblema de um reino. A tatuagem também serviu para estigmatizar o corpo da mulher adúltera. Em1879 o Governo da Inglaterra adotou-a como uma forma de identificação de criminosos. No fim dos anos 60, e início dos anos 70, diversas publicações relacionaram tatuagens com doenças psiquiátricas e comportamentos criminais. Nos anos 70 e 80, estudos pareceram confirmar a relação entre tatuagens e desordens psicológicas.

Não obstante a longa rejeição histórica, ao longo das últimas duas décadas, houve uma explosão do uso de tatuagens no ocidente.  Uma pesquisa recente feita nos EUA apontou para uma prevalência de tatuagem de 24% entre pessoas de 18 a 50 anos, igualmente distribuída em ambos os sexos.

Porque tanta pessoas se tatuam hoje? Essa questão tem sido pesquisada em vários países, inclusive no Brasil. Dentre as hipóteses levantadas estão à necessidade de pertencer a uma comunidade religiosa, a tentativa de mostrar lealdade a um grupo, a demonstração de individualidade, a tentativa de marcar uma mudança de vida.

O contexto, o ambiente, a época, o nível cultural, as influências, modismos, ideologias, crença e espírito despojado são alguns dos níveis que podem dar vazão ao processo.  Nenhuma teoria psicológica, psicanalítica, religiosa, antropológica ou médica apresenta uma explicação exclusiva e final para a tatuagem. Considera-se um movimento complexo, desde sua origem histórica até o contínuo uso na contemporaneidade.

Os temas são infinitos e variam tanto quanto as personalidades – dos tatuadores e tatuados. Pesquisadores acreditam que fatores profundos, talvez inconscientes, estejam projetados nas imagens escolhidas.

A indústria da tatuagem movimenta hoje US 1,65 bilhão somente nos EUA. A tatuagem, tornou-se mais um produto a ser vendido e consumido em larga escala, pouco importando as consequências a longo prazo para os consumidores. A manutenção da tatuagem requer gastos ao longo do tempo para minimizar os efeitos do envelhecimento. A remoção, por vezes ineficaz, envolve gastos muito maiores.

Existem implicações bioenergéticas ao tatuar-se o corpo?

Todos estamos sujeitos a desequilíbrios emocionais, mentais e espirituais. Aquilo o que ocorre no corpo físico de uma pessoa, reflete em seu campo energético e vice-versa. Nesse sentido, uma tatuagem, dependendo do tipo e local do corpo, vai atuar em graus variados, intensificando e, possivelmente causando esses desequilíbrios.

Por isso toda alteração de padrão celular, mesmo que superficial ou da pele, altera também o campo de energia do ser, pois estão intimamente ligados, o físico e o energético. Olhando por essa ótica, pode-se dizer que uma tatuagem cria um novo padrão de energia para aura da pessoa, fazendo com que a sua vibração vital mude seu fluxo e altere sua frequência, podendo ser desviada, drenada ou até mesmo acumulada naquele ponto tatuado.

Existe a hipótese de que pessoas que tatuam o corpo inteiro ou o enchem de piercings carregam lembranças intensas de experiências pretéritas envolvendo o belicismo.  Há quem já tenha tido retrocognições ao observar tatuagens vistas em seu psicossoma. A tatuagem no corpo evocaria os mesmos padrões de pensamentos e sentimentos que marcaram essas vidas, o que prejudicaria o atual padrão energético da pessoa tatuada ao evocar essas situações de conflito. É aquilo o que chamamos de automimese.

Estigmas. Pela tatuagem a pessoa está dizendo algo de si mesma. Assim, certos tipos de tatuagens, especialmente aquelas que evocam situações doentias e as tatuagens de corpo inteiro podem configurar-se em verdadeiros estigmas para a pessoa que podem, inclusive, acompanha-la para além da atual existência intrafísica. Conforme André Luiz, “As lesões do corpo físico só terão, pois, repercussão no corpo espiritual se houver fixação mental do indivíduo diante do acontecido ou se o ato praticado estiver em desacordo com as leis que regem a vida.”

Autoestigmatização é como a Conscienciologia classifica a tatuagem, definindo-a ainda como um tipo de aberração antifisiológica, uma atitude antianatômica comparável à autoflagelação, uma autoestigmatização. A autestigmatização é o ato da pessoa executar voluntariamente determinada ação, óbvia ou sutil, capaz de estigmatizá-la de imediato, acarretando prejuízos anticosmoéticos.

Tatuagens assim como piercings aparentemente alteram o fluxo de bioenergias que entram e saem de nossos corpos. Esse efeito parece ser conhecido a muito tempo, como nos mostram as tatuagens encontradas em Ötzi. Qual tipo de bioenergia será atraída para o local de nosso corpo onde uma imagem grotesca evocando situações de conflito, morte e sentimentos ruins é tatuada?

Que tipo de sentimentos serão evocados em uma consciência, intrafísica ou extrafísica, quando ela observar essa tatuagem? Que tipo de energia ela enviará para a pessoa? Haverá um acoplamento energético de uma consciência extrafísica com a pessoa tatuada? Esse acoplamento será positivo?

Certamente, não são todas as tatuagens evocam situações como essas. Existem aquelas “meramente” simbólicas, retiradas de algum contexto conhecido ou simplesmente “criadas” pelos tatuadores. Mas os que representam esses símbolos? Serão inofensivos? Já ouvira falar que existem grupos de entidades extrafísicas que marcam as pessoas que vampirizam com tatuagens, assim como marca-se o gado. Comentando o fato ha poucos dias com um amigo, ele contou-me sobre um livro que leu onde o autor vai a uma comunidade extrafísica doentia identificada por um símbolo exibido em sua entrada. Tempos depois ele começa encontrar pessoas que trazem tatuado no corpo o mesmo símbolo daquela comunidade!

Conforme as observações de outra pessoa amiga, paranormal, com quem conversei sobre o assunto, ela percebe um padrão comum em todas as pessoas tatuadas: a carência afetiva e energética. Nesse sentido, a tatuagem tem por objetivo atrair a atenção (e portanto as energias) de outras consciências para ela. Ainda segundo ela,  é pelo local do corpo onde está a tatuagem que as consciências extrafísicas assediadoras se acoplam com a pessoa a fim de vampiriza-la ou influenciar seu comportamento.

Conheci pessoas que fizeram tatuagens para disfarçar a marca de um ferimento ou cirurgia. Nesses casos é preciso que a pessoa se questione. O que provocou a lesão daquela parte do corpo era simplesmente físico ou era algo que vinha de retrovidas, agregada ao psicossoma? Nesse caso, fazer uma tatuagem naquele ponto não poderia reforçar o processo que causou a lesão ou cirurgia ali? Há pessoas que tiveram que fazer paracirurgias em locais do corpo onde, muitos anos antes, uma cirurgia intrafísica fora feita, para terminar de limpar o processo ali existente, consubstanciado em um fulcro de energia densificada e agregada ao psicossoma.

O paranormal Waldo Vieira afirma ter conhecido várias mulheres que apresentavam um quadro de tristeza inexplicável cuja causa acabou se revelando numa tatuagem oculta sob a roupa e local normalmente não visível.

Há assediadoras e assediadores demasiados violentos buscando se satisfazerem nos esportes radicais, e nos sofrimentos físicos que incluem as dores provocadas pela aplicação da tatuagens e piercings. Há tatuadores que limpam o sangue liberado no processo da tatuagem sorvendo-o com a boca.

Durante muitos séculos a tatuagem foi completamente irreversível. Mesmo hoje, com o uso de moderna tecnologia, a remoção pode deixar cicatrizes e variações de cor sobre a pele. É preciso, portanto, muito senso crítico antes de entrar nessa onda da tatuagem.

Referências

Evolução em Dois Mundos, Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira

Homo Sapiens Pacificus, Waldo Vieira.

http://www.pucsp.br/jung/download/Relatorio_pesquisa.pdf

http://news.nationalpost.com/2013/08/16/graphic-the-tattoo-industry/

http://www.iceman.it/en/node/262

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Uma Demonstração do Qi Gong Terapêutico


26122009075 - Cópia

No post anterior reproduzi um texto escrito pelo acupunturista e terapeuta Marcus Evandro. Depois disso, coincidentemente, passei na companhia de um amigo no consultório de Marcus, um espaço que ele chama de Lin-Chi, localizado no centro de Brasília, DF.

Lá chegando, começamos a conversar sobre as atividades de Marcus no local quando  meu amigo comentou com que estava ha algum tempo com dores no braço direito que estendiam-se do cotovelo ao punho. Além da dor ter se tornado praticamente constante, incomodando-lhe até na hora de dormir, certos movimentos como forçar o punho tornavam essa dor insuportável.

Comentei então com meu amigo que tive um problema parecido no ano passado. De repente uma dor assim começou no braço direito e passou a incomodar-mw o tempo todo. Antes de consultar um médico, tomei a providência de mudar o mouse do computador no trabalho para uso com a mão esquerda. Além disso, no mesmo período voltei a fazer caminhadas regularmente (caminho pelo 6 km em um parque próximo de minha residência pelo menos  3 vezes por semana). Com o passar de algumas semanas a dor foi desaparecendo até sumir com completo.

Pode ser que fosse uma inflamação dos tendões que desapareceu. Mas, creio que o exercício físico regular pode ter desobstruído as vias de circulação energética existentes dentro do corpo, além do exercício físico propriamente dito, que podem ter colaborado ou mesmo provocado a melhoria do processo até extingui-lo.

Ouvindo isso, Marcus Evandro, que tem larga experiência em tratamentos bioenergéticos para problemas físicos, ofereceu-se para fazer uma rápida energização em meu amigo.

Sentaram-se, ele e Marcus, um de frente para o outro, cada um em uma cadeira, com uma separação de dois metros. Meu amigo relaxou na cadeira e Marcus ergueu as duas mãos como os dedos indicadores apontando em direção a ele, lembrando, com isso um, movimento do Qi Gong. Ficou assim por dois minutos, findos os quais, pediu a meu amigo que verificasse a dor no braço

Para nossa surpresa, (mas não de Marcus, obviamente) a dor havia desaparecido completamente. Até os movimentos com como forçar o punho, antes impossíveis tal a intensidade da dor, haviam desaparecido. Marcus advertiu, contudo, que aquilo não era definitivo. A dor acabaria voltando. Era preciso atacar as causas do problema.

Curioso, perguntei a Marcus o que ele fizera. Ele explicou então que exteriorizou energia para os meridianos do elemento fogo, coração e intestino delgado no braço direito do meu amigo. Esses dois canais energéticos passam justamente no local onde normalmente ocorre a dor do cotovelo, típica dos tenistas que sofrem de epicondilite.

Essa técnica, prosseguiu Marcus, é um Qi Gong terapêutico, chamada Alinhamento Vital também atua nos pontos água e metal desses dois meridianos (coração e intestino delgado). O ponto água, tem a função de esfriar, limpar ou lavar o canal enquanto o ponto metal tem a função de renovar e oxigenar o Qi do canal.

Quanto ao meu amigo, quando Marcus fez a energização, ele sentiu nitidamente como se seu braço estivesse sendo puxado em direção a Marcus. Repetindo suas palavras, era como se um “raio trator” estivesse atuando sobre seu braço direito. Pelo menos nessa noite ele pode dormir tranquilamente, sem dor alguma.

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Estado Vibracional – De Longe o Melhor Qi Gong


Dra. Hu Yuen Xian demonstrando o Chi Kung  - Crédito: Wikimedia Commons

Dra. Hu Yuen Xian demonstrando o Chi Kung – Crédito: Wikimedia Commons

Reprodução do texto postado no Blog Lin-chi escrito por Marcos Evandro de Brito

Pode-se afirmar que a melhor definição para Qi Gong seja “Cultivo da Energia”.

O termo Chinês Qi Gong (ou Chi kung) apresenta uma abrangência muito vasta, que inclui exercícios energéticos estáticos, processos meditativos conhecidos por meditação taoísta Tao Yin; e práticas dinâmicas, constituídas de movimentos corporais diversos e posturas que imitam movimentos de animais. Essa variedade de exercícios e posturas nos permite fazer analogia de Qi Gong com a palavra ginástica que, aqui no ocidente, possui várias modalidades: ginástica de aquecimento, alongamento, laboral, aeróbica, aquática, rítmica, de condicionamento físico, facial, além de uma gama de variações de movimentos e exercícios, mostrando a diversidade de técnicas que o termo pode revelar.

O Estado Vibracional – EV, também chamado de circulação fechada de energias, é uma técnica energética que, por definição, é também considerado um Qi Gong. Em função dos benefícios que oferece, premissas e promessas teóricas, é considerado – de longe – o melhor e mais completo Qi gong existente. Atua na assepsia energética, ou seja na desassimilação das energias entrópicas, no desbloqueio e expansão das energias promovendo saúde holossomática, no desenvolvimento parapsíquico e como técnica que propicia a projeção consciencial lúcida. Numa condição avançada e especial, pode  permitir, inclusive, a execução do fenômeno da parateleportação humana. Todas essas técnicas bioenergéticas atuam na multidimensionalidade e, por conseguinte, são habilidades que levamos dessa dimensão para as outras, quando de nossa passagem, dessoma ou morte.

O EV seria a evolução técnica de diversos processos milenares tais como: Kriya Yoga (vide Autobiografia de um Yogue -Yogananda), meditações ativas (Kundalini-Osho), e Qi Gong espontâneo, também chamado de Wu Ji Qi Gong, provavelmente desenvolvido à quarenta ou sessenta mil anos atrás por seres humanos pré-tribais . Todos esses exercícios descrevem as sensações e efeitos observados quando o estado vibracional é instalado.

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O Impacto do Estado Vibracional no Corpo Físico


Transformation ins Licht

Quais são os impactos do EV – Estado Vibracional – no soma, o corpo físico ? 

A primeira vista essa é uma questão um pouco difícil de ser respondida pois sabemos que o EV é produzido em função da movimentação das energias do Energossoma e do Psicossoma, onde também são sentidos a maioria dos seus efeitos. Apartar o corpo físico desses outros veículos para avaliar quais são os efeitos específicos do EV especificamente nesse veículo, portanto, não é tão simples. Ainda assim fiz o possível no texto que segue.

Digestão. A instalação do EV parece acelerar o processo digestivo. Em certas ocasiões, após as refeições por exemplo, esse efeito do EV pode ser aproveitado quando for necessário realizar algum tipo de atividade intelectual ou assistencial.

Forames do crânio. Acredita-se que a prática do EV ao longo anos a fio possa afetar de forma perceptível os forames (aberturas) na base do crânio por onde passam as terminações nervosas.

Sistema nervoso vegetativo. O EV aparentemente afeta o sistema nervoso vegetativo produzindo situações que normalmente não são produzidas conscientemente, por meio da vontade. Ao ser instalado, o EV pode produzir uma forte sensação de aquecimento ou esfriamento do corpo físico, fazendo com que os músculos eretores dos pelos sejam ativados, levando a pessoa sentir arrepios por todo o corpo, mesmo com a temperatura ambiente estando muito elevada.

Sistema Imunológico. Muitas, senão todas as doenças, tem como causa uma componente física e outra extrafísica, energética. A instalação constante do EV inibe a formação de doenças no corpo físico de duas formas. Primeiro, indiretamente, pela desassimilação de energias doentias pelo energossoma que, dessa maneira, torna o corpo físico resistente e, diretamente, ao criar um campo energético homeostático que fica impregnado na própria matéria intrafísica que constitui o corpo. Se isso não for o suficiente para imunizar o corpo de todas as doenças, certamente será eficiente para algumas delas, talvez às mais simples como certos tipos de infecções viróticas ou bacterianas. Os mesmos processos também seriam responsáveis pela aceleração da cicatrização de tecidos do corpo.

Atividade cerebral. O cérebro produz ondas cerebrais que podem ser monitoradas pelo EEG (Eletroencefalograma). Experimentos realizados pelo pesquisador Wagner Alegretti parecem indicar que a circulação fechada de energias empregada para produzir o EV afetaria a frequência e sincronização de algumas ondas cerebrais. São necessárias, contudo, pesquisas mais apuradas para aferir até que ponto e de que maneira isso ocorre. O mesmo pode dizer-se das áreas do cérebro, tais como os lobos temporais, que seriam mais ativadas com essa circulação e com a instalação do EV, conforme indicaram experimentos iniciais por meio de imagem por ressonância magnética funcional (fMRI). Os experimentos realizados por esse pesquisador também indicaram que, após a instalação do EV, ocorre uma ativação geral de todas as áreas do cérebro o que, em tese, poderia ajudar a prevenir o Mal de Alzheimer.

DNA. Uma pessoa que desde a juventude pratique regularmente o EV poderia imprimir mudanças em seu ParaDNA e, partir disso, também modificar o DNA de seu corpo físico, transmitindo mutações relativas a aspectos parapsíquicos para sua descendência. Esse é uma especulação instigante que poderá ser investigada no futuro.

Concluindo, como se percebe pela leitura, temos hoje não muito mais do que muitas especulações sobre os efeitos do EV no corpo físico. Algumas pesquisas pioneiras vem sendo realizadas por uns poucos pesquisadores mas essas ainda estão no seu início, existindo muito chão para ser percorrido ao longo das próximas décadas antes que tenhamos mapeado os impactos do EV no soma e, quem sabe assim, tirarmos proveito disso.

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Postura Pessoal Quanto as Energias Conscienciais


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O parapsiquismo é a condição da consciência humana capaz de vivenciar parapercepções além dos sentidos do corpo físico, incluindo aí as parapercepções energéticas da própria pessoa tais como as bioenergias e as projeções conscienciais lúcidas.

Energias Conscienciais – ECs – ou bioenergias são um tipo de energia extrafísica produzida por todos os seres vivos por meio da transformação de energias extrafísicas imanentes, existentes em toda parte. Todo ser vivo absorve, processa e exterioriza energias conscienciais.

O grau de domínio das ECs varia muito de pessoa para pessoa. A imensa maioria da humanidade sequer admite sua existência, embora tenha que lidar, a todo momento, com as consequências dos processos relacionados a elas.

Dentre a pequena minoria de pessoas que admite sua existência, podemos caracterizá-las em dois tipos básicos: amadores e veteranos.

O amador é aquele que já admite a existência das ECs e sabe que é possível mobilizá-las, contudo, ainda não consegue fazê-lo da forma apropriada. O veterano é a pessoa que domina os processos de mobilização e os utiliza com maturidade.

A seguir, procuro caracterizar bem cada um desses dois perfis quanto a 10 aspectos fundamentais relacionados à mobilização das ECs.

1. Objetivos: O que se busca, o alvo, o que se pretende obter

Amador: Não tem objetivos claramente estabelecidos; conhece mas não pratica, quer desenvolver o parapsiquismo sem fazer grande esforço; busca  descobrir uma “fórmula mágica”, o “o pulo do gato” que vai lhe proporcionar as habilidades parapsíquicas que deseja.

Veterano: Deseja dominar e desenvolver seu parapsiquismo estabelecendo metas e desafios a curto, médio e longo prazo para seus desempenhos.

2.Estudo: As leituras, entrevistas e outras formas de aprendizado e pesquisa

Amador: Compra livros sobre o assunto (ECs, bioenergias, etc), mas não os lê ou faz a leitura de forma descuidada; não faz pesquisas sistemáticas; limita-se a superficialidade do assunto.

Veterano: Lê livros e artigos de forma sistemática, registra notas e faz apontamentos; faz pesquisas teóricas e de campo; frequenta cursos sobre o assunto.

3.Prática: A experimentação

Amador: Fica restrito ao campo teórico dos livros e das especulações; não participa de cursos ou treinamentos sobre o assunto; não busca vivências; tem receios quanto a mobilizar as próprias ECs; quando o faz fica limitado à superficialidade dos fenômenos.

Veterano: Busca a experimentação além da teoria; participa regularmente de cursos e treinamentos práticos; busca vivências;, faz autopesquisas e autoexperimentação.

4.Autopesquisa: A autopesquisa feita consigo mesmo

Amador: Pouco ou nada investe em autopesquisa.

Veterano: Prioriza a autopesquisa como principal canal para realizar descobertas e autodescobertas.

5.Sinalética: As percepções das manifestações das ECs

Amador: Desconhe a sinalética parapsíquica pessoal.

Veterano: Mapeou e conhece a sinalética parapsíquica pessoal.

6.Detalhismo: O aprofundamento teórico e prático

Amador: Fica na superficialidade dos estudos, análises, autoanálises e autoexperimentações.

Veterano: Busca detalhar todos os aspectos dos termas estudados, das análises, autoanálises e autoexperimentações.

7.Registro: O registro por escrito das descobertas e autoexperimentações

Amador: Faz registros raramente ou não registra nada sobre suas pesquisas e autoexperimentações.

Veterano: Registra sistematicamente suas pesquisas e autoexperimentações para elaborar sínteses e conclusões posteriores.

8.Interassistencialidade: O emprego das ECs em tarefas de assistência interconsciencial mútua

Amador: Não se preocupa com o aspecto interassistencial de suas ECs, atribuindo-lhe importância secundária.

Veterano: Prioriza a interassistencialidade por meio das ECs.

9.Autodesempenho: As práticas pessoais  envolvendo a mobilização das ECs

Amador: Não pratica a mobilização de ECs ou faz isso de forma eventual, sem disciplina ou compromisso.

Veterano: Mobiliza as ECs de forma disiciplinada, regularmente, em ocasiões pré-definidadas (durante a tenepes, por exemplo), conforme as necessidades interassistenciais e outras mais; monitora o próprio desempenho a fim de aperfeiçoá-lo.

10.Maturidade: O uso responsável do parapsiquismo e das ECs pessoais

Amador: Promove intrusões e vampirizações, ainda que inconscientes; faz pouca ou nenhuma assistência por meio de suas ECs; desconhece suas capacidades de mobilização.

Veterano: Mantem controle de suas ECs a fim de não promover intrusões e vampirizações; faz assistência por meio de suas ECs constantemente; conhece suas capacidades de mobilização.

Conclusão

Você leitor, com qual perfil se identifica? Por acaso você é uma dessas pessoas que ainda crê poder descobrir uma fórmula secreta para desenvolver o parapsiquismo sem esforço? E quanto ao seu interesse quanto ao domínio das ECs, ele está desassociado da atuação interassistencial?

A condição de veterano pode ser alcançada ao longo de uma vida. Uma pessoa que atinja essa condição aos 50 anos chegará a mesma condição na próxima existência intrafísica em menos tempo, como por exemplo, aos 25 anos. Isso prossegue até o ponto em que ela já nasce com pleno domínio das ECs. O atual nível de autoconscientização multidimensional da maioria das pessoas não lhes possibilita entender o alcance e a importância que o domínio das ECs tem para seu processo evolutivo.

Referências

Enciclopedia da Concienciologia

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