Energias Telúricas


Menir instalado por volta do Séc. V a.C. em Evora, Portugal

Menir instalado por volta do Séc. V a.C. em Evora, Portugal Foto: Maio de 2008

Contextualização: A Terra emana uma série de energias próprias. São as chamadas energias telúricas. A emanação dessa energia ocorre a partir do centro da Terra, subindo perpendicularmente à superfície terrestre e incorporando, ao longo desse caminho, propriedades diferentes conforme o tipo de solos, depósitos minerais e veios aquíferos por que passa.

Origem: O termo telúrico vem do latim tellus que significa terra. Este termo tem sido empregado há vários séculos por numerosos investigadores e radiestesistas, para definir as energias relacionadas a terra. Mais recentemente, o termo também passou a ser empregado pela ciência.

Ciência: Para a ciência, as únicas energias telúricas são as que podem ser fisicamente medidas: o calor geotérmico e as correntes elétricas geomagnéticas induzidas por mudanças na parte externa do campo magnético da Terra.

Peculiaridades: Cada terreno ou mesmo cada pedaço dele, pode ter características peculiares, próprias dos elementos que, no subsolo, interferem na emanação dessas energias.

Influência: As energias telúricas afetam todos os seres vivos, plantas, animais e o ser humano de forma positiva ou negativa conforme o teor dessas energias.

Passado: Em diversas partes do mundo, antigas culturas do passado procuravam estudar as características do terreno, diretamente, pela parapercepção das energias, ou indiretamente, observando as plantas e animais que nele viviam para determinar que terrenos iriam ocupar, onde iriam construir.

Exemplos: Do neolítico na Europa, restaram muitos monumentos megalíticos (foto acima), muitos dos quais as vezes eram empregados como sinalizadores das energias telúricas existentes no local em que eram instalados. Rochas especialmente selecionadas com a mesma função estão presentes em muitas outras culturas: Te-pito-te-Kura na Ilha da Pascoa, Pohaku-o-kane no Havai, Puna-um na Nova Zelândia, Kaname-ishi no Japão, Paypicala no Peru, Chintamani no Tibet, dentre outros.

Aborígenes: Segundo o antropólogo Kim McCaul[1], a cultura aborígene é muito influenciada pela terra, pelos solos e pelos acidentes geográficos. Todo e qualquer acidente geográfico relevante é “catalogado” por meio de uma tradição oral milenar que relaciona esses pontos com histórias que ocorreram no passado.

Pés Descalços: Ainda segundo McCaul, o fato de andarem descalços, em íntimo contato com o chão, dá aos aborígenes uma grande sensibilidade quando ao teor das energias telúricas. Isso lhes permite, por exemplo, indicar com precisão locais onde existe água ou algum depósito diferente de minerais, tal como o carvão.

Plantochacras: Localizados nas plantas dos pés, são os principais receptores da energia telúrica emanada pelo solo. As energias telúricas são absorvidas por esses chacras, sobem pelas pernas e são distribuídas pelo sistema energético do holossoma[2].

Esquecimento: Os conhecimentos sobre energias telúricas dos povos antigos eram empíricos, transmitidos de forma oral de geração para geração. A vida urbana e uma série de outros fatores fez com que muitos desses conhecimentos fossem perdidos.

China: Uma exceção ocorreu na China, lar de uma das mais antigas civilizações e que abriga o povo que mais dedicou-se a tentar compreender as energias e aplicá-las a seu favor. Ainda assim, durante a Revolução Cultural, muitas obras sobre o assunto foram sistematicamente destruídas nesse país.

Feng Shui: Empregando princípios da radiestesia, os chineses criaram meios para determinar com precisão os locais onde há incidência de energias positivas e negativas. As primeiras referências ao Feng Shui (literalmente “vento e água”) remontam ao Zang Shu (O Livro dos Enterros) escrito pelo Mestre Guo Pu (276-324 d.C.).

Comparação: Os chineses comparam os benefícios que o tratamento que o Feng Shui pode proporcionar a um espaço com os resultados que a terapia da acupuntura pode oferecer a uma pessoa.

Veias do Dração: No Feng Shui, os fluxos de energia telúrica são denominados “as veias do dragão”. Na Índia, em sentido similar, existe o termo sânscrito nwyvre significa “a força da serpente ondulada da terra”.

Radiestesia: O termo vem do latim radius, que significa radiação e do grego aisthesis que significa sensibilidade, indicando assim a “sensibilidade às radiações”. Sua antiga designação era rabdomancia. A radiestesia é a capacidade de captar radiações e energias emitidas por quaisquer objetos, incluindo a fontes de água e minerais no subsolo.

Instrumentos: Historicamente, inúmeros “dispositivos” foram criados para possibilitar a detecção de energias telúricas e, indiretamente, fontes de água e minerais no subsolo: forquilhas, bússolas, pêndulos, Ba-gua, etc. Na realidade, todos eles podem ser perfeitamente dispensados, substituídos pela percepção das energias do próprio radiestesista.

Linhas de Ley: São supostos alinhamentos de um número de lugares de interesse geográfico e histórico, tais como antigos monumentos e megalíticos, picos montanhosos e fontes de água natural. O termo foi cunhada em 1921 pelo arqueólogo amador Alfred Watkins , em seus livros Early British Trackways e The Old Straight Track. Ocupações humanas do passado teriam sido criadas em terrenos de forma alinhada, na medida que as energias nesses locais seria mais forte ou, de alguma forma, diferente.

Zonas Geopatogênicas: São terrenos onde ocorre a incidência de energias telúricas negativas que afetam a saúde de quem vive ou permanece longos períodos nesses locais.

Patologias: As patologias provocadas pelas energias telúricas seriam causadas por energias telúricas negativas. Para alguns pesquisadores, não haveriam energias telúricas negativas propriamente ditas.  As patologias seriam causadas pelo o acúmulo dessas energias no holossoma.

Notas 

[1] Em palestra proferida no em 27 de abril de 2013 no CEAEC, em Foz do Iguaçu.

[2] Holossoma é o conjunto de todos os veículos de manifestação da consciência: soma, energossoma, psicossoma e mentalsoma.

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Experimento no Laboratório do Estado Vibracional


Laboratório do Estado Vibracional - CEAEC

Laboratório do Estado Vibracional – CEAEC

Aproveitei o feriado da Semana Santa para ir ao CEAEC – Centro de Altos Estudos da Consciência, em Foz do Iguaçu, onde fiz algumas pesquisas e experimentos.

Cheguei ao Ceaec no dia 27. No dia seguinte, às 15 horas, realizei meu primeiro experimento no Laboratório do Estado Vibracional (foto acima).

Esse laboratório foi o primeiro dos 17 existentes no centro. Eles se distribuem pelo campus do CEAEC formando um grande círculo.

O interior dos laboratórios é parecido. Um amplo espaço interno com paredes, teto e chão branco ou azul claro; uma poltrona de acento único reclinável, uma cama, uma mesa e uma estante com livros, publicações e instruções para os experimento. Fora isso existem os controles de iluminação e do ar condicionado.

Não é o espaço físico ou suas facilidades que diferenciam um laboratório de outro, mas o campo energético existente em seu interior e que sofre modificações direcionadas por uma equipe assistencial extrafísica que atua em conformidade com as necessidades e possibilidades das pessoas que realizam experimentos no laboratório.

Os livros e demais publicações tem por objetivo orientar os novatos, caso eles fiquem sem saber o que fazer. É útil para qualquer experimentador ler os relatos realizados por outras pessoas, descritos em detalhes no Boletins da Conscienciologia e na Revista Conscientia para se ter uma ideia do que pode ser feito e o que se esperar do experimento. Essas publicações com esses relatos estão disponíveis em todos os laboratórios.

A dica básica é: deve-se ficar ligado, atento, a absolutamente tudo o que se pensar, sentir ou perceber desde o momento em que se entra no laboratório para aproveitar ao máximo a experiência. Por esse motivo, levei um pequeno bloco de anotações (sugiro evitar dispositivos eletrônicos como celulares, tablets e notebooks) e caneta para ir registrando, etapa por etapa, tudo o que percebia, evitando assim confiar na memória.

Assim que entro em um laboratório, mentalmente, saúdo a equipe extrafísica e declaro minhas intenções, tomando o cuidado de não assumir uma postura de arrogância, ceticismo ou ansiedade que possa prejudicar o experimento.

Esse laboratório pode ser especialmente interessante para quem ainda está nas fases iniciais de domínio do EV, facilitando sua instalação e percepção do mesmo.

Realizei o experimento dividido em 6 etapas, buscando explorar temas específicos do meu interesse em cada uma delas. Em cada etapa instalei 2 ou mais EVs.

Vou descrever algo que ocorreu na 4 etapa de experimentos. Em dado momento, estando de pé no meio do laboratório, usei a vontade para absorver energia telúrica (ou seja, do solo), pelas plantas dos pés e leva-la para o alto da cabeça, passando por dentro do corpo, até chegar ao corono-chacra. Duas coisas chamaram-me a atenção nesse ponto: a facilidade de absorver essas energias e a sensação de que eram energias sutis, algo incomum para mim em se tratando de energias telúricas.

Estando de olhos fechados, momentos depois de iniciar esse procedimento, surgiu na minha tela mental a imagem de uma série de cúpulas brancas, bem próximas umas das outras, dispostas em duas fileiras paralelas. O espaço entre elas era preenchido por um gramado verde. Entendi que eram os laboratórios dos cursos intermissivos, um local existente na dimensão extrafísica onde consciências preparam-se para suas próximas existências terrenas. A impressão que tive é que essa imagem não era do presente, mas, do meu passado. Ou seja, aquilo era um flash retrocognitivo.

Ao concluir a ultima etapa, agradeci mentalmente a equipe extrafísica, e segui para o próximo laboratório. O experimento nesse laboratório não deve exceder 1 hora e 30 minutos.

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Crescimento Expressivo da Acupuntura no Brasil


Aplicação de Eletroacupuntura - Crédito: Sigismund von Dobschütz

Aplicação de Eletroacupuntura – Crédito: Sigismund von Dobschütz – Wikimedia Commons

A acupuntura (do latim acus – agulha e punctura – colocação) é uma especialidade da medicina tradicional chinesa e, de acordo com a nova terminologia da OMS – Organização Mundial da Saúde, um método de tratamento complementar.

O tratamento acupunterápico consiste no diagnóstico baseado na Medicina Tradicional Chinesa e na aplicação de agulhas em pontos definidos do corpo, chamados de “Pontos de Acupuntura” ou “Acupontos” que se distribuem principalmente sobre linhas chamadas “meridianos” e “canais” a fim de obter-se diferentes efeitos terapêuticos. Os pontos da acupuntura, do shiatsu, da mosha e do do-in são chakras secundários, que têm relação direta com o funcionamento dos órgãos

O raciocínio que se desenvolve na verificação e tratamento dos problemas práticos apresentados nos consultórios é baseado no tao (equilíbrio entre yin e yang), o fluxo de chi (a grosso modo traduzido como energia vital) e xué (a grosso modo traduzido como sangue), zang (traduzido como órgão por inexistência de palavra adequada) e fu (literalmente oco, mas geralmente traduzido como víscera).

A prática da acupuntura chegou ao Brasil em 1908 pelas mãos dos imigrantes japoneses, todavia permaneceu em âmbito familiar e local (nas colônias japonesas) até meados da década de 80, quando ainda era foco de preconceito, apontada ao lado de casos de charlatanismo e esoterismo.

À medida que ganhou usuários, a acupuntura passou a ter sua eficácia reconhecida pela opinião pública em geral e por diversos conselhos profissionais da área de saúde, sendo o primeiro deles o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapias Ocupacionais, em 1985, e o mais recente o de Medicina, em 1995.

Em duas décadas, os atendimentos com acupuntura praticamente quintuplicaram na rede pública de saúde do Distrito Federal. Em 1991, foram feitos cerca de 4800 atendimentos. Em 2011 esse número elevou-se para 23.300. Hoje, essa a Secretaria de Saúde conta com 16 especialistas nesse tratamento que é oferecido em  12 unidades do Distrito Federal.

Mas, foi no estado de São Paulo que a quantidade de aplicações de acupuntura em pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) teve o crescimento mais espetacular, atingindo 567% de 2007 a 2011. Em 2011 houve 264,4 mil aplicações da técnica nos serviços públicos do estado, ante 39,6 mil em 2007.

Alguns dos fatores apontados para esse crescimento são o custo das sessões que não é tão elevado em relação, por exemplo, a alguns medicamentos de alto custo para dor crônica e os poucos efeitos colaterais. A acupuntura acaba sendo uma técnica segura, eficaz e de custo relativamente baixo.

A eficácia da  acupuntura tem bastante respaldo na literatura médica para o tratamento da dor, vômito, distúrbios do sono (insônia) e da ansiedade, lombalgias, hérnias de disco, enxaquecas, artrites, dormência de pés e mãos.

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Anti-Tenepes


EV5

Tenepes é um neologismo criado por Waldo Vieira para designar a tarefa energética pessoal, que, segundo o próprio, pode ser definida como “a transmissão de energia consciencial (EC), assistencial, individual, programada com horário diário, da consciência humana, auxiliada por amparador ou amparadores, no estado da vigília física ordinária, diretamente para consciências extrafísicas carentes ou enfermas, intangíveis e invisíveis à visão humana comum, ou consciências projetadas, ou não, próximas ou a distância, também carentes ou enfermas” .

A prática da tenepes normalmente se dá no escuro. O tenepecista se isola em um local sem interferências externas, tal como uma sala e um quarto e, após um trabalho preparatório que envolve, dentre outros procedimentos, a instalação de um estado vibracional profilático, promove a irradiação de intensos fluxos de energias conscienciais. Esses fluxos são direcionados para consciências extrafísicas ou projetadas que são levadas ao local por amparadores ou para consciências intrafísicas localizadas a distância.

A tenepes é praticada de forma discreta e anônima. Geralmente, apenas poucas pessoas, íntimas do tenepecista, tem conhecimento sobre essa sua atividade.

A anti-tenepes, termo que captei na dimensão extrafisica, é uma prática equivocada da tenepes. Conforme preceitua Vieira, o praticante da tenepes deve ser um observador alerta, atuando em sintonia com a equipe extrafísica, responsável pela coordenação do processo assistencial. Assim, a anti-tenepes ocorre quando o tenepecista direciona suas energias com objetivo de supostamente assistir a uma consciência, mas, sem a anuência da equipe de amparadores e, ao mesmo tempo, modulando suas emissões de energia objetivando mudar algum aspecto do comportamento da consciência alvo que ele erroneamente, devido a falta de discernimento, julga ser incorreto, inapropriado, errado.

Quando o tenepecista direciona suas energias, ele não deve lhes dar um padrão definido, mas antes, deve desejar que as transmissões energéticas ajudem a consciência assistida, seja ela intrafísica ou extrafísica, da melhor forma possível. Como Vieira resumia: “Que aconteça o melhor para você, seja lá o que for”. Em outras palavras, para ser bem claro, o tenepecista não pode pensar (e portanto modular suas energias) assim: “Fulano, “isso” que você está fazendo não está certo…. faça “essa outra coisa” agora…”

Ao atuar dessa forma, parcial, no intuito de impor algo, o teor das energias do tenepecista provavelmente causará uma grande perturbação na consciência alvo. Estará então o tenepecista atuando como um assediador dessa consciência.

Exemplificando, a muitos anos, uma colega pela qual eu nutria toda a consideração, foi levada a crer por uma terceira pessoa que eu estava desequilibrado, assediado e desviado dos elevados propósitos da instituição onde ambos atuávamos como colaboradores. Assim pensando, sem discernir, ela resolveu  “colocar-me em sua tenepes” para “dar um jeito” em minha pessoa que, com base nas desinformações que recebera, devia estar completamente desequilibrado e assediado. O resultado disso para mim foi uma noite mal dormida e uma sensação de mal estar geral ao despertar.

Nessa mesma noite, contudo, veio o esclarecimento. Em uma projeção consciente, enquanto deslocava-me pelos espaços extrafísicos da instituição, sentia aquele mal estar e questionava-me qual seria a causa daquilo. Então, amparadores ali presentes direcionaram para mim uma palavra a fim de esclarecer-me: “anti-tenepes…

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Instalação do EV e a Mesologia


Estado Vibracional

A instalação do EV – Estado Vibracional – pode ser fácil e rápida ou difícil e demorada com uma grande variedade de níveis intermediários entre esses dois extremos.

O ambiente intrafísico, por si só, pode facilitar ou dificultar a instalação do EV conforme as condições mesológicas vigentes. Mesologia (o termo tem o mesmo sentido de ecologia) são os fatores ambientais, naturais ou não.

Dessa forma, a temperatura muito alta, o excesso ou a falta de umidade, ruídos muito elevados, como os que ocorrem em certos pontos dos centros urbanos e a falta de ar existente em regiões de grande altitude são fatores que podem afetar as condições fisiológicas e, por conseguinte, prejudicar a instalação do EV. Por outro lado, condições mesológicas favoráveis certamente vão favorecer o EV.

Existe também a influência das energias extrafísicas presentes no local onde o praticante deseja instalar o EV e que muitas vezes não são evidentes, mas, que acabam atuando como fatores mesológicos.

As energias imanentes do local, ou seja, as energias naturais produzidas e mantidas pela geologia, pela vegetação, pelas águas e correntes de ar são fatores a ser considerados. Normalmente, as energias presentes na natureza são neutras ou positivas para as consciências intrafísicas. Contudo, pode acontecer de as mesmas serem adversas a elas. Nesse caso, a instalação do EV será mais difícil.

Somadas as energias imanentes ou mesmo modulando-as, estarão as energias gravitantes existentes em torno de objetos e construções (ou os restos de ambos) e a presença de consciências extrafísicas no local.

As energias gravitantes encontram-se ao redor das pessoas, em seus campos energéticos pessoais (holosfera) e, quando essas pessoas permanecem muito tempo em um local, ficam impregnadas em paredes, tetos, no chão ou em objetos ali existentes, formando um campo ou holopensene do local. Quanto mais tempo o local for ocupado e um determinado padrão de comportamentos, pensamentos, sentimentos e emoções repetirem-se ali, mais intenso, durável e perceptível será esse holopensene formado pelas energias gravitantes. O holopensene de um local pode ser positivo, neutro ou negativo. Por exemplo, um local onde existiu uma escola terá um padrão energético de energias gravitantes bem diferente de outro onde existiu uma prisão.

Assim, quanto mais densas e moldadas com sentimentos e emoções ruins, mais consciências extrafísicas doentias serão atraídas pelo campo de energias gravitantes, contribuindo para piorar o ambiente. Nessas circunstâncias, instalar o EV nesse local será mais difícil.

Independemente do padrão de energias gravitantes do local, a presença de consciências extrafísicas equilibradas, amparadores, facilita a instalação do EV e, a presença de consciências extrafísicas doentias, assediadoras, dificulta sua instalação.

Por fim, a presença de outras pessoas no local, consciências intrafísicas que também interferem na dinâmica energética do ambiente, também afetam o EV, facilitando-o ou dificultando-o conforme o tipo de pensenes (pensamentos, sentimentos e energias) que produzem e se os mesmos são direcionados por elas contra ou a favor do praticante do EV.

Essas observações são válidas para todos. Para o veterano em práticas bioenergéticas, contudo, nenhuma condição do ambiente deverá ser tão adversa que ele não consiga instalar um EV ainda que lhe custe um esforço maior. Na realidade, são justamente nessas circunstâncias que o EV é mais necessário, seja como autodefesa do praticante, seja para higienizar o próprio ambiente ao seu redor, tanto para ele como para outras consciências.

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Possibilidades Terapêuticas do QiGong


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Escrito por: Daniel Luz acupunturista e instrutor de t’ai chi ch’uan.

Publicado por: Lin Chi

A sociedade brasileira tem demonstrado constante crescimento do interesse por serviços “alternativos” ou “holísticos” de atenção à saúde. É um viés que vem desde os anos 70, quando chegou por aqui o movimento de contracultura, que explodiu nos anos 60 na Europa e nos EUA.

Atualmente vivemos uma dupla crise: Na saúde, porquanto as políticas empresariais dos grandes laboratórios internacionais não contemplam, por exemplo, a busca de soluções para doenças tropicais – o que faz de endemias como a malária um mal anacrônico – e, embora não haja crise no modelo de produção de tecnologias, estas são cada vez mais caras e atendem a poucos privilegiados. Além disso, a economia global passa por grave crise, em que diversas populações (Grécia, Portugal) vêem seus direitos à saúde seqüestrados em nome de “políticas de austeridade” que visam defender os interesses do capital financeiro internacional. Com a deterioração das condições de emprego, trabalho e habitação, caem os indicadores de saúde das populações afetadas.

Esses dados somam-se à crise na medicina, com a percepção generalizada de que os medicamentos “consertam um lado e estragam o outro” (iatrogenia), o desgaste da relação médico-paciente e a falência do serviço público de saúde, com médicos assoberbados, mal-pagos e de formação precária, e criam forte demanda social por novas formas de cuidado.

Dentre as terapias mais procuradas estão as que pertencem à racionalidade médica chinesa: acupuntura, shiatsu, fitoterapia chinesa e práticas chinesas para a saúde, com destaque para o t’ai chi ch’uan.

Mais recentemente, começa a ganhar força a prática de “tch’i k’ung” (qigong)., frequentemente assemelhado a uma “yoga chinesa”. Significando literalmente “trabalho do sopro vital”, esse termo cunhado em 1949 abrange um conjunto heterogêneo de práticas de saúde, arte marcial e meditação.

As formas de tch’i k’ung para a saúde são incontáveis, indo desde exercícios para fortalecer o corpo de modo geral até práticas altamente específicas como “tch’i k’ung para a vista cansada”. Na China a arte de tratar os outros com tch’i k’ung se chama “waiqi liaofa”, significando “método de tratamento pela emissão do tch’i”, onde é uma especialização da faculdade de medicina chinesa. Em 1987 Walter Moreira Salles a apresentou ao Brasil no documentário “China, Império do Centro”.

Nessa modalidade, o terapeuta gesticula em direção ao paciente, emitindo o tch’i pelas mãos e estimulando os pontos e canais no corpo do outro. Restaurando o livre fluxo do tch’i, muito rapidamente obtém-se o alívio da dor e a liberação do movimento, entre outros efeitos terapêuticos.

Somando esse conhecimento às estratégias terapêuticas da acupuntura japonesa de Nagano, desenvolvi ao longo de cinco anos de estudo cotidiano e teste na clínica o “Alinhamento Vital”, uma forma de tch’i k’ung terapêutico indicado para pessoas com dores ou sintomas de desconforto e disfunção, crônicos ou agudos, tais como dores localizadas, dores de cabeça, náuseas, desconforto digestivo e azia, fadiga, dificuldade para movimentar partes do corpo (para flexionar as pernas, erguer os braços, torcicolos) etc, especialmente quando tais sintomas se devem ao bloqueio do tch’i.

O Alinhamento Vital é um tratamento muito rápido, não-invasivo, indolor e sem efeitos colaterais, respaldado por mais de dois mil anos de clínica médica. É uma contribuição relevante para a saúde pública, que alia custo operacional ínfimo a alta resolutividade.

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Kirliangrafia e Bioenergias


Fotografia Kirlian

Fotografia Kirlian produzida em 1980 – Fonte: Wikimedia Commons

Noutro dia assistia a uma Tertúlia Conscienciológica quando alguém mencionou a possibilidade de usar-se a máquina kirlian para verificar o estado das bionergerias de uma pessoa. Ninguém se manifestou. Fiquei incomodado com isso e resolvi escrever esse post aproveitando parte de um material que escrevi há 10 anos.

A descoberta do “Efeito Kirlian” deu-se casualmente em 1939 por Semyon Davidovich Kirlian, um eletricista da cidade de Krasnodar, sul da Rússia, quando observou a presença de um minúsculo lampejo de luz entre os eletrodos e sua pele quando submetido, em um instituto de pesquisas nessa cidade, a um tratatamento de massagem por meio de eletroterapia de alta frequência.

Conforme Kirlian descobriria mais tarde, o efeito já havia sido observado anteriormente. Já em 1777, o físico Georg Christoph Lichtenberg descreveu as marcas deixadas pelas faíscas no pó de um placa transparente. A partir de 1851, essas “figuras de Lichtenberg” eram fixadas por daguerreotipia, a primeira forma de fotografia. Em 1890 o engenheiro russo Yakov Narkevich-Todko constatou a ocorrência do fenômeno, mas, como outros, desprezou-o como uma mera curiosidade.

Apesar disso, Kirlian intuíra que devia haver algo mais ali do que um belo efeito luminoso. Assim, movido pela curiosidade, auxiliado por sua esposa, Kirlian passou a fazer experiências no sentido de registrar fotograficamente aquele efeito. Empregando equipamentos que ele mesmo passou a construir, e que acabaram por gerar diversas patentes, passou a obter surpreendentes imagens.

Em essência, a Máquina Kirlian, como passaria a ser conhecida, é um artefato bem simples: Um oscilador produz um sinal de alta-tensão a uma frequência de 75 a 200 KHz que energiza um eletrodo conectado a uma chapa de vidro sobre a qual coloca-se um filme fotográfico. Qualquer objeto que tocar o filme provoca o surgimento de um centelhamento que fica registrado no filme. Para evitar-se que o filme seja velado, deve-se executar o experimento no escuro.

A luminosidade  fotografada pela máquina Kirlian surge a partir da ionização das moléculas de ar por um campo elétrico de alta tensão. Essa ionização provoca uma reordenação espontânea dos elétrons das moléculas do ar com a emissão de radiação eletromagnética que pode ser percebida como luz visível e impressionar uma placa fotográfica. Os efeitos obtidos, em certos casos, são visualmente muito belos: Milhões de luzes faiscantes como joias dispostas em padrões multicoloridos pela superfície e ao redor do objeto fotografado.

Animado com os resultados, o Kirlian submeteu todo o tipo de objetos a máquina, da mão humana a folhas de plantas, moedas e outros objetos. Notou então que alguns objetos como a mão e folhas de plantas novas apresentavam padrões luminosos e bem definidos, assim como folhas secas quase não apresentavam luminosidade e objetos como moedas apresentavam padrões regulares. Dessa forma, Kirlian deduziu que as coisas vivas apresentavam sinais de sua vitalidade na forma de luzes e padrões que não se encontravam noutros objetos, mortos ou inorgânicos.

As pesquisas do casal Kirlian prosseguiram e, em 1962 a revista Unión Soviética No 145, publicou um artigo divulgando publicamente, pela primeira vez, o trabalho dos Kirlian.

Em 1968, os cientistas Inyushin, Grischenko, Vorobev, Shouiski, Federova e Gibadulin publicaram, na Universidade do Casaquistão, um trabalho entitulado “A Essência Biológica do Efeito Kirlian” , Nesse trabalho, os autores postulavam que as pesquisas levavam a crer na existência de um “corpo de plasma biológico”, transcendente ao corpo físico.

Foi somente em 1970, contudo, com a publicação do best seller Psychic Discoveries Behind the Iron Curtain – Experiências Psíquicas Além da Cortina de Ferro – pela jornalistas americanas Sheila Ostranger e Lynn Schroeder, que público em geral tomou conhecimento dos experimentos com a Máquina Kirlian. Esse livro teve grande repercursão junto a comunidade de pesquisadores da parapsicologia, naquela época, reconhecida oficialmente como ciência. De forma bastante entusiástica, as autoras descreveram aquilo o que definiram como a fotografia da aura das pessoas, suscitando enorme curiosidade tanto de pesquisadores quanto do público em geral.

Motivados por essas informações, em junho do mesmo ano, pesquisadores brasileiros do IBPP – Instituto de Pesquisas Psicobiofísicas – foram os primeiros a reproduzirem o efeito Kirlian fora da União Soviética. Embora o IBPP ainda estivesse na fase inicial de suas pesquisas, seu feito acabou sendo casualmente divulgado, o que provocou, na época, grande repercursão internacional. Em diversos países pesquisadores e pessoas comuns passaram a produzir suas próprias máquinas e experiências.

Ao longo da década de 70, com a crescente divulgação do assunto, passou a ser possível para qualquer pessoa, nos Estados Unidos da América, adquirir sua máquina Kirlian “industrializada”. O mesmo ocorreria em nosso país a partir da década de 80. No Brasil, após encerrar suas pesquisas em torno desse tema, o IBPP divulgou o projeto de sua Máquina Kirlian que foi reproduzido por inúmeros pesquisadores e curiosos. Eu mesmo, modifiquei o projeto e elaborei minha própria versão do equipamento pois, naquela ocasião, eu era técnico em eletrônica por profissão.

Dentre outras possibilidades, os defensores da Kirliangrafia afirmavam o seguinte a seu respeito dessa técnica fotográfica:

(a) Que as “auras” fotografadas variam previsivelmente com os estados fisiológicos e psicológicos;

(b) Que possibilitam saber se duas pessoas são “compatíveis” ou não;

(c) Que a “aura” de um objeto vivo permanece intacta mesmo que lhe falte seja retirado um pedaço (efeito fantasma) e

(d) Que tem importância transcendental com ferramenta de diagnóstico médico.

Infelizmente, todas essas afirmações e outras parecidas, foram desmentidas por pesquisadores de todo mundo, começando pelos do IBPP. Anos mais tarde, em 1986 entrevistei um dos pesquisadores dessa instituição, Hernani Guimarães Andrade e coletei detalhes sobre os resultados de suas pesquisas.

As pesquisas realizadas com todo o rigor científico demonstraram que inúmeros fatores ambientais como a temperatura e umidade do ar, fisiológicos (umidade nas mãos, intensidade da pressão do dedo/mão sobre a chapa fotográfica, o fato da pessoa estar descalça ou não) e físicos (tempos de exposição, tempo de revelação, frequência e intensidade do campo elétrico, dentre outros) foram os responsáveis pela maior parte das variações dos halos luminosos fotografados. Telma Moss, em seu livro O Corpo Elétrico, relata com detalhes sua luta contra essas dificuldades em obter resultados confiáveis com a Kirliangrafia.

A conclusão que todos os pesquisadores sérios chegaram é que não havia a necessidade de invocar-se fenômenos parapsíquicos para explicar os resultados e não havia evidência de que as condições psíquicas afetassem os modelos de halo.

Apenas como curiosidade, o famoso “efeito fantasma” onde a folha de uma planta nova exibia a “contraparte extrafísica” no local onde um pedaço fora cortado, nunca pode ser reproduzido quando todas as condições eram controladas. Era possível sim, criar falsos fantasmas ao fotografar-se a folha inteira e, depois, retirar um pedaço e depositá-la exatamente na mesma posição em que estava antes. Nessas circunstâncias, a umidade, óleos, bactérias e outros contaminantes residuais da folha inteira ainda existentes na base de vidro sensibilizam o filme fotográfico fazendo surgir um falso fantasma.

Assim, transcorridas seis décadas desde a sua divulgação pública, não se encontrou sequer uma aplicação demonstrável de diagnóstico médico válido baseado na Kirliangrafia, muito menos outras aplicações como avaliação emocional ou “efeito fantasma”. Por esse motivo, não mais se encontram hoje referências a Kirliangrafia, mesmo em publicações espiritualistas.

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