50 EVs!


 

Estado Vibracional

Dias atrás precisei fazer uma longa viagem de avião. O motivo não poderia ser melhor: férias.

Tive que pegar um voo de Brasília para Lisboa e, em seguida, outro voo de Lisboa para Copenhage. Quem já fez viagens tão ou mais longas do que essa sabe como são chatas. Chegar bem antes do aeroporto, esperar horas pelo embarque, se este não atrasar. Depois vem o voo propriamente dito e o desembarque com retirada de malas, etc, etc. É preciso ter paciência.

Existem várias estratégias para combater o tédio da viagem: leitura, computador, Internet, comer e beber seguidamente. Cada um tem a sua.

Há tempos, inseri a instalação do EV no meu kit de viagens. Desta vez não seria diferente, até porque estava especialmente motivado.

Em primeiro lugar face uma projeção semiconsciente ocorrida dias antes, descrita em um post de meu outro blog, Fronteira da Consciência. Em segundo lugar, porque em minha última viagem de férias, no ano passado, tive que encarar em um voo lotado de São Paulo para Frankfurt, no qual o ar condicionado mal ajustado tornou a instalação de EVs especialmente difícil. Desta vez eu estava preparado: “as condições adversas podem vir quentes que estou fervendo…”

Felizmente, o voo foi agradavelmente rápido e tranquilo, sem qualquer tipo de incidente. O ar condicionado estava, ao contrário do ano passado, ajustado para uma temperatura baixa o suficiente para a maioria dos passageiros, inclusive eu, recorrerem ao uso do cobertor.

Ao entrar no avião, já havia instalado 14 EVs desde a hora em que acordara, às 6:30 da manhã. Para ser sincero, deveria dizer que “só instalara 14 EVs”, pois tive oportunidade de fazer bem mais do que isto. Quando o ar foi ligado e o voo teve início, entusiasmei-me: seria possível quebrar meu record anterior de EVs instalados em um único dia, cerca de 34?

Os melhores efeitos do EV podem ser obtidos por meio de duas abordagens: quantidade ou qualidade. O primeiro método é o mais fácil, mas exige atenção e força de vontade para instalar muitos EVs seguidamente.

Após instalar 10 EVs durante o voo, fiquei entusiasmado. Seja devido a baixa temperatura, seja devido a fluidez do energossoma que foi melhorando a medida que instalava EV após EV, não me recordo de ocasião onde foi tão fácil instalar tantos EVs. Assim, prossegui com o experimento até atingir a marca de 50 EVs instalados, com uma média de 1 a cada 10 minutos, superando minha melhor marca anterior, de “apenas” 34 EVs.

Como resultado deste agradável esforço, ideias compeçaram e fluir a minha mente. A hipnagogia se fez presente.

Ainda faltavam 3 horas de voo quando me senti sonolento e resolvi parar com os EVs e dormir um pouco para “fazer frente” a etapa seguinte, de Lisboa para Copenhage. Não fosse isto, certamente teria instalado mais e mais EVs.

Parece que, a partir de certo ponto, após determinado número de instalações, elas ficam cada vez mais fáceis.

Quem sabe, ultrapasso esta marca na viagem de volta? Veremos.

 

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Sobre a Desperticidade


On the crossroads

Conforme a Conscienciologia vai se tornando mais conhecida, cada vez mais pessoas se interessam por alguns de seus temas.

A desperticidade é um deles. Desperto ou Desassediado Permanente Total é um neologismo criado por Waldo Vieira, o propositor da Conscienciologia, para descrever a pessoa que não sofre mais com assédios.

Reparem que destaquei o que de fato se passa com o desperto. A pessoa nesta condição ainda tem contato com assediadores, interage com eles a medida que realiza suas tarefas interassistenciais. Contudo, diferentemente do resto da humanidade, ele não sofre com isso pois os assediadores não conseguem afligi-lo, seja energeticamente, seja por meio do pensamento, irradiando pensenes* a distância, por exemplo.

Legal, não? Como então para tornar-se um desperto?

A grande coisa nessa proposta da desperticidade é que qualquer pessoa, com uma boa dose de dedicação e disciplina…. não….. não fui claro o suficiente….deixe eu repetir …. COM UMA CONSIDERÁVEL DOSE DE DEDICAÇÃO E DISCIPLINA, pode tornar-se um desperto ainda nesta vida.

O que é preciso para isso?  Bem as obras conscienciológicas estão cheias de recomendações, procedimentos, etc, etc, etc. Mas, o que interessa mesmo, os dois fatores básicos, fundamentais, indispensáveiis, balizadores da desperticidade são:

1 – Dominar seus processos bioenergéticos

O primeiro passo para isso é dominar o EV – Estado Vibracional. Dominar o EV é poder instalá-lo em qualquer lugar, em qualquer momento, em quaisquer circunstâncias. Sugere-se que uma pessoa pode dominar o EV em uns 3 anos. É difícil mais é possível. Depois tem umas 60 manobras energéticas que a pessoa vai ter que dominar também. Mas, com o EV “na mão”, isso não será realmente um desafio.

2 – Ortopensenidade em tempo integral

Ortopensenidade é pensar corretamente o tempo todo, independente do lugar, em todos os momentos, em todas as circunstâncias. Não pode desejar coisas ruins, de espécie alguma para ninguém, não se pode julgar ninguém, seja o político corrupto desmascarado na TV, seja o assaltante que roubou o celular com o qual você acabou de presentear sua filha, ou o camarada que lhe deu uma fechada no transito que quase provoca um acidente.

Então, o caminho para a deperticidade é paradoxal.  Muito simples, conforme descrito acima, mas, muito difícil de percorrer até o fim. Não é à toa que existem tão poucos despertos. Waldo Vieira afirma que conheceu uns pouquíssimos ao longo de seus 81 anos de vida.

A grande coisa nisto é o seguinte: mesmo que você não consiga ao longo de sua vida chegar a ser 100% desperto, digamos que você chegue a 80%, sabe o que isso significa? Sabe quais serão as implicações de ser 80% desperto quando você passar pela dessoma **? Sabe quais serão as implicações em sua próxima vida? Se você chegar a 80% de desperticidade aos 70 anos, em sua próxima vida será desperto aos 25!

Mas, a coisa não se limita a não ser assediado…. Pare para pensar na cabeça desse homem ou mulher que é desperto. O que se passa ali? Com quais correntes de pensamento ele sintoniza? Quais serão os amparadores de um desperto? Outros despertos, no mínimo e dai para cima. O que essa pessoa faz no físico e no extrafísico? Da para imaginar? Dá. É por isso que muita gente tem se interessado por isso.

Alguns entusiastas têm afirmado que é possível chegar a desperticidade em 3 anos. Com dedicação em tempo integral, quem sabe, talvez seja possível para uma pessoa que já esteja com “meio caminho andado” e com todas as condições da vida otimizadas para isto.

Concluindo, ainda sobre os vários níveis de desperticidade, uma pessoa com 100% de desperticidade que more em uma casa no campo, ou em uma pequena cidade, que não trabalhe mais, que saia pouco de casa e muito menos de sua cidade, que pouco ou nunca faça viagens, não conseguirá manter esse nível se tiver que morar, trabalhar e se deslocar com frequência em um grande centro urbano onde existem muito mais pessoas, muito mais energias conscienciais, muito mais assediadores extrafísicos, muito mais pressão holopensência***.

* Pensene é o conjunto pensamento+sentimento+energia.

** Dessoma é a desativação do soma, a morte do corpo físico.

*** Pressão Holopênsenica são o conjunto e pensamentos, sentimento e energias que  envolvem a consciência impelindo-a a pensar e agir conforme um padrão.

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Blindagem Energética


man working with virtual screen

O presente post é uma transcrição da publicação “Forma pensamento de proteção astral para seu quarto” publicado por André Gonzatti em seu Blog em 13 de dezembro de 2010 e pode ser acessado nesse link.

Tomei apenas a liberdade de editar o texto separando, numerando e inserindo destaques em alguns trechos de forma a tornar a leitura mais fácil.

Os procedimentos descritos podem ser considerados avançados sob o ponto de vista da mobilização de recursos bioenergéticos e, provavelmente, mais informações sobre esses procedimentos poderão ser encontrados em textos exotéricos.

A efetividade dos procedimentos dependerá muito da dedicação e persistência do praticante.

Mesmo que o leitor não aplique os procedimento descritos, a leitura desse post poderá esclarecer sobre alguns aspectos por vezes sequer imaginados quanto aos processos assédio/autodefesa bioenergéticos.

 


 

 

O valor de proteger um ambiente com energia é justamente impedir que aconteçam intrusões indesejadas, seja de entidades mal intencionadas sejam de ondas de pensamento e energias que visam nos prejudicar ou manipular de alguma forma. Assediadores nos procuram para impedir que estudemos adequadamente para provas, escrevamos para guardar informações importantes, façamos boas projeções, durmamos em paz e para que sejamos levados a lugares indesejados… Por isto é bom fechar e proteger o acesso de onde fazemos nossas atividades.

É especialmente importante ter a tranquilidade de um ambiente protegido durante momentos íntimos de um casal, para evitar ataque de entidades vampirizadoras de energia sexual (o que é muito comum). Este é o exemplo mais clássico possível.

Existem assediadores que aparecem justamente em momentos em que sabem que vai ser difícil a pessoa expulsá-los. Alguns são conscientes e planejam, observam antes de entrar no ambiente. Geralmente estes assediadores específicos que vampirizam energias sexuais espreitam diversos casais, e certamente, tem listas dos que ficam sob observação para fazer visitas em horas críticas. É como acontece no plano físico quando são feitas rondas militares ou policiais, só que no caso são seres mal intencionados, com objetivo de assediar.

A Impermeabilização Bilateral é uma barreira energética capaz de impedir tanto a entrada quanto a saída da vibração de energias ou pensamentos do cômodo. Isto evita que o assédio saiba e monitore o que é feito naquele ambiente. Por exemplo: sempre que saem ondas de atividade sexual, os assediadores podem detectar e vir tentar invadir para sugar as energias. O ideal é que a barreira seja impermeável nos dois sentidos.

Depois da blindagem é necessário exteriorizar energias e limpar o ambiente de formas pensamentos e instrumentos astrais que possam servir de ligação para monitoramento ou entrada assediadores no ambiente.

A Técnica de Construção da Blindagem Energética

A seguir estão pontos importantes na construção desta forma pensamento de proteção.

Paredes

Deve-se primeiro exteriorizar energia para cada uma das paredes e também para o teto e o chão do cômodo. Sugue energia da Terra pelos pés e chakra do períneo e também energia de dimensões superiores pela coroa enquanto exteriorizar para ter mais energia disponível e não esgotar sua reserva. É importante lembrar do teto e do chão, pois muitas das intrusões não feitas pelas paredes, mas sim pelo teto, ou quando se mora em prédios, o chão também pode ser visado para se entrar no seu ambiente.

Fonte

Depois que as paredes, o teto e o chão estiverem bem energizados, crie uma forma pensamento no meio do cômodo que seja um centro de comando e a essência de todas estas barreiras energéticas colocadas ao redor do quarto. Esta é a fonte da forma pensamento e sempre que for para reforçar a forma pensamento, deve-se fazer através desta fonte. Isto é uma grande conveniência, pois ao invés de se ficar andando ao redor da sala energizando cada parede todo dia, se pode usar esta fonte no meio, ou perto da lâmpada como eu prefiro fazer (coloque aonde achar mais conveniente, mas acho melhor perto da lâmpada no meio da sala, perto do teto), para controlar toda a blindagem. Pode-se pensar na fonte e energiza-la à distância. Procure perceber o efeito e o controle que exerce sobre a blindagem através desta fonte, como ela funciona. A ideia é centralizar o controle e torna-lo mais conveniente e fácil.

Energizar âmago da forma pensamento com energia divina dando personalidade e autoconsciência para ela

Depois que a fonte da forma pensamento estiver pronta, invoque energias de dimensões superiores, que sejam de natureza divina ou vindas de amparadores disponíveis para energizar a essência da forma pensamento com inteligência própria, para ela ter autonomia. O objetivo é criar uma forma pensamento que seja um tipo de entidade consciente, e que seja capaz de executar certas ações sozinha.

Com o tempo procure perceber a energia dela, e se estiver tudo dando certo, será possível percebê-la como se esta forma pensamento fosse um animal de estimação ou algo parecido, que tem um tipo de personalidade e o objetivo de proteger o ambiente e o sensitivo. Se não perceber nada, continue fazendo as energizações que uma hora, através de prática e o consequente aumento da sua sensibilidade, terá a percepção confirmando a eficácia dos seus esforços e isto é muito gratificante.

Comandar a fonte sempre à distância ou presente

Já que a forma pensamento tem um âmago, ou essência, que pode ser usado como centro de comando, basta pensar nesta essência para entrar em sintonia para programar e energizar a forma pensamento de proteção, mesmo à longa distância, quando se está em outro lugar. O fato de estar tudo centralizado é melhor do que se pensar nas paredes ou no ambiente inteiro, porque se pensa em apenas uma forma menor, que é como se fosse um objeto dotado de inteligência e propósito.

Programações energéticas da forma pensamento

Os itens a seguir devem ser imbuídos na energia que é usada na construção da forma pensamento, isso na hora em que se exterioriza para o âmago que serve de centro de controle para esta construção energética. Exteriorize energia para o âmago imprimindo estes comandos e padrões mentais nele, programando nele os pensamentos que vão comandar a atividade da forma pensamento. Da mesma forma que se ensina algo a outro ser ou se escreve comandos num programa de computador, só que é com pensamentos na energia colocada ali, no centro da forma pensamento que protegerá o quarto.

1. Sentir o ambiente absolutamente isolado do exterior, impermeável por dentro e por fora. Sentir isto é importante pois faz com que se manifeste na energia da proteção;

2.Fazer com que qualquer atenção de assediadores seja repelida, para que eles não consigam observar ou manter foco sobre a proteção ou o ambiente protegido;

3.Qualquer assediador que tentar passar a barreira, é induzido a esquecer do ambiente, da barreira e de qualquer alvo dentro da proteção e induzido a ir para longe fazer algo útil e positivo;

4.Apenas amparadores ou amigos guias ou pessoais projetados podem entrar no ambiente. Todos os outros são bloqueados de todas as maneiras possíveis contra acesso ao interior e habitantes do quarto protegido;

5.Impedir qualquer visão do interior do ambiente por parte de assediadores. A proteção e o ambiente devem ser invisíveis, para não poderem ser alvos;

6.Indestrutível, impenetrável e apenas pode ser programada pelo sensitivo que criou ela ou pelos seus amparadores/espíritos guias protetores;

7.Duradoura, permanece ativa por mais de 100 ou 1000 anos, o que achar melhor, para que ela dure e não se dissipe;

8.Fazer a forma pensamento sugar energias virgens da Terra, da natureza ou alguma outra fonte apropriada, para que se mantenha forte e funcional, e também traga energias para o interior do ambiente protegido, de modo a alimentar os habitantes sensitivos e ter efeito positivo sobre eles;

9.Expulsar todas energias negativas ou gastas do interior do ambiente, mandando-as para o interior da Terra para serem recicladas ou apenas expulsas e destruídas, para que o ambiente esteja sempre limpo. Não deixar nenhuma energia estagnada no interior, expulsar todas;

10.Quando faz o movimento de limpeza, também criar fluxos de energias que destruam quaisquer formas pensamentos negativas ou prejudiciais no interior do quarto, e também expulse o remanescente do ambiente.

Manutenção

É importante pelo menos nas primeiras semanas, energizar a forma pensamento de proteção todos os dias, sendo que nos primeiros 5 dias o ideal é energizar e fortalecer ela por 2 ou 3 vezes por dia, durante 10 minutos a meia hora, o tempo que for necessário para sentir que ela está atuando adequadamente.

Amparadores e guias virão ajudar nas primeiras vezes e sempre que for necessário, desde que o praticante tenha abertura e predisposição para receber a ajuda deles. Invocar ajuda superior também é boa ideia, pedindo que a proteção seja abençoada e feita forte.

Depois de 1 mês, apenas pensar de 3 em 3 dias e energizar a forma pensamento se concentrando no âmago dela e colocando todas as programações já deve ser o suficiente para mantê-la funcional.

Intuições

Siga seus insights e intuições quanto a outras programações que devem ser colocadas na proteção que você criar. Este esquema é apenas uma sugestão e em termos de manipulação de energias, tudo é possível, cada um tem um jeito pessoal de fazer as coisas que funciona melhor para si.

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Locus Minoris Resistentiae


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Na medicina, o locus minoris resistentiae é um termo usado para descrever um local do corpo que oferece pouca resistência à infecção, danos ou ferimentos.

Esse termo também pode ser aplicado a situações que podem ocorrer ao longo do processo de interassistencialidade. O termo interassistencialidade vem sendo promovido pela Conscienciologia para descrever a assistência lúcida, parapsíquica, em oposição a assistencialidade comum, praticada pela sociedade intrafísica.

Quando nos envolvemos em alguma tarefa interassistencial, ao entrar no processo de outra consciência, com frequência, estaremos contrariando os interesses de consciências extrafísicas que, por algum motivo, não desejam que a interassistência se concretize. Isso pode ocorrer devido a desafetos entre essas consciências e o assistido ou pode estar relacionado a um contexto maior, de consciências extrafísicas contrárias a qualquer tipo de processo assistencial.

As tarefas de esclarecimento e a assistência parapsíquica, em especial, dado seu potencial de mudança e efetividade, tendem a incomodar mais essas consciências extrafísicas, que, não raro, mobilizarão todos os esforços ao seu alcance para impedir aquilo o que consideram uma intromissão em seus assuntos ou “seus domínios”.

Quem se dispõe a praticar a interassistencialidade será alvo, portanto, da interferência dessas consciências. Em outras palavras, assédio extrafísico. Por outro lado, antes do assédio, virá o amparo extrafísico também.

Quanto mais se pratica a interassistência, maiores são as tentativas e interferência, mas, o amparo aumenta muito e minimizam ou mesmo impedem que ações contrárias surtam efeito. Não podendo impedir o processo de interassistência, tentam atacar a pessoa que a promove. Mas se essa mantém uma postura hígida, equilibrada, mais cosmoética, no seu dia a dia, junto com a proteção dos amparadores, ela como que se fecha ao assédio.

Nesse ponto entra o locus minoris resistentiae. Não podendo impedir diretamente a interassistência, tentam afetar as pessoas próximas ao interassistente que a promove, para prejudicá-lo indiretamente. Atacam parentes, amigos, colegas, quem estiver nas suas proximidades. Escolhem quem estiver mais fraco energeticamente, com menor ou nenhum amparo, quem estiver mais suscetível a se desequilibrar de alguma maneira.

Assim, alguns exemplos de situações que podem ocorrer com pessoas próximas ao interassistente são:

  • Acidentes domésticos;
  • Acidentes automobilísticos;
  • Problemas de saúde advindos do assédio energético que se manifestam como mal estar, dores, enjoos, infecções;
  • Acidentes como cortes e quedas;

Dentre todas as pessoas ligadas ao interassistente, será a mais fraca, no locus minoris resistentiae, onde o assédio vai “estourar”. Pode ser com uma ou mais pessoas.

Quando não conseguem atingir ninguém dessa forma e são mais lúcidos, assediadores engendram situações que causam problemas para o interassistente, tais como desencontros, erros na comunicação interpessoal, distrações que provocam o esquecimento ou desatenção para algo. Enfim, qualquer coisa que possa atrapalhar.

Eventos assim são especialmente comuns nos dias reservados ao trabalho interassistencial propriamente dito. Não me refiro aqui a tenepes, que é praticada diariamente, mas a eventos como cursos, palestras, laboratórios e dinâmicas que envolvem interassistência bioenergética.

Quem é veterano em processos interassistenciais já conhece essa dinâmica de tal forma que fica especialmente atento e essas situações, quando ocorrem, atuando como possível para impedi-las ou pelo menos para minimizá-las. Autorganização, trabalho energético intenso (por meio da instalação de muitos EVs por exemplo) eliminar as possíveis arestas por onde o assédio pode atuar são ações comuns nesses casos.

Quem ainda está começando, deve ter ciência de que essas coisas acontecem e não deve esmorecer, como o assédio deseja. Pessoalmente, sigo o princípio: quanto mais assédio aparece no curso de uma atividade interassistencial, mais importante ela deve ser (está incomodando mais) e, portanto, mais energia, determinação e preparo devo investir em sua realização. Não digo, com isso, que devamos ser imprudentes. Sintonia com os amparadores é importante para sabermos onde e como podemos atuar.

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Implicações Energéticas da Tatuagem


 

Tatuagem de costa inteira. Crédito: Wikimedia Commons.

Tatuagem de costa inteira. Crédito: Wikimedia Commons.

A duas semanas estive em Foz do Iguaçu onde, durante uma Minitertúlia de Waldo Vieira, foi abordado o tema Tatuagem. Interessei-me pelo assunto e resolvi escrever algo a respeito. Também fiz uma pequena pesquisa para entender melhor os diversos aspectos sobre esse tema.

O termo tatuagem  vem do francês tatouage e, por sua vez, do inglês tattoo, tendo por origem mais remota em línguas polinésias na palavra tatau é usado para descrever  é uma das formas de modificação do corpo mais conhecidas e cultuadas do mundo. A tatuagem é um desenho permanente feito na região subcutânea mais profunda da pele humana através da introdução de pigmentos por agulhas.

Existem muitas provas de que tatuagens eram usadas desde o antigo Egito (4000 a 2000 a.C.) e também por antigos nativos da Polinésia, Filipinas, Indonésia e Nova Zelândia.

Ötzi a múmia de um homem que viveu em 3300 a.C descoberta nos Alpes italianos em 1991, é coberto com mais 50 tatuagens na forma de grupos de linhas e cruzes. Ao contrário dos métodos modernos, suas tatuagens não foram produzidos com agulhas, mas por meio de incisões finas na pele onde foi introduzido pó de carvão. As tatuagens de Ötzi estão localizadas em pontos onde seu corpo foi submetido a uma tensão considerável durante sua vida e, muito provavelmente, lhe causou muita dor devido ao desgaste. As tatuagens eram, portanto, provavelmente concebidas como medidas terapêuticas e não como símbolos.

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Uma das 50 tatuagens de Otzi

No oriente, a tatuagem era e é usada principalmente com finalidades religiosas e identificação tribal. No  Hinduísmo, fazer uma marca na testa é encorajada, pois se acredita que isso aumente o bem-estar espiritual. Várias mulheres hindus tatuam seus rostos com pontos, especialmente ao redor dos olhos e queixo, para espantar o mal e aumentar a beleza. Tribos locais usam a tatuagem para se diferenciar de certos clãs e grupos étnicos.

No ocidente, o declínio na tatuagem tribal na Europa ocorreu com a expansão do Cristianismo. A Igreja Católica, em 787, considerada como uma pratica demoníaca. Para os Hebreus as tatuagens já eram proibidas bem antes, conforme descrito no Torah. No Islamismo, as tatuagens são proibidas no Sunismo, mas são permitidas no Xiismo que se opõem ao primeiro. Escravos tinham o corpo tatuado com o símbolo do seu proprietário. Prostitutas traziam tatuagens com o emblema de um reino. A tatuagem também serviu para estigmatizar o corpo da mulher adúltera. Em1879 o Governo da Inglaterra adotou-a como uma forma de identificação de criminosos. No fim dos anos 60, e início dos anos 70, diversas publicações relacionaram tatuagens com doenças psiquiátricas e comportamentos criminais. Nos anos 70 e 80, estudos pareceram confirmar a relação entre tatuagens e desordens psicológicas.

Não obstante a longa rejeição histórica, ao longo das últimas duas décadas, houve uma explosão do uso de tatuagens no ocidente.  Uma pesquisa recente feita nos EUA apontou para uma prevalência de tatuagem de 24% entre pessoas de 18 a 50 anos, igualmente distribuída em ambos os sexos.

Porque tanta pessoas se tatuam hoje? Essa questão tem sido pesquisada em vários países, inclusive no Brasil. Dentre as hipóteses levantadas estão à necessidade de pertencer a uma comunidade religiosa, a tentativa de mostrar lealdade a um grupo, a demonstração de individualidade, a tentativa de marcar uma mudança de vida.

O contexto, o ambiente, a época, o nível cultural, as influências, modismos, ideologias, crença e espírito despojado são alguns dos níveis que podem dar vazão ao processo.  Nenhuma teoria psicológica, psicanalítica, religiosa, antropológica ou médica apresenta uma explicação exclusiva e final para a tatuagem. Considera-se um movimento complexo, desde sua origem histórica até o contínuo uso na contemporaneidade.

Os temas são infinitos e variam tanto quanto as personalidades – dos tatuadores e tatuados. Pesquisadores acreditam que fatores profundos, talvez inconscientes, estejam projetados nas imagens escolhidas.

A indústria da tatuagem movimenta hoje US 1,65 bilhão somente nos EUA. A tatuagem, tornou-se mais um produto a ser vendido e consumido em larga escala, pouco importando as consequências a longo prazo para os consumidores. A manutenção da tatuagem requer gastos ao longo do tempo para minimizar os efeitos do envelhecimento. A remoção, por vezes ineficaz, envolve gastos muito maiores.

Existem implicações bioenergéticas ao tatuar-se o corpo?

Todos estamos sujeitos a desequilíbrios emocionais, mentais e espirituais. Aquilo o que ocorre no corpo físico de uma pessoa, reflete em seu campo energético e vice-versa. Nesse sentido, uma tatuagem, dependendo do tipo e local do corpo, vai atuar em graus variados, intensificando e, possivelmente causando esses desequilíbrios.

Por isso toda alteração de padrão celular, mesmo que superficial ou da pele, altera também o campo de energia do ser, pois estão intimamente ligados, o físico e o energético. Olhando por essa ótica, pode-se dizer que uma tatuagem cria um novo padrão de energia para aura da pessoa, fazendo com que a sua vibração vital mude seu fluxo e altere sua frequência, podendo ser desviada, drenada ou até mesmo acumulada naquele ponto tatuado.

Existe a hipótese de que pessoas que tatuam o corpo inteiro ou o enchem de piercings carregam lembranças intensas de experiências pretéritas envolvendo o belicismo.  Há quem já tenha tido retrocognições ao observar tatuagens vistas em seu psicossoma. A tatuagem no corpo evocaria os mesmos padrões de pensamentos e sentimentos que marcaram essas vidas, o que prejudicaria o atual padrão energético da pessoa tatuada ao evocar essas situações de conflito. É aquilo o que chamamos de automimese.

Estigmas. Pela tatuagem a pessoa está dizendo algo de si mesma. Assim, certos tipos de tatuagens, especialmente aquelas que evocam situações doentias e as tatuagens de corpo inteiro podem configurar-se em verdadeiros estigmas para a pessoa que podem, inclusive, acompanha-la para além da atual existência intrafísica. Conforme André Luiz, “As lesões do corpo físico só terão, pois, repercussão no corpo espiritual se houver fixação mental do indivíduo diante do acontecido ou se o ato praticado estiver em desacordo com as leis que regem a vida.”

Autoestigmatização é como a Conscienciologia classifica a tatuagem, definindo-a ainda como um tipo de aberração antifisiológica, uma atitude antianatômica comparável à autoflagelação, uma autoestigmatização. A autestigmatização é o ato da pessoa executar voluntariamente determinada ação, óbvia ou sutil, capaz de estigmatizá-la de imediato, acarretando prejuízos anticosmoéticos.

Tatuagens assim como piercings aparentemente alteram o fluxo de bioenergias que entram e saem de nossos corpos. Esse efeito parece ser conhecido a muito tempo, como nos mostram as tatuagens encontradas em Ötzi. Qual tipo de bioenergia será atraída para o local de nosso corpo onde uma imagem grotesca evocando situações de conflito, morte e sentimentos ruins é tatuada?

Que tipo de sentimentos serão evocados em uma consciência, intrafísica ou extrafísica, quando ela observar essa tatuagem? Que tipo de energia ela enviará para a pessoa? Haverá um acoplamento energético de uma consciência extrafísica com a pessoa tatuada? Esse acoplamento será positivo?

Certamente, não são todas as tatuagens evocam situações como essas. Existem aquelas “meramente” simbólicas, retiradas de algum contexto conhecido ou simplesmente “criadas” pelos tatuadores. Mas os que representam esses símbolos? Serão inofensivos? Já ouvira falar que existem grupos de entidades extrafísicas que marcam as pessoas que vampirizam com tatuagens, assim como marca-se o gado. Comentando o fato ha poucos dias com um amigo, ele contou-me sobre um livro que leu onde o autor vai a uma comunidade extrafísica doentia identificada por um símbolo exibido em sua entrada. Tempos depois ele começa encontrar pessoas que trazem tatuado no corpo o mesmo símbolo daquela comunidade!

Conforme as observações de outra pessoa amiga, paranormal, com quem conversei sobre o assunto, ela percebe um padrão comum em todas as pessoas tatuadas: a carência afetiva e energética. Nesse sentido, a tatuagem tem por objetivo atrair a atenção (e portanto as energias) de outras consciências para ela. Ainda segundo ela,  é pelo local do corpo onde está a tatuagem que as consciências extrafísicas assediadoras se acoplam com a pessoa a fim de vampiriza-la ou influenciar seu comportamento.

Conheci pessoas que fizeram tatuagens para disfarçar a marca de um ferimento ou cirurgia. Nesses casos é preciso que a pessoa se questione. O que provocou a lesão daquela parte do corpo era simplesmente físico ou era algo que vinha de retrovidas, agregada ao psicossoma? Nesse caso, fazer uma tatuagem naquele ponto não poderia reforçar o processo que causou a lesão ou cirurgia ali? Há pessoas que tiveram que fazer paracirurgias em locais do corpo onde, muitos anos antes, uma cirurgia intrafísica fora feita, para terminar de limpar o processo ali existente, consubstanciado em um fulcro de energia densificada e agregada ao psicossoma.

O paranormal Waldo Vieira afirma ter conhecido várias mulheres que apresentavam um quadro de tristeza inexplicável cuja causa acabou se revelando numa tatuagem oculta sob a roupa e local normalmente não visível.

Há assediadoras e assediadores demasiados violentos buscando se satisfazerem nos esportes radicais, e nos sofrimentos físicos que incluem as dores provocadas pela aplicação da tatuagens e piercings. Há tatuadores que limpam o sangue liberado no processo da tatuagem sorvendo-o com a boca.

Durante muitos séculos a tatuagem foi completamente irreversível. Mesmo hoje, com o uso de moderna tecnologia, a remoção pode deixar cicatrizes e variações de cor sobre a pele. É preciso, portanto, muito senso crítico antes de entrar nessa onda da tatuagem.

Referências

Evolução em Dois Mundos, Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira

Homo Sapiens Pacificus, Waldo Vieira.

http://www.pucsp.br/jung/download/Relatorio_pesquisa.pdf

http://news.nationalpost.com/2013/08/16/graphic-the-tattoo-industry/

http://www.iceman.it/en/node/262

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Saindo ileso de um acidente


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Nesse domingo acordei cedo, peguei o carro e fui para o Setor Hoteleiro Norte onde realizar-se-ia a segunda e última aula do curso “Oficina Autoeficácia Proexológica”, promovido pela Apex Internacional em parceria com o IIPC Brasília.

Como ainda era cedo, dirigi calmamente, sem pressa até chegar ao Eixo Monumental (uma via central de Brasília que tem 6 pistas) de onde acessaria outra via que dá para o Setor Hoteleiro Norte. Aproveitei para vir ouvindo uma tertúlia conscienciologica gravada anteriormente enquanto dirigia.

Já próximo ao hotel, estava na pista mais a direita do Eixo quando, na confluência com a via W3, um automóvel Corsa preto ganhou o Eixo saindo desembestado da W3 Norte. Ao me ver, o motorista parece ter se assustado. Não esperava que meu automóvel estivesse trafegando naquela pista da direita, afinal, era domingo e ainda cedo. Então o motorista jogou seu carro para o recuo que fica ao lado daquela pista para que não colidíssemos. Esse recuo terminava uns 20 metros adiante, de forma que, ou ele parava ali para me deixar passar e depois seguir seu caminho ou eu diminuía mais ainda minha velocidade, que já estava baixa, para deixá-lo sair para a pista.

Foi um momento onde ambos, ele e eu, avaliamos o que deveríamos fazer. Eu poderia ter acelerado para tomar o espaço da pista, deixando-o para trás, mas, por realmente estar sem pressa e ciente desse mal hábito que todos nós brasileiros temos de disputar espaço no trânsito, as vezes de forma desesperada, preferi diminuir a velocidade para deixá-lo sair.

Percebendo meu movimento, o motorista do Corsa não perdeu tempo. Acelerou, tomou a minha frente e, descuidadamente, fui jogando seu automóvel para a primeira pista da esquerda. Não imaginava, mais uma vez, que outro automóvel poderia vir por ali e foi o que aconteceu. Um sedan Renalt prateado passou rapidamente pelo meu lado esquerdo e, pouco a frente, chocou-se com a lateral do Corsa que invadira a pista sem esperar ou dar sinal.

Ambos motoristas assustados, istintivamente. jogaram seus carros para lados opostos. Fora os espelhos laterais de ambos automóveis que voaram para o alto e mais alguns prováveis arranhões e ligeiros amassados nas portas, não houve maiores consequências. Ambos pararam alguns metros depois enquanto eu entrava a direita para pegar a rua do hotel.

Estacionei meu automóvel e, antes de ir para o local do curso, dei uma espiada nos automóveis parados pouco adiante onde os motoristas avaliavam seus prejuízos.

Além de estar dirigindo com atenção e sem pressa, para minha sorte, antes de sair de casa, fizera dois EV – Estado Vibracional. Como já mencionei em um post anterior, a prática do EV antes de dirigir desfaz possíveis acoplamentos energéticos que podem causar vários tipos de acidentes.

Além do mais, é recomendável especial atenção quanto a possíveis acidentes que possam ocorrer quando participamos ou ajudamos a realizar certos tipos de eventos tais como os cursos cujo objetivo é promover o esclarecimento das pessoas. Esse tipo de evento perturba muito as consciências que chamamos de Guias Cegos e Assediadores, pois elas temem perder o poder que tem por sobre pessoas que fazem esses cursos (Mais esclarecimento = Menos suscetibilidade a assédio extrafísico).

Esse não foi o primeiro acidente que evitei por praticar o EV e, receio, não será o último. Todos estamos sujeitos a sofrer os mais diversos tipos de situações de risco que podem resultar em acidentes, de forma que, praticar o EV diariamente, assim como outros procedimentos de autodefesa energética é uma forma de evitá-los.

Para Saber Mais:

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Fronteira da Consciência.com

Metaconsciência.com

Livro Estado Vibracional

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

Pressão e Desopressão Holopensênica


A conexão com nossa paraprocedência para promover a desopressão holopensênica

A conexão com nossa paraprocedência para promover a desopressão holopensênica

Pressão holopensênica é a força produzida pelos pensenes (pensamentos + sentimentos + energias) pelo conjunto de consciências intrafísicas e extrafísicas em um determinado local e dimensão que pode ser mais patológica, incômoda, doentia ou mais hígida, saudável, benéfica, com a qual se interage diretamente.

A afinização com o padrão de pensenes da consciência reforça a pressão que pode, dessa maneira, fazer-se sentir de forma mais ou menos intensa, reforçando certos comportamentos.

O planeta Terra, onde vivemos, ainda é povoado por uma humanidade que tem por rotina promover disputas de todos os tipos: por alimentos, por água, por direitos, por ideias, por dominação, por privilégios, por sobrevivência. A natureza agressiva do planeta ajuda a reforçar esses comportamentos.

Em razão disso a dimensão intrafísica é caracterizada pela predominância desses padrões pensênicos:

– Beligerância: o belicismo, a agressividade, os conflitos físicos e armados;

– Bloqueios: o impedimento a livre expressão das idéias;

– Estigmatizações: o isolamento, ataque e perseguição a todos que não sigam os padrões de comportamento estabelecidos;

– Manipulações: a mídia induzindo as populações a serem dóceis consumidores de futilidades;

– Opressões: a opressão com objetivo de controlar idéias e comportamentos;

– Trafarismo:  incontáveis imaturidades tratadas como valores da sociedade a serem perseguidos;

– Vícios: o culto ao álcool, ao tabaco e um sem número de drogas que causam dependência química;

-Etc.

A predominância da pressão holopensênica patológica explica porque é tão fácil promover ações prejudiciais em nosso planeta e porque é tão difícil fazer o contrário, ou seja, promover ações em benefício da humanidade.

A desopressão holopensênica é o alívio, desafogo, desabafo, soltura e libertação gerado por esse ambiente.

Como promover a desopressão holopensênica?

Em primeiro lugar é preciso saber que a pressão holopensênica é tanto maior quanto mais consciências intra e extrafísicas estiverem em um local. Ou seja, em um grande centro urbano ela será maior do que em um pequeno vilarejo e no campo será menor do que nesse segundo.

Isso explica porque as pessoas, por vezes, sentem-se tão bem ao deixarem suas rotinas nos grandes centros urbanos para passarem algum tempo no campo, no interior, em meio a natureza.

As seguintes ações podem ser consideradas para promover a desopressão holopensênica:

(1) Manter um nível de lucidez mais elevado do que a media da humanidade, estudando e praticando o domínio das bioenergias, as questões relativas a multidimensionalidade e o papel que precisamos exercer para mudar esse mundo para melhor;

(2) Praticando o EV – Estado Vibracional – rotineiramente para romper com acoplamentos energéticos patológicos;

(3) Cultivando a ortopensenidade – os pensenes corretos – não pensar mal de nada nem de ninguém, não cultivando pensamentos, sentimentos e energias patológicos, beligerantes, egoicos, relacionados a disputas de todos os tipos;

(4) Desenvolver as percepções parapsíquicas no sentido de perceber e discriminar os pensenes e atuar para não deixar se envolver pelos padrões patológicos;

(5) Procurar manter uma conexão com a dimensão extrafísica mais evoluída de onde viemos (Veja na figura acima). Uma forma de fazermos isso é por meio a assistência a outras pessoas.

Sempre que procuramos assistir, ajudar outras pessoas, visando seu bem, sem envolver ganhos pessoais, estaremos nos conectando de várias formas com essa nossa paraprocedência (a dimensão que habitávamos antes de renascer). Estaremos abrindo nossas mentes para a atuação dos amparadores extrafísicos que habitam essas dimensões e será para lá que retornaremos quando a existência atual findar.

Quem veio de dimensões extrafísicas doentias e pouco evoluídas – figura acima – não vai ler esse post e, se o fizer, não vai entendê-lo. Essas consciências (a imensa maioria da humanidade) são permanentemente dominadas pela pressão holopensênica. São aquelas pessoas que chamamos de robotizadas.

Quanto a nós, precisamos manter nossa vigilância para não embarcamos nesses padrões. É para enfrentar esse desafio, dentre outros, que estamos, eu e você leitor, vivendo nesse mundo.

Referências:

Resolução de Conflitos Grupais e Conciliabilidade – Jacqueline Nahas – IIPC

Verbete Desopressão Holopensênica – Enciclopédia da Conscienciologia

Para Saber Mais:

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Fronteira da Consciência.com

Metaconsciência.com

Livro Estado Vibracional

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos