Locus Minoris Resistentiae


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Na medicina, o locus minoris resistentiae é um termo usado para descrever um local do corpo que oferece pouca resistência à infecção, danos ou ferimentos.

Esse termo também pode ser aplicado a situações que podem ocorrer ao longo do processo de interassistencialidade. O termo interassistencialidade vem sendo promovido pela Conscienciologia para descrever a assistência lúcida, parapsíquica, em oposição a assistencialidade comum, praticada pela sociedade intrafísica.

Quando nos envolvemos em alguma tarefa interassistencial, ao entrar no processo de outra consciência, com frequência, estaremos contrariando os interesses de consciências extrafísicas que, por algum motivo, não desejam que a interassistência se concretize. Isso pode ocorrer devido a desafetos entre essas consciências e o assistido ou pode estar relacionado a um contexto maior, de consciências extrafísicas contrárias a qualquer tipo de processo assistencial.

As tarefas de esclarecimento e a assistência parapsíquica, em especial, dado seu potencial de mudança e efetividade, tendem a incomodar mais essas consciências extrafísicas, que, não raro, mobilizarão todos os esforços ao seu alcance para impedir aquilo o que consideram uma intromissão em seus assuntos ou “seus domínios”.

Quem se dispõe a praticar a interassistencialidade será alvo, portanto, da interferência dessas consciências. Em outras palavras, assédio extrafísico. Por outro lado, antes do assédio, virá o amparo extrafísico também.

Quanto mais se pratica a interassistência, maiores são as tentativas e interferência, mas, o amparo aumenta muito e minimizam ou mesmo impedem que ações contrárias surtam efeito. Não podendo impedir o processo de interassistência, tentam atacar a pessoa que a promove. Mas se essa mantém uma postura hígida, equilibrada, mais cosmoética, no seu dia a dia, junto com a proteção dos amparadores, ela como que se fecha ao assédio.

Nesse ponto entra o locus minoris resistentiae. Não podendo impedir diretamente a interassistência, tentam afetar as pessoas próximas ao interassistente que a promove, para prejudicá-lo indiretamente. Atacam parentes, amigos, colegas, quem estiver nas suas proximidades. Escolhem quem estiver mais fraco energeticamente, com menor ou nenhum amparo, quem estiver mais suscetível a se desequilibrar de alguma maneira.

Assim, alguns exemplos de situações que podem ocorrer com pessoas próximas ao interassistente são:

  • Acidentes domésticos;
  • Acidentes automobilísticos;
  • Problemas de saúde advindos do assédio energético que se manifestam como mal estar, dores, enjoos, infecções;
  • Acidentes como cortes e quedas;

Dentre todas as pessoas ligadas ao interassistente, será a mais fraca, no locus minoris resistentiae, onde o assédio vai “estourar”. Pode ser com uma ou mais pessoas.

Quando não conseguem atingir ninguém dessa forma e são mais lúcidos, assediadores engendram situações que causam problemas para o interassistente, tais como desencontros, erros na comunicação interpessoal, distrações que provocam o esquecimento ou desatenção para algo. Enfim, qualquer coisa que possa atrapalhar.

Eventos assim são especialmente comuns nos dias reservados ao trabalho interassistencial propriamente dito. Não me refiro aqui a tenepes, que é praticada diariamente, mas a eventos como cursos, palestras, laboratórios e dinâmicas que envolvem interassistência bioenergética.

Quem é veterano em processos interassistenciais já conhece essa dinâmica de tal forma que fica especialmente atento e essas situações, quando ocorrem, atuando como possível para impedi-las ou pelo menos para minimizá-las. Autorganização, trabalho energético intenso (por meio da instalação de muitos EVs por exemplo) eliminar as possíveis arestas por onde o assédio pode atuar são ações comuns nesses casos.

Quem ainda está começando, deve ter ciência de que essas coisas acontecem e não deve esmorecer, como o assédio deseja. Pessoalmente, sigo o princípio: quanto mais assédio aparece no curso de uma atividade interassistencial, mais importante ela deve ser (está incomodando mais) e, portanto, mais energia, determinação e preparo devo investir em sua realização. Não digo, com isso, que devamos ser imprudentes. Sintonia com os amparadores é importante para sabermos onde e como podemos atuar.

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Implicações Energéticas da Tatuagem


 

Tatuagem de costa inteira. Crédito: Wikimedia Commons.

Tatuagem de costa inteira. Crédito: Wikimedia Commons.

A duas semanas estive em Foz do Iguaçu onde, durante uma Minitertúlia de Waldo Vieira, foi abordado o tema Tatuagem. Interessei-me pelo assunto e resolvi escrever algo a respeito. Também fiz uma pequena pesquisa para entender melhor os diversos aspectos sobre esse tema.

O termo tatuagem  vem do francês tatouage e, por sua vez, do inglês tattoo, tendo por origem mais remota em línguas polinésias na palavra tatau é usado para descrever  é uma das formas de modificação do corpo mais conhecidas e cultuadas do mundo. A tatuagem é um desenho permanente feito na região subcutânea mais profunda da pele humana através da introdução de pigmentos por agulhas.

Existem muitas provas de que tatuagens eram usadas desde o antigo Egito (4000 a 2000 a.C.) e também por antigos nativos da Polinésia, Filipinas, Indonésia e Nova Zelândia.

Ötzi a múmia de um homem que viveu em 3300 a.C descoberta nos Alpes italianos em 1991, é coberto com mais 50 tatuagens na forma de grupos de linhas e cruzes. Ao contrário dos métodos modernos, suas tatuagens não foram produzidos com agulhas, mas por meio de incisões finas na pele onde foi introduzido pó de carvão. As tatuagens de Ötzi estão localizadas em pontos onde seu corpo foi submetido a uma tensão considerável durante sua vida e, muito provavelmente, lhe causou muita dor devido ao desgaste. As tatuagens eram, portanto, provavelmente concebidas como medidas terapêuticas e não como símbolos.

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Uma das 50 tatuagens de Otzi

No oriente, a tatuagem era e é usada principalmente com finalidades religiosas e identificação tribal. No  Hinduísmo, fazer uma marca na testa é encorajada, pois se acredita que isso aumente o bem-estar espiritual. Várias mulheres hindus tatuam seus rostos com pontos, especialmente ao redor dos olhos e queixo, para espantar o mal e aumentar a beleza. Tribos locais usam a tatuagem para se diferenciar de certos clãs e grupos étnicos.

No ocidente, o declínio na tatuagem tribal na Europa ocorreu com a expansão do Cristianismo. A Igreja Católica, em 787, considerada como uma pratica demoníaca. Para os Hebreus as tatuagens já eram proibidas bem antes, conforme descrito no Torah. No Islamismo, as tatuagens são proibidas no Sunismo, mas são permitidas no Xiismo que se opõem ao primeiro. Escravos tinham o corpo tatuado com o símbolo do seu proprietário. Prostitutas traziam tatuagens com o emblema de um reino. A tatuagem também serviu para estigmatizar o corpo da mulher adúltera. Em1879 o Governo da Inglaterra adotou-a como uma forma de identificação de criminosos. No fim dos anos 60, e início dos anos 70, diversas publicações relacionaram tatuagens com doenças psiquiátricas e comportamentos criminais. Nos anos 70 e 80, estudos pareceram confirmar a relação entre tatuagens e desordens psicológicas.

Não obstante a longa rejeição histórica, ao longo das últimas duas décadas, houve uma explosão do uso de tatuagens no ocidente.  Uma pesquisa recente feita nos EUA apontou para uma prevalência de tatuagem de 24% entre pessoas de 18 a 50 anos, igualmente distribuída em ambos os sexos.

Porque tanta pessoas se tatuam hoje? Essa questão tem sido pesquisada em vários países, inclusive no Brasil. Dentre as hipóteses levantadas estão à necessidade de pertencer a uma comunidade religiosa, a tentativa de mostrar lealdade a um grupo, a demonstração de individualidade, a tentativa de marcar uma mudança de vida.

O contexto, o ambiente, a época, o nível cultural, as influências, modismos, ideologias, crença e espírito despojado são alguns dos níveis que podem dar vazão ao processo.  Nenhuma teoria psicológica, psicanalítica, religiosa, antropológica ou médica apresenta uma explicação exclusiva e final para a tatuagem. Considera-se um movimento complexo, desde sua origem histórica até o contínuo uso na contemporaneidade.

Os temas são infinitos e variam tanto quanto as personalidades – dos tatuadores e tatuados. Pesquisadores acreditam que fatores profundos, talvez inconscientes, estejam projetados nas imagens escolhidas.

A indústria da tatuagem movimenta hoje US 1,65 bilhão somente nos EUA. A tatuagem, tornou-se mais um produto a ser vendido e consumido em larga escala, pouco importando as consequências a longo prazo para os consumidores. A manutenção da tatuagem requer gastos ao longo do tempo para minimizar os efeitos do envelhecimento. A remoção, por vezes ineficaz, envolve gastos muito maiores.

Existem implicações bioenergéticas ao tatuar-se o corpo?

Todos estamos sujeitos a desequilíbrios emocionais, mentais e espirituais. Aquilo o que ocorre no corpo físico de uma pessoa, reflete em seu campo energético e vice-versa. Nesse sentido, uma tatuagem, dependendo do tipo e local do corpo, vai atuar em graus variados, intensificando e, possivelmente causando esses desequilíbrios.

Por isso toda alteração de padrão celular, mesmo que superficial ou da pele, altera também o campo de energia do ser, pois estão intimamente ligados, o físico e o energético. Olhando por essa ótica, pode-se dizer que uma tatuagem cria um novo padrão de energia para aura da pessoa, fazendo com que a sua vibração vital mude seu fluxo e altere sua frequência, podendo ser desviada, drenada ou até mesmo acumulada naquele ponto tatuado.

Existe a hipótese de que pessoas que tatuam o corpo inteiro ou o enchem de piercings carregam lembranças intensas de experiências pretéritas envolvendo o belicismo.  Há quem já tenha tido retrocognições ao observar tatuagens vistas em seu psicossoma. A tatuagem no corpo evocaria os mesmos padrões de pensamentos e sentimentos que marcaram essas vidas, o que prejudicaria o atual padrão energético da pessoa tatuada ao evocar essas situações de conflito. É aquilo o que chamamos de automimese.

Estigmas. Pela tatuagem a pessoa está dizendo algo de si mesma. Assim, certos tipos de tatuagens, especialmente aquelas que evocam situações doentias e as tatuagens de corpo inteiro podem configurar-se em verdadeiros estigmas para a pessoa que podem, inclusive, acompanha-la para além da atual existência intrafísica. Conforme André Luiz, “As lesões do corpo físico só terão, pois, repercussão no corpo espiritual se houver fixação mental do indivíduo diante do acontecido ou se o ato praticado estiver em desacordo com as leis que regem a vida.”

Autoestigmatização é como a Conscienciologia classifica a tatuagem, definindo-a ainda como um tipo de aberração antifisiológica, uma atitude antianatômica comparável à autoflagelação, uma autoestigmatização. A autestigmatização é o ato da pessoa executar voluntariamente determinada ação, óbvia ou sutil, capaz de estigmatizá-la de imediato, acarretando prejuízos anticosmoéticos.

Tatuagens assim como piercings aparentemente alteram o fluxo de bioenergias que entram e saem de nossos corpos. Esse efeito parece ser conhecido a muito tempo, como nos mostram as tatuagens encontradas em Ötzi. Qual tipo de bioenergia será atraída para o local de nosso corpo onde uma imagem grotesca evocando situações de conflito, morte e sentimentos ruins é tatuada?

Que tipo de sentimentos serão evocados em uma consciência, intrafísica ou extrafísica, quando ela observar essa tatuagem? Que tipo de energia ela enviará para a pessoa? Haverá um acoplamento energético de uma consciência extrafísica com a pessoa tatuada? Esse acoplamento será positivo?

Certamente, não são todas as tatuagens evocam situações como essas. Existem aquelas “meramente” simbólicas, retiradas de algum contexto conhecido ou simplesmente “criadas” pelos tatuadores. Mas os que representam esses símbolos? Serão inofensivos? Já ouvira falar que existem grupos de entidades extrafísicas que marcam as pessoas que vampirizam com tatuagens, assim como marca-se o gado. Comentando o fato ha poucos dias com um amigo, ele contou-me sobre um livro que leu onde o autor vai a uma comunidade extrafísica doentia identificada por um símbolo exibido em sua entrada. Tempos depois ele começa encontrar pessoas que trazem tatuado no corpo o mesmo símbolo daquela comunidade!

Conforme as observações de outra pessoa amiga, paranormal, com quem conversei sobre o assunto, ela percebe um padrão comum em todas as pessoas tatuadas: a carência afetiva e energética. Nesse sentido, a tatuagem tem por objetivo atrair a atenção (e portanto as energias) de outras consciências para ela. Ainda segundo ela,  é pelo local do corpo onde está a tatuagem que as consciências extrafísicas assediadoras se acoplam com a pessoa a fim de vampiriza-la ou influenciar seu comportamento.

Conheci pessoas que fizeram tatuagens para disfarçar a marca de um ferimento ou cirurgia. Nesses casos é preciso que a pessoa se questione. O que provocou a lesão daquela parte do corpo era simplesmente físico ou era algo que vinha de retrovidas, agregada ao psicossoma? Nesse caso, fazer uma tatuagem naquele ponto não poderia reforçar o processo que causou a lesão ou cirurgia ali? Há pessoas que tiveram que fazer paracirurgias em locais do corpo onde, muitos anos antes, uma cirurgia intrafísica fora feita, para terminar de limpar o processo ali existente, consubstanciado em um fulcro de energia densificada e agregada ao psicossoma.

O paranormal Waldo Vieira afirma ter conhecido várias mulheres que apresentavam um quadro de tristeza inexplicável cuja causa acabou se revelando numa tatuagem oculta sob a roupa e local normalmente não visível.

Há assediadoras e assediadores demasiados violentos buscando se satisfazerem nos esportes radicais, e nos sofrimentos físicos que incluem as dores provocadas pela aplicação da tatuagens e piercings. Há tatuadores que limpam o sangue liberado no processo da tatuagem sorvendo-o com a boca.

Durante muitos séculos a tatuagem foi completamente irreversível. Mesmo hoje, com o uso de moderna tecnologia, a remoção pode deixar cicatrizes e variações de cor sobre a pele. É preciso, portanto, muito senso crítico antes de entrar nessa onda da tatuagem.

Referências

Evolução em Dois Mundos, Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira

Homo Sapiens Pacificus, Waldo Vieira.

http://www.pucsp.br/jung/download/Relatorio_pesquisa.pdf

http://news.nationalpost.com/2013/08/16/graphic-the-tattoo-industry/

http://www.iceman.it/en/node/262

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Saindo ileso de um acidente


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Nesse domingo acordei cedo, peguei o carro e fui para o Setor Hoteleiro Norte onde realizar-se-ia a segunda e última aula do curso “Oficina Autoeficácia Proexológica”, promovido pela Apex Internacional em parceria com o IIPC Brasília.

Como ainda era cedo, dirigi calmamente, sem pressa até chegar ao Eixo Monumental (uma via central de Brasília que tem 6 pistas) de onde acessaria outra via que dá para o Setor Hoteleiro Norte. Aproveitei para vir ouvindo uma tertúlia conscienciologica gravada anteriormente enquanto dirigia.

Já próximo ao hotel, estava na pista mais a direita do Eixo quando, na confluência com a via W3, um automóvel Corsa preto ganhou o Eixo saindo desembestado da W3 Norte. Ao me ver, o motorista parece ter se assustado. Não esperava que meu automóvel estivesse trafegando naquela pista da direita, afinal, era domingo e ainda cedo. Então o motorista jogou seu carro para o recuo que fica ao lado daquela pista para que não colidíssemos. Esse recuo terminava uns 20 metros adiante, de forma que, ou ele parava ali para me deixar passar e depois seguir seu caminho ou eu diminuía mais ainda minha velocidade, que já estava baixa, para deixá-lo sair para a pista.

Foi um momento onde ambos, ele e eu, avaliamos o que deveríamos fazer. Eu poderia ter acelerado para tomar o espaço da pista, deixando-o para trás, mas, por realmente estar sem pressa e ciente desse mal hábito que todos nós brasileiros temos de disputar espaço no trânsito, as vezes de forma desesperada, preferi diminuir a velocidade para deixá-lo sair.

Percebendo meu movimento, o motorista do Corsa não perdeu tempo. Acelerou, tomou a minha frente e, descuidadamente, fui jogando seu automóvel para a primeira pista da esquerda. Não imaginava, mais uma vez, que outro automóvel poderia vir por ali e foi o que aconteceu. Um sedan Renalt prateado passou rapidamente pelo meu lado esquerdo e, pouco a frente, chocou-se com a lateral do Corsa que invadira a pista sem esperar ou dar sinal.

Ambos motoristas assustados, istintivamente. jogaram seus carros para lados opostos. Fora os espelhos laterais de ambos automóveis que voaram para o alto e mais alguns prováveis arranhões e ligeiros amassados nas portas, não houve maiores consequências. Ambos pararam alguns metros depois enquanto eu entrava a direita para pegar a rua do hotel.

Estacionei meu automóvel e, antes de ir para o local do curso, dei uma espiada nos automóveis parados pouco adiante onde os motoristas avaliavam seus prejuízos.

Além de estar dirigindo com atenção e sem pressa, para minha sorte, antes de sair de casa, fizera dois EV – Estado Vibracional. Como já mencionei em um post anterior, a prática do EV antes de dirigir desfaz possíveis acoplamentos energéticos que podem causar vários tipos de acidentes.

Além do mais, é recomendável especial atenção quanto a possíveis acidentes que possam ocorrer quando participamos ou ajudamos a realizar certos tipos de eventos tais como os cursos cujo objetivo é promover o esclarecimento das pessoas. Esse tipo de evento perturba muito as consciências que chamamos de Guias Cegos e Assediadores, pois elas temem perder o poder que tem por sobre pessoas que fazem esses cursos (Mais esclarecimento = Menos suscetibilidade a assédio extrafísico).

Esse não foi o primeiro acidente que evitei por praticar o EV e, receio, não será o último. Todos estamos sujeitos a sofrer os mais diversos tipos de situações de risco que podem resultar em acidentes, de forma que, praticar o EV diariamente, assim como outros procedimentos de autodefesa energética é uma forma de evitá-los.

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Pressão e Desopressão Holopensênica


A conexão com nossa paraprocedência para promover a desopressão holopensênica

A conexão com nossa paraprocedência para promover a desopressão holopensênica

Pressão holopensênica é a força produzida pelos pensenes (pensamentos + sentimentos + energias) pelo conjunto de consciências intrafísicas e extrafísicas em um determinado local e dimensão que pode ser mais patológica, incômoda, doentia ou mais hígida, saudável, benéfica, com a qual se interage diretamente.

A afinização com o padrão de pensenes da consciência reforça a pressão que pode, dessa maneira, fazer-se sentir de forma mais ou menos intensa, reforçando certos comportamentos.

O planeta Terra, onde vivemos, ainda é povoado por uma humanidade que tem por rotina promover disputas de todos os tipos: por alimentos, por água, por direitos, por ideias, por dominação, por privilégios, por sobrevivência. A natureza agressiva do planeta ajuda a reforçar esses comportamentos.

Em razão disso a dimensão intrafísica é caracterizada pela predominância desses padrões pensênicos:

– Beligerância: o belicismo, a agressividade, os conflitos físicos e armados;

– Bloqueios: o impedimento a livre expressão das idéias;

– Estigmatizações: o isolamento, ataque e perseguição a todos que não sigam os padrões de comportamento estabelecidos;

– Manipulações: a mídia induzindo as populações a serem dóceis consumidores de futilidades;

– Opressões: a opressão com objetivo de controlar idéias e comportamentos;

– Trafarismo:  incontáveis imaturidades tratadas como valores da sociedade a serem perseguidos;

– Vícios: o culto ao álcool, ao tabaco e um sem número de drogas que causam dependência química;

-Etc.

A predominância da pressão holopensênica patológica explica porque é tão fácil promover ações prejudiciais em nosso planeta e porque é tão difícil fazer o contrário, ou seja, promover ações em benefício da humanidade.

A desopressão holopensênica é o alívio, desafogo, desabafo, soltura e libertação gerado por esse ambiente.

Como promover a desopressão holopensênica?

Em primeiro lugar é preciso saber que a pressão holopensênica é tanto maior quanto mais consciências intra e extrafísicas estiverem em um local. Ou seja, em um grande centro urbano ela será maior do que em um pequeno vilarejo e no campo será menor do que nesse segundo.

Isso explica porque as pessoas, por vezes, sentem-se tão bem ao deixarem suas rotinas nos grandes centros urbanos para passarem algum tempo no campo, no interior, em meio a natureza.

As seguintes ações podem ser consideradas para promover a desopressão holopensênica:

(1) Manter um nível de lucidez mais elevado do que a media da humanidade, estudando e praticando o domínio das bioenergias, as questões relativas a multidimensionalidade e o papel que precisamos exercer para mudar esse mundo para melhor;

(2) Praticando o EV – Estado Vibracional – rotineiramente para romper com acoplamentos energéticos patológicos;

(3) Cultivando a ortopensenidade – os pensenes corretos – não pensar mal de nada nem de ninguém, não cultivando pensamentos, sentimentos e energias patológicos, beligerantes, egoicos, relacionados a disputas de todos os tipos;

(4) Desenvolver as percepções parapsíquicas no sentido de perceber e discriminar os pensenes e atuar para não deixar se envolver pelos padrões patológicos;

(5) Procurar manter uma conexão com a dimensão extrafísica mais evoluída de onde viemos (Veja na figura acima). Uma forma de fazermos isso é por meio a assistência a outras pessoas.

Sempre que procuramos assistir, ajudar outras pessoas, visando seu bem, sem envolver ganhos pessoais, estaremos nos conectando de várias formas com essa nossa paraprocedência (a dimensão que habitávamos antes de renascer). Estaremos abrindo nossas mentes para a atuação dos amparadores extrafísicos que habitam essas dimensões e será para lá que retornaremos quando a existência atual findar.

Quem veio de dimensões extrafísicas doentias e pouco evoluídas – figura acima – não vai ler esse post e, se o fizer, não vai entendê-lo. Essas consciências (a imensa maioria da humanidade) são permanentemente dominadas pela pressão holopensênica. São aquelas pessoas que chamamos de robotizadas.

Quanto a nós, precisamos manter nossa vigilância para não embarcamos nesses padrões. É para enfrentar esse desafio, dentre outros, que estamos, eu e você leitor, vivendo nesse mundo.

Referências:

Resolução de Conflitos Grupais e Conciliabilidade – Jacqueline Nahas – IIPC

Verbete Desopressão Holopensênica – Enciclopédia da Conscienciologia

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Autodefesa contra Assédio Extrafísico


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Esse post foi motivado pela seguinte questão, publicada em uma lista de discussão na Internet da qual participo.

“Deixando de lado, quaisquer métodos místicos, como fazer para se defender de uma obsessão/assédio espiritual ? Quando se sente que está sendo assediado sem conseguir se libertar da influência espiritual que se torna forte, deve-se deixar rolar até o suposto espirito assediador de alimentar de suas energias vitais, ou deve-se lutar contra esse assédio até a consciência extrafísica sair fora?”

Pois bem. Existem três procedimentos básicos que podem ser empregados quando a pessoa sabe que está sob intenso assédio/obsessão espiritual:

1 – Instalar vários EVs, o tanto de vezes que for necessário, até que o assédio termine. EV ou Estado Vibracional – é uma técnica de mobilização de suas próprias energias conscienciais e é o procedimento mais adequado para esses casos.

2 – Além de instalar os EVs deve-se mudar imediatamente o padrão de pensamentos, sentimentos e energias. Parar com qualquer tipo de pensamento, sentimento ou emoção negativa, destrutiva, culposa (autoculpas), etc, quanto a si próprio e quanto a qualquer outra consciência, intrafísica ou extrafísica, ou grupos de consciências ou ainda a instituições.

3 – Por fim, se necessário, pode-se ainda apelar para amparadores extrafísicos, invocando-os mentalmente para que venham em seu auxílio.

O EV é apropriado para afastar consciências extrafísicas mais “pesadas” que fazem assédio acoplando-se as energias do energossoma do assediado. Existem, contudo, consciências assediadoras que atuam a distância, emitindo pensamento, sentimentos e energias longe do assediado. Para esses casos, o EV pode não ser efetivo e, nesse caso, a mudança do padrão de pensamentos ajudará.

A pessoa que se ver em uma situação de assédio intenso e não conseguir, por si s, superar o assédio extrafísico, não pode ficar “marcando passo”. Deve procurar auxílio imediato junto a pessoas que possam auxiliá-la a superar esse assédio, que terão que possuir expertise em mobilização de energias com finalidade assistencial.

Quanto mais tempo durar um assédio, mais difícil será removê-lo.

Os mesmos procedimentos acima também valem para os assédios promovidos por consciências intrafísicas.

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Consener – Consciência Energívora


Incubus e Sucubus são um tipo de consener

Incubus e Sucubus são um tipo de consener

No post anterior comentei sobre consciências energívoras. Agora vou detalhar mais esse assunto.

Consener: Consciências energívora ou Consener é uma consciência intrafísica ou extrafísica ávida por energias conscienciais. O termo Consener é um neologismo da conscienciologia, muito apropriado ao meu ver, uma vez que o termo tradicionalmente empregado no espiritismo e no exoterismo – vampiro – está envolto em uma aura de misticismo e, mais recentemente, de espetáculo cinematográfico.

Processo Energético: Todas as consciências, intrafísicas e extrafísicas, absorvem, processam e exteriorizam energias o tempo todo. As consciência absorvem energias imanente ou energias conscienciais – ECs – e exteriorizam essa última. É um processo normal.

Psicossoma: A consciência se torna energívora devido à extrema carência que sente de certas energias conscienciais, tendo por base desequilíbrios no psicossoma, também conhecido como o corpo das emoções.

Causas: Dentre as causas primárias que levam uma consciência a tornar-se energívora, podemos citar: apedeutismo, bradipsiquismo, ignorância, insciência, materialismo, obtusidade, primarismo, primitivismo, robotização simploriedade subcerebralidade e vegetalismo. [1]

Classificação: Podemos classificar, grosso modo, as consciências energívoras em três tipos.

Tipo 1: Quando consciências intrafísicas, são os homens e mulheres sedutores que tentam envolver outras pessoas no seu charme ou sex apeal e, num extremo oposto, pessoas que provocam ou até mesmo agridem outras para drenarem suas energias. Quando consciências extrafísicas, podem ser, por exemplo parentes que passaram pela morte do corpo físico e que passam a nutrir-se das ECs densas de seus parentes intrafísicos. Exemplificando, André Luiz, relata no livro Evolução em Dois Mundos, o caso de Odília, um mulher que, após a morte do corpo físico, semiconsciente e desequilibrada, passa a vampirizar as energias de Zulmira, uma jovem com quem seu ex-marido, vendo-se viúvo, casou-se.

Tipo 2: São consciências extrafísicas que cronicificaram sua condição de conseneres de tal forma que seus psicossomas adquiriram deformações na forma de apêndices ou adaptações para facilitar o dreno de energias conscienciais. A atuação dessas consciências é muito mais danosa do que as do tipo 1.

Tipo 3: São as consciências que André Luiz chama de Ovoides. Nessa condição a consciência extrafísica fica tão dependente da absorção de ECs que ela se assemelhas a um parasita de morfologia primitiva provido de órgãos por meio dos quais enraíza-se no psicossoma da consciência intrafísica para drenar-lhe continuamente suas ECs, causando-lhe profundo mal estar.

Assédio: A atuação das consciências energívoras, de qualquer tipo, é um assédio (no espiritismo chama-se obsessão) interconsciencial.

Dimensão: As consciências extrafísicas energívoras são habitantes das dimensões crostais ou baratrosféricas.

Locais: Conseneres podem estar em qualquer parte da dimensão intrafísica, sendo mais comuns em hospitais, festas embaladas a álcool e drogras, locais de desastres com pessoas mortas ou feridas, abatedouros, locais de boemias, zonas de prostituição, etc.

Incidência: Segundo Waldo Vieira, a quantidade de conseneres extrafísicas hoje é significativamente maior do que na década de 1950 pois, devido ao processo de reurbanização planetária, conseneres antes presas na baratrosfera, hoje encontram-se errantes.[2]

Atuação: As conseneres extrafísicas atuam intensificando os monideismos e reações patológicas relacionadas a carências da consciência intrafísica, como por exemplo, pessoas viciadas em fumo, álcool ou drogas que, devido a essa atuação, tem muito mais dificuldade de resistir aos hábitos viciantes.

Sintomas: A atuação das consciências energívoras são percebidas na forma de fraquesa, mal estar, enjoo, desânimo, irritações, ansiedade, desejo intenso de ingerir certos tipos de alimentos, tabaco, álcool ou drogas, dores de cabeça ou em alguma região específica do tronco.

Pulmões: Os pulmões são os órgãos mais frequentemente e mais intensamente drenados por conseneres. Câncer nos pulmões, não raro, estão relacionados ao ataque contínuo de uma conceser que, se removida a tempo, faz com que o câncer desapareça “milagrosamente”.

Arrastão Extrafísico: É uma ação de um grupo de consciências energívoras extrafísicas, mais ou menos lúcidas, com o objetivo de vampirizar as consciências intrafísicas nos ambientes de comemorações ou certos tipos de eventos em que se reúnem pessoas predispostas à condição da vitimização assediadora coletiva, através das energias conscienciais.[3]

Incubus e Sucubus: São consciências energívoras extrafísicas com gosto especial por energia sexual, travestindo-se com formas fisicamente sedutoras para mais facilmente, extrafisicamente aproximarem-se da consciência intrafísica projetada e drenarem suas energias durante um congressus subtilis (sexo extrafísico).

Autodefesa: A autodefesa eficaz contra a atuação de consciências energívoras, sejam intrafísicas ou extrafísicas, é a instalação do EV – Estado Vibracional – rotineiramente e, em especial, quando desconfiar-se da atuação dessas consciências. Na dimensão extrafísica, o projetor pode usar ainda a exteriorização direcionada de energias se confrontado por essas consciências e, em último caso, pode retornar ao corpo físico.

Assistência: A consciência energívora deve ser encarada não como algo maléfico em si, mas, antes de tudo, como um doente ou deficiente que precisa de tratamento para recuperar-se deixar essa condição, algo que, para muitas delas, somente ocorre com o retorno a vida intrafísica (ressoma ou reencarnação).

Notas

[1] Tertúlias – Verbete Interação Regressiva

[2] Tertúlias – Verbete Subconsciência Humana

[3] Glossário da Conscienciologia

Para saber mais

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Livro Estado Vibracional

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Estado Vibracional no Automóvel


Acoplamentos energéticos estão por trás da maioria dos acidentes - Foto Shuets Udono - Wikimedia Commons

Acoplamentos energéticos estão por trás da maioria dos acidentes – Foto Shuets Udono – Wikimedia Commons

O interior de um automóvel é um bom lugar para instalar o-se o Estado Vibracional – EV.

Ambiente Ideal: As características do automóvel convencional, cujo interior é pequeno e fechado são ideais para isolar o praticante das interferências de todos os tipos do meio externoe, dessa forma, facilitar a instalação do EV.

Expansão: A instalação do EV pode ser seguida pela expansão das energias do praticante para todo interior do veículo e até para toda a carroceria do automóvel. Tal procedimento possibilita cortar possíveis acoplamentos energéticos, assim como envolver o automóvel em um campo energético protetor.

Condutor: Quando o praticante for o próprio condutor, ele deve instalar o EV apenas com o automóvel parado. Quando dirigindo no trânsito, normalmente será difícil para o condutor guiar o veículo com segurança e, ao mesmo tempo, fazer a Circulação Fechada de Energias – CFE –  para produzir o EV.  Pessoas normais conseguem fazer apenas uma coisa direito de cada vez. Em outras palavras, instalar o EV dirigindo um veículo pode levar a um acidente por desatenção do motorista.

Exceções: Exceções para o condutor instalar um EV enquanto está conduzindo:

a) Durante um congestionamento quando o trânsito para ou a velocidade é extremamente reduzida.

b) Em situações de perigo iminente, quando o condutor for capaz de instalar o EV rapidamente, sem circular as energias, usando apenas a vontade – aquilo o que chamo de estado vibracional direto.

c) Passageiro: Quando o praticante for um passageiro, ele poderá instalar o EV com o automóvel parado ou quando estiver em movimento.

Discrição: Condutor ou passageiro, o praticante do EV deve executar os procedimentos de forma discreta. Em outras palavras, não deve informar a outras pessoas no interior ou no exterior do veículo o que está fazendo (CFE e EV).

Exceção: Quando as demais pessoas também conhecerem a técnica do EV,  o condutor ou passageiro poderá informar o que está fazendo. Por exemplo, quando vou sair de carro na companhia de minha família, as vezes me concentro alguns instantes para instalar o EV antes de sair com o automóvel. Não preciso explicar aos meus familiares o que estou fazendo. Eles já sabem que estou promovendo um EV.

Repetição: A prática sistemática de realizar o EV no interior do automóvel fará com que seja cada vez mais fácil sua instalação. A intensidade desse EV, com o tempo, pode aumentar.

Anti-Acidente: A prática regular de EV no automóvel é útil para evitar-se acidentes.

Viagens: Durante viagens de automóvel, cada ponto de parada proporciona a chance de instalar-se mais um EV.

Taxi ou coletivo: Ao entrar em um taxi ou coletivo, a instalação do EV trará os mesmos benefícios descritos anteriormente.

Cuidado: A expansão das energias, quando realizada no automóvel, deve ser rápida e acompanhada de pensenes (pensamentos+sentimentos+energias) direcionados para formar um campo de proteção. Estender a duração desse procedimento ou associar outros pensenes a exteriorização pode se inconveniente. Existem consciências extrafísicas energívoras de plantão em toda parte.

Cautela: Pelos mesmos motivos, é recomendável cautela quanto a expansão da energias em coletivos, sejam ônibus, aviões, etc.

Para saber mais

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Fronteira da Consciência.com

Metaconsciência.com

Livro Estado Vibracional

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos

 

 

 

 

 

Procedimentos de Autodefesa Energética


Woman Meditating on Beach in Peace

Autodefesa é o ato de defender a si mesmo. Existem vários tipos de autodefesa: verbal, pessoal, energética.

Sistema energético. Todas as consciências possuem centros energéticos por onde absorvem e exteriorizam energia o tempo todo. São os chacras de diversos tipos que se distribuem pelo corpo físico-energossoma-pisicossoma. Também temos canais internos por onde as energias fluem de uma parte para outra nessa estrutura corporal.

O porquê da autodefesa energética. Tudo o que acontece conosco está relacionado com as energias que nos circunvolvem. Essas energias podem estar ao nosso favor ou contra nós. Podem nos ajudar, fazer-nos bem ou nos atrapalhar, fazer-nos mal. É para esses casos, quando as energias nos são adversas, é que precisamos de autodefesa energética.

Origem das Energias Adversas. Energias adversas podem ter várias origens: Outras pessoas, consciências intrafísicas como nós, consciências extrafísicas e do próprio ambiente em que estamos, podendo ser, nesse caso, energias conscienciais gravitantes (acumuladas com o tempo) ou, mais raramente, energias da natureza (da plantas, do solo).

Irradiação e Captação. Podemos irradiar energias positivas ou negativas sob o ponto de vista do efeito que provocam em outras consciências. Da mesma forma podemos captar energias de um tipo ou de outro. Isso ocorre naturalmente, sem que premeditemos, mas pode ocorrer com conhecimento de causa, ou seja, sabendo exatamente o que estamos fazendo.

Rotina. Não precisamos fazer nada especial para sermos molestados por energias adversas. Temos vários exemplos no próprio dia a dia: Nos problemas enfrentados no trânsito, na forma como falamos com outras pessoas, ao atender pessoas no ambiente de trabalho ou em disputas com colegas nesse local, nos relacionamentos familiares e conjugais.

Assistência. Quando praticamos assistência de qualquer tipo, é muito comum sermos alvos de ataques energéticos originários de consciências intrafísicas e/ou extrafísicas, conforme o caso. Quanto mais a assistência “incomoda” os interesses de outras consciências, maior e mais duradouro é o ataque.

Ausência de Autodefesa Energética. Toda pessoa tem certa resistência a ataques energéticos. Não obstante, geralmente, a ausência de um sistema de autodefesa leva a consciência a sucumbir ao ataque, assimilando a carga negativa e sofrendo, com isso, desde desequilíbrios emocionais até a somatização de doenças ou mesmo configurando-se em acidentes físicos.

Construindo a Autodefesa Energética. Podemos construir a autodefesa empregando os seguintes procedimentos.

Equilíbrio do Padrão de Pensamentos e Emoções: Nossas energias pessoais dependem do que pensamos e sentimos. Logo, a manutenção de um padrão de pensamentos e sentimentos equilibrados, positivos, não pensando mal de ninguém nem de coisa alguma é a medida mais simples e eficaz para promover a autodefesa energética. Esse, infelizmente, não é o padrão da maioria da humanidade. De fato, a maioria das pessoas, embora concordem com isso, acham muito difícil manter essa prática mental no dia a dia. Então, paradoxalmente, essa é o procedimento mais simples mas também o mais difícil de se fazer. Com a manutenção de um padrão de pensamentos e sentimentos equilibrados, não haverá sintonia com as energias extrafísicas adversas. Elas poderão nos atingir, mas seu poder de atuação será minimizado.

Mobilização de Energias: Estando em um ambiente ou situação energeticamente ruim ou diante de um ataque energético podemos mobilizar nossas energias conscienciais para repelir essas energias. Algumas práticas muito antigas envolvem o uso de mantras ou a prática de orações, ambas com resultados variados. Mais recentemente, emprega-se o uso da vontade para mobilizar as próprias energias e instalar um EV – Estado Vibracional e, conforme o caso, a exteriorização de energias.

Autoblindagem Energética: A autoblindagem energética é a instalação temporária de um campo energético ao redor do corpo, pelo uso da vontade e da mobilização de energias que isola a pessoa de acoplamentos e ataques energéticos.

Blindagem Energética do Ambiente: A irradiação de energias conscienciais para um ambiente que pode ser um cômodo da residência (ou toda ela), para o escritório onde se trabalha, ou ainda outros locais. No caso de um ambiente fechado, a irradiação é feita sistematicamente (durante dias ou semanas) para as paredes, chão e teto, de forma a constituírem uma blindagem extrafísica interprenetrada a construção física. Depois é preciso repetir a exteriorização periodicamente para mantê-la.

Evocações: Podemos apelar para a evocação amparadores extrafísicos em situações de ataques ou adversidade energética para que nos auxiliem. Esse é um procedimento muito antigo também, onde as pessoas apelam para a intervenção divina ou para a proteção de entidades adoradas pela sua religião. Contudo, transferir a responsabilidade de nossa autodefesa para outras consciências não é atitude de uma consciência madura. Tal procedimento só deveria ser usado quando esgotássemos as possibilidades de resolvermos a questão sozinhos.

 

Para saber mais

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Fronteira da Consciência.com

Metaconsciência.com

Lin-Chi

EAC – Escola de Autopesquisa da Consciência

Livro Estado Vibracional

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos