Estado Vibracional: Discrição ou Exposição?


A pessoas que promovem ou que tentam promover a instalação do Estado Vibracional ou EV conhecem muito bem a sugestão de praticar sempre que possível, em qualquer hora ou local.

Por exemplo, uma das sugestões mais frequentes é instalar o EV sempre que entrarmos em algum ambiente diferente, seja uma casa, escritório, loja, espaço público, etc. Nesse caso, a instalação do EV seria um forma de se precaver com relação a possíveis padrões energéticos menos equilibrados presentes no local.

Contudo, existem recomendações no sentido de sermos discretos uma vez que, ao fazer o EV em qualquer lugar, podemos estar chamando a atenção de consciências extrafísicas para nossa pessoa desnecessariamente.

Minha sugestão é que cada pessoa deve desenvolver o seu próprio senso de equilíbrio entre discrição e exposição pois cada qual vivencia sua própria realidade consciencial e bioenergética. Algumas pessoas são mais sensíveis ou suscetíveis a certos tipos de interferências, ao passo que outras são assim com relação a outros tipos. Generalizar recomendações, portando, pode não ser bom.

Contarei como eu faço no meu dia a dia.

Em primeiro lugar cabe dizer que não sou suscetível a desequilíbrios a qualquer hora, principalmente a assédios de “derrubam” a pessoa. Então, não tenho necessidade de ficar instalando EV a toda hora, nem de fazer 20 EVs por dia. Esclareço que isso não se deve apenas a uma condição de autodefesa mas ao nível de parapsiquismo que possuo que não é tão intenso. Em outras palavras, nunca fui sujeito a incorporações mediúnicas, por exemplo. Retornando a instalação do EV, se precisar faço. Já fiz 75 EVs em um dia, mas de um modo geral, instalar muitos EVs seguidamente é exceção em minha rotina.

Existem pessoas, contudo, que tem essa necessidade pois sofrem demais com assédios constantes. Nesses casos, a instalação constante do EV é uma necessidade.

Então eu uso alguns critérios simples. Se sinto que as energias estão agressivas, contrárias a mim, seja devido a atuação de consciências intrafísicas ou extrafísicas, promovo a instalação do EV. Contudo, ainda tomo o cuidado de averiguar se tenho como controlar a situação sem simplesmente expulsar a consciência extrafísica doentia. Se for possível assisti-la e encaminha-la, procuro fazer isso. Isso pode significar não expulsá-la da minha psicosfera, mas pelo contrário, convidá-la a ficar mais um pouquinho até que possa, com o auxílio de amparadores extrafísicos, encaminhá-la convenientemente.

Fora isso, se estou em um local que já conheço, no qual vou com frequência, como por exemplo, as inúmeras dependências do meu ambiente de trabalho profissional, shoppings, restaurantes, etc, geralmente não me preocupo em instalar EV nesses locais.

Se for um local em que vou atender uma pessoa em uma consulta para avaliação bioenergética ou de psicoterapia reencarnacionista ou ainda uma aula qualquer que vá ministrar, não só instalado vários EVs como formo um campo e uma blindagem no local.

Por outro lado, se vou a um local que é uma construção antiga, como uma igreja, museu, edifício histórico ou que tem muitas pessoas reunidas, geralmente não instalado EV para não chamar a atenção desnecessariamente. Faço isso apenas se sentir necessidade, como exposto anteriormente.

O que pode acontecer se não observamos isso? Em 2016, por exemplo, caminhando pelas ruas do centro de Zurique, resolvi sentar em um banco para descansar. Ele ficava de frente para uma igreja com alguns séculos de idade. Resolvi então instalar um EV para ver o que acontecia. Momentos após a instalação, comecei a bocejar intensamente e de forma incontrolável. Me levantei e me afastei do local rapidamente. O bocejo cessou tão rápido quanto surgiu. O que deve ter ocorrido foi que a irradiação de energias decorrente do meu EV chamou a atenção de consciências extrafísicas energeticamente defasadas que estavam nas cercania da igreja e que passaram a drenar minhas energias, daí o bocejamento.

Por fim, se meu objetivo for fazer um experimento para meu aprendizado, instalo o EV aonde quer que for, sejam quais forem as consequências.

Concluindo, segue um resumo do meu “modus operandi”:

  • Ambiente conhecido: Instalo o  EV se desejar, mas geralmente não preciso;
  • Local antigo, religioso ou com muitas pessoas presentes: Evito instalar. Só faço se for preciso;
  • Em atendimentos no consultório ou ao ministrar uma aula: Instalo vários EVs;
  • Em qualquer local: Por motivo de experimento, para meu aprendizado;
  • Em condições de assédio: Instalo o EV, seja qual for o local.

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2 comentários sobre “Estado Vibracional: Discrição ou Exposição?

    • Marcelo

      É muito simples. Concentre sua atenção na parte do corpo em que você deseja que as energias estejam. Preste atenção nessa parte do corpo. Isso é diferente de imaginar.

      Cesar Machado

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