Instalação do EV e a Mesologia


Estado Vibracional

A instalação do EV – Estado Vibracional – pode ser fácil e rápida ou difícil e demorada com uma grande variedade de níveis intermediários entre esses dois extremos.

O ambiente intrafísico, por si só, pode facilitar ou dificultar a instalação do EV conforme as condições mesológicas vigentes. Mesologia (o termo tem o mesmo sentido de ecologia) são os fatores ambientais, naturais ou não.

Dessa forma, a temperatura muito alta, o excesso ou a falta de umidade, ruídos muito elevados, como os que ocorrem em certos pontos dos centros urbanos e a falta de ar existente em regiões de grande altitude são fatores que podem afetar as condições fisiológicas e, por conseguinte, prejudicar a instalação do EV. Por outro lado, condições mesológicas favoráveis certamente vão favorecer o EV.

Existe também a influência das energias extrafísicas presentes no local onde o praticante deseja instalar o EV e que muitas vezes não são evidentes, mas, que acabam atuando como fatores mesológicos.

As energias imanentes do local, ou seja, as energias naturais produzidas e mantidas pela geologia, pela vegetação, pelas águas e correntes de ar são fatores a ser considerados. Normalmente, as energias presentes na natureza são neutras ou positivas para as consciências intrafísicas. Contudo, pode acontecer de as mesmas serem adversas a elas. Nesse caso, a instalação do EV será mais difícil.

Somadas as energias imanentes ou mesmo modulando-as, estarão as energias gravitantes existentes em torno de objetos e construções (ou os restos de ambos) e a presença de consciências extrafísicas no local.

As energias gravitantes encontram-se ao redor das pessoas, em seus campos energéticos pessoais (holosfera) e, quando essas pessoas permanecem muito tempo em um local, ficam impregnadas em paredes, tetos, no chão ou em objetos ali existentes, formando um campo ou holopensene do local. Quanto mais tempo o local for ocupado e um determinado padrão de comportamentos, pensamentos, sentimentos e emoções repetirem-se ali, mais intenso, durável e perceptível será esse holopensene formado pelas energias gravitantes. O holopensene de um local pode ser positivo, neutro ou negativo. Por exemplo, um local onde existiu uma escola terá um padrão energético de energias gravitantes bem diferente de outro onde existiu uma prisão.

Assim, quanto mais densas e moldadas com sentimentos e emoções ruins, mais consciências extrafísicas doentias serão atraídas pelo campo de energias gravitantes, contribuindo para piorar o ambiente. Nessas circunstâncias, instalar o EV nesse local será mais difícil.

Independemente do padrão de energias gravitantes do local, a presença de consciências extrafísicas equilibradas, amparadores, facilita a instalação do EV e, a presença de consciências extrafísicas doentias, assediadoras, dificulta sua instalação.

Por fim, a presença de outras pessoas no local, consciências intrafísicas que também interferem na dinâmica energética do ambiente, também afetam o EV, facilitando-o ou dificultando-o conforme o tipo de pensenes (pensamentos, sentimentos e energias) que produzem e se os mesmos são direcionados por elas contra ou a favor do praticante do EV.

Essas observações são válidas para todos. Para o veterano em práticas bioenergéticas, contudo, nenhuma condição do ambiente deverá ser tão adversa que ele não consiga instalar um EV ainda que lhe custe um esforço maior. Na realidade, são justamente nessas circunstâncias que o EV é mais necessário, seja como autodefesa do praticante, seja para higienizar o próprio ambiente ao seu redor, tanto para ele como para outras consciências.

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Possibilidades Terapêuticas do QiGong


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Escrito por: Daniel Luz acupunturista e instrutor de t’ai chi ch’uan.

Publicado por: Lin Chi

A sociedade brasileira tem demonstrado constante crescimento do interesse por serviços “alternativos” ou “holísticos” de atenção à saúde. É um viés que vem desde os anos 70, quando chegou por aqui o movimento de contracultura, que explodiu nos anos 60 na Europa e nos EUA.

Atualmente vivemos uma dupla crise: Na saúde, porquanto as políticas empresariais dos grandes laboratórios internacionais não contemplam, por exemplo, a busca de soluções para doenças tropicais – o que faz de endemias como a malária um mal anacrônico – e, embora não haja crise no modelo de produção de tecnologias, estas são cada vez mais caras e atendem a poucos privilegiados. Além disso, a economia global passa por grave crise, em que diversas populações (Grécia, Portugal) vêem seus direitos à saúde seqüestrados em nome de “políticas de austeridade” que visam defender os interesses do capital financeiro internacional. Com a deterioração das condições de emprego, trabalho e habitação, caem os indicadores de saúde das populações afetadas.

Esses dados somam-se à crise na medicina, com a percepção generalizada de que os medicamentos “consertam um lado e estragam o outro” (iatrogenia), o desgaste da relação médico-paciente e a falência do serviço público de saúde, com médicos assoberbados, mal-pagos e de formação precária, e criam forte demanda social por novas formas de cuidado.

Dentre as terapias mais procuradas estão as que pertencem à racionalidade médica chinesa: acupuntura, shiatsu, fitoterapia chinesa e práticas chinesas para a saúde, com destaque para o t’ai chi ch’uan.

Mais recentemente, começa a ganhar força a prática de “tch’i k’ung” (qigong)., frequentemente assemelhado a uma “yoga chinesa”. Significando literalmente “trabalho do sopro vital”, esse termo cunhado em 1949 abrange um conjunto heterogêneo de práticas de saúde, arte marcial e meditação.

As formas de tch’i k’ung para a saúde são incontáveis, indo desde exercícios para fortalecer o corpo de modo geral até práticas altamente específicas como “tch’i k’ung para a vista cansada”. Na China a arte de tratar os outros com tch’i k’ung se chama “waiqi liaofa”, significando “método de tratamento pela emissão do tch’i”, onde é uma especialização da faculdade de medicina chinesa. Em 1987 Walter Moreira Salles a apresentou ao Brasil no documentário “China, Império do Centro”.

Nessa modalidade, o terapeuta gesticula em direção ao paciente, emitindo o tch’i pelas mãos e estimulando os pontos e canais no corpo do outro. Restaurando o livre fluxo do tch’i, muito rapidamente obtém-se o alívio da dor e a liberação do movimento, entre outros efeitos terapêuticos.

Somando esse conhecimento às estratégias terapêuticas da acupuntura japonesa de Nagano, desenvolvi ao longo de cinco anos de estudo cotidiano e teste na clínica o “Alinhamento Vital”, uma forma de tch’i k’ung terapêutico indicado para pessoas com dores ou sintomas de desconforto e disfunção, crônicos ou agudos, tais como dores localizadas, dores de cabeça, náuseas, desconforto digestivo e azia, fadiga, dificuldade para movimentar partes do corpo (para flexionar as pernas, erguer os braços, torcicolos) etc, especialmente quando tais sintomas se devem ao bloqueio do tch’i.

O Alinhamento Vital é um tratamento muito rápido, não-invasivo, indolor e sem efeitos colaterais, respaldado por mais de dois mil anos de clínica médica. É uma contribuição relevante para a saúde pública, que alia custo operacional ínfimo a alta resolutividade.

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Kirliangrafia e Bioenergias


Fotografia Kirlian

Fotografia Kirlian produzida em 1980 – Fonte: Wikimedia Commons

Noutro dia assistia a uma Tertúlia Conscienciológica quando alguém mencionou a possibilidade de usar-se a máquina kirlian para verificar o estado das bionergerias de uma pessoa. Ninguém se manifestou. Fiquei incomodado com isso e resolvi escrever esse post aproveitando parte de um material que escrevi há 10 anos.

A descoberta do “Efeito Kirlian” deu-se casualmente em 1939 por Semyon Davidovich Kirlian, um eletricista da cidade de Krasnodar, sul da Rússia, quando observou a presença de um minúsculo lampejo de luz entre os eletrodos e sua pele quando submetido, em um instituto de pesquisas nessa cidade, a um tratatamento de massagem por meio de eletroterapia de alta frequência.

Conforme Kirlian descobriria mais tarde, o efeito já havia sido observado anteriormente. Já em 1777, o físico Georg Christoph Lichtenberg descreveu as marcas deixadas pelas faíscas no pó de um placa transparente. A partir de 1851, essas “figuras de Lichtenberg” eram fixadas por daguerreotipia, a primeira forma de fotografia. Em 1890 o engenheiro russo Yakov Narkevich-Todko constatou a ocorrência do fenômeno, mas, como outros, desprezou-o como uma mera curiosidade.

Apesar disso, Kirlian intuíra que devia haver algo mais ali do que um belo efeito luminoso. Assim, movido pela curiosidade, auxiliado por sua esposa, Kirlian passou a fazer experiências no sentido de registrar fotograficamente aquele efeito. Empregando equipamentos que ele mesmo passou a construir, e que acabaram por gerar diversas patentes, passou a obter surpreendentes imagens.

Em essência, a Máquina Kirlian, como passaria a ser conhecida, é um artefato bem simples: Um oscilador produz um sinal de alta-tensão a uma frequência de 75 a 200 KHz que energiza um eletrodo conectado a uma chapa de vidro sobre a qual coloca-se um filme fotográfico. Qualquer objeto que tocar o filme provoca o surgimento de um centelhamento que fica registrado no filme. Para evitar-se que o filme seja velado, deve-se executar o experimento no escuro.

A luminosidade  fotografada pela máquina Kirlian surge a partir da ionização das moléculas de ar por um campo elétrico de alta tensão. Essa ionização provoca uma reordenação espontânea dos elétrons das moléculas do ar com a emissão de radiação eletromagnética que pode ser percebida como luz visível e impressionar uma placa fotográfica. Os efeitos obtidos, em certos casos, são visualmente muito belos: Milhões de luzes faiscantes como joias dispostas em padrões multicoloridos pela superfície e ao redor do objeto fotografado.

Animado com os resultados, o Kirlian submeteu todo o tipo de objetos a máquina, da mão humana a folhas de plantas, moedas e outros objetos. Notou então que alguns objetos como a mão e folhas de plantas novas apresentavam padrões luminosos e bem definidos, assim como folhas secas quase não apresentavam luminosidade e objetos como moedas apresentavam padrões regulares. Dessa forma, Kirlian deduziu que as coisas vivas apresentavam sinais de sua vitalidade na forma de luzes e padrões que não se encontravam noutros objetos, mortos ou inorgânicos.

As pesquisas do casal Kirlian prosseguiram e, em 1962 a revista Unión Soviética No 145, publicou um artigo divulgando publicamente, pela primeira vez, o trabalho dos Kirlian.

Em 1968, os cientistas Inyushin, Grischenko, Vorobev, Shouiski, Federova e Gibadulin publicaram, na Universidade do Casaquistão, um trabalho entitulado “A Essência Biológica do Efeito Kirlian” , Nesse trabalho, os autores postulavam que as pesquisas levavam a crer na existência de um “corpo de plasma biológico”, transcendente ao corpo físico.

Foi somente em 1970, contudo, com a publicação do best seller Psychic Discoveries Behind the Iron Curtain – Experiências Psíquicas Além da Cortina de Ferro – pela jornalistas americanas Sheila Ostranger e Lynn Schroeder, que público em geral tomou conhecimento dos experimentos com a Máquina Kirlian. Esse livro teve grande repercursão junto a comunidade de pesquisadores da parapsicologia, naquela época, reconhecida oficialmente como ciência. De forma bastante entusiástica, as autoras descreveram aquilo o que definiram como a fotografia da aura das pessoas, suscitando enorme curiosidade tanto de pesquisadores quanto do público em geral.

Motivados por essas informações, em junho do mesmo ano, pesquisadores brasileiros do IBPP – Instituto de Pesquisas Psicobiofísicas – foram os primeiros a reproduzirem o efeito Kirlian fora da União Soviética. Embora o IBPP ainda estivesse na fase inicial de suas pesquisas, seu feito acabou sendo casualmente divulgado, o que provocou, na época, grande repercursão internacional. Em diversos países pesquisadores e pessoas comuns passaram a produzir suas próprias máquinas e experiências.

Ao longo da década de 70, com a crescente divulgação do assunto, passou a ser possível para qualquer pessoa, nos Estados Unidos da América, adquirir sua máquina Kirlian “industrializada”. O mesmo ocorreria em nosso país a partir da década de 80. No Brasil, após encerrar suas pesquisas em torno desse tema, o IBPP divulgou o projeto de sua Máquina Kirlian que foi reproduzido por inúmeros pesquisadores e curiosos. Eu mesmo, modifiquei o projeto e elaborei minha própria versão do equipamento pois, naquela ocasião, eu era técnico em eletrônica por profissão.

Dentre outras possibilidades, os defensores da Kirliangrafia afirmavam o seguinte a seu respeito dessa técnica fotográfica:

(a) Que as “auras” fotografadas variam previsivelmente com os estados fisiológicos e psicológicos;

(b) Que possibilitam saber se duas pessoas são “compatíveis” ou não;

(c) Que a “aura” de um objeto vivo permanece intacta mesmo que lhe falte seja retirado um pedaço (efeito fantasma) e

(d) Que tem importância transcendental com ferramenta de diagnóstico médico.

Infelizmente, todas essas afirmações e outras parecidas, foram desmentidas por pesquisadores de todo mundo, começando pelos do IBPP. Anos mais tarde, em 1986 entrevistei um dos pesquisadores dessa instituição, Hernani Guimarães Andrade e coletei detalhes sobre os resultados de suas pesquisas.

As pesquisas realizadas com todo o rigor científico demonstraram que inúmeros fatores ambientais como a temperatura e umidade do ar, fisiológicos (umidade nas mãos, intensidade da pressão do dedo/mão sobre a chapa fotográfica, o fato da pessoa estar descalça ou não) e físicos (tempos de exposição, tempo de revelação, frequência e intensidade do campo elétrico, dentre outros) foram os responsáveis pela maior parte das variações dos halos luminosos fotografados. Telma Moss, em seu livro O Corpo Elétrico, relata com detalhes sua luta contra essas dificuldades em obter resultados confiáveis com a Kirliangrafia.

A conclusão que todos os pesquisadores sérios chegaram é que não havia a necessidade de invocar-se fenômenos parapsíquicos para explicar os resultados e não havia evidência de que as condições psíquicas afetassem os modelos de halo.

Apenas como curiosidade, o famoso “efeito fantasma” onde a folha de uma planta nova exibia a “contraparte extrafísica” no local onde um pedaço fora cortado, nunca pode ser reproduzido quando todas as condições eram controladas. Era possível sim, criar falsos fantasmas ao fotografar-se a folha inteira e, depois, retirar um pedaço e depositá-la exatamente na mesma posição em que estava antes. Nessas circunstâncias, a umidade, óleos, bactérias e outros contaminantes residuais da folha inteira ainda existentes na base de vidro sensibilizam o filme fotográfico fazendo surgir um falso fantasma.

Assim, transcorridas seis décadas desde a sua divulgação pública, não se encontrou sequer uma aplicação demonstrável de diagnóstico médico válido baseado na Kirliangrafia, muito menos outras aplicações como avaliação emocional ou “efeito fantasma”. Por esse motivo, não mais se encontram hoje referências a Kirliangrafia, mesmo em publicações espiritualistas.

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5 Perguntas sobre o Estado Vibracional Respondidas


Experiências Fora do Corpo - Perguntas e Respostas

Experiências Fora do Corpo – Perguntas e Respostas

Com 74 páginas, 18 capítulos, 21 ilustrações, a terceira edição de Experiências Fora do Corpo – Perguntas e Respostas, trás 333 questões respondias sobre as experiências fora do corpo e fenômenos correlatos.

As questões respondidas nesse livro são oriundas de diversas fontes: listas de discussão, cursos que ministrei, meus sites, incluindo esse blog, etc.

No Capítulo 16 que aborda a questão das EFCs e as Energias Extrafísicas, possui 5 questões acerca do Estado Vibracional, transcritas a seguir.

Link para Download Direto do eBook:

http://www.metaconsciencia.com/down/EFCsP&R.pdf

Perguntas e Respostas

 
290 – O que é EV e qual é a sua relação com as EFCs?
 

EV ou estado vibracional é uma condição onde as energias conscienciais do corpo são ativadas, elevam sua frequência vibratória e provocam, dessa forma, o rompimento com acoplamentos energéticos com energias mais densas e provoca uma sensação de bem estar. Pode ocorrer antes ou depois de um EFC, mas, pode ser provocado a qualquer hora por meio da circulação das próprias energias.

291 – Como o EV facilita as EFCs?

Após um EV intenso, a consciência pode, relaxando, ter uma experiência de EFC. É uma das inúmeras técnicas existentes para promover EFCs.

292 – Como exatamente se promove um EV?

Mantendo o corpo relaxado, concentrando suas próprias energias no alto da cabeça por meio da concentração mental da vontade e deslocando o foco da atenção e, por conseguinte, sua própria energia, por dentro do corpo até chegar a ponta dos pés, retornando o foco da atenção daí para o alto da cabeça novamente, repetindo esse deslocamento seguidamente. A princípio o deslocamento deve ser lento, sendo então acelerado progressivamente, até o máximo possível. Ao atingir o EV, para-se com a circulação lentamente. Não se deve sincronizar esse deslocamento com a respiração para evitar taquicardia. O exercício deve ser repetido muitas vezes, ao longo de algumas semanas para que seja possível dominar a técnica.

 293 – Qual é a sensação que o EV provoca?

Formigamento, agulhadas indolores, calor ou frio intenso, sensação de expansão do corpo, dentre outras. As sensações variam de pessoa para pessoa.

294 – Por que algumas pessoas afirmam que não conseguem chegar ao EV?

É necessário praticar certo número de vezes até conseguir o primeiro EV. Daí em diante os demais serão obtidos mais facilmente, pois a pessoa aprende a provocá-lo, ou seja, ela sabe o quanto deve se concentrar e circular energias até chegar lá. Uma boa dica para facilitar o processo é “pôr sentimento, emoção” durante o processo de circulação.

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Um pouco de Tai chi chuan


O Tai chi chuan tem sua origem na China, sendo atualmente praticado em todo o mundo. Com frequência, o Tai chi chuan é descrito como uma arte marcial. No ocidente, costuma-se classificá-lo como calistenia de baixo impacto. Mas o Tai chi é mais do que isso. Em sua essência, além da prática dos movimentos físicos, ele tem como objetivo o equilíbrio da mente e das energias pessoais. Mente, energia e corpo se complementam na forma de uma filosofia de vida.

Em muitos locais, no Brasil e no exterior, esse tríplice aspecto é esquecido e o Tai Chi é ensinado apenas como exercícios físicos, perdendo esses componentes essenciais que lhe conferem a possibilidade de melhorar a qualidade de vida de forma multidimensional.

Historicamente, a origem do Tai Chi remonta a Chen Wangting, um general chinês do século XVI que deixou os registros mais antigos sobre a sua prática. Acredita-se contudo que sua origem seja mais antiga, tendo surgido pelas mãos do taoista Chang San Feng que teria vivido entre os séculos X e XIII (não se sabe ao certo).

Segundo relata o autor e espiritualista Wagner Borges, durante uma projeção consciente, ele encontrou-se com a consciência que teria criado o Tai chi e essa relatou-lhe que tudo começou quando ele prestava esclarecimentos a céu aberto sobre as energias para seus seguidores. O chi (a energia) estava em toda a parte, nas águas, nas árvores, nas rochas…. A medida que ele citava cada um desses pontos onde estaria o chi, ele apontava de forma rápida e vigorosa com o braço (a fim de chamar a atenção da audiência) na direção onde se encontrava uma árvore, um riacho, uma formação rochosa próximas. Então, foi a partir desse ponto que ele intuiu que poderia transformar esse movimentos em algo mais.

Seja quem for o autor original do Tai chi (hoje são reconhecidos cinco estilos diferentes), seus criadores basearam-se na observação da natureza, no comportamento dos animais e nos princípios e interações entre os diversos elementos naturais.

Tive a sorte de praticar Tai chi chuan com um mestre chinês muito experiente que migrou para o Brasil a muito anos e posso afirmar que a mobilização das energias é uma constante, antes, durante e após a prática dos movimentos. Mestre Wang, volta e meia testava nossa sensibilidade e domínio energético de várias maneiras.

Para concluir, sugiro que assistam o vídeo acima com algumas explicações do terapeuta Marcus Evandro um especialista em Tai chi chuan.

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Procedimentos de Autodefesa Energética


Woman Meditating on Beach in Peace

Autodefesa é o ato de defender a si mesmo. Existem vários tipos de autodefesa: verbal, pessoal, energética.

Sistema energético. Todas as consciências possuem centros energéticos por onde absorvem e exteriorizam energia o tempo todo. São os chacras de diversos tipos que se distribuem pelo corpo físico-energossoma-pisicossoma. Também temos canais internos por onde as energias fluem de uma parte para outra nessa estrutura corporal.

O porquê da autodefesa energética. Tudo o que acontece conosco está relacionado com as energias que nos circunvolvem. Essas energias podem estar ao nosso favor ou contra nós. Podem nos ajudar, fazer-nos bem ou nos atrapalhar, fazer-nos mal. É para esses casos, quando as energias nos são adversas, é que precisamos de autodefesa energética.

Origem das Energias Adversas. Energias adversas podem ter várias origens: Outras pessoas, consciências intrafísicas como nós, consciências extrafísicas e do próprio ambiente em que estamos, podendo ser, nesse caso, energias conscienciais gravitantes (acumuladas com o tempo) ou, mais raramente, energias da natureza (da plantas, do solo).

Irradiação e Captação. Podemos irradiar energias positivas ou negativas sob o ponto de vista do efeito que provocam em outras consciências. Da mesma forma podemos captar energias de um tipo ou de outro. Isso ocorre naturalmente, sem que premeditemos, mas pode ocorrer com conhecimento de causa, ou seja, sabendo exatamente o que estamos fazendo.

Rotina. Não precisamos fazer nada especial para sermos molestados por energias adversas. Temos vários exemplos no próprio dia a dia: Nos problemas enfrentados no trânsito, na forma como falamos com outras pessoas, ao atender pessoas no ambiente de trabalho ou em disputas com colegas nesse local, nos relacionamentos familiares e conjugais.

Assistência. Quando praticamos assistência de qualquer tipo, é muito comum sermos alvos de ataques energéticos originários de consciências intrafísicas e/ou extrafísicas, conforme o caso. Quanto mais a assistência “incomoda” os interesses de outras consciências, maior e mais duradouro é o ataque.

Ausência de Autodefesa Energética. Toda pessoa tem certa resistência a ataques energéticos. Não obstante, geralmente, a ausência de um sistema de autodefesa leva a consciência a sucumbir ao ataque, assimilando a carga negativa e sofrendo, com isso, desde desequilíbrios emocionais até a somatização de doenças ou mesmo configurando-se em acidentes físicos.

Construindo a Autodefesa Energética. Podemos construir a autodefesa empregando os seguintes procedimentos.

Equilíbrio do Padrão de Pensamentos e Emoções: Nossas energias pessoais dependem do que pensamos e sentimos. Logo, a manutenção de um padrão de pensamentos e sentimentos equilibrados, positivos, não pensando mal de ninguém nem de coisa alguma é a medida mais simples e eficaz para promover a autodefesa energética. Esse, infelizmente, não é o padrão da maioria da humanidade. De fato, a maioria das pessoas, embora concordem com isso, acham muito difícil manter essa prática mental no dia a dia. Então, paradoxalmente, essa é o procedimento mais simples mas também o mais difícil de se fazer. Com a manutenção de um padrão de pensamentos e sentimentos equilibrados, não haverá sintonia com as energias extrafísicas adversas. Elas poderão nos atingir, mas seu poder de atuação será minimizado.

Mobilização de Energias: Estando em um ambiente ou situação energeticamente ruim ou diante de um ataque energético podemos mobilizar nossas energias conscienciais para repelir essas energias. Algumas práticas muito antigas envolvem o uso de mantras ou a prática de orações, ambas com resultados variados. Mais recentemente, emprega-se o uso da vontade para mobilizar as próprias energias e instalar um EV – Estado Vibracional e, conforme o caso, a exteriorização de energias.

Autoblindagem Energética: A autoblindagem energética é a instalação temporária de um campo energético ao redor do corpo, pelo uso da vontade e da mobilização de energias que isola a pessoa de acoplamentos e ataques energéticos.

Blindagem Energética do Ambiente: A irradiação de energias conscienciais para um ambiente que pode ser um cômodo da residência (ou toda ela), para o escritório onde se trabalha, ou ainda outros locais. No caso de um ambiente fechado, a irradiação é feita sistematicamente (durante dias ou semanas) para as paredes, chão e teto, de forma a constituírem uma blindagem extrafísica interprenetrada a construção física. Depois é preciso repetir a exteriorização periodicamente para mantê-la.

Evocações: Podemos apelar para a evocação amparadores extrafísicos em situações de ataques ou adversidade energética para que nos auxiliem. Esse é um procedimento muito antigo também, onde as pessoas apelam para a intervenção divina ou para a proteção de entidades adoradas pela sua religião. Contudo, transferir a responsabilidade de nossa autodefesa para outras consciências não é atitude de uma consciência madura. Tal procedimento só deveria ser usado quando esgotássemos as possibilidades de resolvermos a questão sozinhos.

 

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Clarividência X Sinestesia


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Clarividencia é um termo usado para se referir à capacidade de obter informações sobre um objeto, local, pessoa ou evento físico através de outros meios que não os sentido humanos conhecidos,uma forma de perceção extrasensorial.

Para a ciência, clarividência não passa de folclore, distúrbio mental ou simples charlatanice.

Em reforço a essa posição oficial da ciência, em recente  artigo publicado pela revista Neurocase é descrito o caso de um homem com 23 anos de idade identificado apenas pelas iniciais TK,  com diagnóstico de Síndrome de Asperger*, que começou de forma consistente a visualizar cores em torno de indivíduos desde os  10 anos de idade.

Para TK as cores que vê são baseadas na identidade do indivíduo e estariam relacionadas as emoções envolvidas naquele momento. Uma investigação científica rigorosa do seu caso interpretou suas experiências como uma forma de sinestesia.

A sinestesia foi descrita pela primeira vez no século em 1883 por Francis Galton ao observar que uma certa proporção da população em geral apresentava a capacidades diferenciadas de percepção visual. Por exemplo, um indivíduo podia visualizar uma cor específica para cada nota dada musical tocada.

Inicialmente as experiências sinestésicas foram descartadas por serem consideradas uma mera curiosidade, algo muito raro. Contudo, em anos recentes, tem havido um ressurgimento enorme do interesse sobre esse assunto. Descobriu-se assim, por exemplo, que ao contrário do que se imaginava, a sinestesia não é tão rara assim, com taxa de ocorrência de 2 a 4% da população, sendo mediada por fatores genéticos.

A relação das percepções visuais de TK com as emoções começou na infância quando sua mãe sugeriu-lhe, a fim de lidar com sua dificuldade de compreender certas emoções, que associasse uma cor a cada emoção que sentisse. Segundo TK,  conforme passou a usar esse procedimento, o que ajudou-lhe no trato com as diferentes emoções, ele também começou a ver halos coloridos em torno das pessoas. A cor destes halos corresponde a postura emocional TK para com essa pessoa em particular. TK também afirma que os halos são claramente visíveis para ele em volta do rosto da pessoa e do seu corpo, não sendo, portanto algo  apenas imaginado.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade da Califórnia e da Universidade de Harvard montou um experimento para testar a capacidade de visualização desses halos por TK que consistia na projeção de letras de cores variadas sobre um anteparo na frente do qual posicionava-se uma estudante voluntária.  TK assim como outros voluntários (para possibilitar uma comparação) observavam a projeção das letras por ângulos diferentes a uma distância de 1,5 metro da estudante e suas percepções foram detalhadamente medidas e estatisticamente avaliadas.

Após avaliarem todos os resultados, os pesquisadores concluíram que TK realmente podia perceber, de forma sinestésica, a presença dos alegados halos e que a cor que alegava ver não era algo aleatório mas fruto de uma elaborada associação cognitiva realizada no nível cerebral.

O artigo Colored halos around faces and emotion-evoked colors: A new form of synesthesia foi escrito em 2010, mas, só recentemente tornou-se conhecido após ter sido publicado pela revista Neurocase.

Pessoalmente, acredito que o reconhecimento dessa nova forma de sinestesia implicará que a simples alegação de distúrbio mental ou charlatanice não serão mais suficientes para explicar possíveis casos de clarividência. Por outro lado, será mais fácil explicar a clarividência como um efeito visual meramente físico de origem cerebral.

Notas

* Síndrome de Asperger é uma síndrome do espectro autista, diferenciando-se do autismo clássico por não comportar nenhum atraso ou retardo global no desenvolvimento cognitivo ou da linguagem do indivíduo.

Referências

Verbete Clarividência da Wikipedia

Verbete Sinestesia da Wikipedia

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10 Aspectos Essenciais dos Chacras que Você Precisa Conhecer


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Os Sete Chacras Magnos e os Canais de Distribuição Ida e Pingala

Existem “toneladas” de informações sobre chacras na Internet, fora uma imensa quantidade de livros sobre esse tema. Apesar disso, ainda existem informações divergentes sobre alguns de seus aspectos, tais como cores e sentido de rotação, uma vez que a maioria dos autores tem um conhecimento superficial e, quase sempre, apenas teórico sobre o assunto.

A seguir, relaciono, de forma sintética os 10 principais aspectos relacionados aos chacras a fim de dirimir quaisquer dúvidas que o leitor tenha sobre esse assunto.

Significado: A palavra chacra (ou chakra em inglês) vem do sânscrito (uma das 23 línguas oficiais da Índia) e significa “roda”, “disco”, “centro” ou “plexo” sendo usada para descrever centros ou vórtices energéticos percebidos por clarividentes em pessoas e noutros seres do reino animal.

Função: Como parte da estrutura bioenergética dos seres vivos, a função dos chacras é absorver energias extrafísicas, distribui-la pelo nosso campo energético e exteriorizar energias conscienciais.

Parachacras: São os chacras do psicossoma, muito mais sutis dos que são percebidos junto ao corpo físico. São as matrizes desses últimos.

Estrutura: Os chacras apresentam forma (discos ou rodas achatadas), cor (variável), raios ou pétalas (em número definido), canais internos por onde se interligam a estrutura holossomática e apresentam um giro no sentido horário ou anti-horário.

Magnos:  São chamados magnos os 7 principais chacras (figura acima), todos localizados na frente do corpo e cada qual associado a certas funções e estruturas vitais do holossoma: Coronochacra (no alto da cabeça), Frontochacra (um pouco acima e entre as sobrancelhas), Laringochacra (região da laringe), Cardiochacra (região do peito-coração), Umbilicochacra (abdômen), Esplenicochacra (próximo ao baço) e Sexochacra (órgãos genitais).

Criptochacras: São chacras menos conhecidos, localizados na parte posterior do corpo (nas costas). Os criptochacras mais conhecido e mencionados são o Nucalchacra, localizado na região da nuca-cerebelo, e o Umeralchacra, localizado nas omoplatas. Esses chacras estão intimamente relacionados como os fenômenos mediúnicos e com o assédio extrafísico, pois são por meio desses chacras que as consciências extrafísicas fazem o acoplamento mediúnico com as consciências intrafísicas.

Giro: Quando um chacra gira no sentido horário (para a direita, dextrogiro, centrífugo ou dakshinavártena), ele exterioriza energia para fora do corpo, ou mais apropriadamente, para fora do holossoma da consciência e, quando gira no sentido anti-horário (para a esquerda, sinistrógiro, centrípeto ou vamavártena) ele absorve energia do ambiente ao seu redor. Esse giro, para um sentido ou outro ocorre natural e inconscientemente mas pode ser controlado na medida que absorvemos ou exteriorizamos energia por eles usando a vontade. Os chacras podem girar todos para um mesmo sentido ou não, sem que isso represente um problema para o equilíbrio da consciência.

Cores: Os chacras podem assumir cores variadas conforme o estado emocional da consciência. Atribuir cores específicas a eles, portanto, é incorreto, pois eles mudam a todo instante. Quando bloqueados apresentam coloração escura ou até mesmo com pontos negros. Quando totalmente equilibrados e, quando a consciência apresenta um elevado padrão energético e equilíbrio emocional, apresentam-se todos com coloração branca.

Especialização: Cada chacra é especializado em absorver e exteriorizar energias com certo padrão vibratório. O Frontochacra e, principalmente o Coronochacra, atuam com as energias mais sutis ao passo que o Sexochacrae o Umbilicochcra atuam com as energias mais densas. Os Plantochacras, localizados nas bases dos pés são especializados em absorver energias da terra (energias telúricas) e os Palmochacras, localizados nas palmas das mãos, são especializados em exteriorizar energias.

Bloqueios e Desbloqueios: Todos os chacras devem estar desbloqueados para que possam absorver e exteriorizar energia normalmente. Quando isso não ocorre, surgem desequilíbrios energéticos, neurológicos, endócrinos e psíquicos. Bloqueios podem surgir por vários motivos, tais como desequilíbrios emocionais e assédio interconsciencial. O desbloqueio dos chacras pode ser feito por um terapeuta, expert em assistência bioenergética, ou pela própria consciência, usando a vontade, para absorver e exteriorizar energia pelos chacras de forma intensa durante alguns minutos.

Finalizando, o gif animado exibido acima mostra de forma muito clara os 7 chacras magnos e como eles distribuem energia para os diversos corpos por meio de canais internos conhecidos como ida e pingala.

Referências

Verbete Chacra da Wikipedia

Artigo Chacras: Ferramentas para o Autoconhecimento

Artigo Chacra Umeral

Para saber mais

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Fronteira da Consciência.com

Metaconsciência.com

Lin-Chi

EAC – Escola de Autopesquisa da Consciência

Livro Estado Vibracional

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos