Imaginação e Estado Vibracional


Crédito: Fotolia

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Muitas pessoas que estão iniciando a prática do Estado Vibracional – EV – tem a mesma ideia: tentam usar a imaginação para instalá-lo. E não conseguem. Porquê isso acontece? Qual é a diferença entre imaginar a circulação das energias e circulá-las de fato? Afinal de contas, pode-se instalar o EV apenas com a imaginação ou não?

Essas questões serão respondidas nesse Post.

Muitas técnicas de manipulação das energias conscienciais apelam para a imaginação. Indicam com frequência que a pessoa, para obter certo efeito energético, imagine algo e que associe uma cor a isso: azul, branco, violeta. Naturalmente, o mesmo tipo de procedimento poderia ser feito para mobilizar as energias conscienciais no sentido de absorver, exteriorizar e circular as energias, nesse último caso, inclusive para promover o EV.

O uso da imaginação, de fato mobiliza as energias conscienciais. Como prova, podemos nos basear no que ocorre conosco na dimensão extrafísica, durante uma EFC – Experiência Fora do Corpo. Quando projetados com lucidez, percebemos que muitas vezes, o simples ato de pensarmos em algo faz com que objetos surjam do nada na dimensão extrafísica. Um exemplo típico é quanto as vestimentas que usamos. Se nos vemos projetados sem roupa, um rápido pensamento é suficiente para plasmar o pijama com o qual dormimos ou qualquer outra roupa. A matéria extrafísica aglutina-se imediatamente ao redor do nosso psicossoma e ela aparece, ou, talvez, o próprio psicossoma mude sua estrutura, passando a exibir as vestimentas. Eu já fiz isso várias vezes, logo, posso afirmar que é assim que acontece.

Sempre que imaginamos algo, fazemos isso com base em pensenes (pensamentos+sentimentos+energias). Nossos pensenes não tem força para atuar diretamente na matéria física (pelo menos não normalmente) mas tem força para atuar na matéria e na energia extrafísica. Toda imaginação está associada a pensenes, a um desejo, a uma vontade. Então a imaginação mobiliza energia extrafísica, mais especificamente, as energias conscienciais.

Então quando alguém sugere: imagine uma bola de energia branca no seu coronochacra, o que acontece? A energia se manifesta, se concentra, aparece mais ali e pode até assumir uma coloração branca em obediência a vontade da pessoa.

Agora vamos ao aspecto fundamental dessa questão. Quanta energia vai se manifestar ali nesse chacra? Bem, na maioria das vezes, bem pouca. Isso ocorre devido ao fato que, normalmente, nós não associamos a vontade com a imaginação. A imaginação é fraca, descontinua, inconsistente, descuidada. Assim serão as energias mobilizadas pelo da imaginação: fracas, descontínuas, inconsistentes.

O que ocorre se, associarmos a imaginação nossa vontade, a atenção focalizada? A quantidade de energia mobilizada aumentará. E se a pessoa já tiver habilidade em mobilizar suas energias? Será mais intensa ainda pois, essa pessoa sabe como usar sua vontade para “deslocar” as energias. Quando imaginamos a energia branca no chacra, não precisamos fazer força. Quando usamos a vontade para fazer o mesmo, sentimos que algo tangível pelo nosso parapsiquismo (as energias extrafísicas), precisa ser mexido, empurrado, descolado e existe uma inércia, uma resistência que precisa ser vencida para que isso efetivamente aconteça.

Comparando então, de uma forma grosseira a efetividade da vontade com o uso da imaginação, não seria impróprio dizer que com a imaginação mobilizamos apenas 5 ou 10% das energias conscienciais mobilizadas pelo uso da vontade corretamente direcionada.

Fica claro, portanto, porque usar a imaginação não fará um iniciante, sem experiência em mobilizar energias, atingir o EV. Ele estará mobililizando apenas 5 a 10% da energia necessária para isso.

Existem exceções? É possível de alguma maneira instalar o EV só imaginando as energias circularem, sem usar a vontade e a atenção concentrada. Refletindo sobre isso, enquanto viaja de trem, realizei o seguinte experimento. Estava sentado num coche ao lado de minha esposa. Haviam apenas 11 pessoas mais no vagão, todas sentadas a alguma distância. Instalei primeiramente dois EVs da forma convencional. Depois, usando apenas a imaginação, circulei as energias dos pés a cabeça, com o mínimo de esforço mental. Em alguns segundos, instalei um EV.

Tirei então as seguintes conclusões sobre esse experimento.

É possível instalar um EV usando apenas a imaginação, desde que nossos energodutos  (as vias energéticas que passam por dentro de seu energossoma) estejam desobstruídos pela realização de alguns EVs prévios e que a pressão holopensênica contrária seja pequena (poucas pessoas ou consciências por perto e sem interferências extrafísicas).

Também percebi que é difícil para quem já habitualmente circula suas energias para promover o EV, separar o que é simples imaginação do que é mobilização pela vontade. Em outras palavras, o treino, a contínua repetição gera a criação de sinápses e parasinápses (no paracérebro do psicossoma). É como se sua “sua imaginação ficasse mais forte” .

Outra coisa que percebi foi que quanto mais vezes você faz EV num mesmo local, com curtos intervalos de tempo, desde que não haja forte pressão holopensênica contrária, mais fácil fica instalar novos EVs ali.

Concluindo, respondendo a questão inicial, é possível instalar um EV somente usando a imaginação?  A resposta é: Sim, desde que a pessoa já domine a técnica de instalar o EV.

Para Saber Mais:

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Fronteira da Consciência.com

Metaconsciência.com

Livro Estado Vibracional

Livro Estado VibracionalLivro Experiências Fora do Corpo - Fundamentos