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50 EVs!

 

Estado Vibracional

Dias atrás precisei fazer uma longa viagem de avião. O motivo não poderia ser melhor: férias.

Tive que pegar um voo de Brasília para Lisboa e, em seguida, outro voo de Lisboa para Copenhage. Quem já fez viagens tão ou mais longas do que essa sabe como são chatas. Chegar bem antes do aeroporto, esperar horas pelo embarque, se este não atrasar. Depois vem o voo propriamente dito e o desembarque com retirada de malas, etc, etc. É preciso ter paciência.

Existem várias estratégias para combater o tédio da viagem: leitura, computador, Internet, comer e beber seguidamente. Cada um tem a sua.

Há tempos, inseri a instalação do EV no meu kit de viagens. Desta vez não seria diferente, até porque estava especialmente motivado.

Em primeiro lugar face uma projeção semiconsciente ocorrida dias antes, descrita em um post de meu outro blog, Fronteira da Consciência. Em segundo lugar, porque em minha última viagem de férias, no ano passado, tive que encarar em um voo lotado de São Paulo para Frankfurt, no qual o ar condicionado mal ajustado tornou a instalação de EVs especialmente difícil. Desta vez eu estava preparado: “as condições adversas podem vir quentes que estou fervendo…”

Felizmente, o voo foi agradavelmente rápido e tranquilo, sem qualquer tipo de incidente. O ar condicionado estava, ao contrário do ano passado, ajustado para uma temperatura baixa o suficiente para a maioria dos passageiros, inclusive eu, recorrerem ao uso do cobertor.

Ao entrar no avião, já havia instalado 14 EVs desde a hora em que acordara, às 6:30 da manhã. Para ser sincero, deveria dizer que “só instalara 14 EVs”, pois tive oportunidade de fazer bem mais do que isto. Quando o ar foi ligado e o voo teve início, entusiasmei-me: seria possível quebrar meu record anterior de EVs instalados em um único dia, cerca de 34?

Os melhores efeitos do EV podem ser obtidos por meio de duas abordagens: quantidade ou qualidade. O primeiro método é o mais fácil, mas exige atenção e força de vontade para instalar muitos EVs seguidamente.

Após instalar 10 EVs durante o voo, fiquei entusiasmado. Seja devido a baixa temperatura, seja devido a fluidez do energossoma que foi melhorando a medida que instalava EV após EV, não me recordo de ocasião onde foi tão fácil instalar tantos EVs. Assim, prossegui com o experimento até atingir a marca de 50 EVs instalados, com uma média de 1 a cada 10 minutos, superando minha melhor marca anterior, de “apenas” 34 EVs.

Como resultado deste agradável esforço, ideias compeçaram e fluir a minha mente. A hipnagogia se fez presente.

Ainda faltavam 3 horas de voo quando me senti sonolento e resolvi parar com os EVs e dormir um pouco para “fazer frente” a etapa seguinte, de Lisboa para Copenhage. Não fosse isto, certamente teria instalado mais e mais EVs.

Parece que, a partir de certo ponto, após determinado número de instalações, elas ficam cada vez mais fáceis.

Quem sabe, ultrapasso esta marca na viagem de volta? Veremos.

 

Para Saber Mais

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O Ato de Bocejar

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Bocejar, oscita ou boquejar é o ato de alongar os maxilares, abrindo os lábios escancaradamente, tomar fôlego profundo seguido por uma expiração mais curta e terminando fechando a boca. Um ato tão simples, presente na maioria dos vertebrados, mas que ainda guarda mistérios. Passei por alguns dias com muito bocejamento e fiquei curioso. Resolvi então  pesquisar melhor o assunto. Afinal, o que se sabe sobre o bocejo?

A ocorrência do bocejo tem três bases ou causas possíveis: fisiológica, psicológica e bioenergética.

Base Fisiológica

Senso comum. O senso comum sugere que o bocejo é indicador da necessidade de sono pelo organismo ou de que a pessoa está com tédio provocado pela rotina.

Metabolismo. As pesquisas corroboram com as afirmações comuns de que o ato de bocejar está relacionado a momentos de baixo metabolismo do corpo.

Sono. Contudo, estudos científicos recentes indicaram que o bocejo não é um chamado ao sono, mas na realidade uma forma do organismo driblá-lo. Ao bocejar a pessoa estimula a circulação sanguínea e diminui a temperatura corporal, o que colabora para aumentar o estado de atenção.

Tédio. A hipótese do bocejo com indicador de tédio não explica o motivo pelo qual os atletas bocejam antes de uma competição.

Fetos. Bocejos espontâneos são observados até em fetos ainda dentro do útero.

Frequência. Bocejos podem ocorrer em surtos com intervalo de tempo altamente variável.  Não há relação entre sua frequência e duração; a produção de bocejos curtos ou longos não implica em maior ou menor frequência.

Oxigênio. Acreditava-se que o bocejo estaria relacionado a necessidade do organismo em aumentar a absorção de oxigênio. Contudo experimentos envolvendo a redução do dióxido de carbono do ambiente e o fornecimento direto de oxigênio para voluntários não diminuiu a quantidade ou impediu que os bocejos acontecessem.

Doenças. O bocejar excessivo é relatado em casos de esclerose múltipla indicando que pode ser causado por diferentes transtornos neurológicos comuns e também por aumento dos níveis de alguns hormônios tais como o cortisol.

Hipótese. Hoje acredita-se que o bocejar é uma operação que envolve múltiplas funções fisiológicas.

Base Psicológica

Contágio. O bocejo induzido por contágio psicológico: um indivíduo sente vontade de bocejar em resposta a escutar, ver alguém ou até mesmo pensar em bocejar.

Chimpanzés. Os bocejos contagiosos são identificados em seres humanos, chimpanzés e cães.

Suscetibilidade. Algumas pessoas são mais suscetíveis aos bocejos contagiosos do que outras. Indivíduos com autismo ou esquizofrenia demonstram menor suscetibilidade apesar de ainda bocejarem espontaneamente.

Proximidade. Recentes estudos realizados por Ivan Norscia e Elisabetta Palagi, da Universidade de Pisa, demonstraram que o contágio do bocejo é dirigido primariamente pela proximidade emocional entre indivíduos, sendo mais provável de acontecer entre membros de uma família, amigos e conhecidos e menos provável entre estranhos.

Temperatura. Pesquisadores das Universidade de Viena concluíram que o bocejo contagioso ocorre somente com temperaturas externas amenas, excluindo temperaturas extremas (muito quente ou muito frio).

Idade. Outros estudos revelaram que bocejos contagiosos diminuem com a idade levando a crer que uma melhor compreensão de suas causas biológicas por levar também a um melhor entendimento sobre doenças como autismo e esquizofrenia.

Altismo. Um estudo de 2007 descobriu que crianças com transtornos do espectro do autismo não aumentam a sua frequência bocejar depois de ver vídeos de outras pessoas bocejando, diferindo assim de crianças com desenvolvimento típico. Os experimentos reforçaram a hipótese de que o bocejo contagioso está relacionado à capacidade empática.

Cães. Um estudo realizado pela Universidade de Londres, sugeriu que o contágio de bocejos por um ser humano passam para os cães. O estudo observou que 21 de 29 cães bocejou quando um estranho bocejava na frente deles, mas não bocejaram quando o estranho apenas abria a boca.

Base Bioenergética

Superstição. Algumas culturas emprestam ao bocejar um significado espiritual baseado em superstições e sem sustentação nas base de conhecimentos sobre o parapsiquismo.

Indicador. O bocejo na forma de uma manifestação consciencial simples e corriqueira do cotidiano é um indicador de uma troca energética.

Desintoxicação. O bocejo é uma forma de expelir energias densas e negativas acumuladas na estrutura do soma-energossoma.

Neurovegetativo. O bocejo com lacrimação, depois de instalar o EV, é um indicativo de que o sistema neurovegetativo do praticante foi sensibilizado.

Desassim. O bocejo acompanhado de lacrimação após apresentar uma aula, uma palestra ou após ter participado de trabalho bioenergético é indicativo de que não foi realizada a desassim, a desassimilação simpática das bioenergias absorvidas.

Chacras.  Durante trabalhos bioenergéticos, o bocejo promove exteriorização de grande quantidade de energias conscienciais, especialmente ectoplasma que pode ser recolhido por amparadores e direcionado para trabalhos assistenciais. O bocejar está relacionado a mobilização de energias pelos chacras umbilical, cardíaco e laríngeo.

Defasagem. O bocejar contínuo, ininterrupto, durante trabalhos bioenergéticos indica que a pessoa está fora de forma, física e bioenergeticamente descompensada. Pode indicar também que ela está imersa em um campo bioenergético parasanitário, instalado pela assistência extrafísica.

Desenvolvimento. O bocejo contínuo persistente por vários anos durante a realização de trabalhos bioenergéticos evidencia a falta do desenvolvimento parapsíquico do indivíduo.

Assédio. Após a finalização de trabalhos bioenergéticos, o bocejar sucessivo é indicador de assédio.

Vampirização. O bocejar é negativo, indicador de vampirização bioenergética quando acompanhado de agonia, mal-estar e suor frio.

Conclusões

Bocejar é um ato frequente e simples cujas causas exatas ainda não foram esclarecidas.

O bocejar continuo pode ter inúmeras causas que para serem determinadas, requer a observação do estado da pessoa, o ambiente e as circunstâncias presentes.

 

Referências

Verbetes da Wikipedia

Revista Mente e Cérebro – Enigmas do Bocejo

Por que o bocejo é contagioso?

Bocejo “contagioso” não teria ligação com empatia

Para Saber Mais

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Experiências Fora do Corpo – O Guia do Iniciante

Fronteira da Consciência.com

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Curso Macrossoma em Brasília

 

De 22 a 24 de agosto a EAC – Escola de Autopesquisa da Consciência, promoverá em BRASÍLIA o Curso do Macrossoma.

Macrossoma é o corpo físico fora de série, o corpo supermaceteado ou especializado, especialmente configurado antes do nascimento com a finalidade de apoiar a execução da programação existencial de uma pessoa.

O macrossoma sempre está relacionado com a potencialização de algum processo relacionado às ECs – Energias Conscienciais da pessoa.

No vídeo acima, em 7 minutos, a pesquisadora Sônia Cerato explica o que é o macrossoma e porque todo mundo deveria descobrir qual é o seu tipo específico.

Mais informações sobre o curso estão disponíveis no folder abaixo.

Saiba mais sobre a EAC assistindo os videos das aulas e palestras publicadas no Youtube ou na página da EAC no Facebook.

Folder

Sobre a Desperticidade

On the crossroads

Conforme a Conscienciologia vai se tornando mais conhecida, cada vez mais pessoas se interessam por alguns de seus temas.

A desperticidade é um deles. Desperto ou Desassediado Permanente Total é um neologismo criado por Waldo Vieira, o propositor da Conscienciologia, para descrever a pessoa que não sofre mais com assédios.

Reparem que destaquei o que de fato se passa com o desperto. A pessoa nesta condição ainda tem contato com assediadores, interage com eles a medida que realiza suas tarefas interassistenciais. Contudo, diferentemente do resto da humanidade, ele não sofre com isso pois os assediadores não conseguem afligi-lo, seja energeticamente, seja por meio do pensamento, irradiando pensenes* a distância, por exemplo.

Legal, não? Como então para tornar-se um desperto?

A grande coisa nessa proposta da desperticidade é que qualquer pessoa, com uma boa dose de dedicação e disciplina…. não….. não fui claro o suficiente….deixe eu repetir …. COM UMA CONSIDERÁVEL DOSE DE DEDICAÇÃO E DISCIPLINA, pode tornar-se um desperto ainda nesta vida.

O que é preciso para isso?  Bem as obras conscienciológicas estão cheias de recomendações, procedimentos, etc, etc, etc. Mas, o que interessa mesmo, os dois fatores básicos, fundamentais, indispensáveiis, balizadores da desperticidade são:

1 – Dominar seus processos bioenergéticos

O primeiro passo para isso é dominar o EV – Estado Vibracional. Dominar o EV é poder instalá-lo em qualquer lugar, em qualquer momento, em quaisquer circunstâncias. Sugere-se que uma pessoa pode dominar o EV em uns 3 anos. É difícil mais é possível. Depois tem umas 60 manobras energéticas que a pessoa vai ter que dominar também. Mas, com o EV “na mão”, isso não será realmente um desafio.

2 – Ortopensenidade em tempo integral

Ortopensenidade é pensar corretamente o tempo todo, independente do lugar, em todos os momentos, em todas as circunstâncias. Não pode desejar coisas ruins, de espécie alguma para ninguém, não se pode julgar ninguém, seja o político corrupto desmascarado na TV, seja o assaltante que roubou o celular com o qual você acabou de presentear sua filha, ou o camarada que lhe deu uma fechada no transito que quase provoca um acidente.

Então, o caminho para a deperticidade é paradoxal.  Muito simples, conforme descrito acima, mas, muito difícil de percorrer até o fim. Não é à toa que existem tão poucos despertos. Waldo Vieira afirma que conheceu uns pouquíssimos ao longo de seus 81 anos de vida.

A grande coisa nisto é o seguinte: mesmo que você não consiga ao longo de sua vida chegar a ser 100% desperto, digamos que você chegue a 80%, sabe o que isso significa? Sabe quais serão as implicações de ser 80% desperto quando você passar pela dessoma **? Sabe quais serão as implicações em sua próxima vida? Se você chegar a 80% de desperticidade aos 70 anos, em sua próxima vida será desperto aos 25!

Mas, a coisa não se limita a não ser assediado…. Pare para pensar na cabeça desse homem ou mulher que é desperto. O que se passa ali? Com quais correntes de pensamento ele sintoniza? Quais serão os amparadores de um desperto? Outros despertos, no mínimo e dai para cima. O que essa pessoa faz no físico e no extrafísico? Da para imaginar? Dá. É por isso que muita gente tem se interessado por isso.

Alguns entusiastas têm afirmado que é possível chegar a desperticidade em 3 anos. Com dedicação em tempo integral, quem sabe, talvez seja possível para uma pessoa que já esteja com “meio caminho andado” e com todas as condições da vida otimizadas para isto.

Concluindo, ainda sobre os vários níveis de desperticidade, uma pessoa com 100% de desperticidade que more em uma casa no campo, ou em uma pequena cidade, que não trabalhe mais, que saia pouco de casa e muito menos de sua cidade, que pouco ou nunca faça viagens, não conseguirá manter esse nível se tiver que morar, trabalhar e se deslocar com frequência em um grande centro urbano onde existem muito mais pessoas, muito mais energias conscienciais, muito mais assediadores extrafísicos, muito mais pressão holopensência***.

* Pensene é o conjunto pensamento+sentimento+energia.

** Dessoma é a desativação do soma, a morte do corpo físico.

*** Pressão Holopênsenica são o conjunto e pensamentos, sentimento e energias que  envolvem a consciência impelindo-a a pensar e agir conforme um padrão.

Para Saber Mais

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Experiências Fora do Corpo – O Guia do Iniciante

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Curso Estado Vibracional em Brasília

Nancy Trivellato e Wagner Alegretti, dois dos maiores especialistas em Estado Vibracional, ministrarão pela primeira vez em Brasília, nos dias 16 e 17 de agosto, os cursos “Estado Vibracional” e “Energizador Lúcido”.

No vídeo acima, os dois professores prestam esclarecimentos sobre os cursos.

Também será ministrada uma palestra pública com entrada franca no dia 15 de agosto. Informe-se.

Mais informações:

Link para a página do curso: Clique Aqui

Local de Realização: Brasília Imperial Hotel

SHS QD 3 BLOCO H Auditório IV (Próximo ao PátioBrasil)

Telefones para contato: (61)8128-0739 (61)8116-2313

E-mail: brasilia@iacworld.org

 

Parabanho Energético

EV28062014

Definição: O parabanho energético é a sensação de receber intenso chuveiro de energias conscienciais, em toda a psicosfera pessoal, ao modo de forças externas jorrando sobre o holossoma, reforçando as disposições físicas e conscienciais, patrocinado por alguma consciências extrafísica sadia, em geral amparador extrafísico, com objetivo paraterapêutico.

Terminologia. Os termos banho energético e parabanho energético, assim como autobanho energético e autoparabanho energético são usados como sinônimos causando, às vezes, confusão nos leitores.

Convenção. Estou convencionando, portanto:

  • Parabanho energético: É o banho energético proporcionado em uma pessoa por uma consciência extrafísica.
  • Banho energético ou autobanho energético: É o banho energético espontâneo, produzido pela própria pessoa, semelhante ao um EV – Estado Vibracional.
  • Autoparabanho energético: É o banho energético espontâneo, produzido pela própria consciência quando projetada, fora do corpo físico, ou pela consciência extrafísica e si mesma, de forma semelhante ao um EV – Estado Vibracional.

Ocorrências: O parabanho energético é, normalmente, uma ocorrência fugaz, relativamente rara.

Chuveirada. O parapanho energético e o autobanho energético não devem ser confundidos com quaisquer banhos com água, corrente ou não, tal como a chuveirada hidromagnética.

Autobanho energético. É aquele provocado pela própria pessoa. Trata-se na realidade de um EV – Estado Vibracional direto, desencadeado sob certas circunstâncias.

Parabanho Grupal. O parabanho pode ser produzido por amparadores para um único indivíduo ou para um grupo de indivíduos presentes em um mesmo local. Durante atividades parapsíquicas, pode ser simultâneo ou em duas etapas: primeiro no epicentro consciencial* e, depois, irradiado para os demais presentes.

Percepção. O parabanho pode ser precebido ou não, dependendo da sensibilidade da pessoa.

Novato. No início das parapercepções, a pessoa novata quanto ao parapsiquismo pode julgar as ocorrências dos parabanhos energéticos como sendo meros efeitos de sugestões ou heterossugestões.

Retransmissão. Uma pessoa, enquanto recebe um parabanho, pode estender sua mão e usar sua vontade para retransmitir o fluxo bioenergético do parabanho para outra pessoa ou grupo de pessoas próximas.

Paradoxal. Enquanto aparentemente simples, o parabanho energético, está entre os fenômenos mais avançados para as consciências lúcidas quando se repete e se torna habitual.

Ciências. A energoretransmissiologia e, mais especificamente a parabanhologia, são as ciência aplicada aos estudos específicos, sistemáticos, dos parabanhos energéticos.

Perspectiva Histórica. A espontaneidade e aparente simplicidade do parabanho, um fenômeno intraconsciencial, individual, fez com que ele passasse despercebido aos pesquisadores da Metapsíquica e da Parapsicologia desde o Século XIX até os dias atuais. No âmbito da conscienciologia, a primeira referência ao parabanho energético surge no livro Projeções da Consciência, publicado em 1981.

Taxonomia. Diferentes tipos de parabanhos energéticos:

  • Comum: Aquele produzido por uma consciência de qualquer tipo;
  • Avançado: Promovido por consciência evolutivamente adiantadas para sustentar e confirmar as ações de uma pessoa;
  • Pré-projetivo: O que prepara o projeto para uma EFC lúcida;
  • Extrafísico: O que ocorre na dimensão extrafísica;
  • Pós-projetivo: O que confirma a ocorrência de uma EFC;
  • De alerta: O que sinaliza a necessidade da pessoa ficar alerta;
  • Aflorador: O que faculta a geração de neosinapses durante o processo da escrita;
  • Prazeroso: O qu promove descarga de serotonina.

Homeostático. O parabanho energético quando positivo é expansivo, comunicativo e homeostaticamente contagiante.

Nosológico. Embora raro, não é impossível para uma consciência extrafísica assediadora promover um parabanho energético em uma pessoa.

Pós-Projetivo. O banho energético é espontâneo e confirma a ocorrência de uma EFC prévia e, em certos casos, é acompanhado da rememoração, seja em bloco ou em fragmentos, dos eventos extrafísicos.

Ratificação. O parabanho comunica aumenta a autoconfiança no desempenho das tarefas a medida que confirma, reforça e ratifica a presença, a assistência e a força presencial dos amparadores extrafísicos no acompanhamento das tarefas do dia a dia da pessoa.

Técnica. A instalação do autobanho energético é uma técnica que pode ser  usada para manutenção prolongada da soltura parafisiológica do energossoma. A técnica consiste em provocar, por exemplo, de duas em duas horas, em certos dias, um autobanho desencadeado pela vontade através do coronochacra, mantendo sempre contínuo equilíbrio psicológico, sem irritações ou idéias negativas.

Esfenoide. O osso esfenoide, localizado na base do crânio, mexe com tudo o tem a haver com o crânio principalmente as energias, atuando como um receptáculo de bioenergias. Está, portanto, diretamente relacionado à ocorrência dos autobanhos e do parabanhos energéticos.

Você, leitor, já teve suas próprias experiências com parabanhos e autobanhos energéticos? 

Notas

*Epicentro consciencial: A pessoal energeticamente mais forte que centraliza as ações parapsíquicas.

Referências

[1] Dicionário de Neologismos da Consciênciologia

[2] Dicionário de Argumentos da Conscienciologia.

[3] 700 Experimentos da Consciencioligia

[4] Enciclopédia da Consciênciologia

[5] Projeciologia, Panorama das Experiências Fora do Corpo

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Perguntas Frequentes sobre o Estado Vibracional

new mentality

1 – O é que EV?

É um fenômeno que ocorre quando as frequências dos veículos de manifestação da consciência (corpos) aumentam até um ponto no qual eles entram em ressonância e passam a produzir uma expansão das energias conscienciais do praticante.

2 – Como o EV é produzido?

Este fenômeno pode ocorrer espontaneamente ou pode ser induzido pela própria pessoa empregando uma técnica de mobilização de energias chamada CFE (Circulação Fechada de Energias) ou OLVE (Oscilação Longitudinal Voluntária e Energias).

3 – As sensações provocadas pelo EV são iguais para todas as pessoas?

O EV pode provocar várias sensações, algumas mais comuns e outras menos. Não existe uma uniformidade dessas sensações ou das suas descrições relatadas pelos praticantes.

4 – A instalação do EV pela CFE/OLVE é sempre bem sucedida?

As vezes o EV é atingido, as vezes não. Quanto mais a pessoa pratica a OLVE, maior é a sua taxa de EVs instalados.

5 – O local onde a OLVE é realizada influencia na instalação bem sucedida do EV?

Sim. Existem locais onde as ECs ali existentes são mais favoráveis e outros onde elas são menos favoráveis a OLVE.

6 – Quantas vezes é preciso aplicar a OLVE até se instalar o 1º EV?

Poucas pessoas conseguem instalar o EV já na primeira OLVE. Normalmente é preciso repetir a OLVE várias vezes, de preferência dia a após dia, até que o 1º EV seja instalado. Depois disso, os demais EVs virão mais facilidade. Algumas pessoas afirmam terem levado anos até sentir seu primeito EV, mas, o que conta é quantas tentativas a pessoa fez ao longo desses anos e qual o intervalo de tempo entre as tentativas. Em outras palavras, uma coisa é fazer 1 OLVE por dia ao longo de 1 mês e, outra coisa, é fazer 1 OLVE por mês durante  30 meses.

7 – Posso fazer a OLVE em qualquer lugar?

Em princípio sim, desde que isto não implique em risco para a produção de algum acidente por falta de atenção. Em outras palavras, quando estiver operando equipamentos, máquinas ou dirigindo veículos.

8 – Durante a OLVE, até que ponto devo forçar a circulação das ECs a fim de atingir o EV?

As ECs devem ser circuladas em uma velocidade e intensidade até o ponto em que não gere tensão no corpo físico, aceleração da respiração ou dos batimentos cardíacos.

9 – Preciso absorver ou exteriorizar energias antes ou depois da OLVE?

Estas manobras podem ser realizadas tanto antes quanto depois da realização da OLVE, mas, não são obrigatórias e, na maioria das vezes, não são necessárias.

10 – Posso fazer a OLVE em qualquer posição?

Para iniciantes, a melhor posição é de pé. Fazer a OLVE deitado pode levar o praticante ao adormecimento.

11 – Com que frequência devo praticar a OLVE e instalar o EV?

Quantas vezes por possível ao longo do dia. Idealmente, a cada mudança de ambiente, pelo menos.

12 – O EV, por si só, desenvolverá meu parapsiquismo?

O EV desenvolverá o parapsquismo do praticante até certo ponto. Para um pleno desenvolvimento, muitas outras manobras energéticas devem ser aprendidas e dominadas.

13 – Se eu fizer a OLVE e instalar um EV antes de dormir terei uma projeção consciencial lúcida?

Não necessariamente uma vez que outros fatores afetam a produção de projeções lúcidas.

14 – A OLVE e o EV têm contra-indicações?

Não foram identificadas contra-indicações até o memomento.

15 – Devo praticar a OLVE se a saúde estiver ruim?

Sim. Isto inclusive pode acelerar o processo de cura.

16 – A instalação de EVs pode curar uma doença?

Existem relatos de pessoas que curaram pequenas doenças, tais como dores localizadas, com a instalação de sucessivos EVs.

17 – O que devo fazer se ao fazer a OLVE sentir-me mal?

Avalie os possíveis motivos para isso: bloqueios energéticos a serem superados e heteroassédio consciencial.

18 – O que fazer se ao fazer a OLVE ocorrer taquicardia?

Deve-se parar com a oscilação das energias imediatamente. Com o fim da taquicardia, a OLVE pode ser retomada.

19 – Posso sincronizar a OLVE com a respiração?

Não, pois isso vai gerar tensão no corpo físico, impedindo a obtenção do EV.

20 – Posso fazer a OLVE deslocando as ECs de forma diferente?

Não. A oscilação de energias deve ser feita da cabeça aos pés, passando logitudinalmente por dentro do corpo.

21 – Outra pessoa pode perceber minha OUVE ou meu EV?

Sim, se ela for suficientemente sensível a percepção das bioenergias e se estiver próxima a você. Ainda assim, a pessoa pode notar algum tipo de modificação nas energias no local sem identificar sua origem.

22 – A instalação do EV modifica o local onde está o praticante?

Sim. O padrão das ECs no local onde estiver o praticante vai melhorar, ainda que seja por alguns momentos.

23 – Devo instalar o EV durante um atendimento em meu consultório?

O correto é instalar o EV antes e depois de um atendimento. Instale um EV durante um atendimento somente se perceber a incidência de assédio interconsciencial suportado ou contornado de outra maneira.

24 – Devo instalar o EV durante um atendimento espiritual, sessão de passes ou sessão mediúnica?

O correto é instalar o EV antes e depois desses atendimentos. Instale um EV nessas ocasiões somente se perceber  a incidência de assédio interconsciencial que não possa ser suportado ou contornado de outra maneira.

25 – Quanto tempo deve durar uma sessão de OLVE?

Sugere-se que a OLVE tenha aproximadamente 5 minutos, mas, essa duração pode ser menor ou maior conforme a pessoa, o ambiente e as circunstâncias.

26 – O que significa dominar o EV?

Significa poder instalar o EV em 100% das tentativas, a qualquer hora, em qualquer lugar e sob quaisquer circunstâncias.

27 – Quanto tempo é necessário para dominar o EV?

Isto varia de pessoa para pessoa. Normalmente será preciso alguns anos de prática para chegar à condição de domínio.

28 – É possível instalar o EV de outra maneira, sem fazer a OLVE?

O EV pode ocorrer espontaneamente, por exemplo, antes ou após uma projeção consciencial lúcida. A pessoa que domina o EV também pode, com o tempo, aprender a instalá-lo imediatamente, somente usando a vontade, sem fazer a OLVE.

29 – Com que frequência ocorre o EV espontaneo?

Trata-se de um evento relativamente raro e, geralmente, não percebido pela consciência.

30 – A intensidade do EV é sempre a mesma?

Não. Ela pode variar bastante conforme o local, as condições do praticante e outros fatores externos.

Para Saber Mais

Experiências Fora do Corpo – Fundamentos

Experiências Fora do Corpo – O Guia do Iniciante

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Estado Vibracional

A Técnica do Estado Vibracional e Energias Conscienciais

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