Mantras


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Mantra é um termo derivado das palavras do idioma sânscrito Man que significa mente e Tra que significa controle. O mantra é um som, sílaba, palavra, oração, cantochão ou poema religioso originalmente em idioma sânscrito entoado com uma finalidade específica. O termo mantra, portanto, é originário do hinduísmo, porém, mesmo não possuindo termos para designá-lo, mantras também são utilizados por todas as demais religiões, pois todas empregam formas de evocação semelhantes.

Mantras são japas (repetição de sons) que, assim como âsanas (posições), mudras (gestos), pranayamas (respirações) e meditações (dhyana) formam a base do espiritualismo indiano, o Yoga.

Tradicionalmente, o mantra é uma fórmula mística e ritual mentalizada, murmurada ou cantada em voz alta repetidamente de forma a auxiliar a concentração durante a meditação.

Contudo existem mantras que são empregados com outas finalidades. Esse tipo de informação, até poucos anos passados, era de conhecimento de restrito.

Existem mantras para:

  • Facilitar a concentração e meditação
  • Promover a energização da pessoa e do ambiente
  • Para adormecer ou despertar
  • Para induzir a projeção consciencial lúcida
  • Para estimular e desenvolver chacras
  • Para evocar egrégoras*

Em termos práticos, qualquer palavra, frase ou oração ou até uma música ouvida e repetida por muitas pessoas ao longo de muito tempo acaba por se constituir em um mantra.

Por exemplo, os nomes das principais entidades de todas as religiões tornaram-se mantras com o passar do tempo.

Há pessoas que atribuem poderes milagrosos aos mantras ao passo que outras são completamente céticas quanto quaisquer efeitos transcendentes que possam produzir.

As pesquisas de John Blofeld, que estudou as culturas indiana e chinesa, indicaram que não é necessário saber o significado das palavras ditas para que o mantra produza o efeito esperado. Ele observou que não importa a correção da pronúncia pois encontrou o mesmo mantra entoado de forma muito diferente em países diversos, e sempre produzindo os efeitos esperados.

O início do emprego de mantras perde-se na noite dos tempos.

Os mantras Tibetanos são entoados como orações repetidas. O budismo mahayana do Tibete usa mantras em tibetano, o zen-budismo do Japão os usa em japonês. Blofeld, no começo do século XX, encontrou em Hong Kong mantras cuja língua ninguém sabia identificar que pareciam uma alteração de um original sânscrito.

No ocidente, a ciência tradicional explica o emprego dos mantras como sendo um exercício mental e respiratório capaz de levar o praticante a um estado alterado de consciência.

Mecanismo. O mecanismo fundamental que explica o funcionamento do mantra é o acoplamento energético. O mantra é uma forma de mobilização energética. Ao ser verbalizado a energia sonora do mantra promove um acoplamento energético com uma egrégora ou holopensene bioenergético. Dessa forma, pode-se explicar porque o mesmo efeito de um mantra pode ser obtido ao mentalizá-lo, sem chegar a verbalização.

Repercussões energéticas. As repercussões energéticas que uma pessoa pode sentir ao pronunciar um mantra podem variar de impercetível e demorado ao intenso e imediato. Em parte,  isso depende da egrégora que está sendo evocada e, em parte, depende do grau de acoplamento da pessoa com essa egrégora.

Persistência. Pelos mesmos motivos, a repercussão energética dos mantras pode cessar de imediato ou se prolongar por vários minutos ou mesmo horas após a pessoa parar de recitá-lo.

Padrões. Há mantras que evocam energias suaves e aqueles que evocam energias muito fortes. O padrão das energias evocadas pode ser mentalsomático, psicossomático ou energossomático, repercutindo mais nos chacras mais diretamente relacionados com esses padrões bioenergéticos: coronochacra, cardiochacra e umbilicochacra, respectivamente.

Bija-mantras. Bija-mantra (semente do mantra) são mantras que promovem a imediata ativação de um chacra. Cada chacra possui seu próprio bija. A ativação de um determinado chacra é uma forma de poder, motivo pelo qual esse era, até pouco tempo, um conhecimento iniciático restrito.

Mantra pessoal. Acredita-se que cada pessoa tenha um mantra pessoal que, se conhecido, pode ser usado como uma forma de poder. Contudo, existe muita mistificação em torno desse assunto, tal como “fórmulas” para se compor o mantra pessoal e pessoas/instituições que revelam de forma mística o mantra pessoal da pessoa desde que ela jure mantê-lo em segredo (assim elas podem revelar os mesmos “mantras pessoais” para um grande número de pessoas). Até onde sei, o mantra pessoal, se existe de fato, só pode ser descoberto pela própria pessoa por meio do seu autoparapsiquismo.

Autopesquisa. A pessoa interessada pode pesquisar qual é o efeito bioenergético que cada mantra proporciona. Basta recolher-se a um local tranquilo sem interferências externas, escolher um mantra e recitá-lo repetidas vezes, sondando o efeito produzido em seu holossoma ou no ambiente ao redor, prestando atenção em quais pensamentos e sentimentos surgem na mente e quais chacras são mais energizados e com qual padrão de energia. Uma vez que, cada mantra pode evocar uma egrégora diferente, é recomendavel não misturar mantras diferentes em curtos intervalos de tempo para o efeito de um não seja afetado pelo de outro.

Cuidado. Há de se ter cuidado ao usar mantras cuja origem e significado da evocação que fazem sejam desconhecidos pelo praticante, que não estejam claramente descritos em um livro ou outra fonte de informação confiável pois, assim como existem mantras que evocam consciências benévolas, existem aqueles que evocam consciências negativas e doentias. Esse, naturalmente, não é o caso dos mantras mais conhecidos e usados, provenientes das tradições do Yoga ou das consagradas orações das religiões cristãs, por exemplo.

Mantras X EV. O mantra é uma forma de mobilizar energias externas. Existe a dependência, portando, da sintonia com uma egrégora. O EV é uma forma de mobilização de energias internas, com as próprias bioenergias da consciência e que, portanto, não depende de acoplamentos com outras energias. Mantras e EV não são práticas bioenegéticas mutuamente excludentes. Uma ou outra pode ser utilizada conforme o efeito pretendido. Em princípio, o EV é um só e tem inúmeras utilidades. A técnica para instalá-lo é uma só. Já os mantras, são muitos, alguns mais genéricos e outros mais específicos. É preciso conhecer e praticar uma constelação de mantras para usar o mais adequado conforme a situação, todavia, isso não deve ser motivo para desprezá-los. Na realidade, nenhuma forma de mobilização bioenergética pode ser publicamente desprezada simplesmente porque achamos que não nos serve. Sempre existem pessoas que tiram proveito dela.

Notas

O termo egrégora vem do idioma grego egregorien que significa velar ou cuidar. Egrégoras são holopensenes ou campos bionergéticos mantidos por consciências intrafísicas e extrafísicas com uma determinada finalidade.

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Do EV ao GigaEV


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O EV – Estado Vibracional, pode ocorrer de diversas formas, sendo a mais importante o autoinduzido, aquele que a consciência faz voluntariamente, movida pela sua vontade, usando alguma técnica ou procedimento que domina.

O EV pode variar de muitas formas sendo a intensidade e frequência do padrão vibratório são os aspectos mais notáveis e, provavelmente, os mais importantes.

O grau de efetividade do EV para promover algum efeito na consciência ou no ambiente ao seu redor varia em função de vários fatores. Alguns dependem do praticante da técnica e outros não, dependem do ambiente de instalação.

Quanto maior a intensidade do EV, em outras palavras, quanto maior for a quantidade de energia ativada, maiores serão os resultados produzidos.

Por outro lado, quanto maior a frequência do EV, em outras palavras, quanto mais elevadas forem as vibrações das energias ativadas, melhores serão os resultados produzidos.

Assim podemos classificar o EV autoinduzido conforme sua intensidade e frequência da seguinte maneira.

  • EV comum: Apresenta baixa intensidade e baixa frequência;
  • EV intenso: Apresenta alta intensidade e/ou alta frequência;
  • SuperEV: O EV potencializado, com intensidade e/ou frequência muito acima da média do praticante, instalado em situações excepcionais, favorecido pelo ambiente ou pela atuação de consciências extrafísicas amparadoras;
  • MegaEV: O EV típico da consciência desperta, com alta intensidade e alta frequência, muito acima da média das consciências humanas comuns que também praticam a instalação do EV;
  • GigaEV: O EV típico da consciência serenona, com intensidade e alta frequência, muito acima da média das consciências despertas que instalam MegaEVs.

Importante salientar que o MegaEV e o GigaEV recebem essa denominação tendo como perspectiva o praticante comum. Para o desperto e para o serenão, esses EVs podem estar dentro da sua média e, portanto, nada terem de especial em termos da intensidade e frequência que estão acostumados a produzir.

O leitor mais atento talvez faça o seguinte questionamento: “Se um EV intenso feito por uma pessoa comum já pode ser percebido por outras pessoas próximas a ele, não deveríamos estar percebendo os EVs dos despertos e principalmente dos serenões?

Realmente, isso não ocorre porque, a medida que o domínio das energias vai aumentando e a consciência vai evoluindo, a frequência das energias ativadas aumenta tanto que passa a ser cada vez mais difícil para pessoas comuns, acostumadas apenas com padrões de baixa energia, perceberem as ECs – Energias Conscienciais, produzidas por um MegaEV ou GigaEV.

De fato, se o seu vizinho fosse um serenão e instalasse um GigaEV, a menos que você esteja muito atento a nuances das mudanças energéticas no ambiente da sua residência e da sua vizinhança, provavelmente nada de diferente perceberá.

Concluindo: “Isso significa que pode haver um desperto ou um serenão na minha vizinhança sem que eu faça idéia?” Sim.

Notas:

Desperto: Desassediado Permanente Total. A consciência mais evoluída, já livre de assédios interconscienciais. Estima-se que existam alguns milhares de despertos em nosso planeta.

Serenão: A consciência superserena, com nível evolutivo incomparavelmente superior a média humana, que já está em suas últimas vidas intrafísicas. Estima-se que existam algumas centenas de serenões nosso planeta.

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Abordagem Bioenergética


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Todas as consciências podem interagir, bioenergeticamente, umas com as outras. Essa interação pode ser inconsciente e natural ou pode ser consciente, intencional e técnica.

Abordagem bioenergética é uma forma de interação ou contato direto de uma consciência por meio de procedimentos bioenergéticos com objetivo de sondar, prescrutar as energias conscienciais ou a capacidade de percepção bioenergética de outra consciência, seja ela intrafísica ou extrafísica.

Existem diversos tipos e formas e objetivos para realizar uma abordagem bioenergética.

Intencionalidade: A abordagem bioenergética pode ter por intensão a mera curiosidade, a heteropesquisa, pode ser interassistencial assim como assediadora.

  • Por mera curiosidade: Com objetivo de aferir o nível de lucidez e percepção bioenergética da consciência abordada. Pode ser incômoda e invasiva e anticosmoética.
  • Heteropesquisa: Com objetivo de medir a o nível de lucidez e percepção bioenergética da consciência abordada ou colher uma informação específica sobre ela (psicometria). Se não for solicitada autorização, deve ser suave e discreta para não ser anticosmoética.
  • Interassistencial: com objetivo de auxiliar a consciência abordada. Exemplos: Passes, Reki, Johrei, Acupuntura, Arco Voltaico.

Localização: Abordagem pode ser local ou à distância.

  • Local: A consciência abordada está no mesmo local.
  • À distância: A consciência abordada está situada em local distante, na dimensão intrafísica ou na dimensão extrafísica. Exemplos: Psicometria, irradição energética à distância, tenepes.

Intensidade: A abordagem pode ser, dentre outros tipos, miniabordagem, preliminar ou assimilação simpática.

  • Miniabordagem: a sondagem sigilosa, discreta, da energosfera de outra consciência.
  • Abordagem preliminar: com objetivo de verificar o que a consciência necessita para decidir qual ação assistencial poderá ser executada em seu benefício.
  • Assimilação simpática (Assim): Uma forma de abordagem em que ocorre um forte acoplamento e troca bioenergética entre o praticante e a consciência abordada. Pode ocorrer de forma consciente ou inconsciente. A assimilação possibilita realizar um diagnóstico mais detalhado da condição bioenergética da consciência abordada. A instalação de um estado vibracional pelo praticante ao término da assim é necessária para promover a desassimilação simpática (Desassim) e evitar problemas para a sua saúde bioenergética.
  • Arco voltaico: Sob a ótica da Conscienciologia, é o melhor processo direto e ostensivo de abordagem bioenergética de uma consciência intrafísica.

Padrão: O padrão das energias empregadas na abordagem pode ser predominantemente energossomático, psicossomático ou mentalsomático.

  • Energossomático: Típico das consciências intrafísicas.
  • Psicossomático: Típico das consciências extrafísicas comuns.
  • Mentalsomático: Típico das consciências intrafísicas ou extrafísicas bem mais evoluídas que a média da humanidade,

Estado de Manifestação: O praticante pode estar na dimensão intrafísica, pode ser um projetor ou pode ser uma consciência extrafísica.

  • Projetor: No caso do projetor, ele  pode abordar bioenergeticamente outra consciência projetada, uma consciência situada no corpo físico, na dimensão intrafísica ou ainda uma consciência extrafísica.

Inabordabilidade bioenergética: Certas consciências não podem ou não devem ser abordadas bioenergeticamente. Exemplos: O operador de um equipamento industrial durante a execução de seu trabalho; a consciência cujo corpo físico morreu recentemente.

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Programa de Autotreinamento Básico e Intensivo do Estado Vibracional


EV12042015

Após a publicação do livro Estado Vibracional, passei a ser procurado por muitas pessoas desejosas de compartilhar informações e algumas também com dúvidas.

Algumas pessoas, pelo menos, apresentam o seguinte problema: praticam a meses a OLVE (Oscilação Longitudinal Voluntária de Energias) e, apesar disso, ainda tem dificuldade em perceber as ECs (Energias Conscienciais) e não conseguiram instalar seu primeiro estado vibracional ou EV.

Após explicar para algumas delas o que fazer nesse caso, percebi que precisava estruturar a aplicação da técnica de instalação do EV para iniciantes em dois programas distintos, conforme descrito a seguir.

Se você é um iniciante e ainda não instalou nenhum EV, aplique, inicialmente, o programa de autotreinamento básico. Opcionalmente, se desejar muito obter resultados rapidamente, aplique o programa intensivo.

Se após praticar por várias semanas ou meses e, ainda assim, não percebe as ECs claramente nem conseguiu instalar o primeiro EV, aplique o programa de autotreinamento intensivo.

Programa de Autotreinamento Básico

1 – Após ler a descrição de como executar a OLVE, assim como as dicas que esclarecem o que fazer e o que não fazer para otimizar a técnica e facilitar a instalação do EV, comece a praticar sempre que possível, várias vezes, até conseguir a primeira instalação do EV.

2 – Execute a OLVE com dois objetivos distintos:

a) Sem aumentar a velocidade de deslocamento das energias, com finalidade de apenas perceber as ECs.

b) Aumentando a velocidade de deslocamento das energias, com a finalidade de instalar o EV.

3 – Periodicamente, releia a descrição de como executar a OLVE e as dicas.

Programa de Autotreinamento Intensivo

1 – Execute a OLVE duas vezes por dia. Uma com objetivo de sentir as ECs e outra com objetivo de instalar o EV.

2 – Crie um registro escrito diário de suas tentativas com objetivo de criar um círculo virtuoso, no qual, quanto mais você registra, mais fica atento aos detalhes e melhores são os resultados e, por conseguinte, mais você registra. Numere cada tentativa registrada. Anote dia, horário, local, disposição física e mental assim como outros fatores que julgar relevantes. Registre todas as percepções físicas, energéticas ou mentais (intuições, insights, inspirações) que surgirem. Analise suas notas pelo menos uma vez por semana e procure identificar padrões até então não percebidos. Observe se suas percepções estão aumentando em quantidade e qualidade. Tome nota do resultado de suas análises.

3 – Antes de executar a OLVE experimente absorver bioenergias durante, pelo menos, 5 minutos. Absorva por um ou mais chacras específicos ou por todas as partes do corpo. Preferencialmente absorva bioenergia oriunda de locais como matas, mares, cosmos, etc.

4 – Experimente executar a OLVE em locais diferentes. Experimente em um local com muita vegetação, como um parque, ou no campo; em uma praia com poucas pessoas; em uma região montanhosa. Esses locais tendem a facilitar a instalação do EV por terem grande quantidade de bioenergias neutras ou positivas. Além, disso, o local em que você executou a OLVE até então, pode, por algum motivo, não ser energeticamente propício.

Conclusão

A diferença entre os programas básico e intensivo é que, no segundo, a autopesquisa é levada muito mais a sério com a finalidade de superar a dificuldade em perceber as ECs e instalar o primeiro EV. O espírito do praticante deve ser:

“Quanto mais difícil for a instalação do primeiro EV, mais importante isso deve ser e, portanto, maior, mais sério e disciplinado deve ser o empenho.”

 

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Sem Estresse não há Evolução


EV30032015

Por esses dias ouvi o seguinte comentário de uma pessoa conhecida:

“- Olha Cesar, esse negócio de Estado Vibracional é muito difícil para as pessoas fazerem! Você deveria divulgar uma técnica mais fácil….”

O segue é um resumo da minha resposta.

Todas as pessoas buscam melhorar os diversos aspectos de suas vidas.

Apesar disso, a palavra evolução, em sua plena acepção, não é entendida ou sequer usada pela grande maioria das pessoas.

Para pessoas comuns, “evoluir” limita-se a vida profissional e a capacidade financeira.

Somente as pessoas com certo limiar de evolução espiritual entendem o que é essa evolução e tem interesse nela.

Não obstante, muitos espiritualistas limitam-se a condição de meros simpatizantes da evolução. Outros, buscam um caminho fácil para ela.

Na década de 1980, quando frequentava o espiritismo, percebia que muitas pessoas iam ao centro, assistiam palestras, enchiam garrafas de água fluidificada, tomavam passes e iam embora felizes para cada. Na semana ou no mês seguinte;  lá estavam elas novamente para repetirem seu ritual. Fora do centro espírita, liam algumas obras psicografadas e talvez praticassem o evangelho no lar. Sem dúvida, esses elementos colhidos ao longo de suas rotinas tranquilas, contribuiam para sua evolução, consolidando um arcabouço de pensamentos, sentimentos e energias que, por si só, já destoa bastante do padrão intrafísico corriqueiro, limitado as questões exclusivamente materiais.

Mas, é só isso mesmo. Uma contribuição. Isso é a superficialidade do processo. Evolução não é só isso. É um oceano profundo.

Tempos depois, conheci pessoas que buscavam técnicas para resolver todas as questões de suas vidas. Uma fórmula mágica, mantra, evocação ou exercício fácil que lhes resolvesse todos os problemas, afastasse todos os males, trouxesse saúde e dinheiro. Naturalmente, isso não existe. Se houvesse uma técnica fácil que possibilitasse tudo isso, todos a conheceriam e utilizariam. Algumas técnicas até ajudam, mas é só isso, ajudam mas não resolvem.

Quem deseja evoluir de verdade, para valer, ver resultados concretos tem que ter estresse: mental, emocional, energético e físico. Estresse holossomático!

É como aquela pessoa que está fora de forma e com excesso de peso. Se desejar de fato melhor sua condição física, ela não poderá limitar-se a tranquilas caminhadas nos fins de tarde no parque, ou aquela voltinha de bicicleta pelo bairro. Vai ter que estressar seu organismo com corridas, academia, percursos em sua bike de longa distância e duração.

Voltando ao exemplo anterior relacionado ao espiritismo, havia pessoas que não queriam limitar-se a passividade. Desejavam ser protagonistas também. Então, engajavam-se nas atividades do centro espírita, alguns trabalhando na área administrativa, outros nas diversas áreas de apoio e, “os mais ousados”, no trabalho mediúnico. Para isso, precisavam comprometer seu tempo, suas energias e abrir mão de várias coisas em função disso. Em compensação, ganhavam outra coisa: sua evolução.

O mesmo vale para o Estado Vibracional. Essa não é uma técnica qualquer. É multifuncional, melhora tudo na pessoa e produz resultados significativos em termos de saúde física e mental, equilíbrio emocional, lucidez no discernimento, autodesassédio, autodefesa e desenvolvimento parapsíquico.

Para obter esses resultados, é preciso aprender a instalar o EV e, depois, praticá-lo rotineiramente sempre que possível ou necessário, ao longo da vida.

Aprender a instalar o EV não é algo particularmente difícil, mas, vai exigir dedicação de tempo e vontade do praticante para vencer sua própria inércia. Imagine, “quantas vidas a pessoa tem pelas costas” sem nunca ter instalado um EV. Então, as primeiras instalações podem não ser um “passeio no parque”, mas também, não serão nenhum trabalho de Sisifo.

Mais difícil do que aprender instalar o EV, será adquirir o hábito de instalá-lo no dia a dia, algumas vezes, pelo menos. Sem isso, os benefícios não vão aparecer.

Concluindo, o praticante do EV obterá benefícios análogos aos daquela pessoa que estava fora de forma e acima do peso e que levou a melhoria da saúde a sério, incorporou os exercícios a sua vida, e agora está feliz da vida com sua nova condição e disposição.

Livro Estado Vibracional

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